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O Paradoxo do Navio de Teseu no mundo open source.

O Paradoxo do Navio de Teseu

O Paradoxo do Navio de Teseu no mundo open source.

 Este artigo é parte integrante de um livro sobre licenças de software livre e de código aberto que estou escrevendo (e que honestamente ainda não há previsão de lançamento). Mas o que me motivou a disponibilizar esta parte foram dois motivos. O primeiro foi que recentemente eu postei o artigo o envolvimento do Netfilter/Iptables em ações judiciais. O segundo foi durante a live sobre o projeto Pindorama Copa Cabana onde um dos pontos que abordamos foi sobre forks pois há alguns comandos no pacote Util-Linux que são forks de comandos do Core utils do GNU. E é aí que eu hoje resolvi bancar de filósofo sem formalidades e entro com O paradoxo do Navio de Teseu para que possamos analisar e melhor entender sobre código fonte e forks*. 

O NAVIO DE TESEU

 Teseu é aquele maluco da mitologia grega que enfrentou o Minotauro (o maluco é bravo mesmo).  Mas o que nos interessa aqui é sobre o paradoxo criado em torno dele. Em Vidas Paralelas, Plutarco propõe que se Teseu partiu com seu navio em uma viagem (que durou uns 50 anos) e ao longo dessa viagem seu navio precisou de manutenção (é obvio) ao ponto que ao final da viagem, todas as peças originais haviam sido substituídas, surge a questão:
Trata-se do mesmo navio ou de outro?
 E esse paradoxo virou uma bagunça; Heráclito e Aristóteles afirmaram que sim, aí vem Gottfried Leibniz afirmou que não; Thomas Hobbes piora ainda mais o assunto propondo que se remontassem o navio com as peças originais (por que alguém iria querer montar a porcaria de um navio com as peças velhas? Alias, quem seria desocupado o suficiente para ficar procurando estas peças?) se ambos os navios são o mesmo ou se são navios diferentes (aí que bugou a cabeça de todo mundo mesmo); John Locke já mete o bicão falando de meia furada (a conversa mais paralela que eu já ouvi) e o assunto foi tão longe que teve gente até mesmo falando de teletransporte...

 Esse paradoxo foi tema no ultimo capítulo da série Wanda Vision quando ambos Visões (a versão projetada por Wanda e o branco que foi reconstruído a partir do corpo original do Visão) lutavam entre si. O versão branca de Visão foi programada para destruir o Visão porém, ele é o visão; o original. Daí surge o debate entre os dois sobre o navio de Teseu e ambos chegam a conclusão de que os dois são o Visão (ou talvez não, sei lá. Assunto que vira uma bagunça na mente).

Vision vs Vision
Visão vs Visão em Wanda Vision.

 Bom, deixando essa balela filosófica de lado porque eu não tenho um pingo de interesse em falar de meia furada; vamos aproveitar a ideia do navio e substituir por código fonte.

 Então suponha que você seja o autor de um programa open source*; porém alguém cria um fork do seu programa e ao longo do tempo o código fonte foi tão modificado ao ponto que não há mais uma só linha do seu código original. E agora faço a mesma pergunta do navio:
Trata-se do mesmo programa ou de outro?
 Bom de acordo com a lei, quando um programa é totalmente modificado, não se trata mais do mesmo programa. Não há como reivindicar direito sobre o código fonte de outras pessoas.

 Externamente enxergamos o mesmo programa com funcionalidades semelhantes porém, internamente ambos são programas totalmente diferentes. Para entender melhor, vamos analisar dois projetos que passaram por situações semelhantes ao longo de sua história. São eles o 4.4BSD-LITE e o Busybox.

O CASO 4.4BSD-LIT vs USL

 Como já contei em uma live, a BSDI (Berkeley Software Design, Inc) tomou um processo da AT&T simplesmente por seu número de telefone conter a palavra Unix...1-800-ITS-UNIX. Pois é, um simples numero de telefone foi motivo o suficiente para a BSDI tomar um processo da AT&T que se estendeu por um bom tempo (em partes por culpa da própria galera do BSD).


 Só se chegou a alguma solução quando removeram certos arquivos e modificaram outros e assim surgiu o 4.4BSD. Em Julho de 1.994 foi lançado o 4.4 BSD-Lite não contendo nenhuma linha de código fonte AT&T (o 4.4BSDLite que deu origem aos BSDs que conhecemos hoje).


 Ou seja, com a remoção de todo código da AT&T, os BSDs continuam sendo Unix porém,  não mais o Unix da AT&T, Bell Labs, USL, Open Groups ou seja lá quem for. Não há como reivindicar direitos sobre os BSDs por não conter mais código fonte de autoria dessas instituições. No caso eles se tornaram outro Unix; Unix independente do original.

