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Upgrade from Windows 7 to KDE Plasma

Sim das atualizações do Windows 7. Bora para o KDE Plasma
Sim das atualizações do Windows 7. Bora para o KDE Plasma
 Em 14 de janeiro, a Microsoft deixará de oferecer atualizações para o Windows 7. Cerca de um bilhão de usuários deixarão de receber correções que mantêm seus computadores funcionando e seus dados em segurança.

Se você é um desses usuários, o KDE quer ajudá-lo. Em vez de migrar para o Windows 10 e aguentar horas de atualizações, invasões à sua privacidade e anúncios irritantes incorporados aos seus aplicativos, instale um sistema operacional Linux com o Plasma. Em 30 minutos, você estará em funcionamento e terá toda a segurança e estabilidade de um sistema Linux, com todos os recursos e facilidade de uso do Plasma.

 O vídeo abaixo mostra como você pode fazer com que o Plasma, a área de trabalho do KDE, pareça e se comporte como o Windows 7. Ele mostra como o Plasma se adapta a você e é fácil, emocionante e divertido de usar. O plasma pode adotar muitas formas. Ele já está totalmente funcional, mas com alguns ajustes, pode se comportar como Windows, macOS, Unity do Ubuntu ou qualquer outro meio.


Você encontrará muitos programas incluídos ao lado do Plasma. Existem aplicativos de escritório, navegadores da Web, reprodutores de áudio e vídeo, programas de design ou edição de áudio e vídeo ... A lista é interminável. E é fácil adicionar mais: use seu gerenciador de software e você descobrirá que pode instalar novos programas em apenas alguns cliques. A atualização do seu sistema é igualmente indolor e nunca o forçará a reiniciar.

Se você precisar executar um programa Windows por algum motivo, o WINE provavelmente o ajudará. Você também pode instalar o WINE a partir do seu gerente de software!

Consumo de memória do KDE

KDE seu lindo
KDE seu lindo


Eu acho muito interessante quando são feitas essas perguntas pelo seguinte motivo. Já tive alunos em sala de aula que tinham dúvidas e ficavam acanhados em perguntar com medo de que os outros alunos fossem zombar. Com isso, a pessoa saia com dúvida da sala; e isso não é bom, isso é trágico. 

Me lembro que em 2.011 eu tinha uma aluna que não tinha medo nem mesmo de medo de perguntar algo que ela tinha dúvida e nem mesmo de errar quando pronunciava algo nas aulas de inglês; porque ela tinha a seguinte concepção:
Na pior das hipóteses eu vou aprender a forma correta.
Eu achava aquilo simplesmente sensacional. Sabe mais uma coisa interessante que isso gerou? É que quem estava do lado com a mesma duvida (e tinha medo de perguntar) fazia uma expressão mais ou menos de quem acabou de ter a sua dúvida esclarecida. Quando você toma uma atitude dessa, você automaticamente conhecimento com outros que também as tenham (mas tem timidez e acabam ficando sem perguntar) e logo eles também aprendem. Graças a você que quebrou essa barreira. Então, não tenha medo de perguntar de perguntar, por mais que a pergunta pareça boba. A sua dúvida é a dúvida que outras pessoas também tem e você a ajudou.

 Indo direto ao ponto do KDE, confiram o vídeo sobre a análise feita de uso de RAM no KDE:


Sem quaisquer ambiente gráfico o Linux consome 314MBs (sempre levando em consideração que isso pode variar de distribuição, depende também de todos os outros serviços carregados pela distribuição que está sendo utilizada no processo de boot, a forma com que a distro compilou o pacote, patches aplicados. Sempre tenham isso em mente. Mesmo assim, esse é o padrão do Debian desde a versão 5). Já com o KDE carregado após o login, o consumo foi 880MBs
 880MBs - 314MBs = 566MBs
Pouca coisa para um ambiente gráfico tão rico, com tantos efeitos, tantos recursos e que faz do OpenGL o tempo todo. O Gnome mesmo por exemplo, que tem bem menos efeitos e recursos, consome bem mais RAM, vindo a utilizar 2GBs após o login (nada de programas em execução, pouquíssimos efeitos; nada de nada no Gnome).

