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A origem do software proprietário

A origem do software proprietário
A origem do software proprietário
  Final de ano se aproximando e a gente já no ritmo de desacelerar. Mas antes de terminar o ano, vamos a mais um pouco de conhecimento que faz toda a diferença (e vai que ainda não conferiu o vídeo no canal).

 Desta vez vamos esclarecer a real origem do software proprietário como conhecemos hoje, o que aconteceu e levou as empresas a terem o seu código fechado.


 Então é isso. Acredito que esse é o ultimo artigo do ano. Então, até o ano que vem.

Linux é coisa de comunista/socialista?

Linux é coisa de comunista/socialista?
Linux é coisa de comunista/socialista?
 Este artigo está sendo complementar ao vídeo desta semana que por mais que muitos já trataram de tal assunto (inclusive eu no canal), ainda ouvimos várias pessoas afirmando sempre a mesma coisa... Eu poderia estender o assunto a bem mais do que tratado no vídeo, porém acredito que é o suficiente.


 Todos acreditam no mito de que Linux é desenvolvido apenas por grupos de voluntários (tanto os próprio defensores de Linux e de software livre quanto os que se intitulam profissionais da área de TI). O que não é verdade; desde de seu inicio as empresas (e projetos) injetam financiam o desenvolvimento do Linux de forma profissional.

 Em sua própria biografia, Linus questiona como seria possível para Linux ter inovações tecnológicas e expandir para novas áreas sem interesse comercial. Sem interesse comercial, não teríamos nada do que temos hoje, não teríamos Linux como o software open source de maior sucesso na história da computação.
 texto aqui 

Ubuntu em um notebook antigo

Hoje, eu me senti na obrigação de postar este vídeo sobre o Ubuntu rodando em um notebook bem antigo e acabado depois do comentário que recebi de um fanboy de Windows (é... no caso são dois fanboys diferentes que resolveram brotar por aqui) afirmando que o "Ubuntu é bugado e pronto. Pode não ter apresentado problemas em sua máquina, mas em muitas sim". Então, já que resolvi falar sobre o ubuntu no "Mitos sobre distribuições", aqui vou eu com mais uma dosagem de Ubuntu.

Aqui vai esse vídeo provando que o Ubuntu não é o que muitos afirmam:


Particularmente, eu não sei qual a satisfação que alguém tem em fazer essas coisas, de ser hater e ser fanboy. Os usuários de Mac OS por exemplo, ao menos podem ter essa satisfação de defender o que gostam. A Apple possui a sua seção open source (de onde nasce os hackintosh e nasceu o pure Darwin).

Resumo do Tux 20/11/2016


Semana agitada, cambada. Cheia de novidades vindo por aí e muito trabalho. Hehehe

 Essa semana, o mano Dio publicou o meu vídeo sobre Calc, a ferramenta da suite office LibreOffice que é recheada de recursos (muito mais interessantes do que outros editores de planilha).



 Essa semana publiquei também um vídeo relacionado a mitos sobre distribuições (particularmente, eu acho muito pobre a forma que foram tratados ao longo dos anos). Confiram o vídeo:




Mitos sobre distribuições


Terça feira, feriadão e teve vídeo novo para vocês. Neste eu debati alguns mitos que rondam as distribuições e que acho de extrema importância saberem e não caírem na mesma conversa.
 Confiram o vídeo:


Já vi outro mito é ter como base dizer que o ubuntu é mais instável pelo fato de o Debian ser lançado a cada dois anos e o Ubuntu a cada seis meses. Porém, e a versão LTS do ubuntu? Não conta?... Comparando a versão estável do Debian com a versão LTS, as duas andam lado a lado.

 Mais uma coisa, se o fato de ser lançado a cada seis meses reflete em ser instável, logo o Fedora então leva o mesmo crédito. Pensemos nisso.

Quem planta gambiarras, colhe bugs. Será mesmo?


 Esses dias eu postei a imagem que vocês estão vendo nesse post. Essa imagem me chamou a atenção pelo o que é dito nela e particularmente eu a considero mal explorada. Até achei interessante e realmente em um certo aspecto, ela faz sentido. Porém, por outro lado, a considero mal explorada.

 Se levarmos a consideração a história de várias tecnologias, muitas delas era pura gambiarras, mas que eram (ou até são) a solução de paliativa para problemas ainda não solucionados.
 Querem um exemplo disso? É a partição estendida e as partições lógicas. Elas foram criadas devido a limitação da quantidade de partições primárias (que temos o total máximo de quatro partições primárias em HDs com bloco MBR. Em HDs com GPT, a história já muda). Quando o layout de partições primárias no X86 foram projetadas, não se tinha ideia de que poderíamos precisar de mais do que isso e acharam que quatro era o suficiente e o tempo provou que isso não era verdade. Qual a solução então? Criaram a partição estendida onde dentro da estendida, podemos criar mais partições lógicas que (reza a lenda que infinitamente a quantidade de partições por disco). Na prática, conseguiram provar mais ou menos umas 63 partições lógicas por disco.