Busybox e o caso GPLv3

 O autor do Busybox é Bruce Perens; primeiro presidente a assumir o Debian após a saída de Ian Murdock. Bruce Perens é também o responsável pelo logo e pela ideia de codinomes do Debian serem inspirados na animação Toy story.

 Bruce desenvolveu o Busybox a partir de comandos já existentes, originados de outros pacotes como o Core utils do GNU e o Util-linux do... Linux.... A ideia era desenvolver uma ferramenta (um terminal de comandos) tendo somente os comandos necessários para que o kernel Linux pudesse utiliza-lo durante o processo de boot. Tanto que encontramos o Busybox dentro do initrd ou do initramfs.


 Porém, Bruce Perens deixou o projeto Busybox antes que ficasse pronto sendo então assumido por outros como Erik Andersen. Erik Andersen foi quem tornou o Busybox funcional para que pudesse ser utilizado como terminal de comandos padrão (assim como vemos no Alpine Linux e em muito roteadores). Após Erik Andersen, quem assumiu o projeto como mantenedor foi Rob Landley (o autor do terminal de comando toybox que é encontrado no Android desde a versão 7, no Tizen e em vários outros projetos).

 10 anos depois que o projeto se encontrava consolidado, com ferramentas funcionais e todos os problemas judiciais solucionados, eis que Bruce Perens surge de volta ao projeto como um herói (e até levando créditos pelos trabalhos de outras pessoas) e começa a querer ditar regras. Uma delas é que o Busybox deveria ser migrado para a licença GPLv3.

 Um dos motivos apresentados a Bruce Perens para que não ocorresse tal migração de licença foi que já não havia mais código do projeto GNU no Busybox. Então não haveria como fazer tal exigência.

BusyBox is not a GNU project, so the Free Software Foundation does not hold its copyrights; instead, those copyrights are retained by the original authors. As Rob looked over the code, he found many contributions with the usual "or any later version" language which would allow a change to GPLv3. Others, however, had the explicit "version 2 only" language. Some, contributed by one Linus Torvalds, state that they "may be redistributed as per the Linux copyright." Some other contributions carry a BSD license - originally with the GPL-incompatible advertising clause. It was quite the mixture of licenses.
Passe o cursor na imagem para ler a tradução (texto original clicando aqui)

 Um dos argumentos apresentados por Brunce Perens foi que ele era o autor do projeto e eles iriam fazer o que Richard Stallman mandasse.... Foram 9 meses de debate sobre o assunto que não levou a lugar nenhum. Houve até mesmo consulta de advogados (da qual Bruce Perens não compareceu).

 Rob landley chegou a passar dias analisando e comparando o código entre versões do Busybox para provar que existia mais códigos de Bruce Perens presente no projeto. A equipe do Busybox Sugeriu que Bruce perens fizesse um fork de qualquer versão do projeto para que atendesse às suas necessidade e Bruce até mencionou que faria porém... No final das contas, o BusyBox permanece até hoje sob GPLv2 e... Cadê o fork do Bruce Perens?

Conclusão

 As regras apresentadas aqui não são exclusivas a forks ou a software livre e de código aberto. Elas também são aplicáveis tanto ao próprio projeto ou até mesmo software proprietário. Você pode ter por exemplo um programa e modificá-lo por completo que ele também deixará de ser o mesmo programa.

 Como exemplo, reparem as duas imagens abaixo. tratam-se do código fonte do comando fsck. A primeira apresentada é do código de autoria do Linus Torvalds de 1991 e 1992 (quando foi lançada a versão 0.11 do kernel) e está disponível no util-linux-ng-2.13.0.1. Já a segunda está disponível no util-linux-2.38-rc1 e possui seu código totalmente modificado por Ted T'so, Karel Zak e outras pessoas. 

Fsck de autoria de Linus Torvalds no util-linux-ng-2.13.0.1
Fsck de autoria de Linus Torvalds no util-linux-ng-2.13.0.1

util-linux-2.38-rc1
O mesmo fsck do util-linux-2.38-rc1

 Mas mesmo que um programa tenha dado origem a outro, ambos são considerados programas diferentes se totalmente modificado (ambos possuem a mesma origem, o mesmo propósito, funcionalidades iguais, mas são programas diferentes), não tendo ao autor do original créditos e direitos sobre o posterior; esse é o foco principal deste assunto; tratar da questão de direitos autorais sobre o código fonte (sim, software livre e de código aberto também acabam agregando direitos autorais a seus autores). Os créditos são sempre reservados a cada um que realizou alguma contribuição (todos são autores e todos merecem seu reconhecimento).

