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Lançado toybox 0.8.14

 

Lançado toybox 0.8.14 release notes.

Lançado toybox 0.8.14

 No dia 22 de Junho de 2026 foi lançada a versão 0.8.14 do shell toybox. A partir desta versão, o toybox foi migrado do Github para o Codeberg e a mailing list agora está sendo hospedada pela OSUOSL.

 Não há comandos novos nesta versão e sim adição de novos recursos a comandos já existentes, sejam eles estáveis ou como pendentes e correções de bugs. O comando lsusb recebeu a opção -v, o comando xargs recebeu a opção --process-slot-var; o comando taskset recebeu as opções -c (cpulist que agora sua Test suite permite realizar cálculos não causando overflow ao shell), --all-tasks e --pid; o comando readelf recebeu flags específicas para processador e correção na opção -S; o vi do toybox recebeu a opção ZZ (salvar e sair assim como !wq.) além de correção no bufffer vazio que ficava marcado como maodificado; correção na geração de processo zumbi no dhcp; o comando diff recebeu uma correção de argumento opção em flags movendo arquivos temporários desnecessários para $TMPDIR ou para /tmp ao invés do diretório atual.

Melhorias no toysh

 O toysh é um comando de extrema importância para a evolução do toybox pois é através do toysh que os scripts serão executados (assim como através dos comandos sh e bash que também estão presentes no toybox como pendentes) e através dele que conseguirão substituir o Bash (na qual esta é a intenção).

Opções fornecidas pelo toysh

toysh sendo utilizado como shell padrão e exibindo seus comandos comandos internos ao digitar help
toysh sendo utilizado como shell padrão e exibindo seus comandos comandos internos ao digitar help. Também é possśivel notar que ao digitar o comando uname -a, aparece a palavra toybox ao invés de GNU/Linux (como se gabam)

 Como já mostrei há alguns anos, o toysh ainda não está pronto e pode ser conferido no vídeo abaixo. Este comportamento foi reportado aos mantenedores como contribuição.


 Apesar disto, esta versão trouxe várias correções e atualizações ao toysh. 

A evolução do mkroot

 Para quem não o mkroot, esta é uma distribuição Linux desenvolvida por Rob Landley para servir como ambiente de pesquisas, desenvolvimentos e testes do toybox. No passado, seu nome era Aboriginal Linux, mas com o tempo, Rob deecidiu dar fim ao Aboriginal Linux e adotar outro nome como Hermetic e por fim, foi nomeado simplesmente mkroot. Por volta de e2022 A Google passau a financiar o desenvolvimento tanto do toybox quando do mkroot para que ela pudesse utiliza-los em tecnologias internas (para quem acha que a Google vai substituir o Android pelo Fuchsia, só demonstra amadorismo, romantismo e emoção).

 O Mkroot também recebeu várias melhorias, correções de bug e atualizações. é possível baixá-lo e utilizá-lo via Qemu. Landley fez uma apresentação no ELC talk a respeito do mkroot (Building the Simplest Possible Linux System) demonstrando os passos e configurações necessárias para se construir e bootar um sistema operacional Linux mínimo até chegar ao prompt de comandos. Depois disso, Rob seguiu com o linux-embedded thread.



toybox news

Saiba mais sobre o toybox clicando aqui


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skarnet.org: Pequenas atualizações de primavera 2024

 

[announce] small skarnet.org Spring 2024 update

skarnet.org: Pequenas atualizações de primavera 2024

 No dia 15 de Abril Laurent Bercot, autor do projeto skarnet (que deu origem ao uso de Linux sem ferramentas do projeto GNU), anunciou atualizações de algumas de suas ferramentas.


Leia o artigo O dia que Laurent Bercot calou Richard Stallman: Eu não uso GNU, eu uso Linux!


 Essas são atualizações menores das ferramentas skalibs (2.14.1.1 - release) e s6 (2.12.0.4 - release) tiveram pequenas correções de bugs enquanto que o execline (2.9.5.0 - minor), que também teve correções de bugs menores, teve um retrocesso no código de saída para a variável de ambiente $? que fazia que o processo continuasse quando o processo filho falhava.

 O  tipidee (0.0.4.0 - minor), que é uma aplicação nova e já até apareceu aqui no blog (clique aqui para saber mais) e é utilizado como servidor web no site skarnet, agora pode ser utilizado com site que root é servido via um script CGI único. O cabeçalho Server: agora pode ser substituído, para pessoas que não desejam transmitir a versão exata de seu servidor web em uma resposta HTTP. E há um novo programa ls.cgi, que pode ser usado como index.cgi para servir uma lista de todos os arquivos em um diretório.

