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airyxOS: Um clone do macOS?

airyxOS: Um clone do macOS?

airyxOS: Um clone do macOS?

 Na Segunda Feira eu fiz uma live tratando de um suposto clone do MacOSX que recebeu o nome de airyxOS. Então nesta live tratamos o que esse sistema operacional realmente é, sua proposta, seu design como modelo de kernel, sistemas de arquivos que possui suporte, init system utilizado pelo sistema, GUI, como rodará as aplicações do MacOSX, arquitecturas que possui suporte, se está funcionando e muito mais. Valeu a pena fazer esta live.




HarmonyOS - O sistema operacional que visa substituir o Android

HarmonyOS - O sistema operacional que visa substituir o Android
HarmonyOS - O sistema operacional que visa substituir o Android

 Martin Děcký, um dos autores do sistema operacional HelenOS e que trabalha para a Huawei em um sistema operacional que pretende ser o substituto completo do Android. Em Junho de 2021, Martin concedeu uma entrevista para o site Checo lupa.cz dando uma visão sobre o sistema operacional HongMeng OS e sua relação com o HarmonyOS.

Martin Děcký, um dos autores do sistema operacional HelenOS e do HongMeng OS.
Martin Děcký, um dos autores do sistema operacional HelenOS e do HongMeng OS.

 HongMeng OS é um sistema operacional com seu próprio microkernel que não tem nada a ver com Linux ou base de código de  qualquer outro sistema e que teve seu inicio de desenvolvimento em 2017. Ele tem várias iterações internas e uma terceira transcrição está sendo trabalhada. Martin começou a trabalhar na certificação de segurança deste sistema e alguns de seus colegas começaram a trabalhar em um hipervisor.
Para mim e para a maioria dos meus colegas, o HelenOS foi um projeto que nos moldou em termos de conhecimento e de orientação geral de nossas carreiras. É uma parte fundamental da minha vida profissional. É por isso que lamento que o HelenOS esteja atualmente em uma fase lenta e estou dedicando muito mais tempo e energia a outros sistemas de microkernel.
 Por volta de 2018, o nome do sistema foi alterado para HarmonyOS para melhor adoção no mercado ocidental e a empresa anunciou publicamente que o objetivo era que o HongMeng OS / HarmonyOS era substituir o Android nos smartphones da empresa e ao mesmo tempo ser utilizado em seus navegadores, roteadores, BTS e muito mais. estranhamente depois a empresa decidiu comunicar o sistema sob o nome HarmonyOS e que não tem nada a ver com o HongMeng OS original. HarmonyOS 1.0 é um sistema construído sob o núcleo LiteOS em tempo real enquanto a versão 2.0 do HarmonyOS 2.0 é basicamente Linux mais parte de código aberto do Android mais add-ons internos da empresa.

LiteOS
LiteOS

 O HongMeng OS ainda está evoluindo e há um plano de que ele será o substituto definitivo para o Android.
"Um sistema operacional multiservidor de microkernel é composto de pequenos componentes isolados, cada um executando em um espaço de endereço separado e assim por diante. Esta é uma arquitetura adequada para verificação formal, certificação ou execução em   situações de segurança  e  missão crítica . A sobrecarga associada à comunicação de componentes isolados anda de mãos dadas com isso. Existem cenários, como um smartphone, em que os componentes são um pouco mais monolíticos. Arquitetura flexível significa ter um mecanismo que pode modificar um sistema de componentes e sua arquitetura de modo que durante a implantação seja possível   juntar componentes do espaço do usuário e movê-los de lá para o kernel e assim por diante."
"Há algum tempo, tem havido um esforço para pelo menos unificar os garfos internos do kernel Linux no projeto HULK, o Huawei Unified Linux Kernel, para que tenhamos uma base de código Linux unificada."
 Então, já que a galera está gostando de especular muito sobre o Fuschia, aqui está mais um sistema operacional que irá concorrer com  o Android.

Lançado HelenOS 0.11.2

Lançado HelenOS 0.11.2
Lançado HelenOS 0.11.2
 Foi anunciando no dia 17 de Dezembro o lançamento do sistema operacional micro-kernel HelenOS que recebeu o codinome Vsevolod V. Volkov de Kiev Ukrania, o autor do Volkov Commander.

 Esse lançamento trás suporte a arquitetura AArch64 (para computadores single-board HiKey960); um novo gerenciador de arquivos baseado em painel chamado Navigator e trás também melhorias nas partes de interface de usuários (além de novos elementos), no modo texto, no editor de texto (além de portado para libui), no desempenho do suporte ao Raspberry Pi.

