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Amazon de olho no Risc-V

Amazon de olho no Risc-V

    Mais uma vez os holofotes se voltam para o Risc-V (e muito eu venho apresentando no blog e no canal) e agora é a vez da Amazon. De acordo com o jornal The telegraph, depois que a Nvidia anunciou adquirir a Arm por $40 bilhões, a Amazon passou a ter interesse em chips RISC-V (que está sendo considerado o maior competidor do Arm).

    A ideia parece ser utilizar o RISC-V em seus dispositivos como o Kindle readers, seus data centres com Amazon Web Services, sua computação em nuvem e no Alexa Echo speakers. O site The Telegraph não deixou nenhuma fonte de sua informação, então não podemos constatar a sua veracidade. Bom, é uma noticia rápida de final de semana. Esperam que tenham gostado.

MIPS passará a produzir processadores RISC-V

MIPS passará a produzir processadores RISC-V


    Noticia um pouco atrasada, mas não quis deixar de compartilhar assim  mesmo. MIPS é uma das arquiteturas que Linux possui suporte, porém o site Electronic Engineering Journal publicou no dia 8 de Março que a empresa MIPS Technologies (que foi adquirida pela empresa Waves Computing em Junho de 2018) anunciou que a deixará o desenvolvimento de processadores MIPS e se passar a produzir chips baseado no RISC-V.

    Se a fonte é verdadeira, eu não sei pois não encontrei tal informação nos sites oficiais tanto do MIPS, quanto da Wave Computing e do Risc-V. Há outros sites que divulgaram a mesma informação (e há somente um redirecionamento no blog do Risc-V para o mesmo link. Então, pode ser uma noticia verdadeira).

    A alegação é que o MIPS já não anda trazendo nada de inovador e tangível e já que o RISC-V possui similaridades com os conceitos do MIPS (mesmo sendo duas décadas mais novo), o RISC-V permitirá a Wave Computing explorar novas áreas além de continuar mantendo seus antigos campos de atuação (vale lembrar que o MIPS já foi utilizado até mesmo nos vídeo games Nintendo64 e PlayStation e PlayStation 2).

Micro Magic promete RISC-V de 5GHz

 Parece estranho afirmar, mas estamos em um período de transição de arquiteturas. O X86 está sendo descrito como não fazendo mais sentido, as empresas andam focando muito na arquitetura RISC (mais especificamente nos ARMs) e o Risc-V entrando como um grande rival após a Nvidia ter adquirido o ARM.

 As noticias sobre Risc-V sempre me surpreende. Eu já postei sobre o hammerblade (um RISC-V de 511 núcleos) e agora é a vez da Micro Magic. No dia 02 de Dezembro a empresa Micro Magic divulgou um press release de um processador Risc-V de 64 bits mais poderoso do mundo com clock de 5.0GHz utilizando apenas 1.1V.
"Depois de ter exito no RISC-V mais rápido do mundo à 5GHz e 13,000 CoreMarks, nós alcançamos outra marca ao produzir acima de 8,000 CoreMarks à 3GHz enquanto consome menos de 70mW."
 Através de suas ferramentas, a Micro Magic demonstrou seu silício em operação que se demonstram mais de 10 vezes melhor do que qualquer CISC/RISC/MIPS. O que pode se tratar de  uma revolução no uso de smartphones e tablets (mas não descartam também desktops, servidores e até supercomputadores).


 O que nos resta é esperar e ver se na prática o Risc-V vai realmente nós surpreender já que as notícias são animadoras. Se isso realmente acontecer, imagina quando ocorrer a transição do silício para o grafeno ou o borofeno. Imagina como será renderizar filmes (lembrando que Shrek levou em torno de nove meses para ser renderizado em um render farm), compilar seus códigos (imagina compilar o kernel :), trabalhar com simulações, super computadores, machine learning e jogar.

