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Rocky Linux migrará para Hurd

Rocky Linux Project shifts focus to Rocky GNU/Hurd

Rocky Linux migrará para Hurd

 O projeto Rocky Linux anunciou que pretende migrar para o microkernel GNU Mach que conhecemos pelo nome de suas daemons, o Hurd. 

 Todos nós conhecemos o Rocky Linux e o Alma Linux que como distribuições que surgiram como substitutos ao antigo CentOS que foi descontinuado (mais detalhes sobre o CentOS Stream podem ser conferidos na minha live). Ambas as distribuições passaram a ganhar atenção e até mesmo a serem financiadas por grandes empresas (é, foi necessário acontecer o desastre para depois financiar o que já era para ser financiado...)

State packages for Enterprise Linux

Processo de criação das distribuições da família Fedora

 O Hurd por sua vez é o microkernel do projeto GNU que, além de não ter sido feito pelo próprio projeto, ainda sofre com lentidão em seu desenvolvimento. Mas parece que agora o Hurd está começando a apresentar sinais de poder ser utilizado para que ele inicialmente projeto, "um projeto grande e profissional" pois, para uma distribuição como Rocky Linux que já é utilizada em produção e que está se consolidando anunciar uma migração, é porque coisa boa pode estar vindo por aí. Recentemente eu escrevi que a equipe do Hurd está adotando o framework Rump Kernel, o que pode ter ajudado um pouco nesse processo.

 O projeto anunciou que nos próximos anos estarão trabalhando na migração do RHEL para o Hurd e passará a se chamar Rocy GNU/Hurd. Foi criado até mesmo uma FAQ para ajudá-los entender melhor como será o processo de migração.

 Bom, tudo isso parece até mesmo uma piada de primeiro de Abril, mas é mesmo kkkkkkk

Suse também deixa o mercado russo

Suse também deixa o mercado russo

Suse também deixa o mercado russo

 No dia 09 de Março a Red Hat e a IBM anunciaram que estavam saindo do mercado russo e bielorrusso devido a guerra contra a Ucrânia. Todo o apoio foi prestado aos seus empregados em ambos os países e na Ucrânia.
 A Suse também anunciou a sua saída de ambos os países seguindo o êxodo das grandes empresas porém, a Suse tomou essa decisão e atitude dois dias antes da Red Hat.

"Como a maioria das pessoas, continuo observando os acontecimentos chocantes na Ucrânia e a crescente crise de refugiados com um profundo sentimento de desespero. É perturbador testemunhar a invasão ilegal de um estado soberano e o sofrimento de cidadãos, incluindo tantas crianças e membros vulneráveis ​​da sociedade diante de nossos olhos. É ainda mais surreal que essa destruição e interrupção desnecessárias na vida de tantos esteja ocorrendo no século 21. Embora entristecido pelos noticiários, também estou cheio de desejo de avançar com as ações que podemos tomar como empresa.
A SUSE continua comprometida em apoiar os esforços humanitários para ajudar refugiados e vítimas de guerra a reconstruir suas vidas. É um momento desesperadamente desafiador para nossos funcionários que têm familiares na Ucrânia, então estamos fazendo tudo o que podemos para apoiá-los. Todos os funcionários e suas famílias têm acesso ao SUSEAssist, nosso programa de apoio ao funcionário.
Juntamente com esses esforços, estamos observando todas as sanções econômicas. De acordo com essas sanções, estamos avaliando todas as nossas relações comerciais na Rússia e suspendemos todas as vendas diretas na Rússia. Também estamos preparados para cumprir sanções adicionais que possam ser implementadas.
A bravura e a resiliência do povo ucraniano, compreensivelmente, cativaram o mundo. Não há dúvida de que o SUSE se solidariza com o povo da Ucrânia e apoia os esforços globais para o fim das hostilidades."
 A saída de empresas como a Red Hat e Suse apresentam um efeito dominó na queda económica da russia uma vez que grandes serviços como SAP e Oracle (que também já deixaram o mercado russo) são fortemente comercializados através de tais distribuições.

