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Será que o dnf do Fedora é tão lento o quanto afirmam?

Será que o dnf do Fedora é tão lento quanto afirmam?
Será que o dnf do Fedora é tão lento quanto afirmam?
 Este é o segundo artigo sobre Fedora que eu escrevo aqui no meu blog. Em uma de minhas lives surgiu uma pergunta a respeito do desempenho do DNF se comparado aos outros gerenciadores de pacotes. Até que eu não vi isso na live, mas uma coisa que percebi entre os usuários de Linux é que já há o mito de ser um gerenciador de pacotes ruim e com péssimo desempenho; e como sempre, todo mito se propaga rapidamente e permanece por longas datas (não importando se desmistifique o assunto)...

 Bom, mas aqui vou eu mais uma vez em uma tentativa frustrante de explicar o óbvio e que parece que não vai adiantar nada. Mas mesmo assim a gente faz.

 No dia 22 de Março de 2020, foi anunciado o desenvolvimento da terceira verso do DNF cujo o seu maior foco é exatamente o desempenho e que de acordo com o próprio artigo do anuncio, esta versão já começa a apresentar bons resultados através de sua biblioteca:

Testes comparativos de desempenho com as versões 0.9.1, 0.11.1 e 0.13.0 da libdnf
 Mas mesmo com os dados já apresentados eu não deixaria de realizar testes também e aqui eu percebo dois problemas entre os usuários sendo que ambos são mais questão psicológicas do que reais, tratam-se de falta de analise e percepção.

 O primeiro afirmam que o desempenho do DNF não é bom se  comparado a outros gerenciadores de pacotes como o APT da família Debian, o portage da família Gentoo, o APK do Alpine Linux e pakman do Arch (como sempre, tudo do Arch é melhor do que de todo mundo...). Até aí não é um problema, o problema é a forma como a ideia acaba sendo mentalizada. Ao invés de "DNF bom e outros gerenciadores de pacotes melhor", a ideia acaba sendo mentalizada como "DNF ruim e outros gerenciadores de pacotes bom". E isso é um problema geral na vida. Ser humano tem um problema psicológico com números.

 Depois começa a desculpa de que foi "pelos testes que fizeram" ou "falam por experiencia própria"... E é uma pior que a outra e é aqui que mora o segundo problema: Não entender como o gerenciador de pacotes funciona.

 Uma coisa que eu percebi (e que em partes achei um pouco incomoda) é quando vou realizar uma busca por um programa sem antes ter realizado um update no DNF. O DNF irá primeiro atualizar a sua base de dados (e caso houver atualizações, irá então concluí-las) para depois realizar a minha busca como pode ser conferido na imagem abaixo.

DNF realizando atualização do sistema antes de realizar a busca solicitada.
DNF realizando atualização do sistema antes de realizar a busca solicitada.
 A principio eu achei isso incomodo mas depois achei até interessante (caso eu não tenha esquecido de verificar pro atualizações, o DNF já fez isso por mim, tudo uma questão de vantagens e desvantagens). Basicamente o APK do Alpine Linux também trabalha desta forma. Após a atualização, todas as demais buscas ficam muito mais rápidas que levam entre 3 a 5 segundos dependendo da sua internet e do seu hardware. Nesse caso falo pela minha internet que é de apenas 5 megabits (que dividindo 5 por 8, corresponde a 625 Kylobytes) e ainda estava assistindo a uma transmissão ao vivo.

DNF realizando a busca solicitada não tendo atualizações.
DNF realizando a busca solicitada não tendo atualizações.
Oscilações na busca do mesmo pacote devido a internet está sendo utilizada.
Oscilações na busca do mesmo pacote devido a internet está sendo utilizada.
 Já o processo de baixar o pacote, suas dependências e instalá-los também não levou tempo. Na imagem abaixo podem ser conferidos o tamanhos dos pacotes, a velocidade com que os pacotes foram baixados, quanto tempo levou para baixar e o tempo total de todo esse processo e de instalação.

Tempo de instalação do Simple screen Recorder no Fedora 31.
Tempo de instalação do Simple screen Recorder no Fedora 31.
 Moral da história é não, não vejo o DNF como possuindo desempenho ruim ao ponto de desenhá-lo como fosse algo que se torna desagradável e impactante da produção. O DNF possui desempenho aceitável? Sim!