Press Release do Risc-V da Micro Magic



jslinux - executando outros sistemas operacionais dentro do navegador

jslinux - executando outros sistemas operacionais dentro do navegador

jslinux - executando outros sistemas operacionais dentro do navegador


 Fabrice Bellard desenvolveu um emulador em JavaScript permitindo rodar outros sistemas operacionais dentro do navegador. Para quem não sabe quem é Fabrice Bellard, Fabrice Bellard é o cara que criou o QEMU. Só que Fabrice não é conhecido somente pelo QEMU; é conhecido também pelo FFMPEG, ganhador de premio de matemática, vários outros projetos que podem ser conferidos clicando aqui e inclusive o seu compilador TinyCC já foi tema no meu canal:


 Se juntarmos as ferramentas de Felix von Leitner (criador da Dietlibc), Fabrice Bellard e Rob Landley, podemos dizer que as ferramentas dos caras constituem um sistema operacional quase completo.

 Em 2018 Fabrice Bellard disponibilizou o JSLinux, uma nova ferramenta onde você pode rodar outros sistemas operacionais direto do navegador. A história é um pouco mais antiga pois seu desenvolvimento foi iniciado em 2011, recebeu modificações em 2015 e melhorias em 2016. Ainda é bem limitado (suporte somente para X86 e RiscV64; aos sistemas Alpine Linux, Fedora 29, Buildroot, Windows 2000 e FreeDOS. Além de limitação de uso) mas achei interessante compartilhar somente como base de conhecimento.
 Cada vez mais novos recursos são agregados aos navegadores ao ponto de se tornarem mais do que simplesmente navegadores. Estamos chegando a um ponto onde os navegadores serão mais como um sistema operacional somente dependendo do kernel de um sistema operacional.

 De certa forma eu acho a ideia de aplicações sendo executadas dentro dos navegadores muito interessante por não limitar a qual sistema operacional que se utiliza (Linux, Windows, MacOS ou seja lá o que for) ou a qual arquitetura. A limitação poderá ocorrer em qual navegador a aplicação funciona melhor (e é claro que é pequenos detalhes como em qual sistema operacional o navegador funciona melhor ou possuir tais recursos de sua API), mas acredito que aplicações é uma iniciativa que já há muito tempo deveria estar em atividade.

Core Semiconductor possui sua própria versão o processador do SEGA Saturn para IoT

Core Semiconductor tem como um de seus produtos, o processador J2
Core Semiconductor tem como um de seus produtos, o processador J-core
 Desde mais de 2017 eu venho falando sobre o re-desenvolvimento dos SuperH que é uma família de processadores Risc Hibrido da Hitachi focado em dispositivos embarcados, eletrônicos, foi utilizado na industria automobilística e no SEGA 32x, SEGA Saturn e SEGA Dreamcast. Diferente dos tradicionais processadores RISC (como os ARMs por exemplo) que realizam processamento procedural (um processamento de cada vez), os SuperH realizam processamentos em paralelo (vários processamentos simultaneamente).
Visão geral do J-core
Visão geral do J-core
 No dia 30 de Junho de 1999 Linux recebeu suporte ao SuperH (sete meses após o primeiro local de lançamento do Dreamcast que foi no Japão em Novembro de 1998) e até hoje mantem o seu suporte no kernel Linux. Por isso acho que talvez teria sido interessante se o Dreamcast rodasse Linux e não Windows CE. Mas as coisas não são tão simples o quanto achamos, a parte comercial é bem delicada a ser tratada e deve ser respeitado. Como pode ser lido na revista 101 games #11 dreamcast da warpzone (e que inclusive eu tenho essa edição autografada pelo Ivan :) já havia feito acordo com empresas dividindo  em duas equipes (uma no japão e a segunda nos Estados Unidos) para apresentarem dois projetos diferentes e que, é claro, no final das contas, um seria o novo console da empresa. O que ocorreu é que a 3dfx (uma das empresas que perdeu) processou a SEGA. Imagina a SEGA resolver mudar de Windows CE para Linux depois de tudo pronto e tomar mais um processo, só que desta vez da Microsoft. Melhor não né ;)
Clique aqui para obter a edição numero 11 da revista Warpzone 101 games que é a edição especial do Dreamcast
 Com a crise asiática várias empresas foram afetadas, inclusive a Hitachi. Sem muitos detalhes, mas por conta disso, as patentes dos processadores SuperH não foram renovadas e o resultado disso você confere no vídeo abaixo:

 Uma vez que suas patentes caíram em domínio publico, as empresas podem produzir suas próprias versões de SuperH livremente assim como o RiscV e uma das versão open source do SuperH que ganha destaque no mundo é o J-Core. Eu escrevi um artigo chamado "O que é Disposable Computing?" onde explico alguns dos projetos do J-Core que pretendem trazer (inclusive uma versão x86). Já a Core Semicondutor possui sua própria versão de SH2 chamado J-32 (inclusive o artigo "O que é Disposable Computing?" foi onde pela primeira vez mencionei sobre o J32).

