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Anunciado o fim do Project Trident

PROJECT TRIDENT SUNSET

 Project Trident iniciou em 2018 como uma distribuição para desktop baseado no TrueOS. Com o fim do TrueOS, dois membros adotaram porções do seu desktop e reconstruíram a distribuição e em 2019 anunciaram que iam abandonar a base do TruOS/FreeBSD e iam basear no Void Linux. A transição foi concluída em Fevereiro de 2020.

 Alguns dos principais recursos do Project Trident era a interface Lumina como ambiente gráfico padrão, o ZFS como sistema de arquivos padrão, criptografia para todos os dados, facilidade de uso e muito mais.

Ambiente gráfico Lumina

Lightweight Desktop Environment

 Infelizmente, o projeto anunciou o seu fim no dia 29 de Outubro devido a pandemia. Não está descrito exatamente assim, mas a informação do anuncio de seu fim deixa isso muito claro.
"Com as mudanças e eventos nos últimos dois anos na vida, trabalhos, família e etc; nossas prioridades individuais tem mudado também."

Equipe Regata OS lança o seu pacote Premium


    O Regata OS é uma distribuição Linux brasileira baseada no OpenSuse que permite que você tenha acesso de forma mais fácil a o que realmente é importante. O Regata OS oferecendo tudo o que você precisa para aproveitar melhor desempenho com o seu desktop, seja fazendo tarefas simples do dia a dia como abrir apps e arquivos, bem como curtindo seus jogos favoritos ou criando conteúdo.
    Ao longo do tempo o Regata OS vem ganhando muito destaque (inclusive fora do país). Um dos pontos chaves é que a equipe do projeto concentra seus esforços em suas ferramentas e nas personalizações da distribuição ao invés de ter que trabalhar em todo o sistema operacional. Os membros já até mesmo participaram do canal em uma entrevista:


    Agora a equipe do Regata OS lança o plano Premium que lhe oferece suporte turbinado e acesso antecipado às novidades incluindo novas versões de aplicativos e recursos que serão adicionados no sistema operacional. Por apenas R$9,99 mensais (R$119,88 por ano) ou uma única parcela de R$99,99 por ano você possui:
  • Suporte via chat privado
  • Servidor privado no Discord
  • Suporte remoto online
  • Acesso às novidades
    Com o seu apoio, a equipe pode manter o Regata OS vivo, ir mais longe e te beneficiar (não somente com suporte; você também recebe prêmios muito legais :).
    Siga também o Regata OS nas redes sociais:

Lançado Alpine Linux 3.13.0

 Hoje foi anunciado o lançamento do Alpine Linux 3.13.0 (a primeira versão estável da série v3.13). esta versão traz o kernel Linux 5.10.7, ZFS 2.0.1, musl 1.2, GCC 10.2.1, Busybox 1.32.1, Git 2.30.0, Knot DNS 3.0.3, MariaDB 10.5.8, Node.js 14.15.4, Nextcloud 20.0.4, PostgreSQL 13.1, QEMU 5.2.0, Xen 4.14.1 e Zabbix 5.2.3.

 Além dos mencionados, agora o Alpine possui suporte a cloud images (../cloud) oficial, suporte incial ao cloud-init, introduz o novo ifupdown-ng (que é um substituto para o ifupdown do busybox), melhorias no suporte a rede wifi e muito mais


Btrfs poderá receber novo recurso para ser adotado no Fedora 33

Btrfs poderá receber novo recurso para ser adotado no Fedora 33
Btrfs poderá receber novo recurso para ser adotado no Fedora 33
 Durante a conversa sobre a possível migração do Fedora 33 para o Btrfs (e que pode ser lido clicando aqui), foi mencionado que o Btrfs é particularmente vulnerável a corrupção de metadados (caso uma das raízes globais centrais (em inglês core global roots) venha a corromper, o sistema de arquivos é desmontados e o fsck não consegue fazer nada sem algumas opções especiais.