 Mas se me perguntarem sobre o navio; se trata-se do mesmo ou de outro. Para mim trata-se de um navio pow... Vai entender o que passa na cabeça dos seres humanos. Não é a toa que ficar buscando inteligência fora da terra...
Busy busy busybox

Novatec lança a 12ª edição do livro Programação Shell Linux - 12ª Edição

Novatec lança a 12ª edição do livro Programação Shell Linux - 12ª Edição
Novatec lança a 12ª edição do livro Programação Shell Linux - 12ª Edição

    Programação Shell Linux é uma referência completa sobre programação Shell nos sistemas operacionais Unix/Linux. O autor apresenta o assunto de forma didática e descontraída, com exemplos e dicas de fácil compreensão, além de aplicações úteis para o dia a dia dos profissionais que utilizam esses sistemas operacionais. Sem dúvida, é a publicação mais abrangente em língua portuguesa sobre Bash e o ambiente em torno dele. Além de abordar o assunto, enfatiza os comandos builtins do Shell e inclui dois apêndices dedicados inteiramente às Expressões Regulares e awk. É de utilidade tanto para pessoas que desejam aprender a programar nessa linguagem como para aqueles que querem um livro de referência para consultas sobre o tema. Os códigos dos exercícios do livro estão disponíveis para download no site https://www.dicas-l.com.br/.

Universidade de Minnesota banida da Linux Foundation

    Greg Kroah-Hartman que é responsável pela versão estável do kernel Linux baniu a universidade de Minnesota após os estudantes Qiushi Wu e Kangjie Lu propositalmente adicionaram patches com falha (que vão desde Raspberry Pi até super computadores).

    No artigo intitulado "Re: [PATCH] SUNRPC: Add a check for gss_release_msg Greg" diz a Aditya Pakki:
Você, e seu grupo, admitiram publicamente que enviaram pacthes com bugies conhecidos para ver como a comunidade do kernel reagiria a eles e publicaram um artigo baseado nesse trabalho.
Agora você novamente submete uma nova série de patches obviamente incorretos, então o que eu devo pensar de tal coisa?
    Sim, os caras publicaram um artigo de 16 páginas no Github intitulado "Sobre a viabilidade de introduzir furtivamente Vulnerabilidades em software de código aberto através de Commits Hipócritas". Lá é detalhado modelo de ameaça, método de introdução de vulnerabilidade, exemplos de código, criticas e muito mais.

An overview of the vulnerability-introducing method.
Visão da introdução do método de vulnerabilidade.

    O que eles acreditaram estar fazendo ia lhes favorecer acabou foi se tornando um problema para eles. Gregg ainda finaliza a sua resposta com a seguinte frase:
 Nossa comunidade não aprecia ser testada ao submeterem patches conhecidos que não fazem nada de propósito ou que introduzem bugs de propósito. Se você desejar fazer trabalho como esse, sugiro encontrar uma comunidade diferente para executar seus experimentos, você não é bem vindo.
 Por causa disso, vou agora banir todas as futuras contribuições de sua universidade e e arrancar suas contribuições anteriores, já que elas foram obviamente submetidas de má fé com a intenção de causar problemas.
    Isso acaba servindo de alerta para todas as comunidade de software livre e de código aberto. Sempre há pessoas com más intenções e isso não é de hoje. Há ainda aquelas que iniciam cheias de boas intenções e que, quando suas ideias começam a divergir, agem da mesma forma que do caso citado. Mas acaba servindo de aviso para todos os projetos que fazem contribuições pois nos projetos open source são realizados trabalhos sérios e criteriosos.

Introdução à linguagem Python

Introducao-a-linguagem-Python
Introdução à linguagem Python
 Este livro apresenta a linguagem Python 3 de forma básica e introdutória para leitores e estudantes de programação que não possuem conhecimentos prévios da linguagem. Vale a ressalva que Python 3 está sendo adotado com padrão no Debian 10, code nome Buster (que será lançado em breve) e no Red Hat Enterprise Linux 8.

 Neste texto encontra-se a apresentação de detalhes e informações sobre: características básicas da linguagem, tipos de dados built-in; variáveis; constantes internas; operadores aritméticos; expressões aritméticas; operações de entrada e saída; condições; decisões; operadores relacionais e lógicos; desvios condicionais; ações de divisibilidade; expressões condicionais; laços; sub-rotinas como funções e procedimentos; passagem de parâmetro; funções lambda; programação com módulos; tratamento de dados; estruturas de dados; orientação a objetos; manipulação de arquivos externos; constantes para localização geográfica; conversões entre bases numéricas; simulação para definição de constantes; uso do modo terminal ANSI; plataforma cruzada e aplicação com geometria de tartaruga (turtle graphics).
Acesse aqui para obter o livro Introdução a linguagem Python
José Augusto Navarro Garcia Manzano
Professor Augusto Manzano
José Augusto Navarro Garcia Manzano nascido em São Paulo/SP, em 26 de abril de 1965. Possui formação acadêmica em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Ciências Econômicas, além de Licenciatura em Matemática. Atua na área de Tecnologia da Informação, Computação e Informática desde 1986. É professor no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), antiga Escola Técnica Federal.
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Endless OS Disponível Para Download