Red Hat descontinua suas operações na Russia

Red Hat e IBM discontinuam suas operações na Russia e na Bielorrússia

Red Hat descontinua suas operações na Russia

 Ontem (dia 08/03/2022) foi anunciado que a Red Hat descontinuará suas operações na Russia. Como a Bielorrússia é aliada da Russia, as operações acabam sendo descontinuadas nos dois países. A situação é ainda mais grave, pois isso faz com que a IBM também saia do mercado dos dois países.
"Isso inclui descontinuar relações de parceria com organizações baseadas ou sediadas na Russia ou na Belarus.”
 A Red Hat e a IBM são apenas duas de muitas empresas que estão fechando seus escritórios de ambos os países; outras como Microsoft, Google, Apple  já fizeram o mesmo. Mas a Red Hat e a IBM não pararam por aí; a empresa anunciou também está prestando apoio a todos os empregados e associados da IBM/RedHat na Ucrania. 

“Ajudamos os Red Hatters na Ucrânia e suas famílias (incluindo cônjuges, filhos e familiares) a se mudarem com segurança para países próximos e continuamos a ajudar aqueles que permanecem no país de todas as maneiras possíveis. Somente nos últimos dias, os ônibus organizados pela Red Hat transportaram com segurança várias dezenas de familiares de nossos associados ucranianos através da fronteira para a Polônia. Também estamos apoiando nossos associados na Rússia*. E para qualquer Red Hatter que precisar, não importa onde você esteja, temos recursos adicionais de bem-estar disponíveis.”
"Ouvi histórias notáveis ​​sobre essas ações, incluindo um associado na Polônia que dirigiu  por várias horas em cada direção para pegar a esposa e o filho de um colega na fronteira com a Ucrânia e abriu sua própria casa para eles"
“Esse espírito de união e cuidado mútuo não me surpreende – já vi isso na Red Hat muitas vezes. É o que torna os Red Hatters tão especiais e o que me deixa orgulhoso todos os dias."
 Parabenizo a Reed Hat e a IBM por não virarem as costas e prestarem todo apoio possível a população ucraniana e população russa que acabaram sendo afetados.

*São 183 empregados na Russia. Slava Ukraini.

https://www.redhat.com/en/blog/red-hats-response-war-ukraine

Lançado Hat Enterprise Linux 9 Beta

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Lançado Hat Enterprise Linux 9 Beta

 A Red Hat anunciou no dia 3 de Novembro o lançamento da versão Beta do Red Hat enterprise Linux 9. Além de  trazer melhorias solicitadas pelos clientes, o RHEL 9 é o kernel Linux 5.14 (o mesmo do Fedora 35) com suporte a live patching via web console; foi projetado para trabalhar com de nuvens hibridas; trás suporte integrado a OpenSSL 3 (e senha de root via SSH desabilitado por padrão); autenticação por Smart Card, cgroup2 e o Podman e versões recentes do PodmanGCC 11 e as ultimas versões do LLVM, Rust, GoPython 3.9.

 O RHEL possui suporte as arquiteturas Intel/AMD64 (x86_64), ARM 64-bit (aarch64), IBM Power LE (ppc64le) e IBM Z (s390x).

 Essa versão trás poucas mudanças na usabilidade se comparado com o RHEL 8 (já apresentado aqui no blog) exigindo pouco aprendizado das equipes de administradores de sistema e dev Ops

Xinuos anuncia que processará IBM e Red Hat


    No dia 31 de Maço a empresa Xinuos anunciou que estará processando a IBM e a Red Hat por violações da lei Antitrust e violação de direitos autorais. A Xinuos alega que ambas as empresas vem infringindo o uso de suas patentes desde de 2008 copiando código de seus programas para o seus sistemas operacionais de servidores e que a IBM vem conspirando com a Red Hat para ilegalmente dividir o mercado.