Gnome
 Portanto, se você tem pouca RAM e quer utilizar o KDE, vai sem medo que o garoto é bom =)

E mal publicamos o vídeo e já lançaram a versão 5.8.2 com bugfixes. Para baixar a nova versão, você pode baixar aqui de acordo com a sua distribuição, ou baixar o código fonte aqui. Além de agradecer a todos os comentários feitos no vídeo. Foi simplesmente show.

Resumo do Tux 15-10-2016 - (Parabens comunidade KDE)


 Beleza cambada? Resumo do Tux chegando atrasado essa semana, mas essa foi uma semana muito especial em que resolvi participar da festa de aniversário dos 20 anos do KDE. Para isso fiz uma série de vídeos especiais que vai de como eu me aprofundei no Linux (o KDE tem a ver com essa história) ao ultimo que foi o lançamento do KDE 5.8 Plasma.
 Mas como o resumo do Tux começa de domingo a sabado, vamos para o arrebendo no primeiro video de domingo então (lembrando que incluo o blog Resenhas Nerd aqui também; porque nerd, sabe comé que é né):





Na Terça iniciamos a festa de aniversário dos 20 anos do KDE:



Na Quinta feira, conforme prometido, publiquei o vídeo em que saem nas ruas da Austrália perguntando as pessoas o que eles acharam do no windows 7 (sendo na verdade o KDE 4):
 


Na Sexta eu respondi a uma pergunta referente ao editor de vídeo que eu utilizo:



E finalizando, ontem eu postei sobre o lançamento do KDE 5.8 que agora é uma versão LTS:

Feliz aniversário de 20 anos do KDE

Imagem de Elias de Carvalho Silveira
 Beleza cambada? Dia 14 de Outubro é aniversário do KDE. Já postei o vídeo do KDE em que foi lançada a Plasma 5.7. Inesperadamente eu vi essa imagem feita pelo Elias de Carvalho Silveira para celebrar os 20 anos e ontem eu postei o vídeo celebrando o aniversário.



 Bom, como eu sou apaixonado pelo KDE [não que eu não goste dos outros ambientes gráficos, gosto demais de todos inclusive do Mate, Gnome e muito do enlightenment (ainda pretendo fazer vídeo sobre todas as GUIs)], resolvi fazer o vídeo parabenizando-o e até como um agradecimento pela minha inclusão ao mundo Linux.
Já vi até mesmo o KDE sendo utilizado em Hollywood no vídeo sobre o como o Exterminador do futuro 3 foi feito:

KDE na produção do filme Terminator 3 (Rise of the machines)

 Força ao projeto =)




Kubuntu 19.04 vs Xubuntu 19.04

Round 1 - FIGHT!!! Simbora quebrar, de uma vez por todas, a falácia de que o PLASMA / #KDE é um ambiente pesado e que necessita de um hardware mais parrudo e atual. Quem será que ganha essa batalha - KDE ou XFCE?
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 Interessante é que não é de hoje que falamos desse assunto. Eu mesmo já tratei isso no meu canal em 2016 no vídeo Consumo de RAM no KDE. Então, agora fiquem com a analise realizada pelo Marcos Garcia comparando o Kubuntu e o Xubuntu (ambos, versão 19.04).


Agora, o que me admira é que mesmo assim, ainda terá gente afirmando que o KDE é pesado e que consome muita RAM....
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Tema no KDE - Look and Feel

KDE com novos temas e novas ferramentas inovadoras. Esse é um vídeo que, além de servir para promover o KDE e manter vocês atualizados, é também um vídeo que vai para a lista Muito além do GNU. Então, confiram as novas informações do KDE =)

Uma breve visão sobre o projeto Wine


O Wine é um projeto que foi desenvolvimento inicialmente por Bob Amstadt (hoje Alexandre Julliarde em seu lugar) em 1993 para funcionar como uma camada de compatibilidade binária sendo assim capaz de executar programas da API Windows (WinAPI) na API POSIX. Ou melhor dizendo, dentro de sistemas Unix/Like tais quais as distribuições Linux, os SunOS (Solaris seus derivados que incluem também seus forks) e os BSD (junto aos seus derivados). O Wine não emula as plicações Windows e sim traduz as requisições on-the-fly fazendo com que sejam executados como se fosse nativamente em um Unix.


O nome Wine surgiu a principio da junção da frase “Emulador Windows” (Windows Emulator), mas que depois de um pouco pensar, perceberam que o nome não era um nome sugestivo desde que o Wine não é um emulador, daí fizeram o acrônimo “Wine não é um emulador” (Wine Is Not an Emulator).