 Poderia ser melhor? É CLARO QUE SIM! O Debian mesmo fez isso anos atras melhorando o desempenho do APT e do DPKG da versão 7 para a 8 e do 8 para o 9 como mostrei como mencionei na retrospectiva que fiz . Podemos perceber a diferença de desempenho até mesmo entre o DNF e o próprio Flatpak que também está presente no Fedora (o Flatpak utiliza quase a metade do tempo do DNF).

Benchmark de busca por atualização entre DNF e o Flatpak. Claro que nenhum dos dois precisou resolver nada, mas foi para fins de teste (inclusive, até nada a resolver é um teste valido).
Benchmark de busca por atualização entre DNF e o Flatpak. Claro que nenhum dos dois precisou resolver nada, mas foi para fins de teste (inclusive, até nada a resolver é um teste valido).
 Ou seja, só não da para se manter em uma zona de conforto, mas que o DNF possui desempenho aceitável e não impactante, isso sim. Uma dica é sempre manter o sistema atualizado (nunca deixe as atualizações acumularem) e se quiser aprender mais sobre Flatpak, então aconselho a conferir o site Fast OS e o seu canal.

Lançado novo Minicurso de atributos no Linux

Corei3 & Corei5 VS FX 6300


Pois é, esse assunto gera treta porque cada um quer puxar sardinha para o que mais é fã (e muitos ainda vem com a pachorra de dizer que não são).

Dizer que processadores da Intel são centenas de vezes melhores que da AMD parece que virou um carma. Muitos só falam que são melhores sem ao menos uma minima analise.

Só que o que me levou a fazer esse vídeo não foi nem mesmo o fato de fã boys atacarem o concorrente (que na verdade eu não sei o que ganham com isso), foi na verdade os próprios fã boys de uma marca nem mesmo conhecerem o que defendem.

Foi a partir disso que resolvi fazer esse vídeo para esclarecer o que deve ser analisando antes de afirmar a qual um processador é comparado a outro ou o fato de ficar achando que o lançamento de um processador novo invalida o anterior.

Então, deixo o vídeo aqui para que possam conferir as informações. Para que possam acompanhar melhor, o gráfico que eu menciono estará logo abaixo do vídeo. Também está a nota de rodapé mencionado no vídeo e deixarei também links que estão nessa planilha. OK? Bora lá assistir:

Experimentando HD Hitachi

 Um habito que eu tenho é de tempos em tempos comprar um novo HD para fazer backup dos meus dados. A ultima vez que eu comprei um HD foi (pelo o que eu me lembre) em 2012. Então esse ano eu resolvi comprar um novo para garantir que meu HD não vai morrer.
Dica SysAdmin: Peque sempre pelo excesso, nunca pela falta*.
* Claro que essa dica fica dentro do limite do orçamento.

 Existem vários fabricantes de HDs: SeaGate, Maxtor (que se tornou uma divisão da Seagate em 2.006), Samsung, Western Digital, me lembro que vi um Mitsichita uma vez no MacBook White do meu irmão, Toshiba e Hitachi. Os dois últimos mencionados são um dos melhores fabricantes de HDs que eu conheço.
 A Hitachi é uma forte aliada ao Linux sendo membro ouro bem ao lado da Google. Outra forte fabricante de HD e também aliada ao Linux, é a Toshiba (que ambas podem ser conferidas mesta imagem):



  Em 2.011, a divisão de HDs da Hitachi foi adquirida pela Western Digital. Não somente isso, mas a Sandisk também é uma corporação da Western Digital (cé bichão mesmo hein Western Digital). A Western Digital é outra que também é aliada ao Linux sendo membro prata (não tanto quanto a Hitachi, mas já está de bom tamanho):


 E por que não comprar um novo SSD? Por questão de confiabilidade. Eu possuo um SSD; ele é muito bom, ocupa menos espaço, a temperatura de um SSD é bem mais baixa (ele é quase frio mesmo em atividade), mas o que mais me atrai em um SSD (e acho que a todo mundo) é o desempenho. Outra coisa que me atrai é ter a maior chance de não perdê-lo em uma queda de energia. Eu já tinha perdido dois HDs com queda de energia e foi aí que então decidi comprar um SSD. Se ocorrer queda de energia novamente, tenho maior probabilidade de não perdê-lo devido não ser um dispositivo mecânico girando um disco com uma agulha gravando em cima.


