Programação em modo GUI ou CLI

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Esta vídeo aula poderá ser ampliada com o estudo do livro "Algoritmos - Lógica para desenvolvimento de Programação de Computadores". Neste vídeo é comentado o uso dos modos GUI e CLI para a programação de computadores. É feito um rápido paralelo entre vantagens e desvantagens de cada uma das formas de interface

Open Embedded trabalhando para que systemd tenha suporte a musl

Open Embedded trabalhando para que systemd tenha suporte a musl
Open Embedded trabalhando para que systemd tenha suporte a musl
 Desde antes do lançamento do Debian 8 que eu venho debatendo sobre o systemd, principalmente por terem criado um monte boatos (vergonhosos e mentirosos) para poder criticar o novo init system. De lá para cá eu já fiz videos contando a sua história, debatendo bug encontrado, fiz live debatendo a palestra "A tragédia systemd" feita por um dos desenvolvedores do FreeBSD e fazendo até mesmo parte do meu curso (não deixe de conferí-lo hein ;)

 Há algum tempo atrás eu fiz um vídeo detalhando as criticas tenho a respeito do systemd.  Sim, eu tenho minhas criticas a respeito do systemd assim como tenho a respeito de qualquer outra ferramenta e que não tem nada a ver com os boatos que todos dizem a respeito do init system. Quer saber as minhas criticas? Confere o vídeo aí embaixo:



 Recentemente descobri que a Open Embedded trabalha em um patch para que o systemd passe a ter suporte a musl (clique aqui para conferir) que é algo muito interessante de se ver já que o systemd é também adotado em embarcados. Isso já é um passo e há muito trabalho a ser feito já que a glibc possui incompatibilidade com as várias outras bibliotecas além da musl (dietlibc, uClibc e newlib). Esse é o motivo da musl não ter sido adotada ainda como biblioteca padrão no Debian mesmo havendo planos para isso. Há muito trabalho ainda a ser feito por parte da Open Embedded e dos colaboradores no desenvolvimento da musl, mas o futuro desta biblioteca é muito promissor (principalmente por sua qualidade de código e resultado no tamanho final dos binários).

 Mas ainda espero que o systemd também venha a ter suporte ao LLVM/Clang e longa vida ao systemd.
Mais sobre o systemd
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Puppy quirky passará a utilizar toybox, musl e clang

Puppy quirky passará a utilizar toybox, musl e clang
Puppy quirky passará a utilizar toybox, musl e clang
 Puppy Quirky Linux é uma distribuição experimental criada por Barry Kauler em 2013 depois de se aposentar da liderança do projeto Puppy Linux. Sim, o Quirky é desenvolvido pelo fundador do Puppy Linux com a intenção de poder explorar o sistema mais a fundo com novas ideias podendo ser mais ousado nos desafios. Porém em Dezembro de 2018 o Quirky Linux foi descontinuado para dar lugar a sua nova distribuição experimental chamada EasyOS.
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 No inicio de Outubro, anunciaram que irão iniciar sua próxima build T2 para o Puppy quirky e que planejam utilizar musl/clang e substituir o busybox totalmente pelo toybox. O maior problema no momento é que ainda não é possível utilizar o toybox como principal terminal padrão (nem mesmo no Hermetic Linux, ou mkroot que é a distribuição de teste de implementação do toybox) devido ainda ter certa dependência completa do toybox pendente. No caso do mkroot, o que ainda é feito no mkroot é trabalhar em dois  passos.

  1. Utilizar o Busybox como terminal de comandos padrão 
  2. Substituir os comandos pelos existentes no toybox.
 Por hora é o que pretendem fazer no build T2 do Puppy Quirky até que esse objetivo seja alcançado. Espero que tal dependência venha logo o que não falta muito para isso :)

Mais sobre o toybox
Mais sobre a musl
Mais sobre o llvm

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Lançado musl 1.1.24

Lançado musl 1.1.24
Lançado musl 1.1.24
 Musl é uma biblioteca C do Linux que visa a substituição da tradicional GlibC trazendo muitos recursos que por anos não existem na glibc. Musl torna os programas mais enxutos, mais leves, mais estáveis, mais seguros e mais poderosos.

