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Lançado Funtoo Linux 1.4

Resultado de imagem para funtoo linux
Funtoo Linux
 Funtoo Linux é uma distribuição source based baseada no Gentoo que foi desenvolvida por Daniel Robins (sim, o mesmo criador do Gentoo Linux) visando trazer melhorias à distribuição. Uma vez que tais melhorias foram rejeitadas pela comunidade Gentoo Linux, Daniel Robins decidiu colocá-la em pratica em sua nova distribuição.
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 Foi lançado recentemente a versão 1.4 que traz como novidades a atualização para o gcc 9.2.0; testes e correções de dependências e kernels debian-sources e debian-sources-lts sendo o lts utilizado agora como padrão para poder utilizar o "custom-cflags" que dará um kernel mais otimizado (as configurações -march de sua subarch mix-in serão aplicadas a sua compilação do kernel, o que aparenta melhorias no desempenho).

 A equipe espera poder dar inicio agora na versão 2.0 dentro de um mês. Enquanto isso, acompanhe um pouco sobre o Gentoo e o funtoo na série os vários sabores de Linux:

Invadiram a conta do Gentoo no Github


GitHub do Gentoo invadido.

O repositório do Gentoo no GitHub foi invadida e já foi trela para o pessoal falar mal da Microsoft. 1 mês e o pessoal já está achando que a culpa é da empresa só pelo fato que ela comprou as ações do GitHub. Para o arrebento debater o assunto:


Como mencionei no vídeo esses erros já poderiam ser comuns no Github mas que só veio a tona agora. No caso do problema do toybox, foi exatamente isso o que aconteceu (apesar de eu ter mencionado outro quadro no caso do toybox, mas foi exatamente o que aconteceu na primeira opção). A imagem abaixo é a resposta do caso do toybox:

Eu vi isso quando o javascipt é bloqueado ou parcialmente bloqueado. Acho que vi isso uma vez quando eu estava atrás de um proxy não transparente, mas foi há algum tempo atrás e eu não consigo verificar.  Isso não é um novo comportamento. Eu venho vendo isso hé pelo menos dois anos, ao menos que eu permita *todo* javascrit no GitHub seus contexto filho.  Geralmente eu restrinjo javascript pot padrão e permito somente o monimo necessário para a página funcionar, porque isso permite que meu notebook antigo obtenha seis horas de vida da bateria ao invés de duas.
Passe o cursor para ler a mensagem em português.

Linus Torvalds ganha o desktop: Chromebooks superam vendas de Macbooks nos Estados Unidos


 Eu já tinha a ideia de escrever um artigo sobre a minha visão sobre o Android (acho que ele seria uma opção interessante para desktop). Foi daí que eu li essa noticia.

Linus Torvalds ganha o desktop: Chromebooks superam vendas de Macbooks nos Estados Unidos

 As vendas de PCs continuam a declinar, mas no primeiro quadrimestre de 2.016 os Chromebooks superaram as vendas dos Macbooks no Estados Unidos de acordo com o analista Linn Huang da IDC.

 Linus ainda mencionou em seu perfil do G+
Hey, ou o Macs não conta muito no desktop, ou podemos ter que finalmente estender o "ano do Linux desktop" piada para descansar.
 Um leitor comentou em seu post que o Chrome OS é um navegador, não um desktop. Boa coisa, mas não a mesma de fato.

 Linus respondeu de volta que não é exatamente do mesmo jeito que os PC's não eram "computadores reais" quando eles começaram a mostrá-lo?

The whole "it's not the same thing" is simply not an argument. Of course it's not the same thing. Computing changes all the time.”

 Linus afirmou que o PC está mudando. Ele tem mudado, e os Chromebooks estão are oferecendo o que uma maioria de usuários precisam.

 O argumento de que o Android não é Linux domina até mesmo lá fora. Lá, parece que a coisa vai mais além; o pessoal afirma que o Chrome OS também não é Linux (mesmo sendo baseado no Gentoo com o kernel Vanilla).

Confiram o meu artigo sobre o Funtoo onde menciono sobre o Chrome OS e o vídeo sobre o Android onde busco esclarecer sobre esse boato:


 Todos os dispositivos rodando Ubuntu, Chrome OS, Android ou Tizen é um dispositivo baseado em Linux. Qualquer OS que utiliza o kernel Linux é um sistema operacional Linux. A userland pode ser diferente; o empacotamento do sistema operacional, dependendo do que público alvo, pode ser diferente. Mas isso não muda o fato de ser Linux.

Whatsapp com criptografia?


 Ontem a noite eu recebi uma notificação do Whatsapp que era necessário receber uma atualização (fazia um bom tempo que não recebia atualizações do Whatasapp, mas beleza, eu supero isso). Por fim, cheguei em casa e coloquei a jabiraca para atualizar. Resultado?