 No dia seguinte, Alex KiernanEmanuele Torre reportaram um erro no comportamento do execline.  uma coisa muito importante é que ambos reportaram como reproduzir o errto. Laurent acabou assim conseguindo lançar a versão 2.9.5.1 com patch de correção e ambos validaram que está tudo funcionando normal.

O dia que Laurent Bercot calou Richard Stallman: Eu não uso GNU, eu uso Linux!

Mais sobre o projeto skarnet pode ser conferido aqui

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Lançado yash 2.56.1

yash 2.56.1 realsed

Lançado yash 2.56.1

  Hoje foi lançada a versão 2.56.1 do terminal de comandos yash. A ideia por trás do Yash é ser o máximo compatível possível com a especificação POSIX e possuir suporte a recursos para interação diária e uso de scripts. Este é o terminal de comandos padrão da distribuição Glaucus Linux.

 Existem quatro novidades neste lançamento que dentre eles estão mais arquivos descritores que podem ser abertos no Cygwin; correção do bug de flag redundante no typeset -fp; correção de bug de comportamento do comandos emacs-capitalize-word; adição dos comandos emacs-search-forward-current e emacs-search-backward-current. Adição de script de conclusão para o doas.

Para baixa a versão 2.56.1 Yash, basta clicar aqui

Mais sobre a distribuição Glaucus

O dia que Laurent Bercot calou Richard Stallman: Eu não uso GNU, eu uso Linux!

GNU/Linux, Linux, Muito alem do GNU. Eu não uso GNU, eu uso Linux!. RMM

 O dia que Laurent Bercot calou Richard Stallman: Eu não uso GNU, eu uso Linux!

 Em Fevereiro de 2022, Laurent Bercot, autor do projeto ferramentas skarnet, como a skalib, execline e s6 (s6 é fortemente utilizado em containers e há uma proposta para o Alpine Linux adotá-lo) postou em seu perfil no site X o dia que deixou Stallman calado ao dizer que utilizava que utiliza exatamente Linux e não utiliza projeto do projeto GNU.

 Bom, eu já sou conhecido por ser escorraçado por essa galera devido a minha série Muito além do GNU e, gostem eles ou não, eu vou sempre postar sobre o assunto porque, tudo no Linux é uma questão de escolha. É simples lógica e de se encarar a realidade (o que não é o forte deles). A diferença entre eles e eu (e isso eu digo categoricamente) é que eu afirmo tudo isso baseado em argumento técnico enquanto eles só se baseiam em paixões. Essa é a prova exata de que eles se quer já leram uma manpage.

 Bom, vamos a o que realmente nos interessa neste post que é o artigo que, além de abordar a quebra desse paradigma irreal (GNU/Linux) também nos apresenta a origem do projeto Skarnet e de suas ferramentas.


A Convenção anual de software livre na França

 Havia uma convenção anual de software livre na França mas o debate entre Stallman e Bercot ocorreram inicialmente na convenção do ano 2.000 e estendendo para a convenção de 2.001. Stallman estaria presente ambos os anos para fazer sua apresentação. Laurent e seus amigos foram à convenção do ano 2000; foi sua primeira vez em um evento desses e ainda era muito novo nas comunidades open source.

"A apresentação do RMS foi... interessante. RMS é (era?) um excelente pregador. Ele é, de mais maneiras, uma figura religiosa, e eu entendi porque ele tinha tantos fanáticos. A causa que ele estava pregando era correta e nós tinhas vontade de abraça-la."

 Depois da palestra de RMS, todos estavam conversando em um corredor, Larent não sabia mas RMS estava atrás dele. Quando Laurent soltou a palavra Linux no meio de sua conversa, pronto... RMS parou na mesma hora a conversa que estava com outras pessoas e, nas palavras de Laurent, "como um tubarão cheirando farejando sangue" começou o seu discurso de moral e ética explicando porque Laurent deveria dizer GNU/Linux em vez de Linux, por pelo menos três minutos; o que nas palavras de Laurent era muito muito tempo. Era mesmo se levarmos em conta que é de pura balela. Aquela mesma lenga de sempre que vivem copiando do site do GNU postando nos grupos e comentando no meu canal de "Eu só gostaria de interromper por um momento. O que você está se referindo como Linux, é na verdade, GNU/Linux, ou como eu comecei recentemente a chamá-lo, GNU e Linux. ..." e bla bla bla bla bla.

