Resumo do Tux 23/01/2016

Ó eu aqui trávêis no blog. Como sempre andando muito ocupado, trabalhando na apostila que se tornou manual (de tão grande que já está) e estou contente com isso.
 Bora então para mais um resumo do Tux da semana.

Resumo do Tux 23/01/2016

Resumo do Tux 23/01/2016

 Revendo o resumo do canal, tivemos a segunda parte do série "Espaço aberto: Assunto Game #2 (Parte técnica - Audio/Som). Nessa parte você acaba descobrindo com a parte de audio se tornou uma dificuldade técnica para a aceitação de Linux no mundo dos gamers.


E tivemos mais dois vídeos curtos, sendo avisos. O primeiro aviso é a criação do quadro "Dica de leitura" que de tempos em tempos estarei indicando materiais de estudo. A maioria em formato PDF, pois livros mesmo se tornam uma certa dificuldade. O primeiro material que indico é o manual Caixa de Ferramentas do UNIX que está na sua versão 0.5. Confiram no vídeo o por que indico primeiro esse manual:


 Para isso eu criei um diretório no Openmailbox chamado "Biblioteca Toca do Tux". Os PDFs estarão disponíveis lá e a cada vez que eu disponibilizar um novo PDF, um curto vídeo anunciando aparecerá no canal. Beleza? O link para a Biblioteca Toca do tux está logo abaixo:

https://cloud.openmailbox.org/index.php/s/oIRaNErKzw15EJj
 O segundo vídeo (que foi disponibilizado no mesmo dia), se trata de avisar sobre o espaço aberto para inscritos. Nesse espaço aberto eu trato de entrevistas e debates com o pessoal especializado em alguma área. É isso aí, o Toca do Tux virando Jô Soares. Um  beijo do gordo:



Tratando das notícias, como todos já estão sabendo, a equipe de pesquisas da startup Perception Point descobriu uma vulnerabilidade 0Day que está presente no kernel Linux desde 2012. Essa vulnerabilidade afeta os kernels 3.18 em diante. O patch já foi disponibilizado e a Perception Point agradece a colaboração de David Howells, Wade Mealing e a toda a equipe de segurança da Red Hat (pela rápida resposta e cooperação em corrigir o Bug. É isso aí, a Red Hat sempre contribuindo).



 Falando de kernel, teve o lançamento do kernel 4.4 que será mentido como LTS pelos próximos dois anos. Ele possui mais de 28 milhões de linha de código. Os recursos mais importantes dessa nova versão, são:
  • Gráficos e áudio: Suporte 3D driver virtual de GPU, que permite o hardware acelerar gráficos em virtual guests; suporte ao AMD Stoney; suporte de áudio ao Intel Lewisburg, driver para o Raspberry Pi KMS
  • Redes: Handling Listener no TCP que permite para servidores TCP se tornarem mais rápidos e mais escalonáveis; API reserva persistente para dispositivos de bloco; suporte a VRF (Virtual Routing and forwarding) na pilha IPV6.
  • Segurança: Correções no suporte a criptografia nativa do filesystem EXT4; funcionalidades adicionais ao UEFI 2.5; código otimizado na extenção Intel SHA; melhora no suporte ao módulo Trusted Platform (TPM).
  • Suporte a Hardware: Suporte aos Open-Channel Solid State Drives (SSDs) via lightVM, melhoria no suporte ao Skylake Windows8 Precision Touchpad; suporte ao Google Fiber TV Remote control.
  • E mais: Um novo mlock2() syscall que permite os usuários requisitarem que memoria seja travada em page fault, suporte Clustered RAID1 e Journaled RAID5, um monte detrabalhos no x86 KVM, numerosas alterações no ARM de 64-bit.

 E por fim não quero deixar de mencionar sobre a adoção do Ubuntu pela AT&T para as aplicações em nuvem empresariais.
 A AT&T selecionou a Canonical para ser parte de seus esforços para dirigir a inovação em rede e nuvem. A Canonical fornecerá os sistema operacional Ubuntu e suporte de engenheiros para as aplicações empresariais, de nuvem, redes da AT&T. A AT&T escolhe o Ubuntu baseado ma sua demonstrada inovação, e desempenho como a plataforma liderante para escalabilidade e nuvem.
 Parabéns Canonical!




Sou analista (bilíngue) de microinformática, professor de inglês, tradutor e interprete.

 Sou também redator no blog Diolinux e um dos tradutores da distribuição Funtoo. Já fiz parte da distribuição IPFire por um tempo também, uma distribuição que gosto muito na parte de administrar o servidor por uma interface web.
 Possuo um manual chamado Caixa de Ferramentas do UNIX traduzido por mim e revisado por mais amigos que abrange tanto Linux (dentre algumas distribuições) quanto Solaris, BSDs, Mac OS X e em alguns momentos o Windows (devido a integração cliente servidor).
 Recentemente estou trabalhando em um manual de migração para Linux.

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