 Concluída a atualização, abri o Whatsapp fiquei com cara de decepção ao ver o que a atualização oferecia. E o resultado foi a mensagem logo abaixo dos chats:

Criptografia no Whatsapp...
 Bom, tudo bem, não havia razão para isso; afinal, esse é um recurso que o Whatsapp ainda não possuía. Mas isso me aconteceu talvez por já estar tão acostumado a ver este recurso dentro do Telegram que para mim não foi nada de impressionante. Fora que o mesmo recurso no Telegram é bem mais interessante.

É desta forma que são criados os chats secretos (criptografados) no Telegram.
É desta forma que são criados os chats secretos (criptografados) no Telegram.

 Existem muitos outros recursos no Telegram que (assim acredito eu) foram copiados pela equipe do Whatsapp. Um dos primeiros que eu havia notado foi o poder utilizar o chat via browser

 Quando comecei a utilizar este recurso no Telegram, eu achei isso muito rico e muito interessante. Você simplesmente loga após fornecer o e-mail (ou número de telefone) e tudo fica sincronizado (todas as mensagens que você recebe através do aplicativo aparecerão no navegador e vice versa). Com o tempo esse recurso apareceu para Whatsapp mas... Eu detestei. Se o smartphone perde conexão, o navegador também perde; daí eu tinha  sempre que ficar cuidando para que o meu smartphone ficasse sempre conectado (horrível ter que ficar dando atenção ao smartphone só para isso).

Sem necessidade de passar seu número de telefone

 Outro ponto relacionado a segurança (que inclusive aparece nesta mesma imagem) é o fato de não ser necessário passar o número de telefone para outras pessoas. Elas podem te encontrar pelo nome de usuário (exemplo o meu: @Tocadotux). Uma mão na roda isso.

Sticker mais animados

 Mais um que que notei que o Whatsapp copiou foi os stickers (mas os do Telegram mais uma vez estão bem melhores ;)
 Quando clico no thumbup por exemplo, aparece o tux, o beasty do FreeBSD, o logo o Debian e muitos outros.

Multimedia

Na parte de multimédia e que pode ser útil para muitos (ou não) é o seu player flutuante. Você pode assistir um vídeo em tela cheia como de costume, mas é possível também reduzir o tamanho do vídeo e continuar fazendo outras coisas como bater papo (é possível até mesmo escolher aonde o vídeo vai ser posicionado na sua tela ;) Reparem o vídeo abaixo:





 

 Ainda dentro de multimédia; quando recebemos mensagem de voz podemos ouvi-las todas sequencialmente bastando dar o play em uma só das mensagens (não precisamos esperar uma mensagem acabar para depois ouvir a outra). Legal disso é que podemos ouvir as mensagens de voz e ir ir para outro chat.

 Bom, por fim, não estou escrevendo este artigo para mostrar que o Telegram é superior ao Whatsapp, mas como que um projeto de código aberto contribui muito para o avanço até mesmo dos proprietários. O fato do código fonte do Telegram estar disponível livremente facilita para que recursos sejam até mesmo copiados para o Whatsapp ou a quaisquer outros aplicativos da mesma linha (ou de outras linhas). Se não, seria necessário maior investimento financeiro e muito tempo em pesquisas para descobrir como escrever tais recursos (e por essa razão eu acho interessante as empresas contribuírem para os projetos open source. Se são beneficiadas com o open source, por que não contribuir?).

 Isso acontece também no Windows até em épocas remotas. Há muitos recursos do Linux que a Microsoft copiou para o Windows:
  • O botão de ejetar com segurança (sempre menciono isso)
  • Multi-tarefa e multi-usuário
  • Instalar programas sem precisar reiniciar (apesar que ainda existem ocasiões que o Windows é obrigado a reiniciar para concluir a instalação)
  • Acesso a rede
  • A GUI do Windows 10 é uma cópia do KDE Plasma (o Windows 8 me lembrou o Gnome ou o Unity)
 Tenho um artigo chamando "As incríveis vantagens proporcionadas pelo software livre e de código aberto" e pensei em escrever esse até mesmo como uma emenda para mostrar mais uma vantagem que o software livre e de código aberto proporciona a indivíduos e empresas.


 Há muitos outros recursos no Telegram que não descrevi aqui como editar mensagens enviadas (sim, podemos editar as mensagens enviadas e esquecer o esquema de enviar uma mensagem com *), excluir mensagens enviadas (e não notificar para o destinatário), tema escuro e muitos outros; mas acho que esses estão de bom tamanho. Bora instalar o Telegram e viver mais feliz.

divulgação de conteúdo (Loboshell)

Essa semana eu divulguei o Akila Project do inscrito Walber Vaz. Como esse artigo foi visto pelo Vitor Lobo, ele acabou mencionando sobre o seu antigo projeto também (o que o incentivou a retomá-lo).

divulgação de conteúdo (Loboshell)

utility-belt

 Estou criando uma série de quadros tanto no canal quanto aqui no blog (acredito que isso facilita quando procurarem por algum conteúdo) e um desses quadros é o "Divulgação de conteúdo".
 O meu intuito com esse quadro é mostrar que o Brasil tem cara casca grossa também.

