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wayland 1.20.0

wayland 1.20.0
wayland 1.20.0
      
Foi anunciado o lançamento do Wayland 1.20.0. Uma das principais novidades estão o suporte a FreeBSD, a substituição do Meson, adição de alguns protocolos (wl_surface, offset permite clientes atualizar buffer,  wl_output.name e descrição permite clientes identificarem saídas sem depender do xdg-output-unstable-v1); novo tipo de atributo em definições de protocolo, correções de bugs (principalmente uma race condition para destruir proxies em clientes multi-thread).

Anunciado o fim do Project Trident

PROJECT TRIDENT SUNSET

 Project Trident iniciou em 2018 como uma distribuição para desktop baseado no TrueOS. Com o fim do TrueOS, dois membros adotaram porções do seu desktop e reconstruíram a distribuição e em 2019 anunciaram que iam abandonar a base do TruOS/FreeBSD e iam basear no Void Linux. A transição foi concluída em Fevereiro de 2020.

 Alguns dos principais recursos do Project Trident era a interface Lumina como ambiente gráfico padrão, o ZFS como sistema de arquivos padrão, criptografia para todos os dados, facilidade de uso e muito mais.

Ambiente gráfico Lumina

Lightweight Desktop Environment

 Infelizmente, o projeto anunciou o seu fim no dia 29 de Outubro devido a pandemia. Não está descrito exatamente assim, mas a informação do anuncio de seu fim deixa isso muito claro.
"Com as mudanças e eventos nos últimos dois anos na vida, trabalhos, família e etc; nossas prioridades individuais tem mudado também."

O fim da estrada para o X11

O fim da estrada para o X11
O fim da estrada para o X11
    
    O X11 surgiu no Linux na primavera de 1992, mais ou menos um ano depois que Linus ter criado seu emulador de terminal em assembly (é, as coisas acontecem muito rápido no Linux. O kernel 0.02 em Outubro de 1991 com patches que outra pessoa havia escrito para Minix e que nunca foi aceito e por isso foi portado para Linux de acordo com os padrões POSIX e que depois disso foi uma enxurrada de patches que tiveram o mesmo destino (nunca aceitos no Minix e depois portados para Linux); em Dezembro de 1991 já havia sido lançado o kernel 0.11 como versão beta tendo quase todas as características que um kernel Unix precisa, suporte a ser selfhosting, comandos como fdisk, mkfs e fsck e muitos outros recursos; o 0.12 em Janeiro de 1992).

    
    O suporte ao X para Linux foi desenvolvido por um hacker chamado Orest Zborowski e esse foi um patch muito importante pois garças a ele foi adicionado tanto o suporte a interface gráfica quanto ao Unix Domain Sockets (ou de forma mais simples de dizer, o suporte a redes) ao Linux. Isso ocorreu porque, devido o X11 funcionar através da comunicação cliente-servidor, Orest escreveu a camada de sockets para que fosse possível portar o X; o que automaticamente remeteu em aproveitar o mesmo código no Linux para os serviços de rede.
    O problema é que o design do X11 é antigo e se torna difícil de trabalhar e seu código para implementar novos recursos ou até mesmo remover bugs. cheguei a explicar sobre seu problema no vídeo abaixo que levou a criação não somente de recursos externos quanto de novos servidores gráficos como o MIR no Ubuntu, o SufaceFlinger no Android e o Wayland na Red Hat:


    No final de Junho de 2019, Chris Siebenmann escreveu em seu blog o artigo A vigília da morte para o X Window System (também conhecido como X11) provavelmente já começou (algo como isso) mencionando que havia lido um artigo no Fedora Planet e Planet Gnome sobre o Fedora 31 e sua migração para o Wayland, o PipeWire, o Flatpak e muitas outras ferramentas. O que mais chamou a atenção de Chris foi a parte transcrita abaixo:
A realidade é que o X.org é mantido basicamente por nós e assim uma vez que nós pararmos de dar atenção a ele, é improvável que haja quaisquer novos grandes lançamentos a caminho e pode até haver alguma configuração de bitrot ao longo do tempo. Vamos ficar de olho nele já que vamos querer garantir que o X.org fique com suporte até o fim do ciclo de vida do RHEL8 no mínimo, mas que seja um aviso amigável para todos que confiam no trabalho que fazemos mantendo a pilha de gráficos do Linux, vão para o Wayland, que é onde está o futuro.
    O fim do Xorg é inevitável; os seus padrão já passam a não atender mais as necessidades de hoje em dia e foi pensando nisso que o Wayland foi criado. Ao longo do tempo o Wayland vem ganhando cada vez mais espaço; tanto Debian quanto o Red Hat Enterprise Linux 8 passaram a adotar o Wayland como servidor gráfico padrão em seu ultimo lançamento; agora temos a noticia que o Ubuntu Mate fez o mesmo. Não somente as distribuições mas também ambientes gráficos e os servidores gráficos estão passando adotá-lo como padrão assim como vemos o KDE Plasma 5.22, já não é novidade no Gnome, o KWin, o Elightenment e até o NetBSD estuda adicionar o seu suporte.

    O Wayland é chamado o servidor gráfico do futuro pois ele oferece uma base muito mais limpa e mais fácil de se trabalhar tanto na adição de novos recursos quanto na parte de correção de bugs e até mesmo já apresenta resultado na melhoria do desempenho das interfaces gráficas.

Lançado KDE Plasma 5.22 com suporte a Wayland

Lançado KDE Plasma 5.22 com suporte a Wayland
Lançado KDE Plasma 5.22 com suporte a Wayland

    Na Terça Feira, 8 de Junho de 2021 foi lançada a versão 5.22 KDE  Plasma com suporte a Wayland por padrão (que também chamaram de o display protocol do futuro). O projeto afirma que ao utilizar o Wayland por traz dos bastidores, o Plasma é capaz de incluir recursos e corrigir bugs que não eram possíveis implementar no X11, oferecendo uma melhor experiência e mais estabilidade.

    Essa é a minha visão que já mostrei em uma live que uma das coisas que é necessário para que Linux ganhe mais usuários é o fato de ter que melhorar as ferramentas de baixo nível. Isso não é importante para o usuário final, mas melhorando as ferramentas de baixo nível, os usuários acabam tendo as suas.


"Uma outra coisa que contribui para uma boa experiência em vídeo no Wayland é que o KWin pode agora configurar um valor de overscan da tela. Isso garante que nenhuma das imagens serão cortadas fora das bordas da tela e pode também ser utilizada para remover bordas pretas. Isso é útil se você quiser assistir um filme na TV por exemplo."
    Fora manter recursos antigos como mostrar todas as janelas abertas quando clicar no canto superior esquerdo da tela e caso tiver mais de um monitor, novas janelas abrem aonde o cursos estiver localizado.. Conectar uma placa de vídeo externa agora é configurada pelo KWin on the fly e sem a necessidade de reiniciar o Plasma.

Minha experiencia com o Wayland

Minha experiencia com o Wayland

Minha experiencia com o Wayland

 Eu queria ter contado esta experiencia aqui no blog; mas como ficou muito grande, então ficaria melhor em um vídeo. Eu já havia acompanhado o andamento do Wayland no canal do Renato no FastOS e Oficina do Tux e no Sir Rob Linux, mas também quis ampliar o assunto (quanto mais experiencias contadas, melhor) pois todos se encontram situações diferentes; e foi exatamente o que aconteceu.