 Bom, moral da história, Laurent só ficou ouvindo de forma insegura sem confrontá-lo no meio dos seus admiradores enquanto que Stallman simplesmente sorriu de autossatisfação, deu as costas e saiu andando sem parar para ouvir o que Laurent teria a dizer, porque escutar não é o forte do stallman.

 Laurent diz que se sentiu humilhado e a partir dali, Laurent começaria a sua revanche (ia ter revanche; ah sim, ia).


O início da skarnet

  Laurent agradece a Stallman por sua atitude pois a partir daí, Laurent se interessou por detalhes de como Linux bootava, quais componentes são necessários para faze-lo bootar, quais pacotes alternativos existiam que lhe permitiriam bootar o Linux sem executar qualquer coisa de origem do GNU; como init system é feito e o que é POSIX.

 A glibc foi substituída pela dietlibc e o coreutils foi substituído pelo embutils, ambas ferramentas desenvolvidas por Felix Von Leitner e já apresentadas tanto aqui no blog quanto no canal.



 As outras partes que faltavam foram desenvolvidas pelo próprio Laurent.  Laurent afirma que foram noites de sangue suor e lágrimas mas depois de quase um ano inteiro Laurent conseguiu bootar seu servidor Linux sem uma única peça de software do projeto GNU. E assim nascia o projeto http://skarnet.org que inicialmente se chamava antah server e  Laurent estava pronto para a revanche.


A revanche

 A convenção de 2001 não foi diferente da do ano anterior (mesmos rostos e mesmas conversas) e a palestra do Stallman foi basicamente a mesma coisa do ano anterior com a mesma dinâmica (o que não é nenhuma novidade).

 Quando foi aberto espaço para perguntas, Laurent teve a sua chance. Na verdade Laurent nem se lembra qual foi a sua pergunta e o bom da verdade é que ele disse que isso não importa pois sabia que iria conseguir completar a sua pergunta depois de sua abordagem inicial:

"Eu uso Linux."

 Quando Stallman quis interromper o raciocinio da pergunta (como de costume ele faz ao ouvir a frase "Eu uso Linux", Laurent já o interrompeu:

"Não. Eu use Linux, the kernel. Eu não uso GNU. Não há software GNU na minha máqina, o userspace é feito de outros tijolos de software. Quando eu digo "Linux", eu quero dizer exatamente o que eu digo."

 Laurent disse que Stallman ficou olhando para ele boquiaberto e não disse uma palavra e, nas palavras de Laurent, foi GLORIOSO. Seus amigos estavam rindo perto dele.

 Abaixo estão prints de evidencias do site Skarnet nos dias atuais;  até hoje não há presença de ferramentas do projeto GNU. trata-se de ferramentas bem interessantes levando em conta o downtime total e a quantidade de vulnerabilidades exploradas (apenas uma e sem sucesso) durante ~23 anos.

software powering skarnet
Ferramentas utilizadas no servidor Skarnet

Total de horas de downtime do skarnet em mais de 23 anos

2003-06-03: an attacker exploits a security hole in fnord to get reading access to some internal files. No harm done. fnord patched. In 2013, dietlibc abandoned for uClibc, then musl; fnord abandoned for busybox httpd. No security breach since 2003.
Histórico de vulnerabilidades no site skarnet (apenas uma tentativa frustrada em junho de 2003)

How much memory is used on skarnet website
Quantidade de RAM no site (excluído o kernel)

Software powering skarnet.org

 Claro, como sempre Stallman não daria o braço a torcer (o que já era de se esperar) e soltou a seguinte frase:
"Okay, bom, você provou um ponto. No entanto, esta é uma ocorrência bastante rara; em praticamente todas as máquinas, o sistema GNU..."

 E blablabla... Laurent diz que, mesmo não tendo mais como argumentar por serem incapaz de se questionar, ficou satisfeito porque encontrou seu propósito na jornada, alcançar o destino foi apenas um bonus. Depois disso, Laurent voltou para casa e continuou trabalhando em software de baixo nível para Linux. Depois disso, Laurent até palestrou no FOSDEM de 2017 sobre o s6, mas não voltou mais a eventos de software livre (fez bem).



 Depois disso tiveram comentários interessantes como:

"I submeti um patch para o core utils para remover "/GNU" por exatamente o motivo que você especificou. O patch foi rejeitado :)"

é obvio que seria rejeitado né 


"RMS ficou muito chateado quando tornamos a Web libwww public domain ao invés de disponibilizar sob GPL. "E se a Microsoft pegar o seu código?" Esse era exatamente o nosso objetivo."