SO3, um novo sistema operacional que utiliza a musl como libc padrão

SO3, um novo sistema operacional que utiliza a musl libc com padrão

    O professor Daniel Rossier Iniciou o sistema operacional SO3 (Smart Object Oriented Operating System em 2013 como contexto de bacharelado e desde então vem crescendo bastante. SO3 é um sistema operacional compacto, leve, cheio de recursos e particularmente adequado para dispositivos embarcados. O SO3 possui suporte a musl  como libc padrão, funciona muito bem com o QEMU/vExpress e no Raspberry Pi 4.
  

    Sendo fortemente baseado nos princípios do Linux (utiliza o build system do Linux (kbuild) e até mesmo partes de código do Linux como os mecanismos de linked list (struct list_head), macros, bitops e outros tipos de declarações além de conceitos do Linux para utilizar o Qemu), é completamente open source estando sob a GPLv2 e é um ótimo ambiente acadêmico para Palestra e projetos industriais. 

    Seus principais recursos são o suporte a LVGL como ambiente gráfico (LVGL pode ser testado em ambiente emulado desde que não tenha nenhum driver framebuffer/video para RPi4); suporte a pilha de rede lwIP; suporte a MUSL  libc (mas já mencionado. Foi adotado devido ser uma biblioteca leve e poderosa); suporte a MMU, user/kernel space, rootfs (atualmente FAT-32/MMC) e suporte a device trees e embarcados em uma imagem U-boot FIT (U-boot é necessário para bootar o SO3). Há planos para adicionar suporte as arquiteturas   AArch64 e RISC-V.

Display server é declarado oficialmente o servidor gráfico do HelenOS

Display server é declarado oficialmente o servidor gráfico do HelenOS
Display server é declarado oficialmente o servidor gráfico do HelenOS
 Esse dias postei a noticia de que Jiri Svoboda estava trabalhando no desenvolvimento de um novo servidor gráfico para o HelenOS que recebeu o nome de Display Server para substituir o atual  que se chama Compositor. (na verdade foram quatro novidades,mas o foco aqui é exatamente o servidor gráfico).
Para saber mais sobre essa matéria, clique aqui.
 Agora é declarado oficial que o Compositor chegou ao fim de sua vida abrindo caminho ao novo Display Server. Há ainda muito o que ser feito, mas o Display Server já recebeu os primeiros pedaços de uma nova pilha graphics/UI que já permite redimensionamento de janelas com cursor, barra de arrastar e pré-visualização do tamanho mínimo da janela (parece que não, mas o trabalho envolvendo o desenvolvimento de um servidor gráfico é longo e complexo).

 O trabalho será concentrado em seu git que recebeu o nome de GFX e Jiri afirma que o próximo passo é trabalhar em uma biblioteca UI library para poderem trabalhar com a arquitetura GFX.  Jiri agradece a Jakub Jermář pela revisão do código.

 Horas depois deste anuncio, o Display Server recebeu mais um commint que permite tornar o argumento de serviço de display (display service argument) opcional. Mas isso não é tudo; nesse mesmo período de tempo, o HelenOS ainda recebeu mais 155 commits todos voltados a Libgfx e podem ser conferidos aqui.


 E a ultima novidade que gostaria de contar é que nesse processo, acabei descobrindo que Jiri utiliza a distribuição Fedora. Descobri isso quando soube que ele estava tendo problemas com incompatibilidade do Python 2 com o Python após ter atualizado para o Fedora 32 (e que melhor ambiente de desenvolvimento existe? :) Chegaram a passar esse link para o cara:
https://docs.python.org/3.8/library/2to3.html

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Mais novidades sobre o HelenOS (com o novo Display Server)

Mais novidades sobre o HelenOS (com o novo Display Server)
Mais novidades sobre o HelenOS (com o novo Display Server)
 Há alguns dias (especificamente no dia 26 de Junho) eu postei sobre três novidades no HelenOS sendo suas delas tratam-se de rodar o sistema operacional no Raspberry Pi e no DOSBox. Um dia após este artigo, Jiri Svoboda anunciou o recurso Display Server que é o substituto para o atual compositor e o primeiro passo para uma completa revisão de sua GUI. Jiri informou que vem trabalhando há mais de um ano no Display Server e que está quase pronto para entrar no master do GitHub do HelenOS (e que pode ser conferido clicando aqui).