 Eu já havia visto o Renato realizar lives com o plugin do Wayland (sem a necessidade de recursos do X11), mas como havia incerteza se o plugin iria continuar existindo, resolvi abandonar a ideia. Mas graças a pessoas que assistiram ao vídeo, me informaram que o seu desenvolvimento está ativo. Caso queira experimentar, basta clicar nos links abaixo:
Even better screencast with GNOME on Wayland
Screencasting with OBS Studio on Wayland
 Terminado este artigo com duas noticias; já que eu falei que utilizei o driver de vídeo open source Nouveau, foi publicado no site Phoronix que o Nouveau receberá suporte a CRC Support Ready no lançamento do kernel Linux 5.9. E Aleix Pol publicou no Twitter que imergiram o KWin Wayland screen e streaming.

Imergiram o KWin Wayland screen e streaming.

Imergiram o KWin Wayland screen e streaming.

NÃO SE ESQUEÇA DE SE INSCREVER NO MEU CURSO DE MIGRAÇÃO PARA LINUX.
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Mais novidades sobre o HelenOS (com o novo Display Server)

Mais novidades sobre o HelenOS (com o novo Display Server)
Mais novidades sobre o HelenOS (com o novo Display Server)
 Há alguns dias (especificamente no dia 26 de Junho) eu postei sobre três novidades no HelenOS sendo suas delas tratam-se de rodar o sistema operacional no Raspberry Pi e no DOSBox. Um dia após este artigo, Jiri Svoboda anunciou o recurso Display Server que é o substituto para o atual compositor e o primeiro passo para uma completa revisão de sua GUI. Jiri informou que vem trabalhando há mais de um ano no Display Server e que está quase pronto para entrar no master do GitHub do HelenOS (e que pode ser conferido clicando aqui).

 O Display server possui uma base de código mais estruturada e e uma arquitetura mais flexível. Isso faz com que melhorias possam ser trazidas de forma mais hábil. Jiri preparou mais informações sobre o Display Server em um slide que (e que ainda não sabe se irá ter a oportunidade de apresentar) mas que pode ser conferido clicando aqui.

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Lançado wayland 1.17.91

Lançado wayland 1.17.91
Lançado wayland 1.17.91
 Wayland é o compositor de janelas que tende a substituir o Xorg (X11) nas distribuições Linux. O engenheiro de software da Red Hat, Jonathan Michael Thomas reportou no site JMTD porque o Debian também está adotando o Wayland. Pelo o que parece, o processo para a migração para o Wayland não foi demorado como no caso do systemd.


 Simon Ser anunciou nesta quarta Feira o lançamento do wayland versão 1.17.91 sendo uma versão alfa para a versão 1.18 e as maiores mudanças desta versão são:

  • Adição de suporte para Meson build system (autotools ainda possui suporte, mas será removido em um futuro lançamento).
  • Adição de API para indexar proxy objects para permitir aplicações e toolkits compartilhar a mesma conexão com o Wayland.
  • Rastrear wayland-server timers no user-space para evitar criar muitos FDs
  • Adição de wl_global_remove (pesquise no site do wayland), uma nova função para mitigar race conditions com globals
 O total de 63 commits que podem ser conferidos  e que podem ser conferidos clicando aqui.

Atualize do Windows 7 para o KDE Plasma

Sim das atualizações do Windows 7. Bora para o KDE Plasma
Sim das atualizações do Windows 7. Bora para o KDE Plasma
 Em 14 de janeiro, a Microsoft deixará de oferecer atualizações para o Windows 7. Cerca de um bilhão de usuários deixarão de receber correções que mantêm seus computadores funcionando e seus dados em segurança.

Se você é um desses usuários, o KDE quer ajudá-lo. Em vez de migrar para o Windows 10 e aguentar horas de atualizações, invasões à sua privacidade e anúncios irritantes incorporados aos seus aplicativos, instale um sistema operacional Linux com o Plasma. Em 30 minutos, você estará em funcionamento e terá toda a segurança e estabilidade de um sistema Linux, com todos os recursos e facilidade de uso do Plasma.

