A intenção deste artigo e do vídeo neste artigo não é de afirmar que a Intel é pior que a AMD (e vice verça) e sim quebrar esse paradigma (esse mito) que ronda os usuário (e a maioria dos "profissionais de TI") de que a AMD é uma fabricante de processadores extremamente inferiores aos processadores da Intel.
Confiram o vídeo logo abaixo que mostro informações de quais processadores já tive e tenho (para não saírem dizendo que sou fanboy da AMD) e os casos de sucesso da AMD:
Esse é uma propaganda da época de venda de computadores com processadores AMD da época após a finalização do desenho OS sem floresta (over the hedge).
Mostrando mais casos de sucesso da AMD que a da créditos de ser considerada realmente uma boa fabricante de processadores, o processador AMD Ryzen ganhou dois prêmios na associação de hardware europeia deste ano; sendo as categorias melhor CPU e melhor produto. O Core i7 da Intel também ganhou, mas como melhor para overclock e tem muitos outros produtos que também ganharam prêmios e podem ser conferidos.
Premios Europeus de hardware de 2017.Melhor CPU: AMD Ryzen 5 1600X
Premios Europeus de hardware de 2017.Melhor produto do ano de 2017: AMD Ryzen
Premios Europeus de hardware de 2017. Melhor nova tecnologia: Arquitetura Zen da AMD
Não sou muito de ficar publicando noticias, mas já que eu ando falando muito de processadores da AMD (e teve até quem me xingasse), então por que não falar do AMD EPYC (e deixar mais gente irritada)?
AMD EPYC é o processador SoC (system on a Chip) nascido na nuvem que possui 32 núcleos e 64 threads, suporte até 2 TB de RAM DDR4 em 8 canais, suporte até 128 pistas de PCIe da 3ª geração e subsistema de segurança integrado. O processador é tão grande que cabe na mão quase aberta.
O AMD EPYC entrega até 122% melhor banda de memória, 60% a mais de I/O2 e 45% mais núcleos do que seu competidor (sem citar nomes né; se não da terta) podendo ser empregado de forma bruta como storage, virtualização e nuvem oferecendo melhor desempenho, segurança e maior facilidade na forma de ser aplicado.
Vou deixar os links aqui para quem quiser saber mais sobre o AMD EPYC. Valeu AMD, por mais inovações:
Depois que foi lançado o processador Ryzen™ ThreadRipper™ da empresa AMD com até 16 núcleos e 32 threads, agora a Intel lança a série Core-X que é a sua sétima geração de processadores chamado Core i9-7980XE com 18 núcleos e (até) 36 threads.
Eu percebo que é novamente mais uma ação desesperada da Intel para não perder mercado para a AMD que vem acontecendo desde o Athlon64 X2. A Intel sempre toma uma ação primeiro (devido o novo processador da AMD que é lançado) para depois a Intel lançar uma nova geração. No caso, na época do Athlon64 X2 (processador com 2 nucleos reais, com hipertranspot, consumia menos energia e esquentava menos) a Intel lançou o Dualcore (que tinha um núcleo físico e um virtual) somente para acompanhar o mercado até que fosse lançado o Core2Duo.
A mesma história se repete entre o Ryzen e o Core i9. A primeira iniciativa da Intel foi reduzir os preços dos seus processadores para agora lançar um processador igual ao Ryzen.
Não vejo a Intel inovando hà um bom tempo:
A Intel vem copiando a AMD há longa data
Os bons processadores da Intel são a partir da segunda geração de cada série (quem compra a primeira mesmo se lasca).
A Intel só possui processadores X86 multi-core graças a AMD ter disponibilizado estas especificações.
Além do Dualcore (que foi horrível) ainda lançou o CoreDuo antes do Core2Duo (varegistas até aconselhavam as pessoas a não comprarem esse processador).
Vem temendo até mesmo o processador ARM e já tem medo do j-core
Falando de ARM, que é um processador muito pequeno (chegando a ser do tamanho de uma tecla), a Intel lançou por volta de 2008 o processador Atom que foi um fracasso. Eu até tenho um e gosto dele, mas é bem limitado em vários aspectos.
Sem mencionar que a Intel contratou a AMD para juntas trabalharem nos APUs Intel (uma vez que a AMD entende dessa tecnologia melhor que a Intel).
Lançou a série "i" (corei3, corei5 e corei7), mas que não chegou a ser grande diferença comparada a série anterior (Core2Duo e Core2Quad).