 O Display server possui uma base de código mais estruturada e e uma arquitetura mais flexível. Isso faz com que melhorias possam ser trazidas de forma mais hábil. Jiri preparou mais informações sobre o Display Server em um slide que (e que ainda não sabe se irá ter a oportunidade de apresentar) mas que pode ser conferido clicando aqui.

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HelenOS rodando no gfx raspberrypi e no DOSBox

HelenOS rodando no  gfx raspberrypi e no  DOSBox
HelenOS rodando no  gfx raspberrypi e no  DOSBox
 O sistema operacional micro-kernel HelenOS anda apresentando mais evoluções ao longo de sua existência. Trata-se de um sistema operacional focado em meio acadêmico mas que acredito que outras organizações e instituições poderiam dar-lhe atenção para uso profissional (já que até o Minix , que também era para o mesmo propósito, recebeu €2.5 milhões para portá-lo para ARM).

 Desta vez estamos vendo o HelenOS tendo suporte a Raspberry Pi e ao DOSBox. Parece estranho alguém querer rodar alguma aplicação no DOSBox, mas como Jiri Svoboda descreve em seu blog:
"Isso pode soar estranho, mas o DOSBox é um emulador de máquina completo (CPU + periféricos) e *além* de um emulador DOS. "
"Mas por que alguém iria querer rodar o HelenOS no DOSBox eu escuto você perguntando. Bom, além de ser muito legal, DOSBox consegue emular alguns hardwares que o Qemu não, tais quais algumas placas de vídeo e de áudio antigas, MIDI e etc."
 Está aí um motivo interessante e que é valido como carta na manga até mesmo para nós (ou até mesmo como material de estudo. Por que não?). Já outro usuário postou um vídeo exibindo o HelenOS rodando em um Raspberry Pi e o vídeo pode ser conferido logo abaixo:



 Martin Decky também postou um commit para utilizar char32_t ao invés de wchat_t para representar strings UTF-32. De acordo com Martin, o novo tipo char32_t é obviamente uma opção muito mais adequada. Compatibilidades com o padrão C é mantido e muita revisão já está sendo feito pela comunidade.

 Quer saber mais sobre o HelenOS? Além de vários artigos aqui no blog, há um vídeo especial no meu canal esclarecendo como o sistema operacional é.


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E quem em sã consciência ainda utiliza Ext2? Quase todo mundo :V

E quem em sã consciência ainda utiliza Ext2? Quase todo mundo :V
E quem em sã consciência ainda utiliza Ext2? Quase todo mundo :V
 Se você achou que estava livre do sistema de arquivos Ext2, está muito enganado. Já estou vendo que tem gente que vai se achar no direito dar risada ou de criticar somente com o titulo (e sem ao menos assistir ao vídeo). Mas se você for experto, você assiste ao vídeo até o final para depois tirar alguma conclusão (na verdade aprender).

 Quando comento sobre o assunto, é normal as pessoas me explicaram como particionou o dispositivo de armazenamento e até qual sistema de arquivos selecionou. Esse é um assunto que realmente confunde a cabeça das pessoas já que é bem pouco abordado. Mas o assunto não se trata de particionamento e seleção de filesystem. Bora para o arrebento aprender mais a fundo sobre o sistema operacional Linux.



 Dracut (man 8 dracut ou clique aqui para conferir o manual completo direto do site kernel.org) não é uma ferramenta do projeto GNU, é uma ferramenta do próprio Linux utilizada para gerar a imagem initramfs que utilizamos hoje em dia e está disponível para download no pub do site kernel.org. Esse programa poderia ser incluído na nossa lista da série Muito além do GNU e da lista de pacotes que utilizamos no dia a dia e não são do projeto GNU e que a proposito, essa lista seria bem grande.

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3 SISTEMAS OPERACIONAIS QUE NÃO SÃO ESCRITOS NA LINGUAGEM C

3 SISTEMAS OPERACIONAIS QUE NÃO SÃO ESCRITOS NA LINGUAGEM C
3 SISTEMAS OPERACIONAIS QUE NÃO SÃO ESCRITOS NA LINGUAGEM C

 Esse é mais um artigo que tive inspiração de escrever após o vídeo sobre Solaris e FreeBSD serem superiores a todos os sistemas operacionais... O primeiro artigo foi sobre recursos que somente Linux possui e em mais nenhum outro Unix (e nem a API POSIX). Já esse eu conto três sistemas operacionais que não são escritos em linguagem C. A linguagem C se torna quase padrão quando se trata do desenvolvimento de um sistema operacional, só que aqui mostramos que isso não é necessariamente uma ordem (ou pelo menos, grande parte de OS).

