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Sony melhora o desempenho do ExFat para Linux em mais de 73%

exfat: reduce block requests when zeroing a cluster

Sony melhora o desempenho do ExFat para Linux em mais de 73%

 Em Agosto de 2019 a Microsoft anunciou que estava trabalhando no suporte do ExFAT para Linux. Bom, o seu suporte apareceu no kernel 5.4 em Outubro dde 2020.
 A Microsoft chegou a abrir a especificação técnica do ExFAT, o que foi motivo o suficiente para que eu pudesse debater um assunto muito interessante, disponibilizar especificação técnica é mais importante do que abrir o código fonte:


 No dia Yuezhang Mo da Sony enviou o patch 1d404b899e322a3fed5d7af243d83bb9e71b1b78 intitulado exfat: reduce block requests when zeroing a cluster (exfat: reduza as solicitações de bloco ao zerar um cluster) que melhora o desempenho do ExFat entre 73.8% a 85.4%. Os testes foram realizados em um imx6q-sabrelite que tem como configuração CPU: 792 MHz x4; 1GB DDR3; cartão microSD SanDisk 8GB Class 4 e os testes foram feitos criando 1000 diretórios.

 Estas melhorias estarão disponíveis a partir do kernel 5.19.

Microsoft porta DirectX para Linux

Microsoft para Linux

Microsoft porta DirectX para Linux

 Hoje o site MSPower anunciou que que a Microsoft portou o Directx Para Linux (novamente). o DirectX foi disponibilizado como driver no site kernel.org sendo movido para a área do Hyper-V tendo total suporte a virtualização de aceleradores gráficos.

DirectX for Linux

DirectX for Linux

 Há também total suporte a APIs OpenCL, OpenVINO e OneAPI em GPUs Intel GPU para permitir que desenvolvedores escrevam seus códigos que funcionam bem tanto no Linux quanto no Windows.

 De acordo com o site, o driver foi reescrito do zero e organizado em camadas lógicas para que os revisores open source entendam melhor como o driver é construído.
"Muitos esforços foram feitos para abordar o feedback da comunidade neste conjunto revisado de patches e esperamos que isso esteja se aproximando do que a comunidade
gostaria de ver.
Entre o projeto de tempo de execução de computação da Intel e o libdxg, agora temos uma implementação totalmente de código aberto de nossa pilha de computação virtualizada dentro do WSL. Continuaremos a oferecer suporte tanto à API de espaço do usuário de código aberto em nossa abstração de computação quanto à de código fechado (CUDA, DX12), deixando para os proprietários e parceiros da API decidir o que faz mais sentido para eles."
 Será que veremos a Microsoft adotando Linux no lugar do Windows? Pode ser que veremos, Eu já levantei essa bola uma vez onde apresentei fatos históricos de isso já ter ocorrido. Pode ser que veremos uma distribuição Linux com a GUI e ferramentas do Windows assim como ocorreu com  MacOSX (o NetWare pode entrar dentro desta lista também). Mas e vocês? O que acham?

NTFSv3 para Linux

NTFSv3 para Linux
NTFSv3 para Linux
  
    Noticiei o lançamento do kernel 5.14 e, além de não ter visto adicionarem suporte as novas plataformas da AMD, outro recurso que tive noticias que não tive noticias de sua adoção é o sistema de arquivos NTFS3. Em Setembro de 2020 Konstantin Komarov da Paragon Software anunciou que estaria  trabalhando no desenvolvimento do sistema de arquivos NTFSv3 para Linux. Não é nenhuma novidade que o Linux já possui suporte a NTFS (algo que já via na época que utilizava o Kurumin (não me lembro qual versão) e o Fedora 6  facilmente). Tanto é que eu já fiz benchmarks duas vezes; uma vez em 2015 aqui no blog e outro no meu canal em 2018 (pretendo fazer mais no futuro, mas por ora não).