O Wine continua em pleno desenvolvimento, amadurecendo e aprimoramento, vindo a expandir sua plataforma (está rodando até mesmo no Android), a dar origem a vários outros projetos e até mesmo a dar origem outros sistemas operacionais, como o ReactOS (http://www.reactos.org/; http://www.reactos.org/about-reactos) criado para ser um sistema binariamente compatível com a arquitetura WindowsNT (ou seja WindowsXP, Vista e etc. Na minha opinião, o ReactOS é um Windows melhor do que o Windows; um trocadilho utilizando a frase do Linus Torvalds)

Esquema de como funciona o ReactOS utilizando o Wine.
Esquema de como funciona o ReactOS utilizando o Wine.

ReactOS
ReactOS, sistema operacional baseado no Wine e com kernel clone do Windows NT.
E o Linux Unified Kernel, também conhecido como Longene ou simplesmente LUK (http://www.longene.org/en/index.php) que utilizando um kernel Linux híbrido que visa ser binariamente compatível tanto com o linux quanto com o windows em termos mais breves (pt.wikipedia.org/wiki/Núcleo_híbrido; http://en.wikipedia.org/wiki/Binary_code_compatibility).


O link para o o site do Wine: https://www.winehq.org/
Seu site possui o nome de winehq que vem de quartel general do Wine (Wine HeadQuarters).


 Como descrito acima no manual em Inglês, não é aconselhado utilizar o Wine para todos os softwares possíveis. É mais interessante utilizá-lo como uma ultima opção em caso você definitivamente necessita um certo software. Busque primeiro algum software que seja similar para realizar o seu trabalho (como o LibreOffice que pode substituir o msoffice facilmente) ou até mesmo softwares que já existam tanto para Windows quanto para Linux como o caso dos navegadores Firefox e Google-chrome (que alias, funcionam bem melhor no Linux).


LibreOffice no Linux


 Duas grandes utilidades que encontrei para o Wine (além da galera utilizar para jogos, que foi bem incorporado isso na versão 1.7.19 e no exato momento que escreve esse parágrafo está na versão 1.7.29) foram:

  1. Em ambientes corporativos. Atender necessidade de clientes que possuem ambiente Linux e a ferramenta que necessitam utilizar estar disponível somente para a plataforma Windows (como foi no caso que me aconteceu alguns anos atrás e pode ser conferido no vídeo a seguir).
  2. Ambiente de desenvolvimento de software. Para os desenvolvedores que desejam disponibilizar seu software para Windows (também) e não desejam utilizar o Windows em seu computador. Foi o caso que disse à um amigo que estava desenvolvendo um player e queria disponibilizá-lo para Linux e outras sistemas amplamente utilizados na atualidade. O Windows acabou sumindo da sua lista por que ele não queria utilizar o sistema somente para tal fim (nem mesmo em uma maquina virtual). Foi aí que lhe sugeri o uso do Wine.



O link do vídeo a seguir é a situação real do projeto de implantação de um sistema de ronda em um cliente onde era um ambiente totalmente Linux.

Houve mais um caso de ambiente corporativo (quando trabalhei para um e-comerce em 2.008) em que o estúdio utilizavam iMac e a empresa utilizava um software desenvolvido internamente para gerenciamento. Consequentemente o estúdio necessitava do uso do tal software. A solução foi utilizar o Wine para Mac:








Como mencionado anteriormente, o Wine deu origem a vários outros projetos e podem ser conferidos na lista abaixo.

Projetos Relacionados ao Wine:
  • WineCE: futura solução para execução de aplicações do WindowsCE (quem sabe a gente não rode os jogos do DreamCast melhor ao invés de usar emuladores hehehehe)





















GUIs:

Emuladores:


Mas não há emuladores ou ferramente tradutoras de binários somente para aplicações Windows, há também ferramentas com o mesmo objetivo para OSX como lista abaixo:



Existem outros projeto iguais para outros sistemas, mas aqui abordei somente voltado a Linux.



21 Soluções livres para sistemas proprietários

Bom, nos meus últimos dois artigos, já mencionei sobre o uso de software livre em distros devido ocasiões, a ameaça que os arquivos de formato proprietário (ou fechado) podem causar; agora queria abordar um (talvez) certo oposto para muitos. A adoção do software livre em sistemas proprietários.


