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Semana do Linux - Empreendedorismo com Software Livre

Galera, confiram o 1° CONGRESSO ONLINE e GRATUITO de GNU/LINUX e TECNOLOGIAS LIVRES

Semana do Linux - Empreendedorismo com Software Livre

 REsolvi escrever este artigo para que não acompanhou a palestra sobre empreendorismo com software livre e de código aberto que foi feito através da:
O vídeo está logo abaixo para quem não assistiu ainda (ou para quem á assistiu e quer assistir novamente):


 CONTRIBUA PARA A SUSTENTABILIDADE DO CONGRESSO

TENHA ACESSO A CONTEÚDO ADICIONAL DAS PALESTRAS (VÍDEO, SLIDES, ÁUDIO E BÔNUS) POR 1 ANO + CERTIFICADO DIGITAL DE 50 HORAS + CAMISETA DO EVENTO:

Atualizações no manual Caixa de Ferramentas do UNIX

 Galera, este é um artigo rápido para avisar que fiz algumas alterações no manual. Como sabem, incluo o nome todos os que contribuem nos créditos; porém esses creditos estavam somente no README.md. Agora eu incluí os créditos no próprio manual (que é o arquivo index.html).

Atualizações no manual Caixa de Ferramentas do UNIX

 Então, para quem acompanha, confiram lá:
https://github.com/gabrielscosta/caixaDeFerramentasDoUnix

divulgação de conteúdo (Loboshell)

Essa semana eu divulguei o Akila Project do inscrito Walber Vaz. Como esse artigo foi visto pelo Vitor Lobo, ele acabou mencionando sobre o seu antigo projeto também (o que o incentivou a retomá-lo).

divulgação de conteúdo (Loboshell)

utility-belt

 Estou criando uma série de quadros tanto no canal quanto aqui no blog (acredito que isso facilita quando procurarem por algum conteúdo) e um desses quadros é o "Divulgação de conteúdo".
 O meu intuito com esse quadro é mostrar que o Brasil tem cara casca grossa também.

 Países como Bélgica, Noruega, Finlândia, Alemanha e Estados Unidos tem pessoas extremamente, mas extremamente boas no que fazem. A questão é são países em que pessoas recebem incentivo acadêmico e possuem recursos melhores do que o nosso país. Não estou fazendo critica a tais países, pois nós brasileiros não temos o habito de leitura também e nem gana; mas vamos lá galera do Brasil, mostrar que somos bom também mesmo sem (ainda) tais recursos ou incentivos. Prova disso foi o próprio Conectiva Linux.

 Loboshell é um projeto audacioso que visa a facilidade de instalar pacotes, programas, configurar sistemas para todas as distribuições GNU/Linux. A proposta é identificar a distribuição e instalar quando obrigatoriamente for necessário através de um pacote pré-compilado, dando ênfase na maioria dos casos, ao source code para com a instalação.

exemplo-do-antigo-loboshell

 O loboshell v.1.9.0 fora desenvolvido em shell script com Zenity como UI. A versão 2.0 no entanto, está sendo desenvolvido em shell script e Node.js com gtk (projeto NodeGir).

nova-versao-do-lobohell-em-progresso.


 Então, aguardem e acompanhem o progresso da nova versão do Loboshell:
https://github.com/lobocode/loboshell

Shell Linux. Do aprendiz ao Administrador por Tales Araújo Mendonça e Bruno Gonçalves Araujo

Galera, dá um liga no livro que ganhei: Shell Linux. Do aprendiz ao administrador por Tales Araújo Mendoça e Bruno Gonçalvez Araujo.

Shell-Linux.-Do-aprendiz-ao-administrador-por-Tales-Araújo-Mendoça-e-Bruno-Gonçalvez-Araujo

Bruno Gonçalvez Araujo é pós-graduado em software livre, colaborador de diversos aplicativos Linux (mais de uma década de de dedicação ao software livre), criador e mantenedor do projeto BigLinux, criador do site BigBusca.com, idealizador do projeto BigBashView, idealizador do União Livre e contribuinte do Kaiana Linux.
Tales Araújo Mendoça é Bacharel e analise de sistemas com quase 20 (vinte) anos de experiencia com o sistema operacional GNU/Linux e diversas contribuições para a comunidade de software livre.
 confiram seu site pessoal: talesam.org
  Foi o Tales que aparece nos agradecimentos da retrospectiva Linux 2015 que é um dos autores acima mencionado:


 Este livro em breve estará disponível na Diostore. Tales, em parceria com seus amigos, é também autor de outros livros como "GNU/Linux – Aprenda a Operar o Sistema na Prática" e "Linux - Simplicidade ao seu alcance".