    O que se nota no NTFS em ambos os benchmarks é uma diferença enorme de sua melhoria. Mas por que a Paragon Software decidiu então desenvolver sua própria versão de NTFS sendo que já possuímos NTFS no Linux? Bom, o maior motivo pode ser conferido em sua FAQ, está relacionado a desempenho. O NTFS que utilizamos no Linux (chamado NTFS-3G e que é desenvolvido pela Tuxera) é na verdade um filesystem in userspace que também conhecemos abreviadamente como FUSE, uma interface simples para exportar um sistema de arquivos virtual para o kernel Linux que, apesar do NTFS-3G funcionar bem, já é conhecido entre nós que o FUSE sofre de perda de desempenho. É o mesmo caso que ocorreu com o ExFat (e o Vfat) que também rodavam via FUSE e que depois que a Microsoft disponibilizou sua especificação técnica, pudemos ver lançamento do kernel com suporte nativo ao ExFat. Foi pensando nisso que a Paragon desenvolveu sua própria versão do NTFSv3 que é realmente um driver. 
    A ASUSD-Link, CorsairBelkin e NETGEAR também já apresentaram relatórios de melhor qualidade em seus serviços e produtos com Linux e que dependem do NTFS. A FixMeStick, a AJA Video e a Wester Digital apresentam seus casos de estudos sobre os produtos da Paragon.


    Mas essa não é sua única vantagem; o NTFSv3 também oferece acesso total a volumes NTFS e o HFS+, melhor integridade, proteção de dados, facilidade de instalação, 
melhor interoperabilidade entre outros sistemas operacionais e dispositivos (seja entre Android, Windows, Macbook, iPad, notebooks Linux, Chromebook e etc),   suporte aos kernels Linux (do 2.6.36 a acima do 5.12.x), distribuições mais recentes e suporte a SMP do kernel. Há uma tabela comparativa de recursos dos sistemas de arquivos desenvolvidos pela paragon para Windows, Linux, MacOSX, iOS UEFI e QNX que pode ser conferida clicando aqui, ou baixando PDF. Seu NTFS acaba apresentando melhores recursos para Linux:

tabela comparativa de sistemas de arquivos entre sistemas operacionais.
tabela comparativa de sistemas de arquivos entre sistemas operacionais.

    O NTFS da Paragon está sob licença EULA (mesmo assim, está disponível o seu código fonte) e há duas edições disponíveis para download:
Diferença de recursos entre a versão free e a profissional do NTFS da Paragon.
Diferença de recursos entre a versão free e a profissional do NTFS da Paragon.

DESVANTAGENS DO NTFS

    Eu já ouvi afirmarem que "para debater assuntos e termos técnicos, é necessário que a Microsoft disponibilize seu código fonte"; o que eu acho uma extrema de uma tolice (não acredito em software livre a troco de nada). É possível sim debater assuntos técnicos sobre ferramentas sem a necessidade de código fonte, alias, muitos dos que brigam para que as empresas disponibilizem seus códigos fonte, nem sabem ler e muito menos contribuem. Então vamos a analise técnica; nem tudo são as mil maravilhas e o NTFS também possui suas limitações. Já me perguntaram o que eu acho do NTFS e isso virou tema de um vídeo. Acho que o NTFS um sistema de arquivos rico e pobre ao mesmo tempo (rico em recursos e pobre em sua execução).

    Vemos na versão Free do NTFSv3 em limitações que:
  1. Arquivos criptografados não possuem a capacidade de serem descriptografados.
  2. Somente stream de dados é copiado durante a operação de cópia
  3. Hard links e symlinks são copiados como arquivos, sem informações de link. 
    Há uma informação interessante na Wikipedia que diz que "Se usado em uma mídia removível, ela pode se corromper mais facilmente; Não é possível otimizar para remoção rápida".  Isso é realmente verdade (ao menos nas versões atuais tanto do Windows quanto no NTFS-3G que usamos no Linux) e relatei isso em um vídeo:


    A vantagem de se ter NTFS no Linux é que pode ocorrer de certas aplicações que foram desenvolvidas primeiramente para Windows (ou serem aplicações somente para Windows) serem escritas com base em recursos do seu sistemas de arquivos. Isso acaba facilitando muito o trabalho tanto para os desenvolvedores quanto sysadmins e até usuários finais. Na FAQ do Wine é mencionado que "nem todos os sistemas de arquivos / drivers possuem suporte a todos os recursos do Fat32 ou do NTFS. Um exemplo é que driver do NTFSv3 não possuem suporte a shared-write mmap, um recurso que não pode ser emulado e é utilizado por aplicações assim como a Steam." Ou seja, até mesmo entre NTFS e NTFSv3 há seus conflitos (o que não é um caso de se estranhar, já vimos casos assim como é caso que ocorreu no MacOS X).

NTFSv3 da Paragon sendo instalado no Ubuntu.
NTFSv3 da Paragon sendo instalado no Ubuntu.

    Com a crescente adoção de Linux se tornando cada vez mais forte, acabamos vendo a Microsoft portando suas ferramentas para Linux, desenvolvendo novas ferramentas também pensando no Linux e até mesmo abrindo alguns de seus códigos fonte (confira aqui algumas destas noticias). Não vai ser estranho acabarmos vendo a Microsoft sacrificando o Windows para em seu lugar construir um sistema operacional Linux com as aplicações do Windows e assim ela ter o melhor dos dois mundos para o seu publico (já vimos a Microsoft fazer isso com o windows phone que em seu final era uma versão de Android com a cara do Windows phone e a Apple sacrificar o MacOS para colocar em seu lugar o NextSptep com a Cara do MacOS). 

Microsoft lança Promon para Linux

Procmon (abreviação de Process Monitor) é uma ferramenta clássica que ofederece um conjunto de ferramentas Sysinternals ao Windows e agora disponível para Linux. Procmon fornece uma maneira conveniente e eficiente para os desenvolvedores do Linux rastrearem a atividade syscall no sistema.


 Está disponível no Github da Microsoft sob a licença MIT e com informações até mesmo de como utilizar o Promon e exemplos de uso.
Mais sobre a atuação da Microsoft no mundo open source podem ser conferido clicando aqui
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AWS pretende portar aplicações .NET para Linux

AWS pretende portar aplicações .NET para Linux
AWS pretende portar aplicações .NET para Linux
 A AWS está trabalhando em uma nova ferramenta chamada Porting Assistant for .NET que visa auxiliar aos desenvolvedores portar aplicações baseadas no .NET Framework para Linux com o .NET Core de forma mais rápida. A intenção é reduzir esforços uma vez que os desenvolvedores precisam concentrar para identificar dependências e APIs que são incompatíveis com o .NET Core, encontrar dependências substitutas e gerar uma avaliação de compatibilidade detalhada. Com isso, as empresas acabam reduzindo custos; mas ainda assim, os desenvolvedores terão um certo esforço manual (porém, melhor do que nada).
Como o Porting Assistant for .NET funciona
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Microsoft Defender ATP para Linux!

Microsoft Defender Advanced Threat Protection (ATP) para Linux!
Microsoft Defender Advanced Threat Protection (ATP) para Linux!
 Do momento em que escrevo este artigo, faz nove horas que o site Microsoft Tech Community publicou essa noticia. Agora está disponível a ferramenta Microsoft Defender Advanced Threat Protection (ATP), só que nativamente para Linux (estou falando que a Microsoft vai matar o Windows e adotar Linux em seu lugar. No próprio artigo mesmo é mencionado que só estão no seu inicio de sua expansão de suas ferramentas para o Linux). No exato momento, o ATP dá suporte as seis principais distribuições do mercado:

 Quem sabe no futuro não ofereça suporte a outras distribuições como o Alpine Linux já que sua adoção no Docker é grande. A instalação pode ser feita via ferramentas de gerenciamento, via Puppet ou pelo Ansible e os recursos podem ser conferidos clicando aqui.
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