 Aí você deve estar se perguntando: "Tipo, no Windows?" EXATAMENTE! Soa estranho? Talvez para muitos sim.

Aí agora deve estar se perguntando: "E por que raios eu iria querer testar software livre em um sistema proprietário? Nunca na minha vida! Isso é uma abominação. Morro mas não faço tal coisa."

É...! É o que deparo algumas vezes. Mas a razão é simples:
A adoção gradativa de ferramentas livres em um ambiente corporativo onde a utilização software proprietário é predominante pode ser uma boa estratégia para convencê-los de sua adoção ao máximo possível.
Ao longo dos anos nos deparamos com situações inesperadas. Uma delas pode ser exatamente prestar serviço para uma empresa por exemplo em que seus desktops possuem sistemas proprietários (o que ainda é uma coisa muito comum de se ver, então não é algo tão inesperado assim). Foi o que já aconteceu comigo alguns anos atrás (e já pode ter acontecido com você também. Então, não deixe de compartilhar a sua experiência nos comentários abaixo).

Aliás, foi a mesma empresa que utilizava Windows 98 (ou 95) em 2011 que expliquei como exemplo do que por que prefiro o modelo de software livre. Mas por fim, a história acontece da seguinte forma. Eles estavam com um problema em que as máquinas que estavam rodando windows estava infectadas (obs.: somente os servidores eram Linux) e acabaram comprando quatro licenças de um certo antivirus que (vale a nota) não solucionou o problema. Chegando lá, me questionaram se eu não conhecia algum antivirus livre que pudessem testar. Foi onde indiquei o CalmWin. O ClamWin é um antivirus e antispyware sob licença GPL baseado no código fonte do ClamAV e utiliza interface gráfica. Como o antivirus apresentou bom resultado (aliás, apresentou resultado ao ponto de afirmar que não valeu a pena pagar US$50 pela licença do ativirus proprietário), passaram a dar prioridade à software livre ao invés de proprietário. Toda vez que precisavam de alguma solução, me consultavam para saber se eu conheciam alguma livre.



 Resolvi então separar alguns aqui para servir de solução em algum momento para todos (conhece algum também? Deixa aí no comentário). Se bem que a maioria das vezes, soluções para windows se resume em antivirus, suíte office e navegador e codec, mas enfim, vamos lá:


 


Clamwin: começando por ele, mesmo já tendo sido mencionado (por que esse parece que é um defeito inevitável do windows, se não tiver virus não é bom). Ele possui uma boa base de dados, roda em baixa prioridade (nem apresenta lentidão na máquina), realiza varredura tanto nos arquivos residentes no HD quanto na memória, programável a atualização e a varredura. Existe até mesmo uma versão para o FireFox chamado FireClam.


freiclam

 A única desvantagem que eu vejo, é que não há realização de varredura automaticamente, mas se bem que isso pode ser suprido com o ClamSentinel.


clamsentinal

 Na real? Depois de instalar esses dois eu até desabilito o firewall do windows; por que francamente, até a catraca do busão é mais segura. 

 Eu indicaria também o watchdog Winpooch que trabalha em conjunto ao Calmwin se o projeto não tivesse sido descontinuado em 2007. 

 UdefragEssa é outra ferramenta útil no windows também sob GPL que pode ser usada tanto via terminal quanto em modo gráfico. Além de analise e desfragmentação, ainda possui a opção de comprimir os arquivos. 

ultradefrag


E falando de desfragmentador (que está relacionado a filesystems), temos também o Ext2fsd que é um projeto para acesso de sistema de arquivo ext2/3 no Windows. Acho que esse programa deveria ser utilizado no ReactOS ao invés de só o EXT2 e FAT(32).


ext2fsd

KDE: Sim, parece estranho, mas existe a interface KDE para Windows.


kde-para-windows

Cygwin Conheci esse emulador POSIX quando estudava shell script. Sendo franco eu acho essa ferramenta em certas ocasioes pouco prática devido a limitação da API do windows (ou talvez a demora da sua evolução); o VIM por exemplo é um desastre. Melhor do que powershell, pode ter certeza que é. Fora esse, existem outros terminais como o Winbash para quem sentir saudades do bash nessas ocasiões, pode dar uma escapada por aqui. Se bem que da quase na mesma. Além desses, existe o MinGw, o Console, o UnixUtils que é uma coleção de ferramentas, o GNUWin, o WinZsh.