Existe casos de quando adotar ou não a musl. Aqui tem uma lista onde encontramos as diferenças funcionais entre musl e gilbc.
Diferenças funcionais entre musl e glibc
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 A maioria das alterações nesta versões não são visíveis externamente, mas que trazem grandes mudanças para os desenvolvedores. Essa nova versão traz recurso de migração do time_t de 32 para 64-bits (necessário para corrigir a vulnerabilidade de 2038), muitas correções de bugs e adições das extensões GLOB_TILDE para glob, uma implementação non-stub da API de localização catgets, e a posix_spawn para chdir na child.

XanMod Kernel agora abrangendo novos ramos

Logo do dragão do XanMod Kernel
XanMod Kernel agora abrangendo novos ramos
 XanMod kernel, segundo o autor do projeto, trata-se de um kernel de tempo real que é mais eficiente na redução dos tempos de resposta pois a redução, ou até a eliminação das latências, abrangerá em todas as camadas do sistema resultando em maior estabilidade e precisão de frame rate e comandos ao jogo assim, oferecendo para o usuário, uma experiência de “maior conexão de pessoa com hardware”.
“Quero oferecer um Linux mais robusto e poderoso para aplicações de jogos e produção. O objetivo é simples, atrair um maior público gamer para o ambiente Linux.”

 Os recentes lançamentos de placas de vídeo da AMD e Nvidia trazem agora em seus drivers para Windows um novo recurso de redução do tempo de resposta (Input-Lag) que seria o atraso que existe entre uma ação realizada em um dispositivo de entrada como o mouse ou teclado e a exibição da ação na tela do computador. Porém essa hack, para reduzir à latência via driver, abrange apenas uma ou mais camadas especificas de execução do kernel do Windows.

 O projeto XanMod agora possui um novo segmento do kernel Linux, uma versão real-time (RT), focado para o público mais profissional e entusiastas que precisem executar aplicações de tempo crítico em desktops como produção ao vivo, streaming, e principalmente jogos de eSports.
Baixe o XanMod kernel
 O novo kernel possui as mesmas características do segmento LTS, mas agora com adição dos patches PREEMPT_RT para preempção básica em tempo real para desktops.

Lançadas novas versões das ferramentas do projeto Skarnet


A Skarnet desenvolve várias ferramentas para Sistemas operacionais Unix (e unicamente unix)  como a S6 (pronuncia-se Six, seis em inglês) ou para serem utilizadas em conjunto a tais como a SystemV ou OpenRC agregando-lhes mais recursos. Para colocá-las a prova, o próprio site da Skarnet roda sobre uma distribuição Linux desenvolvida e mantida pelo proprio projeto fazendo uso tais ferramentas.

 A base dessa distribuição (como descrito no próprio site) é o kernel Linux, a biblioteca musl, o terminal Busybox e suas ferramentas. Vale notar que o proprio projeto descreve que as unicas ferramentas GNU que são utilizadas são o GCC e o Make por motivos de compilação e mais nada (muito além do GNU é um processo natural). Suas ferramentas estão sob dominio publico ou algum tipo de BSD.
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 Foram lançadas novas versões com novos recursos como a biblioteca skalibs-2.9.0.0 (a principal de toda a pilha skarnet sendo o maior lançamento com dois novos recursos) com algumas funções de baixo nível que foram reescritas de simplificadas e mais eficientes. Um dos dois novos recursos é o de Cross-compilation mais fácil. Git do projeto.

 O  s6-svscan e o s6-supervise do s6 receberam melhorias na parte de mudança repentina que podem ocorrer no tempo de inicialização (tipico de sistemas embarcados que não possuem um clock de hardware persistente) e correções de bugs. Os programas do s6-fdholder-*c  foram removidos por  mal terem sido utilizados, o que não justifica o espaço que estavam ocupando. Git do projeto.