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Conheça o Pi-Hole e recupere o controle sobre sua rede



Conheça o Pi-Hole e recupere o controle sobre sua rede

O Raspberry Pi e outros pequenos computadores dominaram o mundo dos hobbystas 
em tecnologia, robótica e projetos caseiros. Pequenos, relativamente baratos, e com alta performance energética, os dispositivos conseguem rodar versões completas do Linux e interagir com diversos periféricos e hardware adicional, ou seja, essencialmente, não há limites nas interações e automatizações que o Raspberry Pi pode fazer. 

Muitos usuários comuns, que ainda não estão familiarizados com o Linux, já embarcaram no mundo do Raspberry Pi para criar centrais multimídia usando software como o Kodi, criar sistemas de segurança IoT, adicionar uma central de emuladores retro para jogar na TV, e muito mais, graças à abundância de tutoriais e recursos para ajudar no caminho.

A mais nova utilidade dos pequenos computadores é possibilitar o controle total em sua rede. Imagine todos os sites fraudulentos, anúncios inconvenientes, e tudo o que considerar indesejado, automaticamente bloqueado em todos os dispositivos de sua rede, sem latência perceptível e sem o gasto de CPU que uma extensão de navegador adicionaria. Ficou interessado? Então aprenda a configurar o Pi-Hole! 

Vale notar, antes de tudo, que o Pi-Hole funciona como uma versão “melhorada” e personalizável de um servidor de DNS, ou seja, pode bloquear diversos domínios e otimizar o trajeto da conexão, mas ele não é capaz de criptografar os dados em trânsito, então para quem precisa de uma camada extra de segurança ou privacidade, é preciso configurar uma VPN antes de investir em um Raspberry Pi. 

O que é DNS


Para entender o funcionamento do Pi-Hole que será instalado na distro Linux de seu Raspberry Pi, precisamos compreender o papel do DNS em nossa rede: 

Quando acessamos um site ou servidor, estamos nos conectando através de uma série de protocolos de rede até um endereço IP externo, por exemplo, “172.217.29.46”. Acontece que lembrar uma sequência de números para cada site seria pouco amigável para os usuários e confuso, assim, usamos um endereço como “www.google.com”. 

Dessa forma, nossos dispositivos precisam traduzir o endereço amigável em um endereço IP utilizável. O DNS é o serviço responsável por essa transição, mantendo uma lista atualizada de endereços e IPs de destino, fornecendo aos dispositivos sempre que necessário. Geralmente, nosso roteador usa o DNS da Google ou, mais frequentemente, o DNS da própria operadora. 


Pi-Hole DNS


Agora que entendemos como funciona o DNS, podemos entender o Pi-Hole. O software roda em segundo plano em qualquer sistema Linux, mas é otimizado para o baixo consumo de energia do Raspberry Pi. Uma vez instalado, o programa se torna o DNS para toda a sua rede, ou seja, seus computadores, celulares, consoles, TVs, e qualquer aparelho conectado, irão perguntar ao Pi-Hole quando tentarem se conectar a algum site.

Essa interceptação do DNS permite que o Pi-Hole bloqueie certos endereços, por exemplo, um servidor de coleta de dados para anúncios ou uma URL de um site de golpes. Como isso é feito a nível de DNS, os dados sequer chegam ao computador, assim, não é necessário bloquear elementos ou usar JavaScript para controlar a página, como uma extensão faria. 

Da mesma forma, por mediar toda a rede, qualquer dispositivo conectado estará protegido pelo controle, sem a necessidade de manualmente instalar uma solução em cada aparelho. Além disso, o Pi-Hole terá efeito em dispositivos onde normalmente não encontramos programas para bloquear anúncios ou phishing, como é o caso de consoles de videogame. 

Como instalar o Pi-Hole no Raspberry Pi


As instruções de instalação servem para qualquer distro Linux, e são fáceis para quem já usou o sistema. Para instalar o Pi-Hole, abra uma janela do Terminal e insira os comandos:
  1. sudo apt-get update
  2. sudo apt-get upgrade
  3. sudo curl -sSL https://install.pi-hole.net | sudo bash
  Pronto, o Pi-Hole em sua versão mais recente estará instalado e rodando em segundo plano. Se tudo deu certo, os dispositivos de sua rede já usarão o DNS falso assim que forem reiniciados, mas caso não tenha efeito, basta verificar o IP local de seu Raspberry Pi e usar como valor DNS nas configurações de redes de todos os dispositivos. 

O Pi-Hole possui uma série de configurações opcionais, como listas de domínios para permitir ou bloquear, opções para controlar JavaScript, entre outras. Abrir o arquivo “/etc/dnsmasq.d/01-pihole.conf” com um editor de texto permite alterar muitas das configurações do seu Pi-Hole.

Agora, sua rede já está pronta para bloquear domínios indesejados usando o Raspberry Pi, e o melhor, o Pi-Hole não é pesado e permite que outros recursos do Linux sejam usados simultaneamente. Assim, seu emulador na televisão ou central de mídia podem continuar em execução. Gostou? Então confira o emulador ReDream para Raspberry Pi e jogue os clássicos do Dreamcast. 