 Países como Bélgica, Noruega, Finlândia, Alemanha e Estados Unidos tem pessoas extremamente, mas extremamente boas no que fazem. A questão é são países em que pessoas recebem incentivo acadêmico e possuem recursos melhores do que o nosso país. Não estou fazendo critica a tais países, pois nós brasileiros não temos o habito de leitura também e nem gana; mas vamos lá galera do Brasil, mostrar que somos bom também mesmo sem (ainda) tais recursos ou incentivos. Prova disso foi o próprio Conectiva Linux.

 Loboshell é um projeto audacioso que visa a facilidade de instalar pacotes, programas, configurar sistemas para todas as distribuições GNU/Linux. A proposta é identificar a distribuição e instalar quando obrigatoriamente for necessário através de um pacote pré-compilado, dando ênfase na maioria dos casos, ao source code para com a instalação.

exemplo-do-antigo-loboshell

 O loboshell v.1.9.0 fora desenvolvido em shell script com Zenity como UI. A versão 2.0 no entanto, está sendo desenvolvido em shell script e Node.js com gtk (projeto NodeGir).

nova-versao-do-lobohell-em-progresso.


 Então, aguardem e acompanhem o progresso da nova versão do Loboshell:
https://github.com/lobocode/loboshell

Comemorando 10 mil views do vídeo do Gentoo/Funtoo

 Pois é, como eu havia dito anteriormente, quero celebrar essa façanha (mesmo que para muitos não pareça tão importante assim, mas para mim é). É uma forma que vejo que consigo difundir bem o conhecimento sobre os projetos.

Comemorando 10 mil views do vídeo do Gentoo/Funtoo

 Pois é, eu achei que nem ia escrever um artigo sobre o assunto; mas depois de um comentário ontem no canal, eu não pude deixar de escrever alguma coisa. Na verdade são 10.247 no exato momento. Estranho foi ter recebido deslike no vídeo sendo que até mesmo o Paul A. Noecker do projeto Funtoo Linux gostou do vídeo e até comentou (além de ter dado um trabalho do caramba para fazer o vídeo).

Eis o comentário que me incentivou a escrever o artigo. Gosto de receber feeds de pessoas que utilizam meus artigos e vídeos para ajudar a fazer seus trabalhos de faculdade.

 Esse vídeo já rendeu uma ótima difusão das duas distribuições que costumo brincar dizendo que é a distribuição Linux mais BSD que conheço. Digo isso como uma brincadeira porque é uma distribuição que tem o seu gerenciador de pacotes (o Portage) baseado no Ports do FreeBSD, utiliza fortemente a clausula 2 da licença BSD e possui a daemon init (o OpenRC) criada em conjunto com Roy Marples, do projeto NetBSD.

 Recebei o agradecimento de Daniel Robins por ter feito o vídeo e por um bom tempo, este vídeo permaneceu no próprio site do Funtoo Linux.

Daniel Robins me agradece pelo vídeo via Twitter


Meu vídeo na página principal do Funtoo Linux
 Então, caso quiser conhecer mais sobre os dois projetos, assista o vídeo "OS vários sabores de Linux (Gentoo/Funtoo Linux):


Resumo da semana 31/10/2015


 Essa semana teve noticias a rodo no Diolinux e artigos no meu blog.
 Batam: Arkhan Knight dando o que falar tanto no Linux quanto no Windows, lançamento de distro, hardware, até mesmo a Solu, a empresa finlandesa que desenvolveu um mini-PC curtiu nossos artigos. Confiram tudo numa taca só.