 MenuetOS é um sistema operacional de kernel monolítico pre-emptivo, real-time, multiprocessador e escrito inteiramente na linguagem assembly (vale duas ressalvas; a primeira que seus headers podem ser escritos em qualquer linguagem, a segunda é que o MenuetOS não é um Unix e nem segue a especificação POSIX).

 A ideia e vantagem em se trabalhar com uma linguagem de baixo nível eliminando camadas extras do sistema operacional. O resultado disso é um sistema operacional muito pequeno (uma imagem de apenas 1.4MB), extremamente rápido e evitando certos bugs.

 Trabalhar com desenvolvimento de baixo nível realmente proporciona melhor desempenho devido estar acesso diretamente ao hardware. O Ninja Build, que já tratei no canal e aqui no blog, é a exata prova disso; foi desenvolvido no Google para substituir o GNU make e acelerar o processo de compilação do port Google-Chrome para Linux. O Mantle da AMD e o Vulkan são outros grandes exemplos práticos de ganho de desempenho por trabalhar em baixo nível.

the horse turns aout a little basic but boy, can it run
o cavalo fica um pouco básico. Mas, cara, ele corre.

 O MenuetOS possui suporte a TPC/IP, suporte SMP para 32 CPUs diferentes, multithreading, ring-3 protection, driver gráfico, driver de áudio, biblioteca C, biblioteca de matemática e muito mais.  Conferindo os prints, podemos dizer que é um OS até bonito com bordas semi transparente.





 Não é de hoje que existe sistema operacional escrito em Assembly; o Unics (que depois recebeu o nome de Unix) foi escrito inicialmente em Assembly. Linus Torvalds desenvolveu seu emulador de terminal na linguagem Assembly para poder aprender sobre seu processador.

 O problema e  desvantagem de se escrever um sistema operacional em tal linguagem de baixo nível é que toda vez que utilizá-lo em um computador diferente (mesmo em uma sub arquitetura diferente), será necessário reescreve-lo totalmente do zero. Logo abaixo podemos conferir dois exemplos de "Hello World" em Assembly para dois computadores diferentes (o DEC PDP-8 e o DEC PDP-11).

 Foi aí que Ken Thompson teve a ideia de criar uma linguagem de programação para permitir o reaproveitamento do código entre os computadores diferentes bastando somente compilá-lo. Então Ken se baseou na linguagem BCPL para criar a linguagem B que, com a ajuda de Denis Ritchie, a amadureceram, a aprimoraram e veio a se tornar a linguagem C.

 O sistema operacional está sob licença própria definindo-o somente para uso acadêmico e, se caso quiser utilizar para fins comerciais, deve pedir autorização formal do projeto para isso. Já a versão de 32 bits (que está chegando ao seu fim) está sob GPL (fim da GPL mesmo).

 Há um fork  do MEnuetOS chamado KolibriOS que, honestamente, não entendi a real proposta do projeto.


 Redox é um sistema operacional Unix-like microkernel que não segue as normas POSIX e é escrito na linguagem Rust. Possui os sistemas de arquivos RedoxFS com implementações do TFS (inspirado no ZFS), suporte a compatibilidade de binários Linux, seu proprio XFS, servidor gráfico Orbital e etc...


 Está sob licença MIT como principal, GPLv2 para GNU Unifont, GPLv3 para os ícones Faba e Moka, Open Font License 1.1 para Fira font,  um numero de licenças free software e BSD para a Newlib C library (ou seja, nem tudo do RedoxOS é Rust) e BSD 2-clause para o NASM (e uma parte que não é mencionada em sua docmentação, GPLv2 para a sua parte de isoLinux que é outra parte que não é Rust).

 A ideia por trás do sistema operacional é a inovação tecnológica tendo suas inspirações no Plan9, no Minix, no Linux e nos BSDs. Na verdade suas motivações de coisas que não gosta nesses sistemas operacionais. O time tem como argumento que apesar que o Linux domina o mundo, Linux não é ideal para inovação... Os BSDs lideraram muitas a inovações nas ultimas duas décadas... com coisas como o Jails e o ZFS... Mas como seu kernel também é monolítico, cai no mesmo conceito. O Minix é bem dentro dos mesmos conceitos mas é escrito em C. Se bem que os argumentos apresentados não são tão reais o quanto alegam; confiram no vídeo abaixo que eu debato por que:

 Aqui será aplicado um video que irei gravar para debater o que é verdade ou não sobre o que a comunidade REdoxOS diz em seu Doc:


JX system

 É um sistema operacional microkernel que podemos dizer ser uma prova de conceito, para demonstrar que é possível um sistema operacional completamente em Java mantendo boa qualidade de desempenho. Completamente em partes pois seu microkernel é escrito em C e Assembly (ou Assembler) devido a rotinas de baixo nível que não podem ser fornecidas pela linguagem Java como system initialization após o boot, saving and restoring CPU state, low-level protection-domain management e monitoring.