Existem os que já são de conhecimento (digamos) público, mas que valem ser mencionados, este artigo estaria até incompleto sem eles: LibreOffice, Firefox e o Thunderbird da Mozilla, o Gimp que usei para editar algumas imagens neste artigo, Inkscape, Snort, Git,Nmap (que se notarem, no meu antigo blog Linuxtechhacks, utilizei em máquina rodando Windows para solucionar o problema para o cliente, pois era o que ele tinha em mãos).
nmap-no-windows
Então é isso galera, só quis dar umas dicas de soluções livres caso estejam utilizando ambiente windows (ou outro ambiente). Deu para notar no ultimo parágrafo que podemos encontrar as mesmas ferramentas que utilizamos no Linux para o windows. Pode ser algo útil em algum momento.

 Um cara chamado Tim criou um cheat sheet for Snort do Snort. Quem quiser pode baixar para utilizar como consulta rápida no hora de realizar administração:

Lançado Adélie Linux 1.0-BETA3

Adélie Linux
Lançado Adélie Linux 1.0-BETA3

 Anunciei em Setembro do ano passado o lançamento da versão BETA2 da distribuição Adélie Linux. Oito meses depois a equipe Adélie vem com muitas novidades.

 Adélie Linux é uma distribuição cujo foco é ter total compatibilidade POSIX® com uma ampla variedade de computadores e facilitar o uso sem sacrificar recursos.
Dentre esses recursos estão Algumas das características da distribuição Adélie são:
 Kernel Linux com o conjunto de patch conhecido como mc que tem como objetivo fornecer melhorias na confiabilidade, desempenho na interatividade e consumo de memória em todas as arquiteturas possíveis (o kernel-mc extrairá o máximo do hardware de forma mais eificiente); biblioteca musl de forma mais rigorosa, implementar ferramentas rigorosamente compatíveis onde elas faltam, e acompanhando o progresso e notando faltas ou recursos não em conformidade; Init System V-style com gerenciamento de serviços do OpenRC e do s6; o gerenciador de pacotes APK Tools da distirbuição Alpine Linux; suporte a ppc, ppc64, arm64, pmmx (i586) e x86_64; interfaces gráficas; aplicações de servidores como Popular Server Software Apache, Bugzilla, lighttpd, PHP 7, Python 3 (que indiquei recentemente o livro do professor Augusto Manzano), qmail, Quassel Core, Ruby, StrongSwan VPN e muitos outros recursos.
curso-linux-da-migração-a-administração-do-sistema-operacional
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 A versão 1.0-BETA3 foi lançada no dia 31 de Maço e foram 1683 commits entre a versão 1.0-BETA2 e 1.0-BETA3. Esta nova versão traz o GCC 8.3.0 (a distribuição inteira foi reconstruída sob essa versão); gcompat foi atualizado para ter mais suporte programas que dependem da glibc software.; a linguagem Go agora disponível via gcc-go; Ghostscript que permitem impressões utilizando CUPs e Gutenprint; Java, Sphinx e Subversion; LLVM e o Clang versão 8.0.0 (sua versão de LLVM possuem suporte a SPARC e WebAssembly targets) e na parte de redes recebeu suporte iw, netqmail, Netsurf, NFS, NMap, Postfix, RDesktop e WireGuard, NetworkManager e ModemManager.

 Na parte de desktop não ficou de fora e agora a distribuição possui suporte a MATE e as aplicações do KDE foram atualizadas para a versão 19.04.1 ( já os Frameworks para a versão 5.54.0). E como KDE é algo que nos remete a Qt, está disponível também o Qt 5 Speech que permite algumas aplicações entregarem a funcionalidade text-to-speech.

 Outras aplicações para desktop que valem mencionar foram o AbiWord, Evince, Gnumeric, o LibreOffice, aproximadamente  50 novas fonts, XScreenSaver e suporte a MTP (Media Transfer Protocol) para câmeras digitais.

 Há também melhorias no suporte a arquitetura e correções de bug, mas acredito que isso já nos dá uma boa visão geral de como está o progresso da distribuição.