Solu, o mini-PC de helsinki (cidade natal de Linus) que roda Linux

Resumo da semana 31/10/2015

 Essa se eu pretendia gravar os resumo da semana com um total de quatorze noticias. Porém, se n ão fosse o bom sistema de energia que temos em São Paulo, eu teria gravado. Já que não foi desta vez, vai pelo blog mesmo:
  1. E o SystemD me deixa fulo Pois é, agora compartilho com vocês uma experiencia que me deixa mordido de raiva.
  2. Lançado Snappy Ubuntu Core que é baseado no Ubuntu 15.04 (vivid vervet) e utiliza o pacote Snappy que a Canonical trabalha fortemente em seu desenvolvimento.
  3. E mais coisas sobre o Systemd mostrando as diferenças entre o SysVinit.
  4. Diferenças no ARM32 e ARM64 para os programadores Linux. Programadores devem se atentar as essas diferenças.
  5. Tratando um pouco sobre a init OpenRC que resolvi abordar um pouco para saberem o que ocorreu na história de Debian para a escolha do Systemd.
  6. Raspberry Pi personalizadas serão comercializada.
  7. Solu o mini-PC orgânico que roda Linux um sistema chamado SoluOS. Funciona tanto como um PC e (digamos) como smartphone. No final deste artigo, vocês podem conferir o vídeo sobre esse mini-PC, que eu particularmente achei da hora.
  8. Drivers open source estão com baixo desempenho de acordo com o teste realizado pela Phoronix.
  9. E mais uma vez o game Batman Arkham knight vai atrasar para o Linux conforme dito pela Farel, pediram prazo maior para poder portá-los. Os Linux gamers ficaram mordidos da vida.
  10. Mysar-NG um software de reports de acesso ao MySQL e ao Squid feito por amigos da Area31.
  11. Batman Arkhan knight exige 12 gigaBytes de RAM para funcionar no Windows 10 Estão de palhaçada né. Criticam o Linux pela demora, e quando laçam no Windows, precisa de 12 GIGA DE RAM para rodar bem. E que que adianta lançar e sair assim? 
  12. Lançados SystemRescueCd 4.6.1 e GParted Live 0.24.0-2 com melhorias herdadas do Gparted.
  13. Resumão do Mês sobre o Funtoo Linux: Funtoo Linux e o projeto Unfork.
  14. E os mano do Arch Linux  pira (se não infarta) com a noticia de que Twich viwers tentarão instalar Pokemon.
não deixem de me seguir no TSU Confiram o vídeo (que a própria Solu curtiu o meu Twitter) no meu canal:  


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Resumo do mês Funtoo Linux

  Para promover o projeto Funtoo (que é uma distribuição que percebo ser muito visionária), pretendo fazer sempre um resumão do mês aqui, para que todos saibam o andamento do projeto.

novo-visual-do-site-funtoo-linux.

Resumo do mês Funtoo Linux

 Foi iniciado por Daniel Robins, o Project Unfork. Esse projeto visa reduzir o número de pacotes forks do Gentoo para o Funtoo Linux e os transmitir em outros métodos para promover builds mais consistentes. 

 No dia 22 de Setembro, foi postado por Daniel Robins via Twitter que inicio do projeto Unfork. Desta forma, Daniel pode focar mais no R&D do que manter os ebuilds diariamente.


Foi criada no dia 4 de Outubro deste ano uma arvore para o projeto no GitHub que pode ser clonado. A arvore Unfork foi emergida na arvore principal do Funtoo no dia 12 de Outubro deste ano (mesmo o OpenRC do Funtoo Linux, que é um fork do OpenRC do Gentoo, entrará para esse processo).

 O Status do projeto pode ser acompanhado em http://www.funtoo.org/News:Project_Unfork_Status.

What's Unforked?

 A arvore Project Unfork atualmente inclui os seguintes componentes unforked:
  • O Progress Overlay foi removido e realizado upstream dos ebuilds do Python do Gentoo estão disponíveis ao inves de (unfork de ~500 pacotes)
  • O Funtoo GNOME Overlay foi removido os ebuilds upstream Gentoo GNOME estão disponíveis ao inves de (unfork de ~200 pacotes)
  • Portage-2.4.0 (2.4.0 é a nossa versão do upstream 2.2.2.1) está disponível e recomendada para ser utilizada.

 Atualmente é preciso testar o portage-2.4.0 e o GNOME 3.16, com uma enfasi no funtoo-current build, e emergir várias coisas sem blockers ou outras complicações. 

 Saiba o que são forks no artigo:
O que são forks?

Tratando um pouco sobre a init OpenRC

OpenRC

Tratando um pouco sobre a init OpenRC

    Bom, cheguei a mencionar sobre o OpenRC no meu artigo "E o Systemd me deixando fulo da vida" em que para mim, muita coisa no Systemd, foi simplesmente reinventar a roda. Por que não comentar sobre o OpenRC?

    É inevitável que utilizemos o systemd? Bom, em partes pode ser que seja. As principais distribuições estão adotando-a. Fica a critério em alguns casos das nossas decisões sobre o que vamos utilizar. Mas existem outras inits no mundo Linux (o que considero como a beleza do linux, sempre há alternativas da mesma solução a oferecer. Isso é "os vários sabores de Linux").

    A daemon init OpenRC foi desenvolvida em 2001 por Daniel Robins (criador do Gentoo Linux) e mantida por outros membros como Azarh (Martin Schlemmer), com a migração da nova init system com a assistência de Woodchip (Donnie Davies) que convertei todos os scripts ebuild init scripts para funcionar com o novo sistema. Roy Marples se tornou 

    Roy Marples, que se tornou desenvolvedor do Gentoo em 2004 e mantinha os scripts modulares de rede para o pacote baselayout do Gentoo. Em 2007, Roy anunciou a baselayout-2 contendo scripts init reescritos condificados em C e permitindo init scripts POSIX sh ao inves de utilizar o bash (que as implementou em meados do mesmo ano em versões alpha e pre release ao Portage do Gentoo como componente opcional).