 O vídeo abaixo mostra como você pode fazer com que o Plasma, a área de trabalho do KDE, pareça e se comporte como o Windows 7. Ele mostra como o Plasma se adapta a você e é fácil, emocionante e divertido de usar. O plasma pode adotar muitas formas. Ele já está totalmente funcional, mas com alguns ajustes, pode se comportar como Windows, macOS, Unity do Ubuntu ou qualquer outro meio.


Você encontrará muitos programas incluídos ao lado do Plasma. Existem aplicativos de escritório, navegadores da Web, reprodutores de áudio e vídeo, programas de design ou edição de áudio e vídeo ... A lista é interminável. E é fácil adicionar mais: use seu gerenciador de software e você descobrirá que pode instalar novos programas em apenas alguns cliques. A atualização do seu sistema é igualmente indolor e nunca o forçará a reiniciar.

Se você precisar executar um programa Windows por algum motivo, o WINE provavelmente o ajudará. Você também pode instalar o WINE a partir do seu gerente de software!

Kubuntu 19.04 vs Xubuntu 19.04

Round 1 - FIGHT!!! Simbora quebrar, de uma vez por todas, a falácia de que o PLASMA / #KDE é um ambiente pesado e que necessita de um hardware mais parrudo e atual. Quem será que ganha essa batalha - KDE ou XFCE?
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 Interessante é que não é de hoje que falamos desse assunto. Eu mesmo já tratei isso no meu canal em 2016 no vídeo Consumo de RAM no KDE. Então, agora fiquem com a analise realizada pelo Marcos Garcia comparando o Kubuntu e o Xubuntu (ambos, versão 19.04).


Agora, o que me admira é que mesmo assim, ainda terá gente afirmando que o KDE é pesado e que consome muita RAM....
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Lançado novo Minicurso de atributos no Linux

INSTALANDO INTERFACE GRAFICA NO DEBIAN sem o uso do APT

Comando taskel
Comando taskel
Tivemos Fedora para leigos - Da instalação ao uso que foi nos enviado pelo consultor de tecnologia Marcos Monteiro (link do site do Marcos Monteiro na descrição deste artigo para contratar a consultoria).

O Marcos possui um canal onde dá dicas e sugestões também. Um vídeo com uma dica interessante que o Marcos no dá é de como instalar interface gráfica no Debian fora do uso do apt.

Tasksel é um comando que proporciona uma interface simples para que os usuários que querem configurar seu sistema de forma configurá-lo para uma tarefa específica (assim como durantes o processo de formatação). Essa flexibilidade no Linux de poder tomar as decisões que quer é mais uma das coisas que me chama atenção no sistema operacional.



https://marcosmonteiro.eti.br
https://wiki.debian.org/tasksel

Instalação de driver de vídeo no linux é realmente difícil BAGARAMBA? :( :(


Com aplicações como yast, synaptic, central de programas do Ubutnu, Apper do KDE, lojas como do Linux Mint, Manjaro, Deepin Linux se torna dificil afirmar que Linux é dificil (ate mesmo na epoca do Kurumin ja era dificil que tinha a sua perfumaria).

O que devemos pesar na balança é o que torna um sistema operacional fácil ou difícil. Facilidade não está limitada a instalação de programas com next, next, install e finish; é uma serie de fatores:

  1. O tempo que se leva para instalar distros user friendly
  2. Pouca necessidade (na verdade quase nenhuma) de instalar drivers
  3. Programas tais quais office, gravador de CD/DVD, codecs que ja vem por padrão.
  4. Poucas ocasiões que ocorrem problemas no sistema operacional onde precisa da intervenção de um técnico.

Pois é, tudo o que há muita necessidade no Windows quase não há no Linux e se há, não é grande problema solucionar.

Mas já que estamos tratando da facilidade da instalação de programas e drivers confiram se realmente é tão difícil assim como pintam o Linux. Instalação de drivers, de programas, atualização do sistema operacional e acesso a mídias no Linux não é um bicho de sete cabeças.:

Abaixo assinado para tornar o KDE o ambiente gráfico padrão do Ubuntu 18.04

Treta sendo treta, vamos ver o que da com isso. Eu ja havia postado sobre o fim do Unity e o retorno do Ubuntu ao Gnome. Depois recebemos essa noticia por parte da própria comunidade KDE (que particularmente eu acho que seria mais coerente). Mas somente o futuro pode nos dizer o que vai acontecer. É esperar para ver o resultado no desenrolar da história.