 Mas tratando-se de backup, SSDs não são confiáveis. Pode-se fazer backups em SSDs, não é esse o problema e o problema não é visto de imediato;  o problema é que os SSDs possuem tempo de vida indeterminado e eles param de funcionar de uma hora para outra (inesperadamente). Não é como a outros dispositivos que vão apresentando falhas ao longo do tempo e aos poucos vão morrendo. Quando eles param de funcionar, param de uma vez só. Outro problema é que os SSDs começam a perder dados com a ausência de energia. Portanto, nessas condições, ainda prefiro confiar nos HDs para os meus backups.

Eu possuo dois HDs da Seagate de 500GBs para fazer meus backups; um com ext4 e outro com XFS.  De tempos em tempos compor um novo HD como prevenção. Quando fui pesquisar sobre HDs para que eu pudesse comprar um novo esse ano, vi um benchmark da empresa Back Blaze, uma das melhores empresas de armazenamento de dados do mundo. Mencionei essa empresa no vídeo "Não viva de boatos (Quebrando paradígmas 2ª parte - Linux VS FreeBSD)" que pode ser conferido logo abaixo se ainda não assistiu:



 E outros gráficos da empresa me convenceram a comprar HD da Hitachi:


 Beleza; então, foi o que eu fiz. Comprei um HD da Hitachi. Primeiro que foi difícil de encontrar; quando encontrei, os caras me enrolaram mais ou menos 10 dias para depois me oferecer um da Western Digital pelo mesmo valor de um da Hitachi (AH, VÃO SE...)

Bom, pedi reembolso e comprei em outro lugar (que foram ninjas na hora de entregar). Chegado em casa, fiquei parecendo criança quando ganha presente novo. O HD é lindão, todo fechado, apesar de ser SATA ele possui dois tipos de portas para alimentação (sendo do novo modelo SATA e do anti IDE, que preferi usar o IDE por ter apresentado melhor desempenho):


Reparem a placa lógica da bagaça
Coloquei dois HDs para comparar a espessura da bagaça. O de baixo é o Hitachi e o de cima o SeaGate.
Se repararem na sua parte traseira, ele possui cabo de alimentação do modelo SATA e do IDE:



utilizei o cabo de alimentação do padrão IDE

 Beleza, conferi no BIOS do meu PC e tudo OK, foi reconhecido.



 Beleza, o próximo passo é fazer ele funcionar no Linux. Bora para o arrebento então (se bem que foi simples, nada de anormal).

 A princípio pode parecer estranho o HD não ter sido reconhecido pelo comando "blkid". A questão é que o comando blkid consulta essas informações no superbloco (bloco que contem informações de tipo de filesystem, tamanho, blocos de dados, blocos livres, inodes e dentre outras coisas); e como o HD ainda não havia sido formatado, logo ele não possuía partições e onde o comando blkid consultar e me retornar informações. Foi onde apliquei o comando "dmesg" com e filtrei para encontrar os dispositivos SATA (e descobrir se o HD havia sido detectado pelo sistema):
blkid exibindo somente um dispositivo
Comando  "dmesg" exibindo dispositivos SATA durante o processo de boot
Dispositivos sendo exibido através do "ls /dev/sd?"
 Sabendo qual o dispositivo, então, bora formatá-lo. Eu não tenho o hábito de usar o fdisk; geralmente quando formato um dispositivo, eu utilizo o cfdisk:







Esse HD possui suporte a GPT; então aqui vamos nós utilizar GPT.



 Ok. Feito o trabalho de criar as partições em 0x83 (partição Linux), bora formatar:

Desta vez eu resolvi utilizar o BTRFS como filesystem padrão nesse novo dispositivo.


 Beleza; feito isso, é só alegria. Bora fazer backup dos outros HDs para o novo Para eu ter as minhas cópias idênticas.


Exibindo espaço disponível dos dispositivo na ultima linha com o comando df -h
 Tenho que mencionar que achei estranho a principio o fato de HD, além de ser rápido, ser mais silencioso que os HDs convencionais (o que é show de bola).