 Foi aí que sugeriram um adicionar suporte a opção rescue=skipbg ao Btrfs (automaticamente, ao comando mount também). Porém essa opção é muito fraca por só permitir operar sem um extent root e outras opções foram sugeridas como 
mount -o rescue=skipbg,rescue=nocsum,rescue=nofreespacetree,rescue=blah
  Apesar de já estarem trabalhando no patch para o novo recurso, a equipe anda está analisando quais são as melhores e mais vantajosas opções para os usuário. Testes estão sendo realizados com vários dados ao corromper as csum tree e o debate ainda está sendo longo.

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Puppy quirky passará a utilizar toybox, musl e clang

Puppy quirky passará a utilizar toybox, musl e clang
Puppy quirky passará a utilizar toybox, musl e clang
 Puppy Quirky Linux é uma distribuição experimental criada por Barry Kauler em 2013 depois de se aposentar da liderança do projeto Puppy Linux. Sim, o Quirky é desenvolvido pelo fundador do Puppy Linux com a intenção de poder explorar o sistema mais a fundo com novas ideias podendo ser mais ousado nos desafios. Porém em Dezembro de 2018 o Quirky Linux foi descontinuado para dar lugar a sua nova distribuição experimental chamada EasyOS.
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 No inicio de Outubro, anunciaram que irão iniciar sua próxima build T2 para o Puppy quirky e que planejam utilizar musl/clang e substituir o busybox totalmente pelo toybox. O maior problema no momento é que ainda não é possível utilizar o toybox como principal terminal padrão (nem mesmo no Hermetic Linux, ou mkroot que é a distribuição de teste de implementação do toybox) devido ainda ter certa dependência completa do toybox pendente. No caso do mkroot, o que ainda é feito no mkroot é trabalhar em dois  passos.

  1. Utilizar o Busybox como terminal de comandos padrão 
  2. Substituir os comandos pelos existentes no toybox.
 Por hora é o que pretendem fazer no build T2 do Puppy Quirky até que esse objetivo seja alcançado. Espero que tal dependência venha logo o que não falta muito para isso :)

Mais sobre o toybox
Mais sobre a musl
Mais sobre o llvm

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Lançado Alpine Linux 3.10.0

Lançado Alpine Linux 3.10.0
Lançado Alpine Linux 3.10.0
 Quase cinco meses após o lançamento da ultima versão, é lançado o Alpine 3.10.0. Alpine Linux é uma distribuição orientada a segurança e leveza tendo como biblioteca C padrão a musl libc, o busybox como terminal de comandos e é fortemente utilizada no Docker. Quiser saber mais sobre o Alpine Linux, confira o vídeo no final deste artigo; mas vai com calma, leia o artigo também ;)
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  A primeira versão da série 3.10.x traz como novos recursos o suporte a Pine64LTS, iwd que é uma alternativa moderna ao wpa_supplicant (EAP ainda não está funcionando); suporte a ethernet e porta serial para placas arm; ceph (que é um sistema de arquivos e armazenamento para objeto distribuído (distributed object store and filesystem) e o lightdm como cross-desktop display manager.

 Houveram atualizações significativas também como kernel Linux 4.19.52, GCC 8.3.0, Busybox 1.30, musl libc 1.1.22, LLVM 8.0.0, Go 1.12.6, Python 3.7, Perl 5.28, Rust 1.34.2, Crystal 0.29.0, PHP 7.3.6, Erlang 22.0.2, Zabbix 4.2.3, Nextcloud 16.0.1, Git 2.22.0, OpenJDK 11.0.4, Xen 4.12.0 e Qemu 4.0.0. Houveram remoções de programas também como Qt4, Truecrypt e o Mongodb. As mudanças podem ser conferidas no Git Log e no Bug Tracker do Alpine.