Pow, e não é que o cara ainda me manda com uma dedicatória? Se liguem na foto abaixe e aguardem que farei um vídeo em breve sobre esse novo livro. :-)


dedicatória-do-tale

 Caso queiram conferir, o primeiro livro escrito pelo Tales está disponível para download no link abaixo; é antigo, mas ainda quebra um galho:

Alguns Comandos Para conseguir Informacao do Sistema em Linux

Mais um artigo que eu trago de volta a vida. Este na verdade foi a tradução de um outro do site EfyTimes.

Alguns Comandos Para conseguir Informações do Sistema em Linux

Para iniciantes, esses comandos não são tão difíceis assim.


Terça feira, 20 de Agosto, 2013Se você quer informações sobre seu sistema em Linux, então esses comandos te ajudarão bastante.

linux, open source, open source for you, linux system info, linux command info, linux open source, beginner commands linux. linux beginner commands

pwd: Esse comando é uma abreviatura de ‘print working directory’ (imprima o diretório de trabalho), o qual é exatamente o que ele faz.

hostname: A maquina que está atualmente funcionando é conhecida como local host. O comando ‘netconf’ pode ser usado para alterar o nome do local host e o ‘hostname’ é usado para imprimir o nome do local host.

whoami: Como o nome sugere, esse comando imprime o nome de login do usuário.

id nome_do_usuário: Diferente do comando acima, esse imprime o id do usuário com seu id de grupo, id efetivo e todos os grupos que estão envolvidos.

date: Esse comando pode ser usado para fazer ambos imprimir e alterar a data e hora do seu sistema.

time: A quantidade de tempo que é permitido á um processo em particular tomar pode ser alterando utilizando esse comando. Ele é diferente do comando date.

who: Esse comando te diz o usuário que está logado na maquina.

rwho -a: Esse é o mesmo que acima, mas te diz os usuários que estão logados na rede. Para que esse rode, o serviço rwho tem que ser habilitado.

finger nome_do_usuário: Esse comando te dá informações do sistema de um particular usuário.

last: Esse te dá uma lista de usuários que estavam logados no sistema que você está usando.

history | more: Como o nome sugere, o comando history te mostra os comandos anteriores que foram executados na conta que que você está. O | more é usado para exibir em pausas quando a tela estiver cheia.

uptime: Esse comando te dá o tempo decorrido depois do ultimo reboot.

ps: O comando print status lista os processos que estão sendo executados no sistema pelo usuário.

ps axu | more: Esse lista todos os processos que estão rondando.

top: Esse comando mantem listados todos os processos que estão rodando atualmente.

uname -a: Esse comando significa Unix name com opção ‘all’. Ele exibe todas informações a respeito do servidor local.

free: Esse te da informações a respeito de memoria disponível, a qual é exibido em kilo bytes.

df -h: Esse te da informações a respeito do file systems em uma forma que é compreensível fora da maquina.

du / -bh | more: Esse comando inicia no nível root e exibe informação do uso em disco para cada subdiretório disponível.

cat /proc/cpuinfo: Há um arquivo chamado cpuinfo e esse comando mostra o conteúdo nele.

cat /proc/version: Esse comando te dirá a versão do Linux que você está usando e depois algumas outras informações também.

cat /proc/filesystems: Esse comando é responsável por mostrar o tipo de file systems, que está sendo usado atualmente.

cat /etc/printcap: Esse comando pode ser usando para visualizar a configuração da impressora.

lsmod: Esse comando deve ser usando quando você não é um usuário não-root do sistema. Ele exibe o módulos do kernel. 


Comemorando 10 mil views do vídeo do Gentoo/Funtoo

 Pois é, como eu havia dito anteriormente, quero celebrar essa façanha (mesmo que para muitos não pareça tão importante assim, mas para mim é). É uma forma que vejo que consigo difundir bem o conhecimento sobre os projetos.

Comemorando 10 mil views do vídeo do Gentoo/Funtoo

 Pois é, eu achei que nem ia escrever um artigo sobre o assunto; mas depois de um comentário ontem no canal, eu não pude deixar de escrever alguma coisa. Na verdade são 10.247 no exato momento. Estranho foi ter recebido deslike no vídeo sendo que até mesmo o Paul A. Noecker do projeto Funtoo Linux gostou do vídeo e até comentou (além de ter dado um trabalho do caramba para fazer o vídeo).

Eis o comentário que me incentivou a escrever o artigo. Gosto de receber feeds de pessoas que utilizam meus artigos e vídeos para ajudar a fazer seus trabalhos de faculdade.

 Esse vídeo já rendeu uma ótima difusão das duas distribuições que costumo brincar dizendo que é a distribuição Linux mais BSD que conheço. Digo isso como uma brincadeira porque é uma distribuição que tem o seu gerenciador de pacotes (o Portage) baseado no Ports do FreeBSD, utiliza fortemente a clausula 2 da licença BSD e possui a daemon init (o OpenRC) criada em conjunto com Roy Marples, do projeto NetBSD.