Efeito Desintegração Gimp 2.10.18


 Neste vídeo o Thiago Abreu ensina como criar o efeito de desintegração de forma simples utilizando o GIMP 2.10.18. Este efeito ficou muito conhecido há alguns anos pelo filme Vingadores: Guerra Infinita e que muitos tem interesse de conhecer.

Se inscreva no canal do Thiago Abreu
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Utilizando o zsh no Fedora

Utilizando o zsh no Fedora
Utilizando o zsh no Fedora
 Terceira dica sobre o Fedora no meu blog. A primeira foi sobre o VirtualBox no Fedora que, relembrando, foi o motivo que levou a muitos novos usuários com uma atitude muito imatura serem  maltados. Ok, e esse é o segundo artigo que pretendo dar algumas dicas sobre o Zsh no Fedora. O segundo trata-se de uma analise sobre o desempenho do DNF. E agora, vamos ao Zsh no Fedora.

 Em meu curso explico como utilizar outros terminais além do Bash como o Zsh e Fish (não quero que as pessoas fiquem limitadas; isso é muito além do GNU. Não se trata de eliminar o uso das ferramentas do projeto GNU, trata-se de expandir duas opções e possibilidades). Apesar disso, foquei muito no Zsh já que é o terminal que está ganhando cada vez mais destaque (até mesmo a Apple passou a adotá-lo no lugar do Bash no MacOSX já quqe agora o Bash está sob GPLv3).


 Bom, aconselho a instalar o zsh direto dos repositórios do Fedora para garantir atualizações de forma mais pratica (sudo dnf install zsh ou #dnf install zsh). Concluída a instalação, podemos conferir que o zsh faz parte da lista de terminais que está disponível na distribuição.

lista de terminais disponíveis no sistema operacional e que podem ser conferidos dentro de /etc/shells
lista de terminais disponíveis no sistema operacional e que podem ser conferidos dentro de /etc/shells
Ok, primeira observação. OS arquivos de configuração do Bash ficam dentro de /etc/skel enquanto que os arquivos do Zsh vão para seu próprio diretório em /etc/zsh. Já no Fedora, esses arquivos ficam separados em /etc tendo o zshrc; porem dentro de /etc/skel encontramos o arquivo .zshrc junto com os arquivos do Bash. Em que isso interfere? Em nada, mas fica a dica caso queira localizar os arquivos

Arquivos de configuração do Zsh no Fedora.
Arquivos de configuração do Zsh no Fedora.
 E agora chegamos no ponto para utilizar o Zsh, que na verdade há algumas. A primeira (e é a que quero tratar aqui) é digitando o comando zsh. Simples assim e essa é uma regra que vale para qualquer terminal que estiver disponível no sistema operacional. O problema é que no Debian aparece uma mensagem perguntando se quer que populo o seu perfil com os arquivos de configuração do Zsh; o que aceitando, fica tudo pronto para uso. Já no Fedora aparece a mesma mensagem, mas para procedimentos a serem realizados antes de estar preparado para uso. Então eu elaborei um vídeo explicando como configurá-lo ao invés de explicar tudo por escrito (já que ficaria longo demais ;)

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Virtualbox no Fedora

Virtualbox no Fedora
Virtualbox no Fedora

 Este artigo não tem nada de novidade; eu já devia ter feito isso mais ou menos quando fiz o vídeo defendendo os usuários novatos do Fedora que eram (ou ainda são) hostilizados por simplesmente perguntar como instalar VirtualBox na distribuição...
Se quiser saber mais sobre o que aconteceu, basta clicar aqui.
Há outros grupos que já ensinaram como fazer isso (sugeri publicar este artigo em um grupo, mas como eles já tinham publicado algo, resolvi publicar aqui no blog), mas resolvi também explicar por dois motivos.
  1. Ocorreu uma situação na empresas em que nesse período de quarentena, trabalhando home office, fui obrigado a utilizar o Windows para acessar certo sistema do cliente. Então, uma das soluções foi rodar Windows em uma máquina virtual. E foi aí que surgiu a ideia de  aproveitar a situação para explicar aos novos usuários como instalar o VirtualBox no Fedora; caso eles queiram, vão poder consultar aqui.
  2. O segundo é que como há espaço para todo mundo, porque não?

 O procedimento que realizei e que será utilizado aqui será todo em linha de comandos por questão de habito, mas se você souber outra forma de instralar, lhe encorajo e apoio a compartilhar conhecimento.

 Bom, o Virtualbox não está nos repositórios do Fedora nem no rpmfusion non-free e nem em flatpak (ou ao menos não encontrei. Vai saber), sendo disponibilizado pela própria Oracle em seu site oficial.  Para Linux, vemos versão para Oracle Linux, Red Hat Enterprise Linux e CentOS (versões 6, 7 e 8); Ubuntu (14.04, 14.10, 15.04, 16.04, 18.04, 18.10, 19.04 e 19.10); Debian (8 ao 10), OpenSuse (13.2, Leap 42 e 15.10) e Fedora (do 26 ao 31). Seria interessante se houvesse versão flatpak ou snap; como não há, Eu baixei de acordo com a versão do Fedora que estão utilizando, que no caso é a 31.