Abaixo assinado para tornar o KDE o ambiente gráfico padrão do Ubuntu 18.04

Treta sendo treta, vamos ver o que da com isso. Eu ja havia postado sobre o fim do Unity e o retorno do Ubuntu ao Gnome. Depois recebemos essa noticia por parte da própria comunidade KDE (que particularmente eu acho que seria mais coerente). Mas somente o futuro pode nos dizer o que vai acontecer. É esperar para ver o resultado no desenrolar da história.

O dia em que o pinguim adquire asas e cauda de um dragão de ferro.

 Existem Muitas ferramentas que podem substituir as do projeto GNU tanto em empresas quanto no uso comum em seu dia a dia. conheça aqui algumas delas.
O dia em que o pinguim adquire asas e cauda de um dragão de ferro.
O dia em que o pinguim adquire asas e cauda de um dragão de ferro.
 Anos atrás li uma noticia sobre o Linux ter sido compilado com o Clang. E como minha paixão pela FSF era grande, discordei de tudo o que foi dito (paixão é fogo e nos cega as vezes). Alguns dias (ou semanas) depois, publicaram um benchmark entre algumas versões do GCC, o Clang e o ovo de dragão. Não acompanhei muito e larguei para lá, mas foi bom saber que havia outras opções para compilar o Linux além do GCC, como em tudo há no Linux outras opções: GUIs, editores de texto, navegadores.

 Passado algum tempo, tive a curiosidade de pesquisar sobre o Clang e acabei gostando do que descobri a respeito do compilador.
 Esse é o tipo de liberdade que gosto; a liberdade de escolher o que vou utilizar e não ficar preso ou limitado à uma única opção (isso sim representa a liberdade. A liberdade se estende muito mais do que as citadas pela GPL). Seria a mesma liberdade que tenho de ir ao mercado e poder escolher se quero presunto de uma marca ou de outra (a lei da concorrência existe para isso, assegurar o nosso direito como consumidor e desta forma, as empresas busquem conquistar seus clientes com a melhoria continua de seus produtos ou serviços).
 Como mencionei, eu até era extremo defensor de software livre e de código aberto (ainda sou, mas não da forma que eu era), recebia newsletters da FSF por e-mail, porém, tomei antipatia quando Richard Stallman ficou cantando vitória a respeito da morte de Steve Jobs. Ainda assim, continuei com os ideais de software livre e de código aberto.

 Certa vez participei de um podcast onde um dos convidados que não vou mencionar o nome (e por favor, não me perguntem o nome, pois não irei responder; citar nome é difamação) era defensor de software livre. Até aí tudo bem, eu também sou; o problema é que o cara não queria participar simplesmente pelo fato do software que iria ser utilizado para gravar não era (totalmente) livre; isso rendeu alguns comentários. Depois começou a ficar difícil interagir com ele, pois tudo para ele era somente software livre sem ouvir o que outros tinham a dizer. Percebi que eles pregam a liberdade mas se tornam escravos de ideologias, se tornam inflexíveis.
 Gosto de software livre e de código aberto, não deixei de usar as ferramentas do projeto GNU (e talvez não deixa de usar tão cedo), mas da comunidade eu não quero nem saber mais.

 Alguns dias atras, um amigo conversou comigo sobre chamar o sistema de GNU/Linux ou simplesmente de GNU, e não somente de Linux. Beleza; o assunto encerrado depois de longo debate entre nós.
 Coincidência ou não, um ou dois dias depois um seguidor do meu canal comentou a mesma coisa no meu vídeo "Linux (dando nome a criança):



 Particularmente eu prefiro chamá-lo somente de Linux e não de GNU/Linux ou simplesmente GNU (GNU seria horrível). Essa guerra por nome do sistema, ao meu ver, está mais voltada a ego do que meritocracia.
 Mesmo que discordem de mim, eu afirmo: O GNU só é um projeto bem sucedido e amplamente difundido graças ao seu uso no Linux (mesmo o GNU sendo mais velho). Duvido que o Gnu seria amplamente conhecido se não fosse o Linux.
 Se considerarmos chama-lo de GNU/linux ou somente de GNU, então deveríamos considerar todos os outros projetos que utilizamos no Linux e que não fazem parte do GNU; como é o caso do LibreOffice (que para mim representa a liberdade assim como o GNU), o Firefox (e que também representa muito a liberdade para mim), o VLC, as linguagens Python e Perl por (Perl é aberto querendo ou não) dentro outros exemplos.