 Recebei o agradecimento de Daniel Robins por ter feito o vídeo e por um bom tempo, este vídeo permaneceu no próprio site do Funtoo Linux.

Daniel Robins me agradece pelo vídeo via Twitter


Meu vídeo na página principal do Funtoo Linux
 Então, caso quiser conhecer mais sobre os dois projetos, assista o vídeo "OS vários sabores de Linux (Gentoo/Funtoo Linux):


Aplicativos em modo texto

 Mais um artigo revivido. Com o intuito de ajudar um amigo a rodar arquivos de áudio em linha de comandos, eu lhe indiquei certos comandos. Assim que acabei de ensiná-lo, escrevi esse artigo.

Aplicativos em modo texto


Realizar tarefas que geralmente realizamos através da interface gráfica também são possíveis de serem realizadas através do terminal. Ouvir músicas e assistir, navegar na internet, editar texto e até mesmo visualizar imagens não são uma tarefas impossíveis. Ouça músicas e assista a vídeos vídeos utilizando o mpg123 ou o mplayer, navegue na internet utilizando o links, lynx ou o w3m.

Bom, esses aplicativos a que me refiro em modo texto, são comandos que lhe permitem executar arquivos como de áudio, vídeo e até navegar na internet; tudo através do terminal. Essa ideia surgiu quando ele estava em um CPD, e como ele já estava entediado de ficar la dentro, resolveu ouvir musicas. Agora, como ouvir musicas se estava diante de um servidor sem interface gráfica e sem rádio no CPD?

 Bom, mal sabia eu que ele estava em um CPD (o fela so me contou depois), mas ele me perguntou como ouvir músicas pelo terminal. E foi o que eu fiz, o ensinei.

Vamos começar com o mpg123. Essa é a primeira sugestão que lhes dou (talvez não mais eficiente, mas para base de conhecimento):

mpg123

mpg123-reprodutor-de-audio



 Depois é só rodar o áudio:

executando-o-mpg123

 Um teste rápido que fiz, só foi possível rodar mp3. já com o mplayer que também é ótimo para executar tanto áudio como vídeo e de uso bem fácil (esse é o que eu prefiro), consegui executar áudios no formato mp3, wav, wma, ogg e flac sem problemas. Rodei vídeos no formato avi, mp4, ogv em mkv.
Para executar o mplayer, basta digitar o comando "mplayer nome do video ou do audio":

mplayer

sintel sendo executado com o mplayer

 Esse vídeo está sendo executado por ele, mas se você não tiver interface gráfica, é possível rodar fazendo o mesmo porem não terá cores:

executando o Sintel em tela cheio com mplayer utilizando a opção -fs (full screen)

 Ele pode ser rodado em tela cheia digitando "mplayer -fs nome do video" ou enquanto o vídeo roda, tecle f (com o sentido de full screen, tela cheia em inglês):

Sintel, do projeto Durian

Sintel, do projeto Durian

Sintel, do projeto Durian

Sintel, do projeto Durian

 Também é possível ter browser em modo texto como o links ou o lynx (ambos se leem links), essa é a página do kernel exibida pelo firefox:

site kernel visto pelo iceweasel (para demonstrar como é em modo gráfico e como será em modo texto)

 Essa é a página do kernel exibida pelo terminal com o lynks (basta digitar "links nome da página"):

site kernel visto pelo comando links

 Até fiz download de kernel candidato a lançamento só para mostrar que é possível fazer o mesmo que um browser com GUI (interface gráfica):

escolhendo o kernel a ser baixado pelo terminal

baixando o kernel pelo terminal

baixando o kernel pelo terminal

 E francamente, prefiro fazer download via texto; é bem mais rápido tanto o acesso quanto o download:

taxa de progresso ao baixar o kernel pelo terminal

taxa de progresso ao baixar o kernel pelo terminal

 Se notarem, em menos de dois minutos já tinha mais de 20MB concluído.

Agora essa é a pagina do kernel sendo acessada pelo lynx:

site kernel visto pelo comando lynx

 Bom, espero ter ajudado, apesar que rodar musicas em um servidor não não ser muito útil, mas foi para simplesmente mostrar que é possível executar arquivos e programas sem a necessidade de interface gráfica (até mesmo MSN kkkkk). Lógico que há aplicações que começam a dificultar a história se caso você quiser rodá-las, como é o caso do compiz. Aí também já é querer demais né. 










 Obs.: Os testes feitos aqui foram realizados com a interface gráfica por que o meu monitor não era bom para ser fotografado em modo texto se eu assim o fizesse. Tudo o que aqui fiz são realmente para serem utilizados caso não haja a interface gráfica. A utilização desses aplicativos é de responsabilidade individual.