    Uma das alternativas para o Debian de substituir o atual SystVinit era exatamente o OpenRC (antes mesmo de pensar em Upstart ou Systemd). O que levou a comunidade Debian a não utilizar o OpenRC (e com uma certa razão) foi como afirmaram no e-mail:
O OpenRC é mais conservador e com menos mudanças revolucionarias do que o Systemd e o Upstart...
Se vamos concentrar esforços de substituir init systems e mudar nossos scriptis startup, um requerimento minimo para mim é que ao menos enderecemos os pontos fracos do mecanismo sysvinit, nomeadamente:
* Ausência de integração com os eventos de kernel-level para para  comandar startup corretamente.
* Sem mecanismo para monitoramento de processo e reiniciar além da inittab.
* Confiança pesada em shell scripting ao inves de syntax declarative.
* Um fork e exit com arquivo modelo PID para daemon startup.
    Isso aconteceu com o OpenRC devido a saída de Roy do projeto Gentoo no final de 2007, quando a baselayout-2 ainda estava em pre stage (o que foi mascardo). Roy continuou mantendo a baselayout-2 como um projeto independente (que foi permitido pelo concelho do Gentoo sob a clausula 2 da licença BSD) . Em meados de 2010, Roy resolveu não mais mantes o OpenRC, como dito por ele mesmo eu seu site, se aposentou devido a rasões politicas. Nesse ponto, ele transferiu o desenvolvimento para a comunidade Gentoo.

    Daniel Robins continua a desenvolvê-lo como um projeto independente, mantendo a versão fork do OpenRC para o Funtoo Linux, que inclui um sistema de configuração de rede Funtoo-specific.

E o Systemd me deixando fulo da vida

 Se tem uma coisa que me deixa mordido da vida por utilizar o Systemd é o seu comportamento. Recentemente tive péssima experiência com ele.

Arquitetura-do-systemd.

E o Systemd me deixando fulo da vida

Meu assunto sobre o Systemd, tanto no meu canal quando blog, começaram através do vídeo sobre a distribuição Debian. Veja abaixo a parte que menciono sobre o Systemd no vídeo do Debian:

Daí rolou todo aqueles boatos que o Systemd causa ameaça ao software livre e de código aberto. Sendo franco e imparcial sobre o assunto, todos esses assuntos não passam de especulação. Muitos nem mesmo sabiam que o Systemd já estava presente no Debian 7.
 Esse assunto virou especulação tão grande que vi em fóruns internacionais o pessoal afirmando que o Systemd se trata de uma armadilha da Microsoft para acabar com o Software livre.... (ri muito)

 Foi onde fiz o vídeo "O caso Systemd":


Resolvi fazer questão de utilizar o Debian para verificar o que o Systemd tem a oferecer. Na questão de boot mais rápido como proposto... sim, ele oferece um boot mais rápido. Pude notar isso do Debian 7 para o 8, mas agora vou expor a minha raiva sobre o Systemd.

Gostei dele, está funcionando bem (também, depois de anos de desenvolvimento, se não funcionasse bem, se joga da ponte), só que como qualquer outra daemon init faz... nada de inovador ao meu ver (ao menos, não ainda).

Pergunta feito a Linus sobre o Systemd, podemos ler o seguinte:
init system
Por lorinc
 Não havia um kernel unix-like decente, você escreveu um que se tornou finalmente o mais utilizado. Não havia um software de controle de versão decente, você escreveu um que se tornou finalmente o mais amado. Você acha que já temos uma init system decente, ou você tem plano de escrever uma que vai finalmente se estabelecer no mundo nesse tópico quente?
Linus: Você pode dizer que a palavra "systemd", não é uma palavra de quatro letras. Sete letras. Conte-as.
 Tenho que dizer, eu realmente não tenho ódio pelo systemd. Acho que ele melhora bastante no estado sobre init, e não, eu não me vejo aprofundando em toda essa área.
 Sim, ele pode ter uns poucos cantos estranhos aqui e ali, e tenho certeza que você encontrará coisas a desprezar. Isso acontece em todo projeto. Não sou um enorme fan de binary logging, por exemplo. Mas isso é só um exemple. Prefiro muito mais a infraestrutura do systemd para a inicialização de serviços do que a da tradicional init, e acho que é uma decisão de projeto muito maior.
 Sim, Tenho questões de personalidade com alguns dos mantenedores, mas isso é uma questão de como você trata de bug reports e aceita a culpa (ou não) para quando coisas vão erradas. Se as pessoas acham que isso siginificava que eu tenho antipatia ao systemd, terei que lhes desapontá-los, pessoal.

