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Semana do Linux - Empreendedorismo com Software Livre

Galera, confiram o 1° CONGRESSO ONLINE e GRATUITO de GNU/LINUX e TECNOLOGIAS LIVRES

Semana do Linux - Empreendedorismo com Software Livre

 REsolvi escrever este artigo para que não acompanhou a palestra sobre empreendorismo com software livre e de código aberto que foi feito através da:
O vídeo está logo abaixo para quem não assistiu ainda (ou para quem á assistiu e quer assistir novamente):


 CONTRIBUA PARA A SUSTENTABILIDADE DO CONGRESSO

TENHA ACESSO A CONTEÚDO ADICIONAL DAS PALESTRAS (VÍDEO, SLIDES, ÁUDIO E BÔNUS) POR 1 ANO + CERTIFICADO DIGITAL DE 50 HORAS + CAMISETA DO EVENTO:

Atualizações no manual Caixa de Ferramentas do UNIX

 Galera, este é um artigo rápido para avisar que fiz algumas alterações no manual. Como sabem, incluo o nome todos os que contribuem nos créditos; porém esses creditos estavam somente no README.md. Agora eu incluí os créditos no próprio manual (que é o arquivo index.html).

Atualizações no manual Caixa de Ferramentas do UNIX

 Então, para quem acompanha, confiram lá:
https://github.com/gabrielscosta/caixaDeFerramentasDoUnix

Dualshock4 funciona no Linux?


    Nessa nova geração de consoles, o processador presente no PlayStation4 e XboxOne é o X86 da empresa AMD; um SoC que possui um núcleo chamado Jaguar e a fabricante da placa mãe de ambos os consoles é a Foxconn.

    No final da historia, não se sabe quem está copiando quem (apesar que a Microsoft sempre teve tal histórico e ainda por cima pagou para que o Xbox One fosse lançado antes do PS4). Mas será que o DualShcok4 funciona no linux? Surgindo a pergunta, aqui vamos nós responder neste vídeo:


    A Sony vem passando por maus momentos. Cheguei a falar disso em um dos Diocast e algumas semanas atras meu pai me disse que algumas divisões da Sony (como TV e telefonia) foram vendidas.
Abraçar esse mercado do Linux seria uma boa para ela (basta a Sony analisar o relatório da Valve. Até a Capcom vai fazer Street Fighter para Linux :)

Resumo do Tux 23/01/2016

Ó eu aqui trávêis no blog. Como sempre andando muito ocupado, trabalhando na apostila que se tornou manual (de tão grande que já está) e estou contente com isso.
 Bora então para mais um resumo do Tux da semana.

Resumo do Tux 23/01/2016

Resumo do Tux 23/01/2016

 Revendo o resumo do canal, tivemos a segunda parte do série "Espaço aberto: Assunto Game #2 (Parte técnica - Audio/Som). Nessa parte você acaba descobrindo com a parte de audio se tornou uma dificuldade técnica para a aceitação de Linux no mundo dos gamers.


E tivemos mais dois vídeos curtos, sendo avisos. O primeiro aviso é a criação do quadro "Dica de leitura" que de tempos em tempos estarei indicando materiais de estudo. A maioria em formato PDF, pois livros mesmo se tornam uma certa dificuldade. O primeiro material que indico é o manual Caixa de Ferramentas do UNIX que está na sua versão 0.5. Confiram no vídeo o por que indico primeiro esse manual:


 Para isso eu criei um diretório no Openmailbox chamado "Biblioteca Toca do Tux". Os PDFs estarão disponíveis lá e a cada vez que eu disponibilizar um novo PDF, um curto vídeo anunciando aparecerá no canal. Beleza? O link para a Biblioteca Toca do tux está logo abaixo:

https://cloud.openmailbox.org/index.php/s/oIRaNErKzw15EJj
 O segundo vídeo (que foi disponibilizado no mesmo dia), se trata de avisar sobre o espaço aberto para inscritos. Nesse espaço aberto eu trato de entrevistas e debates com o pessoal especializado em alguma área. É isso aí, o Toca do Tux virando Jô Soares. Um  beijo do gordo:



Tratando das notícias, como todos já estão sabendo, a equipe de pesquisas da startup Perception Point descobriu uma vulnerabilidade 0Day que está presente no kernel Linux desde 2012. Essa vulnerabilidade afeta os kernels 3.18 em diante. O patch já foi disponibilizado e a Perception Point agradece a colaboração de David Howells, Wade Mealing e a toda a equipe de segurança da Red Hat (pela rápida resposta e cooperação em corrigir o Bug. É isso aí, a Red Hat sempre contribuindo).