 Toma


"Em 2006, eu estava bebado e debati com ele o fato de que as pessoas precisam de dinheiro para viver, o que deixou ele muito ofendido."

 Pow, até um bêbado destrói os argumentos dele. Alias, Stallman acha ruim as pessoas ganhar dinheiro mas ele mesmo cobra para tirar foto com ele (e cobra caro ainda por cima) e até mesmo por autografo. Hipocrisia bem típica.


Ninguém é *forçado* a utilizar ferramentas do GNU com o Linux. Por exemplo, eu tenho um box com ferramentas do Plan9 (rodando Gentoo). Então chamar de "GNU/Linux" seria simplesmente errado.

 Isso é verdade, eu mesmo já mostrei várias vezes o projeto 9Base que são comandos do sistema operacional plan9 portados para Linux (agradeço ao plan9 por várias ferramentas que existem no Linux hoje).


 A frase final  de Lauent é simplesmente a melhor forma de descrever do que se trata a minha série Muito além do GNU:

 Eu acredito que eu sou a primeira pessoa que na verdade fez isso na vida real, e eu vou continuar usando este distintivo com orgulho. E  me deixa perplexo, dado o montante existente de userspace de baixo nível que não são do GNU hoje em dia, a FSF ainda acredita que Linux == GNU. Fósseis!

 Além de não existir somente ferramentas do GNU, ainda temos o segundo ponto que Laurent descreve bem no inicio que eu já mencionei por várias vezes: A maioria das ferramentas que utilizamos no Linux, não são do GNU. Elas vem de outros sistemas operacionais como IRIX, Solaris, BSDs e até do próprio Linux (vocês que dizem que Linux é somente o kernel, vocês estão simplesmente muito enganados).

"Eu não culpo RMS ou a FSF por quererem comercializar com precisão o projeto GNU. No entanto eu os culpo por se recusarem a reconhecer que o GNU não possui o monopólio no userspace para Linux mais. Eles não tinham 21 anos atrás eles com certeza não tem hoje."

 Como eu sempre digo, não existe GNU/Linux nem tecnicamente, nem historicamente e nem juridicamente falando. Liberdade diz respeito a escolha e não a uma licença (que diga-se de passagem está em pleno declínio).

 Linux não não é e nunca foi limitado ao uso de ferramentas do projeto GNU; se isso fosse verdade, então não haveria liberdade. A adoção de ferramentas do projeto GNU no passado (e até no presente) foi dado devido a conceitos técnicos e não ideológicos como gostam de lhe contar. Desenvolvedores de outros Unix melhoraram as ferramentas do projeto GNU para seu próprio uso (como é o caso dos desenvolvedores de Solaris. Sejam gratos a eles, se não o GCC nem teria ido para frente) como uma alternativa mais barata e assim o projeto GNU se beneficiado (algo que eles costumam ocultar).


Fonte da informação pode ser lida clicando aqui.

Leia também: A verdadeira face de Richard Stallman

O paradoxo do navio de Teseu

Adeus software livre; olá Open Source

O dia que o pinguim adquire asas e cauda de um dragão de ferro

Quanto de GNU realmente há no Linux?
 

Dois novos recursos para o Zsh

Sebastian Gniazdowski desenvolveu dois novos recursos para o Zsh, o Zsh Angel IQ System e o Zinit-4. O Zinit 4 é um gerenciador de plugin do Zsh flexível e rápido que lhe permite instalar qualquer programa vindo do GitHub e de outros sites. Zinit 4 é atualmente o único gerenciador de plugin que fornece turbo mode que produz uma inicialização do Zsh 50-80% mais rápida e há relatos de o Zsh ser inicializado até cinco vezes mais rápido.


Sebastian aconselha a não utilizar outra fonte do Zinit uma vez que outra foi encontrada e aparenta ser um projeto chinês suspeito. Há também o branch de zdharma-continuum que Sebastian chegou a enviar commits porém eram recebidos de forma demorada e ao ponto que já não estavam mais recebendo. Sebastian então resolveu reiniciar o Zinit como um fork já que tem planos para ele.

 Outro projeto de Sebastian é o Zsh Angel IQ System é um conjunto de extensões inteligentes do próprio Zsh. entre os vários recursos estão o Smart Console que gera uma interface de texto para configurações (assim como o comando aptitude).