Agora, expondo o lado que o Systemd me deixa irritado, notei que ele apresenta uma falha ao atualizar o sistem. Após atualização utilizando aptitude safe safe-upgrade, algumas vezes o computador não desliga quando ao utilizar um dos comando:
$systemctl poweroff
#halt
#init 0
 Da semana passada pra cá, já foram três vezes que isso aconteceu. Sendo franco, isso é muito irritante; não consigo desligar o computador em algumas ocasiões. Tenho que puxar o cabo, por que na tela consta que o sistema foi desligado, mas está la, o computador ligado.

 O Pulse áudio, ficou muito a dever. Me da um trabalho conseguir uma qualidade razoável no áudio para os vídeos (o ALSA fazia isso melhor). Questão do boot rápido, ao meu ver foi simplesmente reinventar a roda, pois o OpenRC já fazia isso a bem mais tempo (e oferece boot bem mais rápido). Não sei por que não analisaram o OpenRC melhor antes de desenvolver o Systemd, talvez alguma questão na clausula 2 da licença BSD que poderia atrapalhar.

 Bom, mas enfim, esse artigo foi um feedback a quem quiser saber mais sobre o Systemd. Ele é uma realidade (aceitemos ou não). Não deixem de ler o artigo sobre o introdução ao Systemd que eu traduzi direto da Linux Foundation.

Para que serve a liberdade?

A liberdade é boa, mas, até aonde ela vai? Ou, ate aonde ela deve ir? Para que serve a liberdade?

Para que serve a liberdade?

Já escrevi alguns artigos sobre a minha ideia do software livre como A ameaça eminente do software proprietário, A ameaça que os formatos proprietários podem causar e As incriveis vantagens que o proporcionas pelo software livre e de código aberto. Vou continuar essa abordagem devido ao meu ultimo artigo.

 Um mês atrás eu vi uma critica que fizeram a respeito do artigo que o Dionatan escreveu sobre quais distros que podem morrer. O comentário foi o seguinte:
Foi simplesmente o comentário mais idiota que já li.Por que maldita empresa?
 Recebi também uma critica do mesmo estilo no meu artigo O dia em que o pinguim adquire asas e cauda de um dragão de ferro. A critica dizia que o LLVM não era livre pelo simples fato de haver empresas por trás de seu desenvolvimento.
Como se houvesse mal em empresas estarem envolvidas no projeto.
 Como se não bastasse, vi uma certa vez uma critica também ao LibreOffice quando foi postado a divulgação do II encontro LibreOffice. Uma pessoa comentou: "Se o software é livre a palestra tem que ser de graça. Estou fora."

 Não me entendam mal, gosto das quatro liberdades da GPL, acho muito interessante o que ela tem a oferecer, mas percebo que não conseguimos distinguir as coisas quando as vemos. Confundimos software livre com cerveja de graça; nem mesmo a GPL proíbe a comercialização de software livre.
 Linus mesmo afirma isso no artigo Sobre o futuro do Linux sem ele:
“Não é que você torna algo open-source por que é de alguma forma moralmente a coisa certa a se fazer,” ele diz. “É por que ele lhe permite fazer um trabalho melhor. E acredito que pessoas que acham que open-source é anti-capitalismo sejam inerentes e francamente estúpidas.”
 Não estamos sabendo para que serve a liberdade, o que fazer com ela. Isso acaba me lembrando certa historia que li sobre alguns bandidos que fugiram de uma prisão. Tendo obtido exito na fuga, logo eles estavam finalmente desfrutando da tão sonhada liberdade. Um dentre os fugitivos, não sabia o que fazer com a liberdade que ele tanto sonhara ter. Se não tomarmos cuidado, vamos acabar da mesma forma.

 Recentemente, postei um vídeo tambem sobre o paradigma Open Source:

 A ideia do UNIX ser livre tinha mais a ver com a questão de ideologia da época (a geração paz e amor, liberdade das autoridades). O código aberto do UNIX, mesmo que sem interesse comercial, acabou o tornando atraente devido a sua robustez (e foi o que aconteceu com o Linux).

 O problema que vejo, é que essa definição de liberdade entre nós, é muito mal elaborada. Ela precisa de um molde, de uma definição melhor, buscarmos o por que. Estamos desnorteados; muitos de nós nos tornamos cegos guiando cegos. Se não fosse verdade, não estaríamos tão divididos em nossas opiniões e ego, achando que uma distribuição é melhor do que a outra ao invés de nos unirmos e contribuirmos para assim obtermos um sistema (o Linux) cada vez melhor com o que cada uma delas tem de melhor a oferecer.
 Precisamos de uma definição coerente do que é liberdade, o que ela significa e o que fazer com ela.

 Um software não é bom somente pelo fato de ser livre/aberto. Não significa que ele é melhor do que o proprietário se ele não oferece solução pouco favorável ou possui uma comunidade pouco ativa, uma comunidade pouco envolvida no avanço e progresso do projeto, recebe pouca atenção.