 Falando de kernel, teve o lançamento do kernel 4.4 que será mentido como LTS pelos próximos dois anos. Ele possui mais de 28 milhões de linha de código. Os recursos mais importantes dessa nova versão, são:
  • Gráficos e áudio: Suporte 3D driver virtual de GPU, que permite o hardware acelerar gráficos em virtual guests; suporte ao AMD Stoney; suporte de áudio ao Intel Lewisburg, driver para o Raspberry Pi KMS
  • Redes: Handling Listener no TCP que permite para servidores TCP se tornarem mais rápidos e mais escalonáveis; API reserva persistente para dispositivos de bloco; suporte a VRF (Virtual Routing and forwarding) na pilha IPV6.
  • Segurança: Correções no suporte a criptografia nativa do filesystem EXT4; funcionalidades adicionais ao UEFI 2.5; código otimizado na extenção Intel SHA; melhora no suporte ao módulo Trusted Platform (TPM).
  • Suporte a Hardware: Suporte aos Open-Channel Solid State Drives (SSDs) via lightVM, melhoria no suporte ao Skylake Windows8 Precision Touchpad; suporte ao Google Fiber TV Remote control.
  • E mais: Um novo mlock2() syscall que permite os usuários requisitarem que memoria seja travada em page fault, suporte Clustered RAID1 e Journaled RAID5, um monte detrabalhos no x86 KVM, numerosas alterações no ARM de 64-bit.

 E por fim não quero deixar de mencionar sobre a adoção do Ubuntu pela AT&T para as aplicações em nuvem empresariais.
 A AT&T selecionou a Canonical para ser parte de seus esforços para dirigir a inovação em rede e nuvem. A Canonical fornecerá os sistema operacional Ubuntu e suporte de engenheiros para as aplicações empresariais, de nuvem, redes da AT&T. A AT&T escolhe o Ubuntu baseado ma sua demonstrada inovação, e desempenho como a plataforma liderante para escalabilidade e nuvem.
 Parabéns Canonical!




Avisos rápidos

 Fala galera, beleza? Muitos já devem ter visto, mas quero fazer por aqui também para poder divulgar melhor entre vocês o que trabalho que estou fazendo. Esses são dois anúncios que fiz hoje no canal de dois quadros.

 O primeiro é o é o quadro "Dica de Leitura" que vocês já vem me pedindo dica de livros há um bom tempo:



 O segundo é o anuncio do quandro "Espaço aberto" que você sabem que estou abrindo espaço para o pessoal que especialização em alguma área em específica dar opiniões, sugestões e explicações:


Espero que gostem dos quadro. Então, confiram os vídeo :-)


divulgação de conteúdo (Loboshell)

Essa semana eu divulguei o Akila Project do inscrito Walber Vaz. Como esse artigo foi visto pelo Vitor Lobo, ele acabou mencionando sobre o seu antigo projeto também (o que o incentivou a retomá-lo).

divulgação de conteúdo (Loboshell)

utility-belt

 Estou criando uma série de quadros tanto no canal quanto aqui no blog (acredito que isso facilita quando procurarem por algum conteúdo) e um desses quadros é o "Divulgação de conteúdo".
 O meu intuito com esse quadro é mostrar que o Brasil tem cara casca grossa também.