 Como já é de conhecimento, hà quando um ano nós publicamos a noticia sobre e computador Endless, o computador feito para todos. A noticia pode ser conferida no link:

http://www.diolinux.com.br/2015/07/conheca-endless-o-computador-barato.html?m=1
 Essa já não é a primeira noticia sobre computadores que eu trago alguma noticia sobre computadores sendo comercializados rodando Linux por padrão. Já trouxemos também sobre Solu o mini computador orgânico e sobre o Tablet/Laptop rodando Debian. Agora, quero falar sobre o Endless OS, a distribuição padrão que vem no computador Endless.

 É o primeiro sistema operacional criado para desafiar as barreiras de acesso à internet. Uma verdadeira inovação para que todas as pessoas possam ter acesso ao computador, independentemente de sua conexão. Ideal e completo para estudar, pesquisar e trabalhar. Uma nova maneira de aproveitar os recursos da tecnologia e agregar experiência completa para toda família! Por isso, tenho o prazer em dividir essa novidade com vocês. Acabou de ser lançado mundialmente uma campanha para donwnload 100% gratuito do Endless OS.



Basta acessar www.endlessm.com e aproveitar!
 Para todos que vem acompanhando a jornada da Endless Computers, já são mais de 4 anos desenvolvendo um novo sistema operacional feito com as pessoas e para as pessoas! Foram centenas de testes nas favelas do Rio de Janeiro, nas áreas rurais no Brasil, Guatemala, México, em campos de Refugiado na Jordânia, escolas no Haiti. Sempre escutando a opinião das pessoas, suas necessidades, seus sonhos, seus problemas, para conseguir criar um sistema operacional que fosse relevante, intuitivo e acessível para todos, atendendo desde a maior parcela da população mundial sem acesso a informação, tecnologia e conectividade, até usuários como nós :-)


 Então experimente, conheça, entenda o que ele oferece, pense em quem poderia se beneficiar dele! É GRATUITO! Cheio de conteúdos para serem utilizado sem necessitar de internet, principalmente conteúdo educacional!



 Bons ventos!
 Confiram o computador:
 https://endlessm.com/our-computers/


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Uma solução para quem utiliza Ubuntu 16.04



 Recentemente foi lançado a mais nova versão LTS do Ubuntu; e com isso, muita gente está adotando e testando a nova versão do sistema.

 Alguns dias atrás um amigo me procurou por estar com um problema no Ubuntu 16.04. Ele ainda utiliza dual boot, mas quer deixar de utilizar Windows de vez. Porém, para que ele possa utilizar somente o Linux, ele ainda precisa resolver o problema do vídeo. Quando ele reproduzia os vídeos em tela cheia, ficava dando uns lags. Não é falta de uma boa configuração de hardware, pois essa é a configuração do seu notebook:
  • Dell com um processador core i5 de 1.8ghz
  • 8GB RAM
  • Placa de vídeo Nvidia GT 730M de 2GB
  • Dispositivo de armazenamento SSD.
 Com esse hardware, o Windows voa, mas no Ubuntu da lag ao assistir vídeos. A principio, sugeri que poderia ser que o Ubuntu estava utilizando um driver genérico, porém ele já havia instalado o driver proprietário e mesmo assim, permanecia dando lags nos vídeos do Youtube em tela cheia ou quando ia assistir algum filme no Netflix.

 Eu pedi para que ele verificasse se o módulo estava carregado utilizando o comanado "lsmod" (de repente, mesmo depois de instalado, o módulo poderia não estar carregado). Ele realizou o teste, copiou a saída do comando e me enviou. Eu por fim, filtrei a informação e aparentemente estava rodando, notando essas linhas:
nvidia_uvm 696320 0
nvidia_modeset 745472 3
nvidia 10076160 69 nvidia_modeset,nvidia_uvm
 Por fim, eu lhe perguntei: "Curiosidade. Já rodou outras distros neste notebook?"
 Ele me respondeu que já havia instalado o Linux Mint e o Debian. No Linux Mint ele não se recordava se isso acontecia, mas no Debian ele não chegou a instalar o driver de vídeo. Por fim ele me disse que iria testar outro HD que ele tem o Lubuntu instalado colocando ma mesma máquina.