    Esse caso me chamou a atenção já que Xinuos possui parceria com quem? Ninguém menos que com a SCO. Se você não faz ideia do que eu estou falando, a SCO já processou a IBM alegando violações de licenças do Unix no desenvolvimento do código do Linux. Esse caso ficou conhecido como SCO v. IBM e durou mais ou menos de 2003 a 2018. Coincidência por se tratar da mesma coisa... Não?

operating systems for enterprise environments for more than 40 years, with a reputation for stability and rock solid performance in mission critical contexts.
Texto da Xinuos na sessão About

    Honestamente, pode ser que a IBM e Red Hat tenham cometido tal infração, mas com o longo histórico da SCO com a IBM, já dá para perceber que sua intenção não seja das melhores e espero que perca esse caso. É esperar para ver o que vai acontecer.

Red Hat deixa de financiar a FSF após o retorno de Richard Stallman

Red Hat deixa de financiar a FSF após o retorno de Richard Stallman


    Depois do retorno de Richard Stallman à Free Software Foundation, o assunto deu muito pano para manga. Alguns se mostraram favoráveis a seu retorno e outros contra. Chegaram a fazer um baixo assinado com péssimos argumentos pedindo a sua saída, uma membro importante da FSF chegou a renunciar após o seu retorno e agora foi a vez da Red Hat se pronunciar sobre o retorno de Richard Stallman; só que cortando o financiamento da Free Software Foundation. No dia 25 de Março, a Red Hat escreveu em seu blog a "Declaração da Red Hat sobre o retorno de Richard Stallman ao conselho da Free Software Foundation":
Red Hat é uma doadora e contribuidora de longa data de projetos administrados pela Free Software Foundation (FSF), com centenas de contribuidores e milhões de linhas de código contribuídas. Considerando as circunstancias originais da renuncia de Richard Stallman em 2019, a Red Hat chocou-se ao saber que ele havia retornado ao conselho de diretores da FSF. Como resultado, estamos imediatamente suspendendo todos os fundos Red Hat da FSF e quaisquer eventos hospedados pela FSF. Além disso, muitos contribuidores da Red Hat nos contaram que não planejam mais participar de eventos liderados ou apoiados pela FSF, e nós os apoiamos.
    E não parou por aí. Hoje (dia 30 de Março) Lennat Poettering anunciou o lançamento da versão 248 do systemd e que, como sempre, com zero envolvimento da FSF. Alias, vale a pena conferir o que há de novo no systemd ao invés de ficarmos criando defeito para ele.


Lançado Fedora Linux 34 Beta

Lançado Fedora Linux 34 Beta

    No dia 23 de Março foi lançado o Fedora 34 Beta que tem previsão para ser lançada a sua versão oficial no final Abril.

    O Fedora 34 traz o BTRFS com compressão transparente habilitado por padrão gerando maior economia de armazenamento, aumenta a vida de memória flash por reduzir a escrita, melhora o desempenho de  leitura e escrita de arquivos maiores e pode trazer melhorias no futuro já que pretendem continuar utilizando o BTRFS em versões futuras (e assim espero).

Fedora 34 utilizando compressão transparente com o Zstd em sub-volume. Imagem fornecida pelo Renato do canal FastOS

    O PipeWire substitui o PulseAudio para fornecer baixa latência de áudio, possui uma infraestrutura para atender as necessidades tanto de desktios quanto de mixagen profissionais e atender as necessidade decontainers do flatpak.