 Países como Bélgica, Noruega, Finlândia, Alemanha e Estados Unidos tem pessoas extremamente, mas extremamente boas no que fazem. A questão é são países em que pessoas recebem incentivo acadêmico e possuem recursos melhores do que o nosso país. Não estou fazendo critica a tais países, pois nós brasileiros não temos o habito de leitura também e nem gana; mas vamos lá galera do Brasil, mostrar que somos bom também mesmo sem (ainda) tais recursos ou incentivos. Prova disso foi o próprio Conectiva Linux.

 Loboshell é um projeto audacioso que visa a facilidade de instalar pacotes, programas, configurar sistemas para todas as distribuições GNU/Linux. A proposta é identificar a distribuição e instalar quando obrigatoriamente for necessário através de um pacote pré-compilado, dando ênfase na maioria dos casos, ao source code para com a instalação.

exemplo-do-antigo-loboshell

 O loboshell v.1.9.0 fora desenvolvido em shell script com Zenity como UI. A versão 2.0 no entanto, está sendo desenvolvido em shell script e Node.js com gtk (projeto NodeGir).

nova-versao-do-lobohell-em-progresso.


 Então, aguardem e acompanhem o progresso da nova versão do Loboshell:
https://github.com/lobocode/loboshell

Shell Linux. Do aprendiz ao Administrador por Tales Araújo Mendonça e Bruno Gonçalves Araujo

Galera, dá um liga no livro que ganhei: Shell Linux. Do aprendiz ao administrador por Tales Araújo Mendoça e Bruno Gonçalvez Araujo.

Shell-Linux.-Do-aprendiz-ao-administrador-por-Tales-Araújo-Mendoça-e-Bruno-Gonçalvez-Araujo

Bruno Gonçalvez Araujo é pós-graduado em software livre, colaborador de diversos aplicativos Linux (mais de uma década de de dedicação ao software livre), criador e mantenedor do projeto BigLinux, criador do site BigBusca.com, idealizador do projeto BigBashView, idealizador do União Livre e contribuinte do Kaiana Linux.
Tales Araújo Mendoça é Bacharel e analise de sistemas com quase 20 (vinte) anos de experiencia com o sistema operacional GNU/Linux e diversas contribuições para a comunidade de software livre.
 confiram seu site pessoal: talesam.org
  Foi o Tales que aparece nos agradecimentos da retrospectiva Linux 2015 que é um dos autores acima mencionado:


 Este livro em breve estará disponível na Diostore. Tales, em parceria com seus amigos, é também autor de outros livros como "GNU/Linux – Aprenda a Operar o Sistema na Prática" e "Linux - Simplicidade ao seu alcance".

Pow, e não é que o cara ainda me manda com uma dedicatória? Se liguem na foto abaixe e aguardem que farei um vídeo em breve sobre esse novo livro. :-)


dedicatória-do-tale

 Caso queiram conferir, o primeiro livro escrito pelo Tales está disponível para download no link abaixo; é antigo, mas ainda quebra um galho:

Alguns Comandos Para conseguir Informacao do Sistema em Linux

Mais um artigo que eu trago de volta a vida. Este na verdade foi a tradução de um outro do site EfyTimes.

Alguns Comandos Para conseguir Informações do Sistema em Linux

Para iniciantes, esses comandos não são tão difíceis assim.


Terça feira, 20 de Agosto, 2013Se você quer informações sobre seu sistema em Linux, então esses comandos te ajudarão bastante.

linux, open source, open source for you, linux system info, linux command info, linux open source, beginner commands linux. linux beginner commands

pwd: Esse comando é uma abreviatura de ‘print working directory’ (imprima o diretório de trabalho), o qual é exatamente o que ele faz.

hostname: A maquina que está atualmente funcionando é conhecida como local host. O comando ‘netconf’ pode ser usado para alterar o nome do local host e o ‘hostname’ é usado para imprimir o nome do local host.

whoami: Como o nome sugere, esse comando imprime o nome de login do usuário.

id nome_do_usuário: Diferente do comando acima, esse imprime o id do usuário com seu id de grupo, id efetivo e todos os grupos que estão envolvidos.

date: Esse comando pode ser usado para fazer ambos imprimir e alterar a data e hora do seu sistema.