Essa imagem foi fornecida pelo leitor Rodrigo Araújo
 Quando ele retornou, ele me informou que que com o Lubuntu funcionava normal. Concluí que o problema estava no MIR, o daemon servidor gráfico padrão do Ubuntu enquanto que no Lubuntu é utilizado o X.

 Expliquei sobre os servidores gráficos para ele e depois de um ou dois minutos retornou:
"Acredita que desativei a opção do driver (testado e proprietário) e ativei o X.org Xserver - Nouveau display driver de xserver-xorg-video-nouveua (open soucer) , e funcionou normal?"

Essa imagem também foi fornecida pelo leitor Rodrigo Araújo
 Por fim, agora ele está utilizando bem o Ubuntu. Juntos descobrimos como solucionar esse problema :-)

 Além de modelo, é bom técnico e está iniciando seu blog. Assim que estiver pronto Vou deixar o link do seu blog para que ele possa explicar melhor como realizou essa tarefa e quais os resultados disso.

Obs.: Não estou afirmando que o MIR é ruim (como muitos defensores fazem colocando defeito no Ubuntu e em tudo o que a Canonical faz). Simplesmente estamos compartilhando como solucionar um problema no ubuntu 16.04.

50 lugares que Linux está rodando (e você talvez nem faz ideia) - terceira parte

 Vamos para a terceira parte de "50 lugares que Linux está rodando (e você talvez nem faz ideia)" continuando nos órgãos do governo.

Cortes Federais Americanas


 A aax.net explica que as cortes federais confiam no Linux para todos os meios de tarefas administrativas, incluindo "gerenciamento de caso, rastreio de caso, finança e contabilidade, provação e serviços de prejulgamento." Linux tem sido utilizado pelas cortes desde Novembro de 2003, quando a PEC Solutions auxiliou em orquestrar uma "migração do Judicatório Federal para um sistema baseado em Linux."

Governo da cidade do México


 A wired.com publicou o report em 2.001 que o governo da cidade do México havia concluído que "eles não podem mais justificar o aumento custo do Microsoft Windows quando o custo do Linux é muito baixo." Em uma entrevista com a Wired, o coordenador técnico da cidade, José Barberán, "anunciou planas para migrar os computadores da cidade para o sistema operacional Linux e utilizar o dinheiro que ele economiza para financiar programas sociais de bem estar." Ao final do dia, quando encarada pressão de aumentar os gastos sociais, "cortar custos ao migrar para software open-source foi uma escolha lógica para o prefeito."

Garden Grove, California


Talvez o mais antigo adotador governamental de Linux em nossa lista seja o Garden Grove, Califórnia, que fez toda a migração em 1995, de acordo com o Linux Journal. Evidentemente, a cidade estava em uma crise financeira quando eles adotaram dar a Linux uma chance, e descobriram que ele economizou tanto dinheiro que eles mais tarde decidiram rodar Linux por toda a city, incluindo em alguns desktop.

Largo, Florida


Um artigo da linux.com de 2002 intitulado "Largo Ama Linux Mais Do Que Nunca" explica como a cidade da Florida veio a depender tão fortemente do Linux. Depois de ter tal grande sucesso rodando os computadores da cidade com Linux, o governo do município de Largo estava logo "falando de terminais baseados em Linux em todos os carros da policia da cidade." Para o crédito da cidade, a Linux.com comentou que os administradores de sistemas de Largo (que são responsáveis por gerenciar as máquinas Linux da cidade) se tornaram "os menos perturbados, os menos preocupados, os mais calmos sysadmins que já encontramos." Talvez haja uma correlação?

Serviço postal da Republica Checa


Talvez pegando um embalo do serviço postal americano, os correios da República Checa migrou com total sucesso para Linux em 2005, de acordo com a "Europa". A distribuição escolhida foi (SuSe) agora rodando em "4.000 servidores em 3.400 correios por todo o país, também como 12.000 terminais clientes utilizados por 20.000 empregados." Mais uma vez, custo foi uma força dirigente por trás de uma grande instituição estatal migrando de Windows ou outros fornecedores para o Linux livre e open-source.

Android, uma boa alternativa ao desktop Window



 Nota antes de começar o artigo: Esse não é um artigo tentando colocar defeito no Windows. Esse é um artigo que escrevi fazendo uma analise que ocorreu no meu dia a dia.

 Já falado anteriormente sobre os Chromebooks terem superado as vendas dos Macbooks no primeiro quadrimestre de 2.016 e pensando um pouco no Android, resolvi escrever este artigo descrevendo um ambiente que eu acho que seria interessante a atuação do Android.