    O Gnome 40 é o ambiente padrão que traz muitas melhorias de recursos se comparado ao GNOME shell. Já o Fedora KDE Plasma Desktop Spin passa a utilizar o Wayland por padrão (AÔ DELICIA) e traz também a primeira versão para a arquitetura aarch64. O Fedora 34 Também traz a primeira versão com a interface i3:

Fedora 34 Spin com i3

    E por ultimo traz habilitado por padrão systemd-oomd para os units do systemd. Todas as informações podem ser lidas no site Fedora Magazine e  no próprio site do Fedora.
Agradeço ao Renato do canal FastOS pela imagem do Fedora 34 com compressão transparente com o Zstd.

Descobertas vulnerabilidades na parte de rede do Linux


    As falhas foram descobertas por Alexander Popov da empresa sediada em Londres Positive Technologies. Alexander Popov é um engenheiro de software que de 2012 á 2016 teve 14 patches aceitos  na mainline do kernel Linux. Este ano Alexander descobriu e corrigiu cinco brechas na implementação do virtual socket do kernel Linux (que apareceram quando o virtual socket multi-transport support foi adicionado) que permitiriam ser utilizadas para escalar acesso como root e derrubar servidores com um ataque DoS (Denial of Service).


 Apesar que Alexander descobriu as vulnerabilidades no Fedora Server 33, elas existem em qualquer distribuição que estiver utilizando o kernel Linux 5.5 em diante. Greg Kroah-Hartman aceitou os patches de ALexander a partir do kernel 5.10.13 no dia 3 de Fevereiro (que já foram incorporados em distribuições como Fedora 33, Red Hat Enterprise Linux (RHEL) 8, Debian, Ubuntu e SUSE).

Lançado Fedora 33 com o sistema de arquivos Btrfs

Lançado Fedora 33 com o sistema de arquivos Btrfs

 Hoje é um dia muito importante, o dia tão esperado do lançamento do Fedora 33 pois trata-se de um lançamento histórico onde o Fedora migrou do sistema de arquivos Ext4 para o Btrfs. Muitos novos recursos surgiram no Btrfs para atender a necessidade do Fedora (o que influenciará também no Red Hat Enterprise linux e no CentOS caso ambos também o adotem). Então acompanhe a gente hoje às 20:30 pois tenho algumas surpresas para vocês lá no canal ;)


Lançado Fedora 32

Lançado Fedora 32
Lançado Fedora 32
 Logo hoje (dia 28 de Abril de 2020) que disponibilizei o artigo Utilizando o Zsh no Fedora foi anunciado o lançamento do Fedora 32. Como descrito por Matthew Miller (lider do projeto Fedora) que sempre obtemos a experiencia com a ultima versão software open source para todos os ambiente que o Fedora é oferecido (workstatin, spins servidores, IoT e etc...) e mantendo sempre a qualidade e estabilidade dos pacotes.

Esta nova versão está disponível para as arquiteturas x86-64 (AMD64) e ARM (AArch-64) não sendo mais disponibilizado para x86 de 32 bits na versão Workstation e IoT, mas ainda sendo mantida para a versão servidores. Há informações de suporte as arquiteturas Power e S390x, mas não as encontrei.

 Dentre as novidades estão GNOME 3.36, o GCC 10, Ruby 2.7, e Python 3.8 (um legacy do Python 27 é mantido). Caso esteja utilizando a versão 31 (assim como eu) e quer atualizar para a versão 32, Adam Šamalík disponibilizou hoje também um artigo como fazer isso, basta clicar aqui. e se quiser saber mais detalhes, o Renato do FastOS e Oficina do Tux fez um vídeo hoje testando a nova versão. Confiram aí:

Utilizando o zsh no Fedora

Utilizando o zsh no Fedora
Utilizando o zsh no Fedora
 Terceira dica sobre o Fedora no meu blog. A primeira foi sobre o VirtualBox no Fedora que, relembrando, foi o motivo que levou a muitos novos usuários com uma atitude muito imatura serem  maltados. Ok, e esse é o segundo artigo que pretendo dar algumas dicas sobre o Zsh no Fedora. O segundo trata-se de uma analise sobre o desempenho do DNF. E agora, vamos ao Zsh no Fedora.