Quando se fala de GNU, as pessoas só lembram do stallman; não nos lembramos de pessoas como Brian fox que foi o autor do GNU Bash, do GNU Makeinfo, do GNU Info, do GNU Finger, thereadline e history libraries, além de ter sido o mantenedor do GNU Emacs por um tempo (e tem gente que acha que o Stallman que é o cara). Alias, tem muita gente, coisa de uns 80%, que nem sabia disso e acaba dando créditos ao Stallman.
Brian Fox foi o autor do GNU Bash, do GNU Makeinfo, do GNU Info, do GNU Finger, thereadline e history libraries. Além de ter sido o mantenedor do GNU Emacs por um tempo (e tem gente que acha que o Stallman que é o cara)
Brian Fox, autor do GNU Bash
 Muitos não se lembram de Mark Adler, que foi um os criadores do Gzip (e que inclusive é um dos responsáveis pela missão espacial para Marte).
Mark Adler
Mark Adler, um dos autores do Gzip e um dos responsáveis pela missão de exploração ao planeta Marte.
 Muitos não se lembram de pessoas valiosas como essa. Já quando falamos de linux, o caso é o contrario disso; quem já esteve em um evento como a Linuxcon sabe que isso é bem diferente.

 Existem muitas ferramentas do GNU que são utilizadas no Linux, e disso todos nós já sabemos. Ferramentas como: GCC, Glibc, Bash, Emacs, Gzip, GNU make, Gnome, GTK, Coreutils e etc. A questão é que é possível substituir tais ferramentas, mesmo que ainda não por completo; e é aí aonde a liberdade entra em cena para mim.
 Então, para esclarecer esse assunto, selecionei aqui algumas dentre as muitas ferramentas que são possíveis utilizar no lugar das mencionadas do GNU. Não estou fazendo isso com a intenção de discussão, apena procurando te ajudar a ampliar seu conhecimento e abrir os seus olhos para a gama de software livres e de qualidade que existem.

LLVM

LLVM (Low Level Virtual Machine) é uma coleção de compiladores modulares e reutilizáveis que foi iniciado como um projeto de pesquisa na universidade de Illinois. Está sob licença open Source UIUC no estilo BSD. que mencionam que pretendem mantê-lo permanentemente aberto.O Clang, compilador que mencionei no inicio deste artigo, que é uma alternativa ao GCC, faz parte do LLVM. A palavra Clang (pronuncia-se cléng) é uma onomatopeia em inglês do som emitido pelo metal.
 O Clang possui as características de compilação mais rápida, menor uso de memória e melhores ferramentas de diagnósticos como no modelo apresentado abaixo:


 Há muitos recursos e atributos interessantes no LLVM e no Clang para os desenvolvedores e pessoas que integram sistema podem tirar vantagem quando desenvolver ou implantar seus próprios projetos.
 Um outro recurso interessante mencionado no site do Funtoo Linux, é a sua capacidade de compilação de programas Leiam o artigo em http://www.funtoo.org/Clang ou leia na imagem abaixo:

pode ocorrer de alguns programas não compilarem (como o glibc) por que eles dependem de extensões específicas do GCC (é por isso que todo o código do BSD pode ser compilado com o LLVM mas alguns códigos GNU não) [nota do redator: liberdade?] ou padrões depois de compilação com sucesso do LLVM (como o xorg-server) ... ... Os frontends do C/C++ do LLVM, clang and clang++ na versão 3.0 são estáveis o suficiente para ser self-hosting compilar Boost, Qt, LibreOffice, FreeBSD, algumas partes do kernel Linux kernel e muito mais.
Passe o cursor do mouse para ler a tradução.
 Existe o projeto da Linux Foundation que visa construir o kernel Linux totalmente utilizando o Clang. Foi de onde eu retirei a imagem do Tux com as asas e cauda de ferro. Um site realizou um benchmark entre os compiladores Intel C++, GNU C++ e LLVM Clang.


 Existem muitas empresas trabalhando e investindo recursos nesse projeto. Até mesmo a Microsoft está investido recursos financeiros no LLVM, pois irá basear o seu futuro .Net no LLVM.
Acompanhe a lista de empresas e projetos que utilizam o LLVM

MUSL

Musl (pronuncia-se mâssôl) uma biblioteca C desenvolvida do zero. O site do Musl mostra um gráfico comparativo entre as bibliotecas C.