 Natanael Copa agradece a todos que enviaram patches, bug reports, novos aportes de atualização, escreveram documentações, mantiveram a infraestrutura e que contribuíram de outras formas. E também não deixa de agradecer as empresas por prestar suporte em hardware e hospedagem:



Musl receberá suporte a arquitetura RISCV64

Musl receberá suporte a arquitetura RISC-V64
Musl receberá suporte a arquitetura RISC-V64
 musl já possui suporte a pelo menos quinze arquiteturas (sendo uma delas, RiscV) e vem sendo adotada cada vez mais pelas distribuições Linux. Há planos por exemplo de portar o Debian para a musl (no passado Debian já havia sido portado para outra biblioteca que, como se tratava de um fork da GlibC que fundiram os dois projetos, por esse motivo o Debian acabou retornando para a GlibC). Uma distribuição não fica atrelada a um único projeto tenda a liberdade de escolher outras ferramentas e até de se desvincular do que já tem.
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 Mas mesmo tendo suporte à varias arquiteturas, há um trabalho sendo feito para a biblioteca venha a ter suporte a arquitetura RiscV64 vindo de empresas como a Mforney, a cmpwn, a  SiFive e até a Google.

 Nesta versão a equipe removeu por hora o suporte a riscv32 (já que a ABI de 32 bits ainda não está estável) e portaram a distribuição Alpine Linux para riscv64 sem se depararem com problemas. Atualmente a comunidade Adélie Linux também está envolvida em um trabalho portando musl libc para arquitetura SPARC.

 Aqui você pode assistir um vídeo do canal e conhecer um pouco mais sobre a história e características da biblioteca musl:

Lançado Adélie Linux 1.0-BETA3

Adélie Linux
Lançado Adélie Linux 1.0-BETA3

 Anunciei em Setembro do ano passado o lançamento da versão BETA2 da distribuição Adélie Linux. Oito meses depois a equipe Adélie vem com muitas novidades.

 Adélie Linux é uma distribuição cujo foco é ter total compatibilidade POSIX® com uma ampla variedade de computadores e facilitar o uso sem sacrificar recursos.
Dentre esses recursos estão Algumas das características da distribuição Adélie são:
 Kernel Linux com o conjunto de patch conhecido como mc que tem como objetivo fornecer melhorias na confiabilidade, desempenho na interatividade e consumo de memória em todas as arquiteturas possíveis (o kernel-mc extrairá o máximo do hardware de forma mais eificiente); biblioteca musl de forma mais rigorosa, implementar ferramentas rigorosamente compatíveis onde elas faltam, e acompanhando o progresso e notando faltas ou recursos não em conformidade; Init System V-style com gerenciamento de serviços do OpenRC e do s6; o gerenciador de pacotes APK Tools da distirbuição Alpine Linux; suporte a ppc, ppc64, arm64, pmmx (i586) e x86_64; interfaces gráficas; aplicações de servidores como Popular Server Software Apache, Bugzilla, lighttpd, PHP 7, Python 3 (que indiquei recentemente o livro do professor Augusto Manzano), qmail, Quassel Core, Ruby, StrongSwan VPN e muitos outros recursos.
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 A versão 1.0-BETA3 foi lançada no dia 31 de Maço e foram 1683 commits entre a versão 1.0-BETA2 e 1.0-BETA3. Esta nova versão traz o GCC 8.3.0 (a distribuição inteira foi reconstruída sob essa versão); gcompat foi atualizado para ter mais suporte programas que dependem da glibc software.; a linguagem Go agora disponível via gcc-go; Ghostscript que permitem impressões utilizando CUPs e Gutenprint; Java, Sphinx e Subversion; LLVM e o Clang versão 8.0.0 (sua versão de LLVM possuem suporte a SPARC e WebAssembly targets) e na parte de redes recebeu suporte iw, netqmail, Netsurf, NFS, NMap, Postfix, RDesktop e WireGuard, NetworkManager e ModemManager.

 Na parte de desktop não ficou de fora e agora a distribuição possui suporte a MATE e as aplicações do KDE foram atualizadas para a versão 19.04.1 ( já os Frameworks para a versão 5.54.0). E como KDE é algo que nos remete a Qt, está disponível também o Qt 5 Speech que permite algumas aplicações entregarem a funcionalidade text-to-speech.

 Outras aplicações para desktop que valem mencionar foram o AbiWord, Evince, Gnumeric, o LibreOffice, aproximadamente  50 novas fonts, XScreenSaver e suporte a MTP (Media Transfer Protocol) para câmeras digitais.

 Há também melhorias no suporte a arquitetura e correções de bug, mas acredito que isso já nos dá uma boa visão geral de como está o progresso da distribuição.