 Viver somente de filosofia não é la grande coisa. Se caso quiser viver desta forma, não é problema, isso não é uma critica a quem quiser viver assim; o que estou mencionando aqui é que recursos financeiros se fazem necessários em qualquer área que ocupamos na vida para manter um projeto ativo.
 Pode ser que, você que está lendo agora, não precise; não há regra que não tenha exceção, Mas veja o caso do openmailbox que no site mesmo descreve o quanto eles precisam para manter o site funcionando:
Eles precisam de 12.707 Euros para manter o site no ar; sendo 120 Euros para o domínio, 144 Euros para o certificado Ssl e 13.720 para infra estrutura. 
 O wikipedia faz a mesma coisa, assim como vários outros projetos free/open source. Querem um exemplo para entender melhor o que digo? O Blender, que quase foi descontinuado e conseguiram arrecadar €100.000 para que o Blender não fosse descontinuado. Já pensou um software desse ser descontinuado sendo que ele é utilizando desde estúdios de TV a NASA?


 Essa é a beleza que eu vejo software livre e de código aberto; a contribuição que ele faz para a humanidade. Ele segue bem um padrão de uma universidade; um universidade forma pesquisadores e suas pesquisas tem que ser docente.

 Quando Ted T'so afirmou na Linuxcon: "Eu não faço por dinheiro, faço por que gosto do que faço."
outro desenvolvedor do kernel afirmou: "eu faço por dinheiro. Não me entendam mal, eu faço por que gosto, mas as contas vem. Eu preciso levar as crianças para a escola, pagar seu material didático; elas precisam vestir, se alimentar."
O alemão Christoph Hellwig, que é responsável pela parte de acesso ao HD/SSD do kernel, também respondeu: "eu também faço por dinheiro. Pela mesma razão e também por que gosto."
 Percebo que muitos que amam e defendem o movimento de software livre e de código aberto não tem uma boa definição do que é tal coisa.

 Quando Linus disponibilizou o Linux para download, ele afirmou que não queria ganhar dinheiro, mesmo recebendo e-mails de pessoas perguntando se ele queria que elas o doassem uma contribuição de uns 30 dólares para ajudar (apesar que ele mesmo afirmou que dinheiro seria útil. Ele pagava o computador com o dinheiro que recebia da escola e tinha que financiar o resto). Por questões acadêmicas Ele estava mais interessado que as pessoas pudessem ver o código, fazer modificações e melhorias para satisfação própria e em troca, ele poderia ver também o que as pessoas estavam fazendo, ter sempre acesso aos fontes, as melhorias, aprimoramentos e ele próprio usufruir de tudo isso.

 Para Linus, não deixando dinheiro entrar, afastaria as pessoas gananciosas. O Linux, em sua primeiras versões, não estava sob a GPL. Linus detinha todos os direitos autorais do Linux (a não ser que ele vendesse esses direitos) de acordo com convenção de Berna no século de XIX.

 A regra que Linus criara pelos direitos autorais concedidos a ele, rezava o seguinte:
 Você poderia utilizar o sistema operacional gratuitamente, contanto que não o vendesse e, se fizesse quaisquer modificações ou aprimoramentos, precisaria disponibilizar o código fonte (em oposição a binários, que são inacessíveis). Se não concordasse concordasse com essa regra, não teria direito de copiar o código fonte ou de fazer qualquer coisa com ele.
 Passado algum tempo, foi perguntado a Linus em um evento de UNIX (era comum pessoas irem munidas de disquetes com o Linux para vendê-lo) se elas poderiam comercializá-lo devido terem gastos como o disquetes e horas de trabalho para ter um sistema em funcionamento pronto para uso. Foi aí que Linus começou a repensar postura sobre a qual Linux não era para ser vendido, e na versão 0.12 do kernel, foi adotada a licença GPL.

 Perguntado por andrew Tunenbau a Linus (naquele debate sobre linux vs minix) se Linus queria que o Linux fosse comercializado, Linus simplesmente respondeu que sim. Andrew não respondeu mais nada depois disso. É tão vantajoso o Linux ser comercializado ou mantido por empresas com recursos financeiros que Linus mesmo afirmou que é assim que ele enche o tanque de gasolina de seu carro.

 Em um evento da Comissão Europeia de 2010, foi apresentado por Jesús García-García & Ma Isabel Alonso de Magdaleno do departamento de administração de negócios da universidade de Oviedo, um documente onde apresentam quanto seria necessário para o desenvolvimento do Linux. Pasmem, seria necessário um valor estimado de:
  • EUR 1,025,553,430
  • 985.74 desenvolvedores envolvidos
  • Estimadamente 167.59 meses (14 anos)

 Isso do kernel 2.6.11 ao 2.6.30 (imaginem hoje). Um documento assim foi apresentado também pela Linux Foundation, que o Dionatan me mostrou em um debate que tivemos enquanto eu escrevia esse artigo (coincidência ou não, tivemos a mesma ideia simultaneamente). Linux representa um eco sistema de 21 bilhões de dólares em 2007, de 25 bilhões de dólares em 2008 e sei la o quanto hoje. Nos últimos anos o desenvolvimento do Linux vem crescendo mais ainda.