time: A quantidade de tempo que é permitido á um processo em particular tomar pode ser alterando utilizando esse comando. Ele é diferente do comando date.

who: Esse comando te diz o usuário que está logado na maquina.

rwho -a: Esse é o mesmo que acima, mas te diz os usuários que estão logados na rede. Para que esse rode, o serviço rwho tem que ser habilitado.

finger nome_do_usuário: Esse comando te dá informações do sistema de um particular usuário.

last: Esse te dá uma lista de usuários que estavam logados no sistema que você está usando.

history | more: Como o nome sugere, o comando history te mostra os comandos anteriores que foram executados na conta que que você está. O | more é usado para exibir em pausas quando a tela estiver cheia.

uptime: Esse comando te dá o tempo decorrido depois do ultimo reboot.

ps: O comando print status lista os processos que estão sendo executados no sistema pelo usuário.

ps axu | more: Esse lista todos os processos que estão rondando.

top: Esse comando mantem listados todos os processos que estão rodando atualmente.

uname -a: Esse comando significa Unix name com opção ‘all’. Ele exibe todas informações a respeito do servidor local.

free: Esse te da informações a respeito de memoria disponível, a qual é exibido em kilo bytes.

df -h: Esse te da informações a respeito do file systems em uma forma que é compreensível fora da maquina.

du / -bh | more: Esse comando inicia no nível root e exibe informação do uso em disco para cada subdiretório disponível.

cat /proc/cpuinfo: Há um arquivo chamado cpuinfo e esse comando mostra o conteúdo nele.

cat /proc/version: Esse comando te dirá a versão do Linux que você está usando e depois algumas outras informações também.

cat /proc/filesystems: Esse comando é responsável por mostrar o tipo de file systems, que está sendo usado atualmente.

cat /etc/printcap: Esse comando pode ser usando para visualizar a configuração da impressora.

lsmod: Esse comando deve ser usando quando você não é um usuário não-root do sistema. Ele exibe o módulos do kernel. 


Comemorando 10 mil views do vídeo do Gentoo/Funtoo

 Pois é, como eu havia dito anteriormente, quero celebrar essa façanha (mesmo que para muitos não pareça tão importante assim, mas para mim é). É uma forma que vejo que consigo difundir bem o conhecimento sobre os projetos.

Comemorando 10 mil views do vídeo do Gentoo/Funtoo

 Pois é, eu achei que nem ia escrever um artigo sobre o assunto; mas depois de um comentário ontem no canal, eu não pude deixar de escrever alguma coisa. Na verdade são 10.247 no exato momento. Estranho foi ter recebido deslike no vídeo sendo que até mesmo o Paul A. Noecker do projeto Funtoo Linux gostou do vídeo e até comentou (além de ter dado um trabalho do caramba para fazer o vídeo).

Eis o comentário que me incentivou a escrever o artigo. Gosto de receber feeds de pessoas que utilizam meus artigos e vídeos para ajudar a fazer seus trabalhos de faculdade.

 Esse vídeo já rendeu uma ótima difusão das duas distribuições que costumo brincar dizendo que é a distribuição Linux mais BSD que conheço. Digo isso como uma brincadeira porque é uma distribuição que tem o seu gerenciador de pacotes (o Portage) baseado no Ports do FreeBSD, utiliza fortemente a clausula 2 da licença BSD e possui a daemon init (o OpenRC) criada em conjunto com Roy Marples, do projeto NetBSD.

 Recebei o agradecimento de Daniel Robins por ter feito o vídeo e por um bom tempo, este vídeo permaneceu no próprio site do Funtoo Linux.

Daniel Robins me agradece pelo vídeo via Twitter


Meu vídeo na página principal do Funtoo Linux
 Então, caso quiser conhecer mais sobre os dois projetos, assista o vídeo "OS vários sabores de Linux (Gentoo/Funtoo Linux):


recompilação do kernel 2.6.33.3

 Bom, para terminar o assunto que aviva começado no artigo "Flagrantes da vida real no mundo linux", então estou postando aqui mais um artigo que trago de volta a vida. É o artigo da recompilação do kernel 2.6.33.

recompilação do kernel 2.6.33.3

 Coloquei as imagens anexadas mostrando o kernel no diretório /boot.