 O IPV4 ao longo do tempo se tornou também uma grande gambiarra.
 Bom, fora isso, existem bugs que se tornaram recursos também. Existe até um termo que diz:
 Quando é encontrado uma função útil para um um bug, ele não é um bug, ele é um recurso.

 Uma prova disso é o jogo Killer Instinct. Quando criaram a sequencia de golpes nesse jogo, era o seu diferencial; até que descobriram um bug no jogo. O bug se tratava de que o oponente que estava sendo atacado conseguia cortar essa sequencia. O pessoal de desenvolvimento achou isso tão da hora que manteve esse bug no jogo e assim nascia o Combo Breaker:

combo-breaker
Combo Breaker
 Já houveram vários outros bugs que se tornaram recursos a favor de desenvolvedores como no no chip TIA do Atari que permitia multiplicar objetos nos jogos e assim conseguiram trazer Space invaders para o Atari e vários outros jogos.

h-strobe
Técnica H-strobe utilizada no Chip TIA  para multiplicar oponentes devido a um bug.
 Bom, é isso, quis compartilhar essa ideia com vocês para divulgar conhecimento. Espero que tenham gostado. Se conhecem algum bug que se tornou algum recurso, deixe nos comentários e compartilhe conhecimento também. Um forte abraço e até terça feira com novo vídeo no canal. Até lá, deixe esse vídeo para vocês:

Não Viva de Boatos (Quebrando paradigmas - 2ª parte: Linux VS FreeBSD)


Fala cambada, beleza?

Bom, postei o vídeo que intitulei "Quebrando paradigmas - segunda parte".  Eu estou vendo aparecer por aqui quem critique ainda (na verdade, está demorando). Neste vídeo, eu dei uma pauta de um comentário que fizeram comigo afirmando que FreeBSD com ZFS ou UFS tem melhor desempenho que Linux. Se é direito dele de dar uma opinião horrível e muito superficial, então é meu direito também.

 Mesmo tendo origens diferentes, ambos possuem semelhanças por se tratarem até mesmo de serem sistemas operacionais da mesma família. Apesar disso, cada possui suas diferenças características:
  • Licença
  • Terminal de comandos
  • Filesystem
  • Daemon init e outras daemons (apesar de Linux possuir suporte a daemon init BSD, como é o caso do Slackware e o Arch. Tudo bem, já vi Arch usar OpenRC e Systemd tambem).
  • Firewall (sempre menciono isso)
 Cada um ainda tem pros e contras. FreBSD também possui os seus casos de sucesso como o whatsapp teve sua origem no FreeBSD e por la ficou muito tempo, o Duckduckgo utiliza FreeBSD como base (não sei hoje e claro que não só FreeBSD), o MacOS X é parte FreeBSD, o próprio Portage do Gentoo/Funtoo foi inspirado no Ports do FreeBSD.

Eu já havia escrito alguns artigos no meu blog mencionando BSD desde o primeiro artigo do meu blog:


 Mas chegou um certo momento em que decidi deixar essa parte de UNIXes e me concentrar unicamente em Linux.
 confiram o vídeo em que tento esclarecer como as coisas devem ser analisadas.


 Como mencionei, existem muitas características que diferem uma distribuição da outra (mencionando todas, inclusive as que somente juntam os pacotes em uma forma homogênea e coerente, porque até mesmo as suas compilações podem diferenciá-las). Sem mencionar nas que não seguem o padrão LSB (Linux Standar Base) que visa reduzir as diferenças entre as distribuições Linux.

O FortiOS por exemplo, que é um sistema operacional Linux da empresa Fortinet, é fortemente conhecido por não herdar padrões comuns com as distribuições Linux.

 Querem saber a real? Detesto o termo "Linux VS BSD" por ficarem disputando qual é melhor (baita briga de ego besta do caramba). Eu preferiria o termo Linux e BSD assim como é o cado do HelenOS que já postei aqui:


 Eu quero simplesmente utilizá-los para as minha necessidade não importando qual. Cada um tem os seus pontos fortes, vamos apenas usufruir disto e criar um ecossistema juntos. Gosto de Unix, a única diferença é que decidi concentrar meus esforços e estudos em Linux do que em outros Unixes por achá-lo mais interessante.

Não viva de boatos (quebrando paradigmas - 1ª parte)


 Hoje eu postei um vídeo chamado "Não viva de boatos (quebrando paradigmas - 1ª parte). A intenção era postar um vídeo a respeito de um comentário que recebi sobre a diferença de desempenho entre Linux e FreeBSD, mas resolvi interromper para esclarecer um assunto sobre o ZFS.

 Acho importante todos saberem isso para podermos saber analisar fatos na hora de adotar uma nova tecnologia. Foi um comentário de um amigo e não faço isso com a intenção de ofender a ninguém, faço com a intenção de esclarecer o assunto.

 É, pois é; devido a falta de tempo eu acabei não colocando o link do Open Solaris na descrição conforme mencionado no final do vídeo, mas assim que eu disponibilizar na nuvem eu escrevo outro artigo informando. Beleza?
 Ainda assim, confiram os links do Open Indiana e da distribuição Alpine Linux e confiram o vídeo para saberem mais:


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