Uma características do BTRFS é que o filesystem realiza verificação no momento do boot.


 Fiz um teste básico copiando 100 arquivos com tamanhos variados sendo o menor com coisa de 6KBs e o maior, em torno de 80MBs. No primeiro teste, copiei os arquivos do pendrive para o SSD com ext4 e o resultado foi o seguinte:

Levou pouco mais 7 segundos para os arquivos serem copiados

 Em seguida copiei os mesmos arquivos do pendrive para o HD Hitachi com o BTRFS:

O resultado foi surpreendente levando pouco mais de um segundo.

 Testei também com um vídeo que tenho do ZedOS (uma distribuição que é feita por um amigo de Portugal que vou fazer vídeo ainda no canal para ajudar a divulgar) salvo no pendrive:

Esse foi o resultado no HD Hitachi com o BTRFS

Esse foi o resultado no SSD com o Ext4
 Claro que nesse caso o filesystem também tem que ser avaliado. O teste mais correto seria ter testado os dois dispositivos com o mesmo filesystem ou os diferentes filesystems no novo dispositivo, mas pela lógica, o SSD favoreceria o Ext4 pelo fato de HD ser um dispositivo que fica em constante movimento e o SSD um dispositivo solido; mesmo assim o BTRFS mostrou ter desempenho surpreendente bom.

 Sendo franco, eu poderia ter feito isso graficamente, mas não é um hábito que tenho. Não é que fazer isso pelo terminal seja melhor ou pior, é porque basicamente já estou condicionado a fazer pela linha de comando. Qualquer dia desses eu paro para ver como fazer isso pela GUI. Saber tal coisa também é importante para no caso estar preparado para um dia atender um cliente.

Resumo do Tux 02/07/2016

Endless Mini disponível para as vendas no Brasil

 Fala cambada, beleza? Bora para um resumo do Tux?

 Segunda-Feira foi o dia em que comecei a tratar sobre hardware que utilizo no meu dia a dia e a medida que eu for comprando novos equipamentos eu vou postando mais para  poderem saber se o hardware é compatível com Linux ou não. O primeiro foi do unboxing do mouse Logitech M100 que o Thiago Abreu do canal Cartucho 94 postou (já que tenho um também). Depois postei sobre o da Multilaser que comprei recentemente. Vale lembrar que já mostrei que os dois consoles (o Steam Controller e o DualShock4 do Play Station 4 que funcionam no Linux. Confiram os dois vídeos:



 Na Terça-Feira mesmo eu postei o vídeo com o Thiago Abreu do canal Cartucho 94 que foi bem legal conhecer o cara:


 Na Quinta Feira foi vez do navegador Vivaldi que o mano Dio postou no canal Diolinux. Eu tive que postar este artigo pois o vídeo me chamou muita atenção e resolvi testar o navegador.
 E por fim hoje teve sobre o ChromeOS disponível para partir para o arrebento em produção. Agora vai ein. 

Será que é hora de usar o Chrome OS?

 Fala cambada! Beleza? Ó nois aqui TRÁVÊIS. (como assim? Eu vou verificar a ortografia e o corretor diz que a palavra "TRÁVÊIS" não existe. Fala sério, É CRARO QUE IXESTE.


 Se lembram que eu já havia escrito um artigo do meu ponto de vista sobre o Android nos Desktops (que acredito que seria uma ótima solução) e dos Chromebooks superando o mercado do Mac Book? Pois é, desta vez o brother Peterson Alves do canal e blog Ubunters escreveu um artigo sobre a bagaça e fez até mesmo uma vídeo review sobre o sistema operacional que andou tomando mercado nos Estados Unidos no ultimo quadrimestre. Confiram essa:

http://www.ubunters.com.br/2016/07/agora-sim-e-hora-de-usar-o-chrome-os.html

Experiencia básica com o pendrive Multilaser (PD589 TWIST) de 32GB

Pendrive Multilaser
Pendrive Multilaser
Fala cambada! Beleza? Olha eu aqui TRÁVÊIS!