Agora a intel lança a série "X" (i5X, i7X e o novo i9/X) pela baranha de apenas um rim (processador caro do caramba). O i9 mesmo não possui notáveis mudanças comparado comparado ao antigo i7 e ainda possui um socket gigante com mais de 2.000 pinos (e houve ainda que me dissesse que o i9 é pequeno).
Por hora é só galera. Semana que vem tem vídeo especial no canal sobre a AMD.
Em meados do ano passado eu fiz um vídeo explicando sobre a série de processadores FX da AMD devido a comentários que eu vi nas redes sociais. É que me chama a atenção a opinião que as pessoas formam sem ao menos um pouco de pesquisa (e que chega a ser intrigante).
Tenho certeza que tem gente que vai me dizer:
"Ah, mas você está defendendo o FX porque você tem um".
E a resposta para isso é que sim; e não sim para estou defendendo a série e FX, e sim para eu tenho um FX 8300. Mas já tive também um Pentium, um Pentium 3, um Pentium 4, dois Celerons, um Athlon XP, quatro Core2Duo, um Atom, um Corei3 e dois FX sendo o 6300 e o 8300 (Agora faça as contas e veja se já tive mais processadores da Intel ou da AMD). Também já tive dois um ARM (no Raspberry Pi e no Endless Mini sem contar os dos smartphones que temos fácil acesso hoje), um PowerPC e conto nesta lista um SH4 (através do meu Dreamcast que posso rodar Linux e que estão voltando a sua produção para a IoT e para a computação descartável).
E mesmo depois de mostrado quais processadores já tive, vai ter gente parecendo múmia afirmando a mesma coisa...
OK, mas o que me levou a escrever este artigo foi ver o pessoal falar a forma como o FX esquenta ao ponto de parecer estar entrando em erupção. Chega a ser engraçado ler esse tipo de comentário.
Galera, até mesmo os processadores da Intel esquentam muito. A questão era aquele Cooler Box (cooler que vem em conjunto com os processadores) da Intel que eram horríveis até mesmo na questão de como a gente conectava à placa mãe:
Eu detestava (e ainda detesto) tanto aquele cooler que por fim acabei comprando um da Cooler Master e me desfiz do cooler box. E até hoje a Intel insiste nesses coolers que vem por padrão. Esse cooler que comprei sim foi bom, solucionou meu problema na questão de aquecimento do processador e de até mesmo parafusá-lo na placa mãe.
Isso acontece também com o FX. O cooler que vem por padrão na caixa do processador FX é um cooler pequeno (mais ou menos dois dedos ou menos de altura como o que se vê nas imagens abaixo), vinha uma folha de cobre embaixo (é, um cooler foliado a cobre...) e que uma ventoinha fraca que para renderizar um vídeo chegava a esganá-la. E é isso que vai em cima de um processador com 6 a 8 núcleos...
Se em um processador com dois núcleos operando a 3.0Ghz esquenta, não iria acontecer a mesma coisas com um processador com oito núcleos operando a 3.3Ghz? Esse foi um erro cometido também pela AMD na geração FX (e é até hoje o mesmo erro da Intel nos CoreiX). Foi onde eu comprei um cooler da CoolerMaster (sim, gosto da marca mas ainda quero um BeQuiet) para o meu FX que solucionou o problema do calor:
Os únicos momentos que meu processador esquenta (MESMO, mas não tanto como exageram) é quando vou renderizar os vídeos para o canal, mas até aí normal. Quando jogo esquenta um pouco, mas nada de tão quente, nada do tipo:
noss, pega o ventilador lá e uns cubos de gelo, coloca na frente do ventilador direcionando para o computador se não vai derreter.
Esse cooler foi projetado tanto para o soquete AM3+ (AMD FX) quanto para o soquete 775 (Core2Duo). Bom, por hora é só; só quis debater esta questão de acharem que os processadores da AMD são um ferro de passar roupas. Hoje o cooler box da AMD valem muito a pena; são bem dimensionados e dissipam bem o calor, mas os anteriores não valiam a pena.
Pois é, na ultima noite a AMD apresentou a sua próxima geração de processadores na Computex 2019 Keynote e eu acompanhei ao vivo. Então, aqui vamos debater um pouco o que virá por aí.
Foram debatidos muitos assuntos neste evento como o RDNA (arquitetura de jogos que está por vir para a Radeon RX 5700) e o suporte a nova PCIe 4.0 (sendo a AMD a primeira a dar tal suporte). Mas aqui quero focar somente na terceira geração dos processadores Ryzen que introduz o novo núcleo Zen 2 permitindo maior desempenho, limite de até 12 núcleos e 24 threads (obs.: Para desktops). Dentro desta lista, deixa de existir o Ryzen 3 e passa-se a ter Ryzen 5, 7 e 9.