 Minha inspiração para escrever sobre esse artigo surgiu depois da experiencia de sentar-me em frente a uma máquina com Windows 10. Notei por vezes que a máquina apresentava muita lentidão depois de permanecer ligada no final de semana. O sistema ficava enviando informações para disco o tempo inteiro e se tornava um trabalho de parto até mesmo para poder reiniciar a máquina. Após reiniciar, percebi que tudo voltava ao normal. Foi daí, depois da terceira vez que notei isso acontecendo, que me surgiu a ideia de que o Android seria uma ótima alternativa ao ambiente Desktop.

 Pensei nisso depois de lembrar que meu celular as vezes passa um mês ou mais ligado ininterruptamente. Eu o mantenho ligado para despertar e por fim, eu acabo esquecendo de desligá-lo e tudo continua funcionando normalmente.

 Se notarem, ele não é um bom smartphone para a época que vivemos. Ele possui pouco mais de 400MB de RAM e um processador ARMv6 que ainda por cima é um pouco limitado em recursos.

Informações sobre memória

Informações sobre o processador

 É... sim, sou canguinha. Na verdade eu prefiro usar meu dinheiro em equipamentos para o meu computador do que comprar um smartphone novo (smartphone fica para ultimo caso). Mas o que quero notar aqui é o seguinte fato: Se o Android roda bem em um smartphone antigo como esse, imagina se fosse em um computador com configurações similares a abaixo:

Ok! Observação; sei que são processadores de arquiteturas binariamente diferentes. O processador Intel é X86 (arquitetura CISK) enquanto dos Smartphones são ARM (arquitetura RISK), mas o que quero notar aqui é a questão de clocks, e não de arquiteturas.
 Por fim, o interessante é ele está rodando a quase 300 horas. Quase duas semanas ininterruptas sem o menor problema.

A ultima vez que olhei quando há quanto tempo ele estava ligado foi hoje (dia 03/06/2016)



 Foi daí onde pensei que o Android seria mais uma ótima alternativa ao ambiente Desktop: Funciona bem (gostem os especuladores ou não de ler isso), possui uma ampla gama de aplicativos (hoje temos até jogos como Assassin's Creed Identity e Saint Seya Rebirth para Android :), Fácil (até demais) de utilizar; então, Por que não?

 Está certo, hoje existem versões mais recentes do Android e que consomem muito mais recursos computacionais, mas não é algo exagerado ou assustador. O Android tem um ótimo controle de Memória e de processamento (e de multiprocessamento).

 Seria interessante ver isso acontecer também. Alternativas para o usuário/consumidor final é sempre bom. Haver concorrência sempre é bom, pois isso força os competidores a melhorarem cada vez mais suas soluções.

Mais uma coisa que quero deixar claro; uma vez, debatendo com um amigo sobre o o lançamento do Hurd que na época só possuía suporte a 700MBs de RAM. Ele mencionou que isso demonstrava que ele não precisava de muita RAM para funcionar. Bom neste aspecto o Linux supre muito bem também e até facilmente. Esse smartphone, por exemplo, tem no máximo 400MB e da para fazer o Android rodar com apenas 171MB; então, isso não é um diferencial:


 Deixo  o meu vídeo sobre o Android para quem quiser conferir o assunto. Vejo com frequência pessoas brigando, discutindo e afirmando que Android não é Linux (até mesmo no exterior); então, dei a minha palavrinha sobre o assunto:



Ultimo capitulo da série "Assunto ZFS"


 Fizemos uma série imensa sobre o ZFS mostrando seus recursos e como ele pode beneficiar o Linux. Agora chegamos ao final desta temporada que agradeço muito ao Ayr Müller do blog www.mapforum.blogspot.com por ter nos dado essa contribuição.


Ultimo capitulo da série sobre o ZFS

 Para finalizar esta série, terminamos explicando sobre como não foi possível a incorporação do ZFS ao Linux, sobre o OpenZFS, como ele é desenvolvido e o que ele promete para o avanço do Linux. Espero que gostem e que estes vídeos tenham agregado bastante conhecimento a todos sobre o assunto :-)


50 lugares que Linux está rodando (e você talvez nem faz ideia) Parte 2


 Continuando o assunto sobre os 50 lugares que Linux está rodando e talvez muitos de nós não fazemos nem ideia, quebra o paradigma sobre a adoção do Linux limitando-o somente a desktops. Confiram aqui mais 5 outros lugares onde Linux é amplamente utilizado.

50 lugares que Linux está rodando (e você talvez nem faz ideia) Parte 2

Banco comercial e industrial estatal da China


De acordo com um report de 2005 da InformationWeek, o banco industrial e comercial estatal da China "decidiu rodar Linux em todos os seus 20,000 ramos de varejo." Como o maior banco de toda a China, a instituição comprometida a comprar "uma licença irrestrita para usuário" como parte de uma integração total de Linux "através de toda a sua rede de operações bancárias" culminando em 2008. Naquele tempo, InformationWeek afirmou que isso representava desenvolvimento de Linux a datar o setor financeiro Chines, Linux se tornou "as bases para seus web server e uma nova plataforma de terminal" no banco.