Note o kernel 2.6.26-2-686 e o kernel 2.6.33.3

 O Debian Leny vinha com o kernel 2.6.26-2-686 por padrão e eu passei a utilizar o kernel 2.6.33.3. A intenção aqui foi simplesmente desmistificar o que havia sido dito e tirar esse mito.

kernel 2.6.33.3 sendo utilizado, ao invés do tradicional 2.6.26

Como recompilar o kernel Linux

 As informações aqui são para o kernel 2.4 e 2.6, mas podem também ser bem aproveitadas da versão 3.x e 4.x do kernel.

 Primeiro, devemos configurar o kernel; para isso, existe quatro aplicativos que podem ser escolhidos. São eles:
$make config (esse é o configurador padrão do Linux, porém bem demorado devido ser totalmente em modo texto e procedural).
 Os próximos utilizam bibliotecas que geram uma interface amigável, facilitando a instalação.
$make menuconfig (utiliza a biblioteca NCurses)
$make gconfig (utiliza a biblioteca GTK)
$make xconfig (utiliza a biblioteca QT, a mesma da interface KDE).
 Um bom artigo para configurar o kernel está na em:
 Depois de configurado o kernel, você deve fazer o seguinte. Criar a imagem do kernel compactada com os seguintes comandos
 $make clean (para descartar os modulos que não serão compilados).
 $make dep (para gerar a arquitetura do kernel, no meu caso I686, já não é mais necessário fazer isso).
 $make bzImage ou $make zImage (a diferença é o bz é para o bzip2 e o z para gzip).

 compilar os módulos:
  $make modules 
 E instalá-los
 #make modules_install (lembrando que deve ser root para isso).
 Depois disso, digite
 #make install [também devendo ser administrador para essa operação) para que o sistema crie o system.map, o kernel com o nome de vmlinuz-x.y.z (sendo que x.y.z se refere a versão do kernel) e o config do kernel].
 Feito isso, dentro de /boot, digite
 #mkinitramfs -o initrd.img-x.y.z -v x.y.z para criar a imagem de disco ram (initrd) para o kernel. Ou a opção update-initramfs -c -k 2.6.33.3 -v que fará o mesmo.
 Um informação muito interessante que obtive foi que o comando "mkintrd" está defasado, sendo substituído pelo "mkinitramfs", por isso utilizado nessa postagem além de vir por padrão no Debian.
 Um observação que deve ser feita é que, se notarem, eu repeti o x.y.z. Funciona da seguinte maneira: quando vou gerar o initrd, além de indicar para qual kernel, tenho que indicar aonde ele vai buscar os módulos dentro de /lib/modules/. Por exemplo, como recompilei o 2.6.33 com os seus módulos dentro de "/lib/modulos/2.6.33", então tenho que gerar  o initrd.img-2.6.36 que irá buscar os módulos 2.6.33 (está gravado dentro do initrd que ele irá buscar automaticamente dentro de /lib/modules). Caso não passe esse parâmetro,por não ter sido indicado aonde buscar os módulos, você receberá uma mensagem como:
 "FATAL ERROR"  "MODULES NOT FOUNT"
  Por isso deve passar o segundo parâmetro igual. Esse segundo parâmetro é só uma indicativa de qual módulos utilizar.
 Para terminar, se você estiver utilizando o grub como carregador de boot padrão, utilize o comando
#update-grub que o sistema irá se encarregar de atualizar a lista de kernel dentro de /boot/grub/menu.lst (já no ubuntu 10.04 a história muda um pouco).
 Caso queiram me ajudar a escrever melhor este artigo sobre recompilação de kernel, fico feliz se puder receber essa contribuição, por que a intenção é realmente escrever o artigo que vai ajudar a todos com qualquer problema que apareça, até mesmo os novatos.
 O próximo artigo que pretendo escrever sobre o mesmo assunto é sobre o drive de DVD que estou tendo um pequeno problema.