Fim do Unity e retorno do Ubuntu ao Gnome


O Unity to Ubuntu chegou ao seu fim e com isso deu o que falar. Com todo esse alvoroço sobre o fim do Unity, resolvi dar mais uma vez minha opinião sobre o assunto que já havia mencionado no artigo "Minha opinião sobre o Unity". Confiram aí:


Uma informação interessante que eu obtive através do Dionatan, é que o Mir não foi realmente descontinuado; somente para desktops pois o Mir e o Snap estão sendo fortemente utilizados na IoT.
Esse é o print da atualização do Vivaldi que havia mencionado.

Minha opinião sobre o Unity


Eu sou um péssimo usuário de Ubuntu. A primeira versão que utilizei foi o 4.10 que na época utilizava o Gnome e eu simplesmente odiava as cores do ambiente gráfico trabalhadas pela Canonical. Então, antes de fazer qualquer comentário sobre este artigo dizendo que sou defensor de Ubuntu, tenha em mente tudo isso. Mas sei que muitos inscritos no meu canal e que leem meu blog usam Ubuntu, sei que o Ubuntu não é bugado como muitos afirmam como eu mesmo fiz durante muitos anoa (inclusive são os mesmos que afirmam que Android não é Linux, não sabem que muitas distribuições incorporam patches de correções desenvolvidos pela Canonical, não sabem que muitas distribuições estão hospedadas e possuem repositórios em servidores Ubuntu e nem que o Ubuntu domina a nuvem. Boa base de estudo que tem...) e azar, é Linux também.

O Ubuntu merece respeito por ter também trazido aumentado o número de usuários e continuar trazendo ainda mais assim como fez o Kurumin, como fez o Mandriva (e faz hoje no Open Mandriva) e como faz o OpenSuse. Isso é importante.

Vários projetos da Canonical são sacrificados ao longo de sua existência, mas falando do fim do Unity (tudo bem, estou um pouco atrasado, mas quis dar minha opinião assim mesmo) que foi noticia até mesmo na BBC, com isso a Canonical também desistiu do Mir vindo a migrar para o Wayland (acho da hora esse nome).

Minha primeira exposição ao Unity que consigo me recordar foi em 2011 e me lembro de ter odiado e não voltei a vê-lo mais por um bom tempo. Na versão 14.04 do Ubuntu que me mostraram o Unity novamente, eu ate aceitei melhor, já funcionava melhor e ate me adaptei rápido porque parecia com o Gnome 3 (claro que se parecem, o Unity é um fork do Gnome 3. Foi ate uma curva de aprendizado rápido).

Com o fim do Unity, não faltou quem criticasse mas também gerou um fork do garoto (acho o máximo isso no mundo FOSS e defendo isso). Mas essa não é a unica mudança anunciada para o 18.04. Antes disso anunciaram também o fim da arquitetura de 32 bits nesta versão para desocupar sua server farm.

Bom, expondo meu ponto de vista, acho que vai ser interessante o retorno ao Gnome:
  1. Irão poupar tempo e muitos esforços no desenvolvimento focando somente nos recursos que quiserem adicionar na modificação do Gnome.
  2. Economizar recursos financeiros para serem investidos em outras partes do projeto.
  3. E a curva de aprendizado dos seus usuários não será tão difícil já que são dois ambiente parecidos. Melhor do Unity para o Gnome do que foi do Gnome para o... Gnome...