 Honestamente eu fiquei impressionado com as características do J32; pois eu tinha condicionado em mente que sim, seria algo melhor do que o SH2, mas não a ponto de ser melhor que certos ARMs como pode ser conferido na tabela abaixo:
Tabela comparativa entre o ARM Cortex-M1, ARM Cortex-M4 e o J32 Core.
Tabela comparativa entre o ARM Cortex-M1, ARM Cortex-M4 e o J32 Core.
 Enquanto o SH2 possuía clock de 29MHz, o J32 possui clock de 150MHz (cinco vezes mais que o SH2) além de suporte a SMP8kB de cache de instrução mais 8kB cache de dados por CPU, suporte a Boot ROM, SRAM, MMU (não é esperado que o J2 tenha suporte a MMU), DMAC, DDR controller, dual EMAC, GPIO, dual SPI I/F, dual UARTs, dual I²C I/F e JTAG.

 Quando falamos de J-core, vale também mencionar a Turtle board que é um protótipo de placa inspirado na placa do Raspberry Pi e que teria sido apresentado em eventos esse ano no Canada e no Japão se não fosse o caso da pandemia que estamos enfrentando. A Core Semicondutor possui também o seu próprio protótipo chamado Jx IoT (como a placa mãe também é open source, todas as empresas tem permissão de produzir suas próprias versões sem a necessidade de autorização).
Jx IoT
Jx IoT
 Se o J32 chegou a esse ponto, imagina o que podemos esperar do J4 ou do J6 e até do J64. Será que o J32 motivará a galera apaixonada pelo SEGA Saturn a criar uma iniciativa de trazer o console de volta a vida em um novo hardware? Quem sabe? Espero que sim.

OpenMandriva passa a distribuir kernel compilado com o clang

OpenMandriva passa a distribuir kernel compilado com o clang
OpenMandriva passa a distribuir kernel compilado com o clang
 Em 2014, a comunidade OpenMandriva migrou do gcc para o LLVM/clang. Hoje, quase todos os pacotes do OpenMandriva é compilado com o LLVM/clang (menos a glibc, elfutils e outros pacotes que não são clang friendly). Depois disso outras distribuições como Debian, Android e Fedora passaram a adotá-lo no mesmo estilo (100% do Android é compilado com o LLVM).


 O LLVM possui suporte as arquiteturas i686, x86_64, znver1, armv7hnl, aarch64 e riscv64. Exits suporte a toolchain cross compile para todas as arquiteturas mencionadas e o openMandriva fornece um automatic build farm chamado ABF gerando pacotes RPM e imagens ISO baseado no código fonte do projeto ou até mesmo no seu próprio. O ABF também possui uma CLI chamada abf-console-client permitindo trabalhar direto nos pacotes do projetos (você pode até mesmo doar ciclos de CPU).

 Nick Desaulniers informou que a comunidade OpenMandriva passou a disponibilizar o kernel Linux compilado com o clang que recebeu o nome de kernel-release-clang e incentiva aos usuários a comparar o kernel atual com essa versão.
 Parabéns as comunidades OpenMandriva e ClangBuiltLinux.

