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Lançado toybox 0.8.6

Lançado toybox 0.8.6
Lançado toybox 0.8.6

 Foi lançada versão 0.8.6 do terminal de comandos toybox que dentre as suas maiores novidades estão os comandos linux32 e sha256sum e as variantes relacionadas 224/384/512 (algo que já era previsto e que pode ser conferido aqui) e binários da versão bootável do mkroot através do QEMU.

man 8 linux32
Comando Linux32 no toybox
man 1 sha256sum
sha256sum e as variantes relacionadas 224/384/512
 Mkroot é de uma distribuição Linux criada pelo proprio Rob Landley para servir apenas como base de testes de implementação do toybox; assim sendo seu propósito, conseguindo tornar o toybox como terminal de comandos padrão no mkroot, logo o toybox estará pronto para ser utilizado como padrão em quaisquer outras distribuições Linux (vale lembrar que o toybox já foi portado também para MacOS e alguns BSDs). Anteriormente o mkroot se chamava Aboriginal Linux, depois foi mudado para mkroot e planejavam mudar para Hermetic (que inclusive eu achei um nome bem legal) e por fim acabou ficando como mkroot mesmo.
mkroot
Analisando uma das imagens do mkroot
 No diretório pendente foram adicionados os comandos hexdump e strace. O toysh (que foi grande destaque no ultimo lançamento) recebeu suporte a novos recursos como o $((math)), atribuição +=, "declare" e tipos de variáveis correspondentes (declare -i, declare -u e etc), várias correções de bugs, melhorias para processos em plano de fundo em sistemas NOMMU e mais um monte de entradas sh.test. Ainda em pendente o modprobe, o vi, o syslogd, o wget também receberam melhorias.

toyshell
Testando o toysh (toy shell) que nos permite utilizar o toybox como terminal de comandos padrão. Ainda não está bom o suficiente, bem no estilo dos terminais antigos ainda, mas já temos algo.

 Outros comandos também receberam novas opções como date -s; pmap -p; tail -F -s; kill -0; reboot/halt/poweroff -d; tail --bytes --lines; i2cdetect -q; find -quit -lname -ilname e -d como sinônimo para o -depth; cpio --ignore-devno --renumber-inodes; tar --selinux e uma mensagem de erro ao final; agora o comando uname com a opção -o exibe a mensagem Toybox. Ensinaram também outros comandos a ter novos comportamentos. 

man 1 uname
toybox uname -o agora exibe a mensagem Toybox ao inves do sistema operacional.

 Uma opção que já estava disponível na ultima versão mas que vale ressaltar é que o comando cut do toybox possui o recurso -DF que permite o cut se comportar como o awk '{print $3}'.

Comando cut do toybox
Comando cut do toybox que possui as opções D e F.

  A licença 0BSD agora é parte do padrão ISO-5962. Houveram também muitas correções de bugs, limpezas e  muitas melhorias na parte de infraestrutura. Todas as novidades podem ser conferidas aqui.

Antigamente a versão binária do toybox disponível em seu site oficial, apesar de sempre ter sido linkada estaticamente com a musl, era compilada com o gcc através da ferramenta crossmusl. Agora a versão binária é compilada com o LLVM através da ferramenta musl-clang.

Um conselho que eu quero dar é que caso queira compilar o toybox (algo que eu já ensinei) seria não compilar o bc disponibilizado no toybox (não utilize nem o bc do gnu e nem o bc do toybox). Compile e utilize a versão bc de autoria do próprio Rob Landley que eu já mostrei aqui que é bem mais completo e cheio de recursos.

Novatec lança a 12ª edição do livro Programação Shell Linux - 12ª Edição

Novatec lança a 12ª edição do livro Programação Shell Linux - 12ª Edição
Novatec lança a 12ª edição do livro Programação Shell Linux - 12ª Edição

    Programação Shell Linux é uma referência completa sobre programação Shell nos sistemas operacionais Unix/Linux. O autor apresenta o assunto de forma didática e descontraída, com exemplos e dicas de fácil compreensão, além de aplicações úteis para o dia a dia dos profissionais que utilizam esses sistemas operacionais. Sem dúvida, é a publicação mais abrangente em língua portuguesa sobre Bash e o ambiente em torno dele. Além de abordar o assunto, enfatiza os comandos builtins do Shell e inclui dois apêndices dedicados inteiramente às Expressões Regulares e awk. É de utilidade tanto para pessoas que desejam aprender a programar nessa linguagem como para aqueles que querem um livro de referência para consultas sobre o tema. Os códigos dos exercícios do livro estão disponíveis para download no site https://www.dicas-l.com.br/.

Utilizando o zsh no Fedora

Utilizando o zsh no Fedora
Utilizando o zsh no Fedora
 Terceira dica sobre o Fedora no meu blog. A primeira foi sobre o VirtualBox no Fedora que, relembrando, foi o motivo que levou a muitos novos usuários com uma atitude muito imatura serem  maltados. Ok, e esse é o segundo artigo que pretendo dar algumas dicas sobre o Zsh no Fedora. O segundo trata-se de uma analise sobre o desempenho do DNF. E agora, vamos ao Zsh no Fedora.

 Em meu curso explico como utilizar outros terminais além do Bash como o Zsh e Fish (não quero que as pessoas fiquem limitadas; isso é muito além do GNU. Não se trata de eliminar o uso das ferramentas do projeto GNU, trata-se de expandir duas opções e possibilidades). Apesar disso, foquei muito no Zsh já que é o terminal que está ganhando cada vez mais destaque (até mesmo a Apple passou a adotá-lo no lugar do Bash no MacOSX já quqe agora o Bash está sob GPLv3).


 Bom, aconselho a instalar o zsh direto dos repositórios do Fedora para garantir atualizações de forma mais pratica (sudo dnf install zsh ou #dnf install zsh). Concluída a instalação, podemos conferir que o zsh faz parte da lista de terminais que está disponível na distribuição.

lista de terminais disponíveis no sistema operacional e que podem ser conferidos dentro de /etc/shells
lista de terminais disponíveis no sistema operacional e que podem ser conferidos dentro de /etc/shells
Ok, primeira observação. OS arquivos de configuração do Bash ficam dentro de /etc/skel enquanto que os arquivos do Zsh vão para seu próprio diretório em /etc/zsh. Já no Fedora, esses arquivos ficam separados em /etc tendo o zshrc; porem dentro de /etc/skel encontramos o arquivo .zshrc junto com os arquivos do Bash. Em que isso interfere? Em nada, mas fica a dica caso queira localizar os arquivos

Arquivos de configuração do Zsh no Fedora.
Arquivos de configuração do Zsh no Fedora.
 E agora chegamos no ponto para utilizar o Zsh, que na verdade há algumas. A primeira (e é a que quero tratar aqui) é digitando o comando zsh. Simples assim e essa é uma regra que vale para qualquer terminal que estiver disponível no sistema operacional. O problema é que no Debian aparece uma mensagem perguntando se quer que populo o seu perfil com os arquivos de configuração do Zsh; o que aceitando, fica tudo pronto para uso. Já no Fedora aparece a mesma mensagem, mas para procedimentos a serem realizados antes de estar preparado para uso. Então eu elaborei um vídeo explicando como configurá-lo ao invés de explicar tudo por escrito (já que ficaria longo demais ;)

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