Terceira geração de processadores AMD Ryzen
Foi demonstrado benchmark entre a nova geração versus os processadores da Intel (Ryzen 7 3700X vs. i7-9700K) e dependendo do processodor, houve ou empate ou ganhos entre 16% à 30%. Houveram vária inovações em chipset, placa de vídeo e informações sobre preços. OS preços sugeridos no evento agradáveis se não fosse a realidade do nosso país que ainda não ajuda muito; exemplo disso é a primeira geração ainda não apresentou grande diferença nos preços por aqui desde o seu lançamento. Mas vale a pena conferir o evento e ver o que vem por aí ;)
Há pouco tempo atras eu publiquei a matéria da parceria entre Red Hat, IBM e Nvidia na produção do supercomputador mais poderoso da atualidade. Nesse período aconteceu que a IBM acabou comprando a Red Hat por alguns bilhares de dólares:
Agora o novo do momento está sendo produzido entre a AMD, o departamento de energia dos Estados Unidos, o Oak Ridge National Laboratory e a Cray Inc e que terá como objetivo trabalhar com dados de pesquisas biomédicas, simulação de comportamento climático e estudo da natureza de materiais na menos escala possível.
Bom, essa semana terei que realizar o Resumo do Tux (novamente...) por aqui, por duas razões:
Estou concentrando os esforços que faria o vídeo de hoje no vídeo de natal, que como sabem, é um presente que estou preparando para vocês.
Segundo ponto é que hoje a chuva está forte e relampeando muito. Não sei aonde vocês moram, mas a estrutura aqui em São Paulo e horrível nessas ocasiões (ocorre queda de energia). Por isso estou postando o Resumo do Tux tão tarde hoje.
Resumo do Tux 19 12 2015
Indo direto ao assunto, essa semana teve o quinto vídeo da série "O Mundo sem Linux" com a Anny realizando uma Exploração Espacial.
No dia 16 de Dezembro foi publicado que em menos um mês linux ganhou mais 100 jogos:
"Levou menos de um mês para ir de 1.600 para 1.700 games na biblioteca do Steam para Linux".
http://news.softpedia.com/news/steam-for-linux-now-has-1700-games-with-less-than-1-marketshare-497245.shtml
AAMD anuncia que a empresa está disponibilizando software e ferramentas open-source para fornecer aos desenvolvedores de jogos, aplicações heterogeneas, e aplicações HPC acesso mais profundo ao GPU e aos recursos do GPU. AMD e também seu grupo de tecnologias Radeon [Radeon Technologies Group (RTG)] estão buscando meios de facilitar o desenvolvimento de jogos, assim desenvolvedores podem mais facilmente re-utilizar código e portar seus jogos de consoles para o PC. Com GPUOpen, desenvolvedores de jogos terão acesso direto ao hardware do GPU, assim como acesso (http://hothardware.com/news/amd-goes-open-source-announces-gpuopen-initiative-new-compiler-and-drivers-for-lunix-and-hpc) para uma larga coleção de efeitos open source, ferramentas, bibliotecas e SDKs, que estão são feitas disponiveis no GitHub sob uma licença open-source MIT. Como parte do esforço, a empresa está também disponibilizando um novo compilador C++ HCC que será uma ferramenta em capacitar desenvolvedores mais facimentes alavancar os recursos de GPU discreto em sistemas heterogeneos. O compilador HCC também permite os desenvolvedores converter código CUDA para C++ portável. De acordo com a AMD, testes internos mostram que em muitos casos, 90% ou mais do código CUDA podem ser automáticamente convertidos para C++ com o final de 10% percent convertido manualmente na linguagem amplamente popular C++. Um programa de acesso inicial para as ferramentas da "Boltzmann Initiative" é planejado para 2016.
Agora, quer saber de mais noticias sobre o mundo Linux e tecnologia? Diolinux na véia meus caros.
Tem alguma noticias que viu e gostou? Deixo nos comentários. Vamos gostar muito :-)
Bom, com o debate que tive se processadores da AMD são bons, o lançamento do Epyc que possui 32 núcleos e 64 threads e a Intel lançando do i9 para competir com o Ryzen vindo a ter dois núcleos a mais, quatro threads a mais e preço extremamente bem, MAS BEM a mais alto (por apenas um rim). O que eu percebo (e não somente eu) é que a Intel está perdida e cheguei a mencionar isso no artigo sobre o i9. Agora o que eu espero ver qual a próxima iniciativa da Intel quando a AMD lançar o Ryzen Threadripper e o Ryzen Pro.