Escolas e faculdades Paquistanesas


Em 2002, o governo paquistanês preparou uma unidade de mobilização para recursos tecnológicos para promover a propagação de software open source (incluindo Linux) através do país. A unidade (composta de oficiais acadêmicos, de negócios e governos) tem largamente se dado bem em educar usuários de computador  através do Paquistão sobre o que o software livre tem a oferecer. Como um resultado, o Paquistão está utilizando Linux em muitas de suas escolhas públicas e faculdades e planeja em ultima análise rodá-lo em todos os computadores do governo. Em países como Paquistão, onde pouco dinheiro está disponpivel para investimento do governo em tecnologia, Linux e outros programas open source está apelando de uma perspectiva de custo.

Cuba


Cuba, nunca uma fan do capitalismo ou de empresa corporativa, tomou o passo de desenvolver sua própria distribuição Linux (chamada "Nova") para substituir o Microsoft Windows em Fevereiro de 2009. De acordo com o Caribbean Net News, a migração para Linux foi motivada não pela tecnologia ou custos, mas ao invés disse, constituído "o ultimo front de batalha da ilha comunista contra o que ela visualiza como hegemonia americana." Nova foi apresentada durante uma conferência em nome da "soberania tecnológica" e foi apontada como essencial para "o desejo de Cuba de substituir software da Microsoft rodando na maioria dos computadores da ilha." Evidencialmente, oficiais Cubanos temeram que as agencias de segurança americana poderiam acessar código do software da Microsoft e no processo descobrir segredos pertencentes ao governo cubano. Se ou não a migração de Cuba para Linux possui efeito parcial nas relações entre os dois países é discutível, mas ele andam utilizando Nova desde então.

Ministério da Educação e Ciência da Macedônia


Ubuntu.com reportou em Novembro de 2007 que cada estudante na Macedônia utilizariam computadores rodando Ubuntu Linux, como parte do programa "Um Computador Para Cada Criança" desse país. No total, mais de 180.000 workstations foram cobertos pelo projeto, descrito como "uma das maiores implantações de thin client e desktop Linux conhecidas já empreendidos." De fato, o Ministro da Macedônia para apelidou de "o maior e mais importante projeto de educação apreendido em 5 anos de história da República da Macedônia." Sob o acordo, 160.000 das 180.000 workstations eram para ser terminais virtuais, enquanto que os outros 20.000 eram para ser PCs stand-alone, todos nos quais acomodaram um estudante e rodaram o Ubuntu Linux.

Serviço postal dos Estados Unidos




O serviço postal americano é um exemplo exato de quem apoiava Windows e migrou para Linux por puras razões técnicas. Enquanto o serviço postal rodava Windows NT em seus servidores até o amargo fim, eles então migravam para utilizar mais de 900 clusters Linux espalhados através do país para uso em organizar o volume de mensagem da nação. Eles utilizam a tecnologia da Pacific Northwest Software, que orgulhosamente explica  o profundo trabalho que tem feito em migrar o serviço postal para uma infraestrutura baseada em Linux. Os interessados são encorajados a conferir.

Resumo do Tux 29/05/2016


 Essa semana comecei com uma série no blog onde mostro 50 lugares onde Linux é utilizado e talvez nem saibamos. Isso faço para quebrar um paradigmas (dos muitos que ouço) de Linux não ser bem adotado. Achamos que Linux é fraco somente pelo fato de não ter uma empresa fazendo propagandas (apesar que existe. Tem uma playlist grande no meu canal a respeito do assunto).

 Então resolvi dar continuidade a semana dedicada ao mestre Linus mostrando o vídeo quando ele recebeu o prêmio de pioneiro da computação de 2.014:



 Foi publicado também aqui no blog o artigo em que é mostrando que Linux está ganhando cada vez mais espaço no desktop graças aos Chromebooks.

 já que é para falar do assunto de onde Linux é utilizado, esse vídeo do Washington Post é muito interessante e esclarecedor sobre a amplitude do uso do Linux:


 E por fim, teve mais dois artigos que achei muito interessante publicar por aqui. Um em que os economistas preveem que a Red Hat pode chegar a 3 bilhões de Dolares até (mais ou menos) 2.019, e o outro em que um desenvolvedor trabalha na correção do problema de 2.038 no VFS  (espero que essa correção traga mais melhorias para o VFS também).