Linux Deepin 15.10

Deepin é uma distribuição Linux baseada em Debian mas dedicada a fornecer beleza, fácil uso, segurança e confiabilidade para usuários globais.

 O Marcos Garcia do canal Vartroy dá aqui suas opiniões e criticas a respeito desta distribuição que cada vez ganha mais notoriedade. Então, prepare a pipoca, arruma o sofazão e bora trocar uma ideia com o Marcos a respeito da versão 15.10 da distribuição Deepin.

Clear Linux Autospec Overview

Clear Linux OS
Clear Linux OS
 Esta semana está sendo a vez das distribuições da família Red Hat. Já teve o lançamento do Fedora 30, a mudança de logo da Red Hat e desta vez saiu um novo vídeo da distribuição Clear Linux com sua ferramenta Autospec.

Clear Linux OS é uma distribuição Linux open source, rolling release projetada para ser otimizada em desempenho, segurança, customização e fácil gerenciamento. Foi projetada para ser utilizada em vários ambientes como nuvem, Desktop, máquina virtual e muito mais.
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autospec é uma ferramenta para auxiliar na criação e manutenção automática de pacotes RPM no Clear Linux OS. Onde um processo padrão de build RPM utilizando o rpmbuild exige um tarball e um arquivo .spec para iniciar, o autospec exige apenas um tarball e um package.



Lançado Alpine Linux 3.9.0

Alpine Linux 3.9.0

 Foi lançado nesta Quarta feira (30/01/2019) a versão 3.9.0 da distribuição Alpine Linux, a primeira versão estável da série v3.9. Essa nova versão trás novos recurso e novos pacotes, suporte a armv7, migração do LibreSSL para o OpenSSL, Modloop está sendo desenvolvido, melhorias do suporte ao GRUB (usuários do GRUB dever conferir se seu config é gerado corretamente e possui media de boot de emergência preparado).


 Além dessas novidade, a distribuição Alpine Linux 3.9.0 faz uso do kernel Linux 4.19, GCC 8.2.0, Busybox 1.29 (e espero que o toybox venha a ser uma opção padrão no Alpine Linux), musl libc 1.1.20, Go 1.11.5, LXC 3.1, PostgreSQL 11.1, Node.js 10.14.2, Crystal 0.27, Zabbix 4.0.3, Nextcloud 15.0.2. O Firefox está disponível somente para x86_64 (AMD64) devido a linguagem Rust.

Estamos de volta, galera

Depois de duas semanas sem postar nada, estamos de volta para ir para o arrebento, galera. Aqui resolvi somente agradecer a vocês que me ajudaram, me apoiaram; pude contar com vocês quando precisei no momento critico. Não poderia deixar de agradecer. Recebi equipamentos que preciso para manter o canal e aproveitei para mostrar outros que comprei.


Pretendo futuramente contar o que gostei (e o mais importante) o que não gostei nesse novo coller que comprei para o meu novo processador AMD FX 6300 (que é um ótimo processador) e também no nobreak.

É isso galera, até a proxima =)

OS VÁRIOS SABORES DE LINUX - Segunda Temporada

Pois é galera, vocês pedem tanto (parece que estavam adivinhando que eu já planejava uma segunda temporada) que agora a coisa vai que vai. Devido a outras distribuições  que merecem atenção é que eu resolvi dar continuidade a série. Tenho algumas em mente na qual tratar e outras que estou classificando ainda (verificando a viabilidade de tratar do assunto). Chutem vocês quais serão hehehe.

Os vários sabores de Linux é uma série onde trato de escolhas no mundo Linux:
Escolha de distribuições, escolha de pacotes, de gerenciador de pacotes, de ambientes gráfico,  de filesystems, de arquiteturas, de biblioteca, de ferramentas e muito mais.
Tudo o que envolva escolha não limitando o Linux. Pois Linux não é limitado a uma unica opção de tudo o que constitui um sistema operacional, como no caso do Windows, do Mac OS e do próprio GNU (é isso mesmo, Linux não se limita a GNU e não é limitado como GNU).

Então, aguardem a segunda temporada de OS Vários Sabores de Linux.


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