 Em meu curso explico como utilizar outros terminais além do Bash como o Zsh e Fish (não quero que as pessoas fiquem limitadas; isso é muito além do GNU. Não se trata de eliminar o uso das ferramentas do projeto GNU, trata-se de expandir duas opções e possibilidades). Apesar disso, foquei muito no Zsh já que é o terminal que está ganhando cada vez mais destaque (até mesmo a Apple passou a adotá-lo no lugar do Bash no MacOSX já quqe agora o Bash está sob GPLv3).


 Bom, aconselho a instalar o zsh direto dos repositórios do Fedora para garantir atualizações de forma mais pratica (sudo dnf install zsh ou #dnf install zsh). Concluída a instalação, podemos conferir que o zsh faz parte da lista de terminais que está disponível na distribuição.

lista de terminais disponíveis no sistema operacional e que podem ser conferidos dentro de /etc/shells
lista de terminais disponíveis no sistema operacional e que podem ser conferidos dentro de /etc/shells
Ok, primeira observação. OS arquivos de configuração do Bash ficam dentro de /etc/skel enquanto que os arquivos do Zsh vão para seu próprio diretório em /etc/zsh. Já no Fedora, esses arquivos ficam separados em /etc tendo o zshrc; porem dentro de /etc/skel encontramos o arquivo .zshrc junto com os arquivos do Bash. Em que isso interfere? Em nada, mas fica a dica caso queira localizar os arquivos

Arquivos de configuração do Zsh no Fedora.
Arquivos de configuração do Zsh no Fedora.
 E agora chegamos no ponto para utilizar o Zsh, que na verdade há algumas. A primeira (e é a que quero tratar aqui) é digitando o comando zsh. Simples assim e essa é uma regra que vale para qualquer terminal que estiver disponível no sistema operacional. O problema é que no Debian aparece uma mensagem perguntando se quer que populo o seu perfil com os arquivos de configuração do Zsh; o que aceitando, fica tudo pronto para uso. Já no Fedora aparece a mesma mensagem, mas para procedimentos a serem realizados antes de estar preparado para uso. Então eu elaborei um vídeo explicando como configurá-lo ao invés de explicar tudo por escrito (já que ficaria longo demais ;)

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Virtualbox no Fedora

Virtualbox no Fedora
Virtualbox no Fedora

 Este artigo não tem nada de novidade; eu já devia ter feito isso mais ou menos quando fiz o vídeo defendendo os usuários novatos do Fedora que eram (ou ainda são) hostilizados por simplesmente perguntar como instalar VirtualBox na distribuição...
Se quiser saber mais sobre o que aconteceu, basta clicar aqui.
Há outros grupos que já ensinaram como fazer isso (sugeri publicar este artigo em um grupo, mas como eles já tinham publicado algo, resolvi publicar aqui no blog), mas resolvi também explicar por dois motivos.
  1. Ocorreu uma situação na empresas em que nesse período de quarentena, trabalhando home office, fui obrigado a utilizar o Windows para acessar certo sistema do cliente. Então, uma das soluções foi rodar Windows em uma máquina virtual. E foi aí que surgiu a ideia de  aproveitar a situação para explicar aos novos usuários como instalar o VirtualBox no Fedora; caso eles queiram, vão poder consultar aqui.
  2. O segundo é que como há espaço para todo mundo, porque não?

 O procedimento que realizei e que será utilizado aqui será todo em linha de comandos por questão de habito, mas se você souber outra forma de instralar, lhe encorajo e apoio a compartilhar conhecimento.