 Creative Commons License

flagrantes da vida real no mundo Linux

Se lembram da empresa de telefonia que acabei apresentando o caso da distribuição OphCrack? Pois é, nessa mesma empresa teve um mané que afirmou que compilação do kernel Linux não funciona. Foi daí que na época eu escrevi o artigo somente para ele quebrar a cara.

Flagrantes da vida real no mundo Linux

 Flagrantes da vida real é uma série da revista Reader Digest (Seleções aqui no Brasil). Foi de onde veio a minha inspiração para da o nome ao título deste artigo.

 Já era de se esperar. Na época, a Apple havia acabado de comprar o direito do CUPS, e eu cheguei falar com ele sobre a noticia que havia acabado de ser publicada. A resposta dele?
Ainda bem que a Apple comprou essa porcaria, porque esse lixo nunca funcionou.

 Daí eu fiquei asim... ¬¬
 Bom, ele estava lendo um livro da LPI. Assunto vai, assunto vem e a unica coisa que percebi era que ele tinha ego muito alto. O que mais me intrigava era esse fato do cara se auto-considerar o bom no mundo UNIX.

 Dentre um dos assuntos, foi exatamente a recompilação de kernel que ele afirmou que isso no linux não funcionava. Perguntei o por que ele simplesmente respondeu que não funcionava. foi daí que eu perguntei umas três vezes:
 "Tudo bem, mas por que não funciona?"

 E a resposta dele foi:
"Porque não funciona!"

 Fiquei atônito a principio, mas eu ja devia esperar isso de alguém que afirma que o CUPS não funciona. Mas insisti assim mesmo:
"Tá... mas... por que não funciona?"

 E a não espantosa resposta foi:
"Porque não funciona!"
 Não sei por que insistir em querer saber a opinião dele, mas perguntei novamente o por que não funcionava. Não é que o cara exaltou o ânimo e a voz e respondeu?
"PORQUE NÃO FUNCIONA! FAZ O SEGUINTE, BAIXA O KERNEL, COMPILA E BOA SORTE!"
 Ok, sem falar nada, fiz um teste no cara perguntando quanto a compilação do kernel do FreeBSD e a resposta dele foi:
"Já a recompilação no BSD funciona."
 Não discordo disso. A compilação do kernel do FreeBSD funciona (assim como a compilação do kernel Linux também). Sabe que eu não entendo com qual  conclusão um cara desse está usando Linux. Como ele acha que as distribuições são construídas? Eles compilam o kernel para possamos utilizar a distribuição. O kernel não estaria disponível simplesmente no site kernel.org por estar.

Outras curiosidades que ele disse é que ele fez a recompilação via "apt-get" e funcionou ¬¬.
E... ele acha que a comunidade Debian (ou qualquer outra comunidade) instala o kernel em sua distribuição como?

 O cara era demais. Comecei a atuar como repórter fazendo com que o peixe mordesse a isca. Primeiro deixei o cara com o ego lá no alto e depois perguntei qual tinha sido a primeira distro que o cara usou. A resposta do cara foi:
"Linux 3. Chamava-se Linux 3. Não existia esse negócio de Debian, Red Hat, Slackware. Chamava-se simplesmente Linux 3."

 Daí eu perguntei:
 "E quando foi isso?"
 Ele respondeu:
"Em 1.999."
 Ah... ¬¬

Parece que ele percebeu a cagada que ele falou, parou por um momento e tentou corrigir:
"Se  bem que eu dei rpm nele, então eu acho que era um Red Hat."
 Ah... ¬¬

 Então, este foi um artigo simplesmente para vocês sentirem o drama do que aconteceu, antes de eu postar o artigo sobre o a recompilação do kernel. Espero que gostem deste próximo artigo que eu vou trazer de volta a vida.

 Creative Commons License

Aplicativos em modo texto

 Mais um artigo revivido. Com o intuito de ajudar um amigo a rodar arquivos de áudio em linha de comandos, eu lhe indiquei certos comandos. Assim que acabei de ensiná-lo, escrevi esse artigo.