 SEGUINTE! Eu nem ia postar esse artigo, só havia me passado a mente já que postei sobre o mouse da Logitech M100, mas como hoje um amigo me disse que vai comprar um pendrive de 32GBs, logo percebi que tem mais gente no mundo como eu. hihihi

 Eu não sou uma pessoa de necessidades grandes (até que aquela necessidade venha a surgir). Digo isso no sentido de que vejo pessoas comprar dispositivos que até mesmo não necessitam (ou até mesmo não vão utilizar e chega ao ponto de não saberem nem utilizar). Até que um amigo me passou um arquivo que tinha 9.3 GBs, e como o maior pendrive que eu tinha era de 8GBs a coisa complica.
 Alguém pode dizer: "Ah, bastaria fazer uma boa compactação e podia salvar no pendrive." Verdade, tem toda razão, mas isso se eu não tivesse 5.8GBs já ocupados.
 Foi daí que me veio a mente comprar um novo pendrive. Fazer o que? não tinha para aonde correr mesmo.

 Beleza, pesquisei na internet e encontrei um pendrive de 32GBs e encontrei um da Multilaser pela bagatela de R$39,00. Resolvi pesquisar no bairro para ver se encontrava no mesmo valor e economizaria no valor do frete. O resultado foi encontrar um pendrive de 32GBs por R$ 87,00; então... bora comprar pela internet que até com frete sairia mais barato (com o frete, o pendrive saiu por R$ 51,79).

 Pendrives, assim como teclados, mice (plural de mouse em inglês é mice; portanto, não sei nesse caso), headset, caixa de som e dispositivos hotplug de um modo geral são tipos de equipamentos que geralmente não tem problemas quanto a qual OS é compatível, mas vale a pena evitar problemas (vai que né).

 A Multilaser é uma empresa que tem uma pancada de produtos diferentes. De CDs e DVDs virgens, pendrives, tablets (que achei uma merda) e Smartphones a bolsas e acessórios esportivos e de bem estar (até seção para crianças. Pow, me senti no Carrefour). No site do Carrefour... quer dizer... no site da Multilaser, eu não encontrei nada sobre suporte a Linux, mas parti para o arrebento.

 Beleza, chegado o pendrive em casa, a primeira coisa que fiz foi conferir se na embalagem descrevia suporte a Linux que para a minha não surpresa, não vem escrito. Veio simplesmente descrito que tinha suporte a Mac OS do 9 em diante e de Windows 95 em diante. Mas sem crise; o Linux reconheceu.  Como mencionei no vídeo sobre o que acho do NTFS, formatei com o sistema de arquivos (vou compartilhar o pendrive, então tem que ser flexível e lógico nessa ocasião).

Confiram o vídeo:



Bom, não vi grandes diferenças entre o pendrive da Multilaser e os da Kingston ou Sandisk:

  • Gravação
  • Leitura
  • Exclusão

Tudo por igual. O que me irritou mesmo foi o LED da bagaça: O pendrive é preto e tem uma luz vermelha atras bem aonde o protetor cobre (nass, que bem pensado... sqn). Quando desmonta a bagaça, o LED fica aceso ininterruptamente indicando que está pronto para ser removido. Como é que alguém vai entender que aquilo significa remover? A primeira coisa que pensei é que se eu fosse remover com aquela m... com o LED aceso, eu ia queimar o pendrive.

 Bom, demais é só isso galera. Nada de demais ou de se espantar. O pendrive que eu quero mesmo é da Corsair, mas o bolso não permite agora. Fica para a próxima temporada hehehe.
NÃO SE ESQUEÇA DE SE INSCREVER NO MEU CURSO DE MIGRAÇÃO PARA LINUX.
 QUER APRENDER A UTILIZAR O BTRFS NO FEDORA, ENTÃO VENHA APRENDER LINUX COMIGO ;)
Lançado novo Minicurso de atributos no Linux

Whatsapp com criptografia?


 Ontem a noite eu recebi uma notificação do Whatsapp que era necessário receber uma atualização (fazia um bom tempo que não recebia atualizações do Whatasapp, mas beleza, eu supero isso). Por fim, cheguei em casa e coloquei a jabiraca para atualizar. Resultado?

 Concluída a atualização, abri o Whatsapp fiquei com cara de decepção ao ver o que a atualização oferecia. E o resultado foi a mensagem logo abaixo dos chats:

Criptografia no Whatsapp...
 Bom, tudo bem, não havia razão para isso; afinal, esse é um recurso que o Whatsapp ainda não possuía. Mas isso me aconteceu talvez por já estar tão acostumado a ver este recurso dentro do Telegram que para mim não foi nada de impressionante. Fora que o mesmo recurso no Telegram é bem mais interessante.