 Bom, o Virtualbox não está nos repositórios do Fedora nem no rpmfusion non-free e nem em flatpak (ou ao menos não encontrei. Vai saber), sendo disponibilizado pela própria Oracle em seu site oficial.  Para Linux, vemos versão para Oracle Linux, Red Hat Enterprise Linux e CentOS (versões 6, 7 e 8); Ubuntu (14.04, 14.10, 15.04, 16.04, 18.04, 18.10, 19.04 e 19.10); Debian (8 ao 10), OpenSuse (13.2, Leap 42 e 15.10) e Fedora (do 26 ao 31). Seria interessante se houvesse versão flatpak ou snap; como não há, Eu baixei de acordo com a versão do Fedora que estão utilizando, que no caso é a 31.

Versões do VirtualBox para as principais distribuições Linux no site oficial da Oracle.
Versões do VirtualBox para as principais distribuições Linux no site oficial da Oracle.
 Após baixar e executar o comando rpm -ivh, o virtualbox foi instalado com sucesso (pena eu não ter printado as telas para escrever este artigo, isso não veio a mente na hora) não apresentou os mesmos erros que já me ocorreram no Debian e também não foi necessário adicionar o usuário a nenhum grupo (como ocorreu no Debian 9). Porém ainda assim alguns outros pequenos erros ocorreram, mas nada do que a simples leitura das informações exibidas resolva.

Sempre adote a cultura do RTFM.
 O primeiro problema que o VirtualBox reportou foi que possívelmente faltavam os módulos do kernel ou que o AMD_VIRT foi desativado pelo BIOS. Ativei o suporte a virtualização no BIOS/UEFI e o VirtualBox já estava abrindo, porém ainda faltavam realmente os módulos do kernel e o VirtualBox reportou para executar (como administrador) o comando /sbin/vboxconfig.

Suporte a AMD-V no processador Ryzen
Suporte a AMD-V no processador Ryzen
 OK, executado o comando vboxconfig, o comando reportou que faltavam dependências como make e kernel-devel. Na verdade o comando vboxconfig lhe exibe uma lista do que instalar; se já houver, tudo bem, não vai dar nada de errado. Então eu digitei o comando:
#dnf install gcc make kernel-devel kernel-devel-debug-internal-5.5.13-200.fc31.x86_64
 Após instalação do que o VirtualBox solicitou, novamente executei o comando /sbin/vboxconfig que configurou tudo corretamente e pude trabalhar com o VirtualBox.
/sbin/vboxconfig
Rodando o comando /sbin/vboxconfig para configurar os módulos do VirtualBox
 Já que eu precisava de Windows, porque então não testar o ReactOS? E foi o que eu fiz; instalei o o ReactOS com o Btrfs.

ReactOS rodando dentro do VirtualBox do Fedora para acessar o sistema remotamente. Só ignorem o meu gato, ele sempre quer dormir na frente do monitor.
ReactOS rodando dentro do VirtualBox do Fedora para acessar o sistema remotamente. Só ignorem o meu gato, ele sempre quer dormir na frente do monitor.
 Um problema comum que pode ocorrer é que depois de uma atualização do Fedora (sendo uma delas o kernel),  o VirtualBox parar de funcionar e você receberá esta mensagem ao executar o VirtualBox.


 Nesse caso,execute novamente o comando /sbin/vboxconfig que o VirtualBox voltará ao normal (ou pode ser que não). Na segunda situação em que nem o comando /sbin/vboxconfig funcionará, esta mensagem no terminal será exibida:



 Já nesse caso você deve baixar uma nova versão do VirtualBox no site da oracle. Antes de instalar a nova versão, a anterior deve ser desinstalada como na imagem abaixo:
Removendo o VirtualBox
Removendo o VirtualBox
 Feito isso, basta repetir os mesmo processos (instalar o VirtualBox e executar o comando /sbin/vboxconfig) e pronto, sua máquina virtual está funcionando novamente.

VirtualBox funcionando novamente.
VirtualBox funcionando novamente.
 Então é isso galera; a intenção (mesmo que nada disso é novidade) é ajudar aos que pretendem utilizar o VirtualBox no Fedora. Bom estudo e trabalha a todos e tudo de bom.

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