Resolvi debater o assunto dessa briga de dois gigantes no mercado. Esse é um fator que acho importantíssimo no mercado (a concorrência); porque, quem sai beneficiado somos nós, esse é um dos motivos de eu gostar de existir distribuições e não somente uma unica. Ficar refém de uma unica coisa.
Atari CVS é o novo console da Atari em parceria com a AMD que tem Linux como sistema operacional padrão. Nessa data, a AMD anunciou oficialmente seu novo processador SoC R1000 que pode cuportar conteúdo HDR 4K a 60fps de forma segura.
uma placa do super computador Titan: 4 Opteron AMD (16 núcleos) + 4 NVIDIA Tesla K20X
Além do que acabamos de falar, existem ainda algumas medidas além dos famosos Hertz (Kilohertz, Megahertz e Gigahertz) que estamos obituadas a ver. Por exemplo existe a medida MIPS (Mega Instructions Per Second) que vale a ressalva, não confunda esse MIPS que estamos falando aqui com a arquitetura MIPS da empresa MIPS Technologies Inc. Nesta arquitetura, MIPS significa Microprocessor without interlocked pipeline stages (microprocessador sem estágios de pipeline intertravados). O MIPS que abordamos aqui trata-se de milhões de instruções por segundo. O SH4 do Dreamcast por exemplo fazia 230 a 360 MIPS a 200MHZ. Já um Corei5 da intel faz em torno de 83 mil MIPS a uns 3.3GHZ. E o um FX da AMD faz muito mais de 90.000 MIPS a mais ou menos 3.5GHZ.
FLOPS (Giga Floating-point Operations Per Second) que é uma medida muito usada em computação cientifica fazendo uso do FPU. O desempenho de um supercomputador é medido em FLOPS, e não em MIPS. Daí os caras medem em:
kiloFLOPS kFLOPS 103
megaFLOPS MFLOPS 106
gigaFLOPS GFLOPS 109
teraFLOPS TFLOPS 1012
petaFLOPS PFLOPS 1015
exaFLOPS EFLOPS 1018
zettaFLOPS ZFLOPS 1021
yottaFLOPS YFLOPS 1024
As informações sobre um processador podem facilmente enganar os olhos e mente se analisado somente baseado em seu clock interno e externo. O SH4 do Dreamcast já citado anteriormente fazia 1.4 GFLOPS em seus 200 MHz. Então pode ser que você se depare com um processador com clock baixo porém que apresenta um alto desempenho e você simplesmente não sabe o porque. E essa pode ser umas das razões.
Mais do Titan, os canos de metal transportam refrigeração para o supercomputador.
MOPS (Mega Operations Per Second) é utilizada inclusive na taxa de reprodução de áudio e vídeo ao invés de TOPS (Tera Operations Per Second) de acordo com o livro Digital Signal Processing for Multimedia Systems.
Para quem vai usar o Linux para jogar, ponha mais performance nele. Se vai usar de forma comum, você não precisa de nada disso, pois o sistema por padrão já dispõe de um bom desempenho. -- ja deixa ... -- Estas dicas servem para placas AMD ou Intel, mas se sua placa AMD é uma das famílias Southern Islands ou Sea Islands, ative o driver amdgpu que é mais moderno e melhor no suporte:
Este mini curso é desenvolvido para estudantes iniciantes em programação de computadores e principalmente para novatos em programação de baixo nível, padrão Intel/AMD x86, que estejam cursando disciplinas como "Arquitetura de Computadores" ou "Organização de Computadores", além de pessoas interessadas em adquirir breve noção desta forma de programação. Se você já conhece Assembly e/ou linguagem de máquina com certeza este conteúdo não lhe será de grande utilidade.
Este mini curso demonstra o uso da escrita de códigos em linguagem de máquina por meio de "opcodes" (aulas 1 a 7) e de pequenos programas em linguagem Assembly padrão 8086 para processadores Intel e AMD (aulas de 8 a 18), sendo este conteúdo explorado com maior abrangência no livro "Programação Assembly Padrão IBM-PC 8086/8088" disponível em https://www.editoraerica.com.br/progr... disponível no período de outubro de 2018.
Este artigo não tem nada de novidade; eu já devia ter feito isso mais ou menos quando fiz o vídeo defendendo os usuários novatos do Fedora que eram (ou ainda são) hostilizados por simplesmente perguntar como instalar VirtualBox na distribuição...