Versões do VirtualBox para as principais distribuições Linux no site oficial da Oracle.
Versões do VirtualBox para as principais distribuições Linux no site oficial da Oracle.
 Após baixar e executar o comando rpm -ivh, o virtualbox foi instalado com sucesso (pena eu não ter printado as telas para escrever este artigo, isso não veio a mente na hora) não apresentou os mesmos erros que já me ocorreram no Debian e também não foi necessário adicionar o usuário a nenhum grupo (como ocorreu no Debian 9). Porém ainda assim alguns outros pequenos erros ocorreram, mas nada do que a simples leitura das informações exibidas resolva.

Sempre adote a cultura do RTFM.
 O primeiro problema que o VirtualBox reportou foi que possívelmente faltavam os módulos do kernel ou que o AMD_VIRT foi desativado pelo BIOS. Ativei o suporte a virtualização no BIOS/UEFI e o VirtualBox já estava abrindo, porém ainda faltavam realmente os módulos do kernel e o VirtualBox reportou para executar (como administrador) o comando /sbin/vboxconfig.

Suporte a AMD-V no processador Ryzen
Suporte a AMD-V no processador Ryzen
 OK, executado o comando vboxconfig, o comando reportou que faltavam dependências como make e kernel-devel. Na verdade o comando vboxconfig lhe exibe uma lista do que instalar; se já houver, tudo bem, não vai dar nada de errado. Então eu digitei o comando:
#dnf install gcc make kernel-devel kernel-devel-debug-internal-5.5.13-200.fc31.x86_64
 Após instalação do que o VirtualBox solicitou, novamente executei o comando /sbin/vboxconfig que configurou tudo corretamente e pude trabalhar com o VirtualBox.
/sbin/vboxconfig
Rodando o comando /sbin/vboxconfig para configurar os módulos do VirtualBox
 Já que eu precisava de Windows, porque então não testar o ReactOS? E foi o que eu fiz; instalei o o ReactOS com o Btrfs.

ReactOS rodando dentro do VirtualBox do Fedora para acessar o sistema remotamente. Só ignorem o meu gato, ele sempre quer dormir na frente do monitor.
ReactOS rodando dentro do VirtualBox do Fedora para acessar o sistema remotamente. Só ignorem o meu gato, ele sempre quer dormir na frente do monitor.
 Um problema comum que pode ocorrer é que depois de uma atualização do Fedora (sendo uma delas o kernel),  o VirtualBox parar de funcionar e você receberá esta mensagem ao executar o VirtualBox.


 Nesse caso,execute novamente o comando /sbin/vboxconfig que o VirtualBox voltará ao normal (ou pode ser que não). Na segunda situação em que nem o comando /sbin/vboxconfig funcionará, esta mensagem no terminal será exibida:



 Já nesse caso você deve baixar uma nova versão do VirtualBox no site da oracle. Antes de instalar a nova versão, a anterior deve ser desinstalada como na imagem abaixo:
Removendo o VirtualBox
Removendo o VirtualBox
 Feito isso, basta repetir os mesmo processos (instalar o VirtualBox e executar o comando /sbin/vboxconfig) e pronto, sua máquina virtual está funcionando novamente.

VirtualBox funcionando novamente.
VirtualBox funcionando novamente.
 Então é isso galera; a intenção (mesmo que nada disso é novidade) é ajudar aos que pretendem utilizar o VirtualBox no Fedora. Bom estudo e trabalha a todos e tudo de bom.

Tutorial Volante Caseiro para PC - Simples - Faça você mesmo!

Ericson Amaral, o Tony Stark do mundo Linux
 Se tem um cara que eu posso chamá-lo de o Tony Stark do mundo Linux, esse é o Erickson do Amaral do canal LIVRE SOFTWARE. O cara é tão engenhoso que o apelidaram de gambiarraman devido suas invenções.

 Eu honestamente fico cada vez mais impressionado. Uma de suas primeiras invenções que eu conheci foi ele mesmo ter feito um arcade utilizando partes de um guarda roupas e que VALE A PENA CONFERIR CLICANDO AQUI. Outra foi o seu watercooler caseiro e as suas invenções não param.

 Desta vez fui surpreendido com o seu volante caseiro para PC que você mesmo pode fazer com as dicas deixadas o seu penúltimo vídeo. Fica aí a dica (não se esqueçam de se inscrever no canal para mais tutorais alá Tony Stark, um monte de gameplays e muito mais).

Dualboot com o Endless OS

Nova versão do Endless OS com suporte a dual boot com o Windows
Nova versão do Endless OS com suporte a dual boot com o Windows
 Bom dia cambada. Ó nois aqui TRÁVÊIS!

 Somente compartilhando o vídeo do canal Endless de como realizar dualboot do Endless OS com o Widnows. A equipe Endless agora começa a trabalhar em vídeo tutoriais (o que eu acho sensacional). Confiram então o vídeo =)


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