Pois é, o que chamamos hoje de Mate era exatamente o Gnome; o Mate é um fork da versão dois do Gnome. Isso pode ser conferido no meu antigo blog que na época mostrei quando foi lançado o Debian 6. Agora... do Debian 6 para o 7... Foi uma mudança radical de um ambiente gráfico para o mesmo (Incrível! não? De um ambiente gráfico... para o mesmo)
viva a liberdade da criação de forks
Então, é isso; vamos agora aguardar e ver o que acontece. Talvez seja uma mudança boa (ou talvez não); só basta esperar, acompanhar e ver o que acontece. Eu vejo essa volta para o Gnome mais como um corte de gastos (o que não é ruim) se associarmos isso ao fim da arquitetura de 32 bits no Ubuntu (que está acontecendo também no Open Suse e no Debian), o fim do Mir, o fim Ubuntu Phone e o fim do upstart em favor do systemd. Melhor contribuir com outros projetos já existentes usufruindo do que eles tem a oferecer e eles usufruírem de suas contribuições do que reinventar a roda. Isso tudo converge a um padrão.

Tema no KDE - Look and Feel

KDE com novos temas e novas ferramentas inovadoras. Esse é um vídeo que, além de servir para promover o KDE e manter vocês atualizados, é também um vídeo que vai para a lista Muito além do GNU. Então, confiram as novas informações do KDE =)

Consumo de memória do KDE

KDE seu lindo
KDE seu lindo


Eu acho muito interessante quando são feitas essas perguntas pelo seguinte motivo. Já tive alunos em sala de aula que tinham dúvidas e ficavam acanhados em perguntar com medo de que os outros alunos fossem zombar. Com isso, a pessoa saia com dúvida da sala; e isso não é bom, isso é trágico. 

Me lembro que em 2.011 eu tinha uma aluna que não tinha medo nem mesmo de medo de perguntar algo que ela tinha dúvida e nem mesmo de errar quando pronunciava algo nas aulas de inglês; porque ela tinha a seguinte concepção:
Na pior das hipóteses eu vou aprender a forma correta.
Eu achava aquilo simplesmente sensacional. Sabe mais uma coisa interessante que isso gerou? É que quem estava do lado com a mesma duvida (e tinha medo de perguntar) fazia uma expressão mais ou menos de quem acabou de ter a sua dúvida esclarecida. Quando você toma uma atitude dessa, você automaticamente conhecimento com outros que também as tenham (mas tem timidez e acabam ficando sem perguntar) e logo eles também aprendem. Graças a você que quebrou essa barreira. Então, não tenha medo de perguntar de perguntar, por mais que a pergunta pareça boba. A sua dúvida é a dúvida que outras pessoas também tem e você a ajudou.

 Indo direto ao ponto do KDE, confiram o vídeo sobre a análise feita de uso de RAM no KDE:


Sem quaisquer ambiente gráfico o Linux consome 314MBs (sempre levando em consideração que isso pode variar de distribuição, depende também de todos os outros serviços carregados pela distribuição que está sendo utilizada no processo de boot, a forma com que a distro compilou o pacote, patches aplicados. Sempre tenham isso em mente. Mesmo assim, esse é o padrão do Debian desde a versão 5). Já com o KDE carregado após o login, o consumo foi 880MBs
 880MBs - 314MBs = 566MBs
Pouca coisa para um ambiente gráfico tão rico, com tantos efeitos, tantos recursos e que faz do OpenGL o tempo todo. O Gnome mesmo por exemplo, que tem bem menos efeitos e recursos, consome bem mais RAM, vindo a utilizar 2GBs após o login (nada de programas em execução, pouquíssimos efeitos; nada de nada no Gnome).

Gnome
 Portanto, se você tem pouca RAM e quer utilizar o KDE, vai sem medo que o garoto é bom =)

E mal publicamos o vídeo e já lançaram a versão 5.8.2 com bugfixes. Para baixar a nova versão, você pode baixar aqui de acordo com a sua distribuição, ou baixar o código fonte aqui. Além de agradecer a todos os comentários feitos no vídeo. Foi simplesmente show.

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