Mais sobre o LLVM/clang

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Lançado LLVM 9.0.0

Linux e o LLVM
Lançado LLVM 9.0.0
 LLVM é a coleção de compiladores que tende a substituir o GCC no Linux (gostemos ou não) sendo já adota pelo Android (O Android é todo compilado com o LLVM), Debian (de mais 50 mil pacotes, 32.757 foram compilados com o LLVM e somente 1314 apresentaram falha (4 %)),  o Open Mandriva (quase 100% do Open Mandriva) e o Fedora está tomando o mesmo rumo. Fora as distribuições Linux, outros sistemas operacionais também já o adotam como o MacOS X (sendo uma das pioneiras no seu uso), o FreeBSD, o TrueOS e o DragonflyBSD (tendo suporte a ambos compiladores). Em Março foi lançada a versão 8.0.0 e como de costume, a cada seis meses é lançada uma nova versão.
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 Foi anunciado no 19 de Setembro o lançamento da versão 9.0.0 do LLVM (um trabalho que levou seis meses depois do ultimo lançamento). Nesse lançamento foi adicionado suporte a asm goto, habilitando para construir a mainline do kernel Linux para x86_64 com o Clang, RISCV agora construído por padrão (não é mais experimental), suporte experimental a C++ para o OpenCL. Correções de bugs, otimizações e melhorias no diagnósticos.

Musl receberá suporte a arquitetura RISCV64

Musl receberá suporte a arquitetura RISC-V64
Musl receberá suporte a arquitetura RISC-V64
 musl já possui suporte a pelo menos quinze arquiteturas (sendo uma delas, RiscV) e vem sendo adotada cada vez mais pelas distribuições Linux. Há planos por exemplo de portar o Debian para a musl (no passado Debian já havia sido portado para outra biblioteca que, como se tratava de um fork da GlibC que fundiram os dois projetos, por esse motivo o Debian acabou retornando para a GlibC). Uma distribuição não fica atrelada a um único projeto tenda a liberdade de escolher outras ferramentas e até de se desvincular do que já tem.
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 Mas mesmo tendo suporte à varias arquiteturas, há um trabalho sendo feito para a biblioteca venha a ter suporte a arquitetura RiscV64 vindo de empresas como a Mforney, a cmpwn, a  SiFive e até a Google.

 Nesta versão a equipe removeu por hora o suporte a riscv32 (já que a ABI de 32 bits ainda não está estável) e portaram a distribuição Alpine Linux para riscv64 sem se depararem com problemas. Atualmente a comunidade Adélie Linux também está envolvida em um trabalho portando musl libc para arquitetura SPARC.

 Aqui você pode assistir um vídeo do canal e conhecer um pouco mais sobre a história e características da biblioteca musl:

Lançado toybox 0.8.0

lancado-toybox-0.8.0
Imagem velha, mas serve somente como ilustração para o 0.8.0
Ontem, dia 08/02/2019, foi lançada a versão 0.8.0 do terminal de comandos do Linux, o toybox. Esses últimos meses tem sido interessante onde pudemos acompanhar o port do toybox para o FreeBSD.

 toybox é terminal de comandos feito exclusivamente para Linux com o código mais limpo, mais claro e mais fácil de manter do que o do Busybox. Ele combina muitas utilidades de linha de comando comuns no Linux em um único binários (assim como o Busybox). Está sob clásula zero  da BSD (0-BSD) e é compatível com a POSIX-2008 LSB4.1.


 Essa nova versão temos as novidades como poder construí-lo para FreeBSD e Mac OS com as opções "make macos_defconfig" e "make freebsd_defconfig" (Elliott Hughes e Ed Maste realizam  um ótimo trabalho no toybox).

 Novos comandos foram adicionados como sntp client/server baseados na RFC 4330 (Simple Network Time Protocol, compatível com a sub-configuração do ntp) e o comando test que foi reescrito e promovido para fora do pendente.

 Novas opções foram adicionadas a comandos como "--color" ao comando grep, o comando netcat agora possui suporte a ipv6 e UDP, mkdir aceita --parent e --parents como sinônimos para -p, o touch ignora -f, basename com -s para remover um sufixo, dirname com suporte a múltiplos argumentos, cmp aceita --quiet e --silent como sinonismos para -s, hostname com suporte a -sfd, head com --bytes como um sinonimo para -c e --lines para -n, mktemp com suporte a -t e correção a -u, sed com -z e -iEXT para manter arquivos de backup, md5sum e sha1sum com --status e --check como sinônimos para -s e -c, readlink com --cannonicalize como sinonimo para -f, sort com -V, patch com -s e --quiet e melhor suporte a tab no nome, stat com --format como sinonimo para -c, xargs com -p -t -r, umount ignora -c, pequena otimização a file.c, file reconhece binários ELF do riscv ls -t agora utiliza o campo de nanosegundos.