Aplicativos em modo texto


Realizar tarefas que geralmente realizamos através da interface gráfica também são possíveis de serem realizadas através do terminal. Ouvir músicas e assistir, navegar na internet, editar texto e até mesmo visualizar imagens não são uma tarefas impossíveis. Ouça músicas e assista a vídeos vídeos utilizando o mpg123 ou o mplayer, navegue na internet utilizando o links, lynx ou o w3m.

Bom, esses aplicativos a que me refiro em modo texto, são comandos que lhe permitem executar arquivos como de áudio, vídeo e até navegar na internet; tudo através do terminal. Essa ideia surgiu quando ele estava em um CPD, e como ele já estava entediado de ficar la dentro, resolveu ouvir musicas. Agora, como ouvir musicas se estava diante de um servidor sem interface gráfica e sem rádio no CPD?

 Bom, mal sabia eu que ele estava em um CPD (o fela so me contou depois), mas ele me perguntou como ouvir músicas pelo terminal. E foi o que eu fiz, o ensinei.

Vamos começar com o mpg123. Essa é a primeira sugestão que lhes dou (talvez não mais eficiente, mas para base de conhecimento):

mpg123

mpg123-reprodutor-de-audio



 Depois é só rodar o áudio:

executando-o-mpg123

 Um teste rápido que fiz, só foi possível rodar mp3. já com o mplayer que também é ótimo para executar tanto áudio como vídeo e de uso bem fácil (esse é o que eu prefiro), consegui executar áudios no formato mp3, wav, wma, ogg e flac sem problemas. Rodei vídeos no formato avi, mp4, ogv em mkv.
Para executar o mplayer, basta digitar o comando "mplayer nome do video ou do audio":

mplayer

sintel sendo executado com o mplayer

 Esse vídeo está sendo executado por ele, mas se você não tiver interface gráfica, é possível rodar fazendo o mesmo porem não terá cores:

executando o Sintel em tela cheio com mplayer utilizando a opção -fs (full screen)

 Ele pode ser rodado em tela cheia digitando "mplayer -fs nome do video" ou enquanto o vídeo roda, tecle f (com o sentido de full screen, tela cheia em inglês):

Sintel, do projeto Durian

Sintel, do projeto Durian

Sintel, do projeto Durian

Sintel, do projeto Durian

 Também é possível ter browser em modo texto como o links ou o lynx (ambos se leem links), essa é a página do kernel exibida pelo firefox:

site kernel visto pelo iceweasel (para demonstrar como é em modo gráfico e como será em modo texto)

 Essa é a página do kernel exibida pelo terminal com o lynks (basta digitar "links nome da página"):

site kernel visto pelo comando links

 Até fiz download de kernel candidato a lançamento só para mostrar que é possível fazer o mesmo que um browser com GUI (interface gráfica):

escolhendo o kernel a ser baixado pelo terminal

baixando o kernel pelo terminal

baixando o kernel pelo terminal

 E francamente, prefiro fazer download via texto; é bem mais rápido tanto o acesso quanto o download:

taxa de progresso ao baixar o kernel pelo terminal

taxa de progresso ao baixar o kernel pelo terminal

 Se notarem, em menos de dois minutos já tinha mais de 20MB concluído.

Agora essa é a pagina do kernel sendo acessada pelo lynx:

site kernel visto pelo comando lynx

 Bom, espero ter ajudado, apesar que rodar musicas em um servidor não não ser muito útil, mas foi para simplesmente mostrar que é possível executar arquivos e programas sem a necessidade de interface gráfica (até mesmo MSN kkkkk). Lógico que há aplicações que começam a dificultar a história se caso você quiser rodá-las, como é o caso do compiz. Aí também já é querer demais né. 










 Obs.: Os testes feitos aqui foram realizados com a interface gráfica por que o meu monitor não era bom para ser fotografado em modo texto se eu assim o fizesse. Tudo o que aqui fiz são realmente para serem utilizados caso não haja a interface gráfica. A utilização desses aplicativos é de responsabilidade individual.

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 Espero que gostem, pois super heróis é uma coisa que eu gosto muito.

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