Correções do Ano 2.038 ainda sendo trabalhadas no kernel Linux



 O kernel Linux sido trabalhando em muitas correções do ano 2038 por algum tempo, mas o trabalho não terminou. Uma outra pull request foi enviada tentar preparar a camada VFS y2038. Arnd Bergmann submeteu patch de correções Y2038 para fundir ao código do VFS no kernel Linux 4.7.

Ele comentou:
 "Essa é uma série de preparos para a alteração da infraestrutura do VFS para utilizar time64_t em inode timestamps, apresentando um par de funções ajudadoras de conversão simples que podem ser uteis para tornar os filesystems individualmente independentes do tipo de inode->i_{a,c,m}time e iattr->ia_{a,c,m}time, seguindo o plano descrito em http://kernelnewbies.org/y2038/vfs."

 espero que essa correção contribua também com outras melhorias na questão da parte de filesystem. É aguardar para ver.


Saiba mais sobre o problema de 2038:

Red Hat Pode Crescer 30% Em Um Ano

 Tive que publicar este artigo por se tratar de uma noticia que representa vitória. Essa é mais um noticia que desbanca o mito. Reza a lenda que não é possível ganhar dinheiro com linux. Então, aqui vamos nós TRAVEIS!



 Red Hat Pode Crescer 30% Em Um Ano


 Um amigo meu publicou esses dias no Linkedin este artigo que eu acho muito interessante (alias, estou devendo uma jogada com ele. A gente vai tirar um racha no Street Fighter online...

 Como já sabem, publiquei a noticia anteriormente em que a receita da Red Hat Inc. dobrou para $2 bilhões de dólares em quatro anos. Desta vez, Jack Hough, investidor e escritor Senior do site Barrons que aparece com frequência na Fox Business, publicou a noticia que a Red Hat Inc. pode saltar para $3 bilhões de dólares até 2019 (30% ao ano) como apresenta o gráfico abaixo:

Tradução: A Linha do Topo: As Shares da Red Hat, que recentemente custam $73, poderiam chegar as custar $95 em um ano com mais empresas adotando seu software para servidor e sua receita e fluxo de caixa livre continuam se multiplica.

  Jack ainda menciona no título da noticia:

O Software Linux é livre, mas enormes corporações estão pagando por seu suporte. As vendas podem crescer 50%, até chegar a 3 bilhões em dois anos.

O Recipiente Prêmio Do Pioneiro da Computação de 2014


 Com é "Semana do Linus", resolvi postar este artigo de 2.014 quando Linus ganhou o prêmio de pioneiro da computação.

O Recipiente Prêmio Do Pioneiro da Computação de 2014

  "Pelo desenvolvimento pioneiro do kernel Linux utilizando a abordagem open-source."

Linus Torvalds
Linus Torvalds criou o kernel Linux e supervisiona o desenvolvimento open source do amplamente utilizado sistema operacional Linux.
Torvalds nasceu em 28 de Dezembro de 1969 em Helsinki, Finlândia. Ele se matriculou na Universidade de Helsinki em 1988, graduando com um mestrado em ciência da computação. Sua tese de mestrado (M.Sc. thesis) foi  intitulada Linux: Um Sistema Operacional Portável (Linux: A Portable Operating System).
Um ávido programador, Linus foi autor de muitas aplicações de jogos any gaming em seus primeiros anos. Depois de obter um computador pessoal com um CPU Intel 386, ele começou a utilizar Minix, um sistema operacional inspirado no Unix criado por Andrew Tanenbaum para uso como ferramenta de ensino. Torvalds começou a trabalhar em um novo kernel, mais tarde para ser nomeado "Linux," no outono de 1991 e depois de formar uma equipe de voluntários para trabalhar nesse novo kernel, o lançamento V1.0 na primavera de 1.994.

Em 1.996, Torvalds aceitou um convite de visitar o quartel general da Transmeta na California, uma empresa start-up nos primeiros estágios de desenvolvimento de uma CPU com economia de energia. Torvalds então aceitou um cargo na transmeta e mudou para a Califórnia com sua família. Com o seu trabalho na Transmeta, Torvalds continuou a supervisionar o desenvolvimento do kernel Linux.

Em 2003, Torvalds deixou a Transmeta para focar exclusivamente no kernel Linux, mantido pela Open Source Development Labs (OSDL), um consorcio formado por empresas high-tech companies, nas quais incluem IBM, Hewlett-Packard, Intel, AMD, RedHat, Novell e muitas outras. O propósito do consorcio foi promover o desenvolvimento do Linux development. A OSDL fundiu com Free Standards Group em Janeiro de 2.007 para se tornar The Linux Foundation. Torvalds permanece como a autoridade suprema em que novo código é incorporado ao no kernel Linux padrão.

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