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airyxOS: Um clone do macOS?

airyxOS: Um clone do macOS?

airyxOS: Um clone do macOS?

 Na Segunda Feira eu fiz uma live tratando de um suposto clone do MacOSX que recebeu o nome de airyxOS. Então nesta live tratamos o que esse sistema operacional realmente é, sua proposta, seu design como modelo de kernel, sistemas de arquivos que possui suporte, init system utilizado pelo sistema, GUI, como rodará as aplicações do MacOSX, arquitecturas que possui suporte, se está funcionando e muito mais. Valeu a pena fazer esta live.




Homed, o novo diretório home do Linux sendo reinventado.

Homed, o novo diretório home do Linux sendo reinventado.
Homed, o novo diretório home do Linux sendo reinventado.
 Lennart Poettering apresentou no FOSDEM 2020 o systemd-homed que faz parte da versão 245 do systemd. Esse novo recurso visa realizar alterações fundamentais no diretório home (e que vale a ressalva antes que a galera anti-systemd de plantão venha a dar chiliques e espernear se jogando no chão; esse é um recurso opcional).

 Chiliques e esperneio a parte, o systemd-homed foca em oferecer suporte a migração de diretórios home de forma mais prática de um sistema para outro, melhor suporte a senha e a criptografia para o home, melhor self containment,  melhores formatos a novos usuário além de oferecer suporte volumes criptografados com  LUKS, pontos de montagem a servidores CIFS, criptografia FSCRYPT, suporte a sub-volumes Btrfs e fazer uso de JSON-formatted user records.


 A nova ferramenta para o gerenciamento do Homed-systemd é o comando homectl com as opções create/remove/change.
NÃO SE ESQUEÇA DE SE INSCREVER NO MEU CURSO DE MIGRAÇÃO PARA LINUX.
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CURSO DE SHELL SCRIPT DO MATEUS MÜLLE

Open Embedded trabalhando para que systemd tenha suporte a musl

Open Embedded trabalhando para que systemd tenha suporte a musl
Open Embedded trabalhando para que systemd tenha suporte a musl
 Desde antes do lançamento do Debian 8 que eu venho debatendo sobre o systemd, principalmente por terem criado um monte boatos (vergonhosos e mentirosos) para poder criticar o novo init system. De lá para cá eu já fiz videos contando a sua história, debatendo bug encontrado, fiz live debatendo a palestra "A tragédia systemd" feita por um dos desenvolvedores do FreeBSD e fazendo até mesmo parte do meu curso (não deixe de conferí-lo hein ;)

 Há algum tempo atrás eu fiz um vídeo detalhando as criticas tenho a respeito do systemd.  Sim, eu tenho minhas criticas a respeito do systemd assim como tenho a respeito de qualquer outra ferramenta e que não tem nada a ver com os boatos que todos dizem a respeito do init system. Quer saber as minhas criticas? Confere o vídeo aí embaixo:



 Recentemente descobri que a Open Embedded trabalha em um patch para que o systemd passe a ter suporte a musl (clique aqui para conferir) que é algo muito interessante de se ver já que o systemd é também adotado em embarcados. Isso já é um passo e há muito trabalho a ser feito já que a glibc possui incompatibilidade com as várias outras bibliotecas além da musl (dietlibc, uClibc e newlib). Esse é o motivo da musl não ter sido adotada ainda como biblioteca padrão no Debian mesmo havendo planos para isso. Há muito trabalho ainda a ser feito por parte da Open Embedded e dos colaboradores no desenvolvimento da musl, mas o futuro desta biblioteca é muito promissor (principalmente por sua qualidade de código e resultado no tamanho final dos binários).

 Mas ainda espero que o systemd também venha a ter suporte ao LLVM/Clang e longa vida ao systemd.
Mais sobre o systemd
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A tragédia do systemd

systemd
systemd comentado por Beno Rice do FreeBSD
 O systemd já causa discórdia entre desenvolvedores, projetos, profissionais e usuários de Linux ( e sem necessidade, diga-se de passagem). Agora, vamos tratar desse init system de acordo com a visão de um desenvolvedor do FreeBSD. E que comecem os rumores.



CURSO DE SHELL SCRIPT DO MATEUS MÜLLER
Foi uma live muito boa onde debatemos a sua origem, de onde foi inspirado, fatos históricos, vantagens e desvantagens e o erro cometido tanto pela comunidade Linux quanto a comunidade FreeBSD.


 Mas essa não é a primeira vez que debato sobre o systemd e init systems tanto no canal e no blog. Confiram também os artigos abaixo:

Bug no systemd de novo?

Bug no systemd
Algo errado não está certo. Deu uma falha no engano.
 Bom, encontrados três bugs no systemd-journald que permitem até mesmo escalar privilégio de usuário administrador, alvoroço é o que não faltou entre a galera.