 O OpenWall faz referência a biblioteca Musl por oferecer suporte nativo ao pacote TCB. Existe a distribuição Alpine Linux que faz uso dessa biblioteca em conjunto com o Busybox ao invés de um terminal. Para quem não sabe o que é o Busybox, ele é conhecido como o canivete Suíço do Linux embarcado.  É um conjunto de comandos dentro de um único executável. É o Busybox que fica dentro o initrd para o kernel utilizar no momento do boot. Foi originalmente desenvolvido por Bruce Perens que já foi presidente do projeto Debian assumindo o lugar de Ian Murdock.
Comando reunidos no do Busybox.
Lista de comandos no Busybox

XZ

 Tukaani, era uma distribuição derivada do Slackware (que merecia ter sido mencionada no meu vídeo sobre o Slackware devido a sua ótima contribuição) e que deu origem a alguns projetos. A distribuição não existe mais, mas as ferramentas que eram parte integrante da distribuição estão em pleno desenvolvimento.
Em suas primeiras versões chamava-se de LZMA, é um compressor que nasceu na distribuição.
 O XZ hoje é utilizado fortemente pelo kernel desde de Dezembro de 2.013 e pelo Funtoo desde 2.008 (como mencionei no meu artigo parabenizando a equipe do Funtoo).
 O XZ apresenta melhor compressão do que o Gzip mesmo em compressões com o Gzip utilizando a opção "-9". Na verdade o XZ apresenta melhor compressão até mesmo que o Bzip2.

CMake

Cmake é uma ferramenta build system cross-platform. Como postado do Diolinux no artigo sobre Linux ser o ambiente mais utilizado em C e C++, é possível ver que o CMake é mais utilizada do que o GNU Make.
Dentre os casos de sucesso do CMake podemos ver o Netflix, o KDE, o game Second Life, sistemas de robóticas, o MySQL entre outros. Um coisa que considero a equipe do CMake é a sua humildade.

Scons

 Falando de CMake, eu não poderia deixar de citar o Scons, que também é uma ferramenta de construção. Escrita em Python, o Scons visa ser um substituto para o tradicional make e que possui funcionalidade integrada semelhando ao autoconf/automake.
 Muitos já elogiaram o Scons; pessoas como Eric S. Raymond, authr de "A Catedral e o Bazaar", Timothee Besset da id Software onde menciona que o Linux build system do Doom3 utiliza o Scons e que é show. Essa já é a segunda vez que ouço que o Scons é utilizado em compilação de alguma coisa relacionada a jogos. Gosto de considerar a parte da avaliação envolvendo jogos devido sua dificuldade de programação que envolve inteligencia artificial, simulação de física, renderização e etc.

Man

 Apesar de muito conhecido, incluí o Man nessa história por que o GNU possui o seu próprio, o comando info. Detesto o info; hora ele é útil, a maior parte do tempo não.

QT 

É um framework muito conhecido por ser utilizado no desenvolver o KDE. Menciono essa pois acho mais poderosa do que a GTK.

Existem muitos outros projetos que são possíveis substituir os do GNU como:
 Percebi que projetos fora do GNU ou até forks são em certos aspectos mais eficientes em seus propósitos.
 Não estou aqui me levantando contra o projeto GNU, mas a mesma mensagem que deixo aos usuários de Windows envio também às comunidades de software livre de código aberto. Não devemos ficar presos unicamente à ideias ou paixão. O mundo é muito mais amplo do que possamos imaginar e podemos usufruir de tudo isso, dando chance a outros projetos também. Adaptar ou morrer é um fato.

 Se uma ferramenta surge para o bem da comunidade, vindo a substituir as já existentes, ela devem ser bem recebidas. Isso é algo que acontece constantemente no Linux.
 Essas ferramentas vem para a melhoria e o avanço da tecnologia. O que vejo é muita rivalidade inútil ao invés de foco na coisa mais importante, que é a melhoria contínua.

 Lembrem-se não somete do GNU, e sim de todos os projetos de software livre e de código aberto que, por muitas vezes, podem apresentar ser até mais eficientes. Lembrem-se de todas as licenças que também proporcionam e possibilitam a liberdade (GPL não é unica. Existem em torno de 800 licenças). Lembrem-se de todas as pessoas que contribuem para esses projetos; graças a elas é que os projetos tem crescido e evoluído. E o mais importante unindo aos três itens mencionados, lembrem-se de serem livres.

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