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 Espero que gostem, pois super heróis é uma coisa que eu gosto muito.

Resumo da semana 14/11/2015

 Bom, sempre que faço um novo vídeo, procuro postar bo blog também. Assim, quem não assistiu ainda (ou não o viu postado em alguma rede social), poderá acompanhar por aqui também.

Resumo da semana 14/11/2015


Anunciei que ia postar as 19:00, porém acabei postando mais cedo. Então, para quem não assistiu ainda, o vídeo pode ser conferido logo abaixo.


 Antes de começar eu deixei quatro avisos antes de começar, sendo um deles sobre a certificação LFS.

 Nesse resumo da semana, mencionei sobre o artigo do Debian, a série de artigos que estou trazendo do meu antigo blog onde inicei Ophcrack, curiosidades sobre o ReactOS e com o artigo sobre o bzip2 e a série de vídeos que iniciei sobre propagandas com Linux.

 Teve também o anuncio da parceria com a Imago Brinquedos. Uma loja nerd em que você pode encontrar brinquedos e presentes como do Dragon Ball Z, Cavaleiros do Zodiaco, Naruto, Liga da Justiça e muito mais. São brinquedos importados e de extrema qualidade. Então, utilizando o cupom de desconto TOCADOTUX você ganha 5% de desconto nas compras.

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Correção de Falha no bzip2

 Esse é mais um artigo que estou trazendo de volta avida do meu antigo blog. Na época, haviam publicado no dia 24/09/2010, sobre uma vulnerabilidade no Bzip2 e a correção disponibilizada pelo próprio criador do projeto. Eu resolvi então, explicar como instalá-lo essa publicação , resolvi explicar como instalar a versão corrigida do bzip2.

logo do bzip2

Correção de Falha no bzip2

 Um erro havia sido encontrado na biblioteca livre de compactação libbzip2,  que podia ser perfeitamente explorada utilizando arquivos especialmente preparados para provocar um integer overflow. Como resultado, um acidente pode ocorrer dentro de aplicativos como o bzip2, que fazem uso da referida biblioteca e em algumas circunstâncias, esse erro pode ser uma porta aberta para a injeção e execução de códigos.

A interação do usuário não é necessária para desencadear o problema em questão. O virus scanner free ClamAV, por exemplo, utiliza o bzip2 do pacote libbz2 para digitalizar arquivos compactados. Em um gateway, o leitor verifica automaticamente todos os arquivos de passagem e, portanto, que estejam vulneráveis.


 Em decorrência disso, os desenvolvedores do ClamAV lançaram a versão 0.96.3 para corrigir o erro, e os desenvolvedores do bzip2 também lançaram uma versão corrigida, a 1.0.6, que está disponível em código-fonte para download. Alguns distribuidores Linux já começaram a fornecer pacotes atualizados, enfatizando que no mundo Linux, bzip2 tem sido a ferramenta de alta compactação considerada a mais rápida e assim, sendo a mais utilizada.

 De lá para cá, essa foi a única atualização que o bzip2 recebeu:
ultima versão do bzip2 hoje

Ou pode ser verificado no próprio site do porjeto

http://www.bzip.org/downloads.html

 O primeiro passo que quis dar, foi mostrar o com verificar a versão do bzip2 que você está utilizando. Há duas formas para isso, com o comando:
 bzip2 -V  para mostra a versão ou
 bzip2 -l para mostrar a licença
 O resultado de ambos é o mesmo:

ultima versão do bzip2 na época que ocorreu o problema

já que eu já baixei o fonte compactado em gzip, vou descompactá-lo com o comando
tar -xzvf bzip2-1.0.6.tar.gz

descompactando-o

processo de descompactação

 Depois de entrar no diretório depois de descompactado, se ler o READ, verá que a compilação e instalação é feita apenas com os comando "make" e "make install". O primeiro passo:
make
comando make para gerar os binários.

depois disso, antes de instalar, pode-se realizar uma simulação de como será feito a instalação com o seguinte:
make -n install
"make -n install" mostrará o processo de instalação (sem instalá-lo)

Não é necessário fazer isso, foi só para fazer uma demonstração de que é possível realizar isso.
Pode-se também determinar aonde vai ser instalado com o prefix. Vamos fazer então uso da simulação:
make -n install PREFIX=/bin
make install utilizando prefixo (somente mais uma simulação com o -n)

Próximo passo, instalá-lo:
make install
instalação

 Bom, por fim pode-se ver com o primeiro comando a nova versão sendo utilizada:
bzip2 -l
verificação da versão utilizada

 E é possível ver que a data da nova versão é de 06 de setembro de 2010. 

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