 Inicialmente o projeto rodava sobre Linux e que depois passaram a portar as ferramentas do Linux para o metaXaOS.

 Em Benchmarks realizados, o JX atingiu entre 40% à100% do desempenho do Linux em file system e em torno de 80% no NFS (fora outros testes realizados).

Benchmarks realizados entre o JX e o Linux.
Benchmarks realizados entre o JX e o Linux.
 Possui licenças mistas como JX Ltd e GPLv2 e bom, se a ideia é ter um sistema operacional que rode Java, o Android já é uma prova disso (só que não por completo) além da Sun Microsystem já ter tido o JavaOS. Moral da história é que não se dá para ter um sistema operacional escrito em uma unica linguagem (nem mesmo os que apresentei são isentos disso). O Linux mesmo é escrito em linguagens diferentes como C, C++, Objective-C, Assembly e outras. O importante mesmo é saber aonde devidamente aplicar cada uma.

Linguagens que o kernel Linux é escrito.
Linguagens que o kernel Linux é escrito.


HAMMER 2 é melhor que o ZFS, Btrfs ou Ext4?

AqueleQueEmpunharEsteMarteloSeForDignoPossuiraOpoderDoDragonflyBSD
“Aquele que empunhar este martelo, se for digno, possuirá o poder do DragonflyBSD”.
 Durante o vídeo sobre FreeBSD ser melhor que Linux, surgiu a pergunta se o HAMMER 2 é um sistema de arquivos melhor que o ZFS, o Btrfs e o Ext4. Respondendo a essa pergunta, decidi elaborar um vídeo que assistirão aqui mesmo neste artigo.

 No Capitulo 1 Introduction - Em "What Can DragonFly Do?" é dito que:
"O HAMMER filesystem, padrão do DragonFly BSD, é o sistema de arquivos mais poderoso e mais confiável disponível em qualquer sistema operacional. Ele pode lidar com arquivos acima de um exabyte (ou 104876 tebibytes) e pode automaticamente se recuperar sem a necessidade da execução do fsck."
 Apesar de um sistema de arquivos realmente muito bom, desenvolvido e implementado em um perídio de tempo muito curto e com tamanha quantidade de recursos interessantes, eu honestamente não teria tamanha ousadia em dizer o mais poderoso e mais confiável. Apesar disso, não posso deixar de dizer que, sim, é muito poderoso e muito confiável.

 Prova disso é que há um link no próprio site do projeto intitulado Comercial que exibe seis empresas de países como Estados Unidos, Canada, Áustria, Alemanha, Itália e Reino Unido que utilizam o DragnflyBSD em ambientes de produção e para propósitos diferentes. Além das já citadas  no link do próprio site, há também um link que ficou (digamos) oculto dentro de Docs intitulado "Servidor de Backup em tempo real para clientes Microsoft Windows, Linux, Bsd  e Mac Os X" que poderia ter sido vinculado ao link anterior expondo assim melhor esse caso de sucesso.

 Trata-se de casos das empresas HIFX IT and Media Services PVT.LTD, Virtual Training Company e IPLOTZ que fazem uso do DragonflyBSD como servidor de arquivos Samba para realizar os backups de seus snapshots. Nesse link é possível conferir o cenário das empresas, o planejamento, a implantação e o resultado final que é o print abaixo:
Servidor de Backup em tempo real para cliente Microsoft Windows, Linux, Bsd e Mac Os X
Resultado da implantação do servidor de Backup em tempo real para cliente Microsoft Windows, Linux, Bsd e Mac Os X.
 Além de todos esses casos de sucesso do DragonflyBSD e do HAMMER/2 em ambientes de produção, podemos destacar também o compressor LZ4 que menciona o HAMMER como um de seus portifólios (e convenhamos, estar nessa lista ao lado do ZFS não é pouca coisa).
HAMMER 2 no site do LZ4
HAMMER 2 no site do LZ4
 OK, mostrado o máximo de qualidade e de sucesso do HAMMER /2, agora vamos ao cerne da questão. Para isso, elaborei um vídeo com informações interessantes. Confiram aí:

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