É desta forma que são criados os chats secretos (criptografados) no Telegram.
É desta forma que são criados os chats secretos (criptografados) no Telegram.

 Existem muitos outros recursos no Telegram que (assim acredito eu) foram copiados pela equipe do Whatsapp. Um dos primeiros que eu havia notado foi o poder utilizar o chat via browser

 Quando comecei a utilizar este recurso no Telegram, eu achei isso muito rico e muito interessante. Você simplesmente loga após fornecer o e-mail (ou número de telefone) e tudo fica sincronizado (todas as mensagens que você recebe através do aplicativo aparecerão no navegador e vice versa). Com o tempo esse recurso apareceu para Whatsapp mas... Eu detestei. Se o smartphone perde conexão, o navegador também perde; daí eu tinha  sempre que ficar cuidando para que o meu smartphone ficasse sempre conectado (horrível ter que ficar dando atenção ao smartphone só para isso).

Sem necessidade de passar seu número de telefone

 Outro ponto relacionado a segurança (que inclusive aparece nesta mesma imagem) é o fato de não ser necessário passar o número de telefone para outras pessoas. Elas podem te encontrar pelo nome de usuário (exemplo o meu: @Tocadotux). Uma mão na roda isso.

Sticker mais animados

 Mais um que que notei que o Whatsapp copiou foi os stickers (mas os do Telegram mais uma vez estão bem melhores ;)
 Quando clico no thumbup por exemplo, aparece o tux, o beasty do FreeBSD, o logo o Debian e muitos outros.

Multimedia

Na parte de multimédia e que pode ser útil para muitos (ou não) é o seu player flutuante. Você pode assistir um vídeo em tela cheia como de costume, mas é possível também reduzir o tamanho do vídeo e continuar fazendo outras coisas como bater papo (é possível até mesmo escolher aonde o vídeo vai ser posicionado na sua tela ;) Reparem o vídeo abaixo:





 

 Ainda dentro de multimédia; quando recebemos mensagem de voz podemos ouvi-las todas sequencialmente bastando dar o play em uma só das mensagens (não precisamos esperar uma mensagem acabar para depois ouvir a outra). Legal disso é que podemos ouvir as mensagens de voz e ir ir para outro chat.

 Bom, por fim, não estou escrevendo este artigo para mostrar que o Telegram é superior ao Whatsapp, mas como que um projeto de código aberto contribui muito para o avanço até mesmo dos proprietários. O fato do código fonte do Telegram estar disponível livremente facilita para que recursos sejam até mesmo copiados para o Whatsapp ou a quaisquer outros aplicativos da mesma linha (ou de outras linhas). Se não, seria necessário maior investimento financeiro e muito tempo em pesquisas para descobrir como escrever tais recursos (e por essa razão eu acho interessante as empresas contribuírem para os projetos open source. Se são beneficiadas com o open source, por que não contribuir?).

 Isso acontece também no Windows até em épocas remotas. Há muitos recursos do Linux que a Microsoft copiou para o Windows:
  • O botão de ejetar com segurança (sempre menciono isso)
  • Multi-tarefa e multi-usuário
  • Instalar programas sem precisar reiniciar (apesar que ainda existem ocasiões que o Windows é obrigado a reiniciar para concluir a instalação)
  • Acesso a rede
  • A GUI do Windows 10 é uma cópia do KDE Plasma (o Windows 8 me lembrou o Gnome ou o Unity)
 Tenho um artigo chamando "As incríveis vantagens proporcionadas pelo software livre e de código aberto" e pensei em escrever esse até mesmo como uma emenda para mostrar mais uma vantagem que o software livre e de código aberto proporciona a indivíduos e empresas.


 Há muitos outros recursos no Telegram que não descrevi aqui como editar mensagens enviadas (sim, podemos editar as mensagens enviadas e esquecer o esquema de enviar uma mensagem com *), excluir mensagens enviadas (e não notificar para o destinatário), tema escuro e muitos outros; mas acho que esses estão de bom tamanho. Bora instalar o Telegram e viver mais feliz.

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