 Aconteceram correções também como nos comandos cp, sort, sed, host, hostname, ps e top. O diretório pending também foi atualizado, houveram mudanças no build, no coding style e nas bibliotecas. Houveram bem mais coisas que poderiam ser mencionadas, mas já está de bom tamanho.
Então é isso, baixem e confiram a nova versão do toybox, o terminal de comandos do Linux.

  • Comunidade FreeBSD pretende portar o toybox
  • Pré-lançamento da linguagem bc 1.1 para o toybox
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     QUER APRENDER A UTILIZAR O BTRFS NO FEDORA, ENTÃO VENHA APRENDER LINUX COMIGO ;)

    Lançado novo Minicurso de atributos no Linux

    Alpine Linux poderá receber em breve port para RISC-V

    Alpine Linux no RISC-V
    Alpine Linux no RISC-V
    Alpine Linux é uma distribuição segura, pequena e leve que faz uso da musl como biblioteca C no lugar da GlibC e do Busybox como terminal no lugar do Bash. Outras distribuições já passaram a adotar a musl como biblioteca C e há planos também por parte do Debian para a sua adoção (como já houve no passado).


     Drew DeVault trabalha em adicionar melhor suporte a RISC-V na musl enquanto trabalha no port do Alpine Linux para a arquitetura baseado no patch abaixo:
    https://github.com/riscv/riscv-musl
     Drew já escreveu três patches e integrou outro que foi encontrado no github ao seu port. Em contato com a equipe da musl, Ricth Felker solicitou a lista de contribuidores para conferir se não há omissões de nomes; o que foi lhe passado um dia depois. Vale acrescentar aqui que o toybox também receberá port para a arquitetura que é bem promissora.

    Projeto do Drew DeVault
    Projeto do Drew DeVault

    Primeira placa mãe para Linux baseada na arquitetura RISC-V está preparada para ser lançada

    A arquitetura RISCV
    A arquitetura RISCV
    Como ando falando muito de arquiteturas (que inclusive pouco falada aqui no Brasil), resolvi publicar esta noticia. E depois tem um vacilão que falar que o único processador que Linux se sai melhor do que o Windows é no Ryzen e em mais nenhum outro processador no mercado (leitorzinho de tutorial é do caramba viu).

    A primeira vez que ouvi falar da arquitetura RISC-V foi através do sistema operacional HelenOS quando apresentaram essa arquitetura no FOSDEM. Dois sistemas operacionais que não abro mão são Linux e HelenOS por conta do ganho de conhecimento que ambos me proporcionam, espero que o HelenOS ganhe cada vez mais espaço também pois ele conquistou.

    RSICV é um conjunto de instruções de arquitetura de processador com princípios do RISC (que é baseado em um conjunto reduzido de instruções), mas evitando erros e anacronismos possuindo um design limpo.

    Existe até mesmo uma distribuição Linux para o RISCV. Esta arquitetura está sob licença BSD ao invés de GPL, possui suporte a modularidade e escalabilidade, suporte nativo a 32 e 64 bits (128 bits no futuro) e não será focado somente em educação e pesquisas. Esta arquitetura (que está sendo financiada pela DARPA, Intel, Microsoft e Google, HP, Lattice, Oracle, lowRISC, Indian Institute, Bluespec e muitas outras empresas e projetos) será usada desde embarcados a grandes computadores.

    Processador SoC para a placa mãe que rodará Linux
    Processador SoC para a placa mãe que rodará Linux

    Em Outubro, a SiFive anunciou o primeiro RISC-V SoC controlado por Linux com quatro núcleos sob o nome de U54-MC Coreplex. A SiFive abriu sua pre-venda no FOSDEM abrindo um financiamento coletivo no site Crowd Supply e já conseguiram arrecadar a grana (faltando pouco mais de 25 dias para acabar a campanha). Agora é esperar para ver no futuro a sua aplicação :)

    HiFive da SiFive
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