 O mesmo caso aconteceu com o Debian em que calcularam quanto seria necessário para o seu desenvolvimento. Chegaram a barganha de 1.9 bilhões de dólares. Isso em sua versão 2.2, por que já na versão 7, ele menciona o seguinte 
Em minha análise, o custo projetado na produção do Debian Wheezy em Fevereireo de 2012 é de US$19,070,177,727 (AU$17.7B, EUR€14.4B, GBP£12.11B), fazendo o código fonte upstream de cada pacote valer um média de US$1,112,547.56 (AU$837K) para produzi-lo. Impressionantemente, Isso tudo é livre (de custo).
 Então, para as empresas se torna mais viável e mais interessante para as empresas contribuírem com o desenvolvimento do software livre e de código aberto, mantendo as suas contribuições no mesmo modelo, e poderem criar um negócio em torno dele (do que em muitos casos terem que desenvolver soluções proprietárias). O software será mantido sempre aberto, mas o modelo de negócio criado em cima do software livre e de código aberto pertence a empresa. com é o caso da Red Hat que é um modelo de negócio em torno de software livre e de código aberto (sim, algumas ferramentas dentro do Red Hat Enterprise Linux são proprietárias, mas utilizar software proprietário em conjunto com o livre se torna um modelo de negócio em torno do software livre). Hollywood é outro exemplo; utilizam fortemente Linux para produzir seus filmes (o software é livre, os filmes não). Da mesma forma a Valve, que contribui hoje com o desenvolvimento do Linux, está trabalhando no do SteamOS, disponibiliza o Steam gratuitamente (mesmo que não forma livre), e fatura com a venda de jogos (acredito que era isso que a Sega deveria ter feito, ao invés de ter utilizado o WindowsCE no DreamCast. Hoje ela estaria mais ou menos no estilo da Valve).

 Imagina se o Linux não fosse utilizado hoje em soluções comerciais, como as coisas seriam bem mais caras. Imagina se Santos Dumont não tivesse patenteado o avião como patrimônio da humanidade, como seria bem mais caro voar hoje.

 Minha definição de software livre: Somente de saber que uma solução proprietária (seja software, filmes, musicas, livros ou qualquer outro serviço ou produto) foi desenvolvido em software livre, eu já estou satisfeito; pois o software livre atingiu seu objetivo: Ele mostrou ser eficiente ao ponto de sua adoção, mostrou progresso, ganhou notoriedade, destaque e contribuições de empresas que precisam dele.
 Só o fato de ele ser estável e seguro é um fator muito bom que podemos usufruir bastante sem mesmo a necessidade de ficar tendo o código fonte (por que muitos que revogam que seja livre, nem mesmo sabem ler código fonte ao ponto de descobrir falhas, vulnerabilidades ou códigos espiões de empresas para vir a contribuir), mas gosto também de poder extrair o máximo dele de acordo com as minhas necessidades, como é o caso de compilar um programa de acordo com o que quero.


 Lembrem-se de que é preciso recursos financeiros para manter projetos; projetos possuem despesas mesmo eles sendo livres. É por essa razão que quase todos os projetos (de que posso me recordar) tem a sua sessão de doações. Caso uma empresa venha a fazer doações rotineiramente para o andamento de um projeto, ele não deixa de ser livre. Não é somente indivíduos que podem contribuir financeiramente; empresas também podem fazer isso e não é algo imoral ou ilegal.

 Tenho o manual, blog, canal no Youtube, documentação do Funtoo como também já participei da distribuição ipfire (que por falta de recursos financeiros, tive que parar). Meu canal e blog mesmo são monetizados e possuo conta do Patreon e KickStarter por essa razão. Até aproveito para pedir que se possível, desbloqueiem os adblocks para os nossos canais e blogs; recebemos pelos anúncios contidos neles e os adblock bloqueiam nossas receitas. Somente de você fazer isso, você já contribui com os nossos projetos. Se eu conseguir captar recursos financeiros para manter as minhas despesas, posso me dedicar melhor a eles sem ter a necessidade de sair para trabalhar formalmente e me dedicar a eles somente no tempo vago.
 Tenho outros projetos para a comunidade, mas isso fica para um futuro.

 Então, caso veja um projeto sendo financiado por alguma empresa, não o tenha como abominável. Não há nada de errado quanto a isso. Vamos trabalhar melhor e nossa definição sobre o que é software livre e de código aberto, vamos trabalhar no por que queremos e gostamos da liberdade.


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Lançado novo Minicurso de atributos no Linux

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