Lançado toybox 0.8.10

Lançado toybox 0.8.10

Lançado toybox 0.8.10


 No dia 30 de Julho, foi lançada a versão 0.8.10 do terminal de comandos Toybox, depois de uma espera de mais de seis meses desde o lançamento da ultima versão. Acredito que foi devido as apresentações que andaram fazendo sobre o j-core no Japão (e que eu particularmente estou ansioso por isso). Bom, foi adicionado o novo comando shuf, e o Elliott adicionou o comando i2ctransfer. Foi concluído as limpesas no comando dd e saiu do diretório pendente. Fazendo a minha observação sobre o comando dd, eu testei e acabei gostando muito pois, honestamente, conheço outras implementações do comando dd e o do GNU é o que mais me agrada devido as suas opções como status (opções em comandos é algo que me agrada muito). Veja abaixo uma comparação entre o dd do embutils e do toybox.

toybox dd
Comando dd do terminal toybox



embutils dd
Comando dd do pacote embutils


NOVAS OPÇÕES DE COMANDOS JÁ EXISTENTES

 Também foi adicionado ao comando dd suporte a POSIX 1x2x3 (com detecção overflow). O comando tar recebeu novas opções como -s, --ignore-case, --wildcards, --anchored, --wildcards-match-slash, --one-file-system. O comando ls recebeu a opção --block-size e melhoria na opção --sort, o comando cpio recebeu as opções -R que permite definir  user/group de todos os arquivos e a opção -L segue symlinks; o comando gzip recebeu a opção -t para realizar teste de integridade de arquivos, find recebeu a opção -readable,  a opção -DFR do comando cut (que é um dos melhores cut que eu já utilizei) agora possui --longopts aliases (como sugerido pela lista do coreutils). o comando oneit agora auto-detecta console a partir do sysfs, o comando i2cget recebeu suporte a next address para melhorar a bus limit (além de Jarno Mäkipää ter ensinado o comando i2cget a fazer leitura sem passar um byte de comando) e o lspci recebei a opção -x (referente a hex dump do espaço de configuração do pci). Também foi ensinado ao comando blkid a reconhecer imagens ISO.


O toysh

 Se tem algo que todos andam esperando com ansiedade é o toysh (também englobam os comandos sh e bash. Sim, o toybox possui o comando bash) pois tendo um terminal de comandos compatível com  scripts de outros terminais, você acaba possuindo um terminal de comandos que torna o seu sistema operacional independente e possível de ser executado como terminal de comandos padrão. Eu reportei alguns bugs durante a versão 0.8.6 mesmo sabendo que o comando toysh, sh e bash ainda estavam como pendentes.


 E o trabalho tem sido bem intenso sobre este comando até mesmo por parte do Google. Agora, vamos verificar o estado do toysh. Nas notas de lançamento, Rob Landley descreveu:

"Análise de opção de linha de comando para no primeiro argumento nonoption, todos os segmentos canalizados agora estão implicitamente subshelled então os tempos de vida variáveis correspondem aos do bash e loops não precisem sair antes de prosseguir para o próximo (ala "while true; do echo hello; done | while read i; do echo $i; done" pendurado em toda a saída de um pipe). Várias mudanças para o processamento de HERE document* (expansões variáveis podem causar continuações de linha em um HERE document, etc), e melhor manipulação de continuação de linha em geral, adicionado set -u, corrigido retorno de códigos if/while, conectado ao builtin "local", corrigido um bug de passagem de escape relatado por Mingliang Hu, suporte a redirecionamentos não delimitados (ala cat<file sem espaços), corrigido ${X::} sem argumentos."

 Ainda não realizei os mesmos testes, mas em breve pretendo. Houveram também, como sempre, muitas correções de bugs, limpezas, portabilidade, melhorias no build, implementações de recursos na biblioteca do toybox, melhorias na Test suite e na documentação. Os comandos do diretório pending também receberam melhorias como como o git, correções de bugs nos comandos init e login, suporte a risc-v no comando strace, correção na opção :w e -s do vi (além de terem o ensinado a respeito de backspace e melhoria em lidar com arquivos vazios) e várias limpesas no tcpsvd.

 O mkroot (que é a distribuição voltada somente para teste de implementação do toybox, mas que o Google demonstra interesse nessa distribuição para outros projetos) recebeu várias melhorias


*HERE document, também podendo ser abreviado para heredoc e outras formas, consiste na sintax << e here string em <<<.


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