Há outros grupos que já ensinaram como fazer isso (sugeri publicar este artigo em um grupo, mas como eles já tinham publicado algo, resolvi publicar aqui no blog), mas resolvi também explicar por dois motivos.
Ocorreu uma situação na empresas em que nesse período de quarentena, trabalhando home office, fui obrigado a utilizar o Windows para acessar certo sistema do cliente. Então, uma das soluções foi rodar Windows em uma máquina virtual. E foi aí que surgiu a ideia de aproveitar a situação para explicar aos novos usuários como instalar o VirtualBox no Fedora; caso eles queiram, vão poder consultar aqui.
O segundo é que como há espaço para todo mundo, porque não?
O procedimento que realizei e que será utilizado aqui será todo em linha de comandos por questão de habito, mas se você souber outra forma de instralar, lhe encorajo e apoio a compartilhar conhecimento.
Bom, o Virtualbox não está nos repositórios do Fedora nem no rpmfusion non-free e nem em flatpak (ou ao menos não encontrei. Vai saber), sendo disponibilizado pela própria Oracle em seu site oficial. Para Linux, vemos versão para Oracle Linux, Red Hat Enterprise Linux e CentOS (versões 6, 7 e 8); Ubuntu (14.04, 14.10, 15.04, 16.04, 18.04, 18.10, 19.04 e 19.10); Debian (8 ao 10), OpenSuse (13.2, Leap 42 e 15.10) e Fedora (do 26 ao 31). Seria interessante se houvesse versão flatpak ou snap; como não há, Eu baixei de acordo com a versão do Fedora que estão utilizando, que no caso é a 31.
Versões do VirtualBox para as principais distribuições Linux no site oficial da Oracle.
Após baixar e executar o comando rpm -ivh, o virtualbox foi instalado com sucesso (pena eu não ter printado as telas para escrever este artigo, isso não veio a mente na hora) não apresentou os mesmos erros que já me ocorreram no Debian e também não foi necessário adicionar o usuário a nenhum grupo (como ocorreu no Debian 9). Porém ainda assim alguns outros pequenos erros ocorreram, mas nada do que a simples leitura das informações exibidas resolva.
O primeiro problema que o VirtualBox reportou foi que possívelmente faltavam os módulos do kernel ou que o AMD_VIRT foi desativado pelo BIOS. Ativei o suporte a virtualização no BIOS/UEFI e o VirtualBox já estava abrindo, porém ainda faltavam realmente os módulos do kernel e o VirtualBox reportou para executar (como administrador) o comando /sbin/vboxconfig.
Suporte a AMD-V no processador Ryzen
OK, executado o comando vboxconfig, o comando reportou que faltavam dependências como make e kernel-devel. Na verdade o comando vboxconfig lhe exibe uma lista do que instalar; se já houver, tudo bem, não vai dar nada de errado. Então eu digitei o comando:
#dnf install gcc make kernel-devel kernel-devel-debug-internal-5.5.13-200.fc31.x86_64
Após instalação do que o VirtualBox solicitou, novamente executei o comando /sbin/vboxconfig que configurou tudo corretamente e pude trabalhar com o VirtualBox.
Rodando o comando /sbin/vboxconfig para configurar os módulos do VirtualBox
ReactOS rodando dentro do VirtualBox do Fedora para acessar o sistema remotamente. Só ignorem o meu gato, ele sempre quer dormir na frente do monitor.
Um problema comum que pode ocorrer é que depois de uma atualização do Fedora (sendo uma delas o kernel), o VirtualBox parar de funcionar e você receberá esta mensagem ao executar o VirtualBox.
Nesse caso,execute novamente o comando /sbin/vboxconfig que o VirtualBox voltará ao normal (ou pode ser que não). Na segunda situação em que nem o comando /sbin/vboxconfig funcionará, esta mensagem no terminal será exibida:
Já nesse caso você deve baixar uma nova versão do VirtualBox no site da oracle. Antes de instalar a nova versão, a anterior deve ser desinstalada como na imagem abaixo:
Removendo o VirtualBox
Feito isso, basta repetir os mesmo processos (instalar o VirtualBox e executar o comando /sbin/vboxconfig) e pronto, sua máquina virtual está funcionando novamente.
VirtualBox funcionando novamente.
Então é isso galera; a intenção (mesmo que nada disso é novidade) é ajudar aos que pretendem utilizar o VirtualBox no Fedora. Bom estudo e trabalha a todos e tudo de bom.