 Como as distribuições Fedora 28-29, SUSE Linux Enterprise e OpenSUSE não foram afetadas pelos dois primeiros bugs por terem compilado o systemd utilizando a opção -fstack-clash-protection do GCC e o terceiro bug já havia sido corrigido em 2018, no o vídeo (que eu gravei no 15 de Janeiro de madrugada) eu já previa que todas as outras distribuições iriam aplicar a mesma técnica para sanar os problemas.

 Dito e feito. No dia 15 de Janeiro de 2019, já começaram a ser lançadas novas atualizações do systemd e há previsões para mais.

Disponível utmps-0.0.2.0


 Está disponível a versão 0.0.2.0 do utmps. utmps é uma implementação segura de conta de usuário, utilizando uma daemon como única autoridade para gerenciar os dados utmp e wtmp data; programas rodando funções utmp são apenas clientes para essa daemon.

 Essa versão trás uma importante correção de bug no utmps-wtmpd, bem como um novo recurso no utmps-utmpd (membros do grupo utmp podem agora escrever no arquivo utmp, como oposto a somente o root).
 O utmps está sob licença ISC, que é uma espécie de BSD. Baixem e confiram. Bug-reports são sempre bem vindos pela comunidade.

Lançado s6 2.7.2.0, s6-portable-utils-2.2.1.2 e s6-linux-utils-2.5.0.0

Você deve estar se perguntando o que é s6 (pronuncia-se ssix) afinal de contas? Como mencionei no ultimo vídeo que existem vários, mas VÁRIOS init systems, s6 é um deles e que inclusive não mencionei no vídeo.

s6 é desenvolvido pela skarnet com o intuito de prover um conjunto independente de diferentes ferramentas para Unixes (tal como Linux) que podem ser utilizada com ou sem framework, e que podem ser agrupadas para atingir funcionalidade poderosa com um monte pequeno de código. Existe a versão específica para Linux chamada s6-linux-init e essa não é a unica ferramenta fornecida pela Skarnet, mas focando no assunto (que é init system), no mesmo vídeo eu menciono mais algumas que estão disponíveis para Linux (e convenhamos, esse Neymar só não é mais feio por falta de espaço)


Essa semana foi lançada a versão 7.2.0 do s6 (que mantes comparatibilidade com a versão 2.7.0.0 da skalibs), a versão 2.2.1.2 do s6-portable-utils e a versão 2.5.0.0 do s6-linux-utils. Honestamente não tenho interesse em debater o que há de novo nos novos lançamento, mas eles podem ser conferidos nos links abaixo:

Phoronix mente a respeito do systemd possuir um milhão de linhas de código?


No dia 02/01/2017 o site Phoronix publicou que o systemd VIOLOU o total um milhão de linhas de código. SIM! escreveu VIOLOU (BREACHED) e não OBTEVE ou ALCANÇOU (REACHED). Ok,pode ter sido somente um erro de digitação.

systemd é um init system que foi desenvolvido inicialmente por Lennart para substituir a mais conhecida SystemV e hoje conta com uma boa equipe envolvendo comunidades como Debian, Arch Linux entre outras.

Para saber mais sobre o que é init system, confiram o vídeo abaixo:


Neste artigo descreve a quantidade de commits no git, que foi o ponto mais baixo desde 2012 e no final disponibilizam um link (só que do próprio Phoronix) com mais detalhes de estatísticas de código (apesar de eu gostar do Phoronix, odeio quando os sites fazem isso).

Lennart respondeu comentando em seu perfil pessoal no G+ (OK, eu não vou disponibilizar o perfil do cara porque muitos o atacam) respondendo aos detalhes:
Uh, então Phoronix está sendo Phoronix, e reporta noticia bastante enganosa. Deixe-me colocar rapidamente algumas coisas diretas: antes de tudo, "um milhão de linhas de código" é realmente enganoso, assim como aparentam ser brutas de aquivos gerenciados pelo git. Desde que nós carregamos grande montante de documentações as linhas de código vigentes são muito menores. utilizar uma ferramenta como "sloccount" para contagem de linhas de código revela que o systemd atualmente carrega ~342K linhas de código, das quais 318K são apropriados códigos C. Que na verdade não é tanto assim. Para colocar as coisas em perspectiva, como um exemplo o wpa_supplicant sozinho possui ~451K de linhas de código, das quais ~351K são apropriados código C. Acho que desde que a supostamente enorme arvore do systemd com todos os seus componentes, tais quais resolved, networkd, timesyncd, nspawn, journald, e assim por diante sozinho atinge 75% do tamanho da base de código de você $#$#%$ o subsystem wifi, eu acho que nós estamos bem, você não?
Quero dizer, com certeza, maçãs, laranjas e coisas, mas ainda…
(e sim, mesmo coisas tais quais projetos supostamente "inclinarem-se" como a uclibc pesarem 329K de linhas de código já…)
Viram como transmitir informações reais é uma responsabilidade muito grande? Sempre se questionem e corram atras para certificarem das informações. O link para o artigo está logo abaixo:

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