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Minha opinião sobre o Unity


Eu sou um péssimo usuário de Ubuntu. A primeira versão que utilizei foi o 4.10 que na época utilizava o Gnome e eu simplesmente odiava as cores do ambiente gráfico trabalhadas pela Canonical. Então, antes de fazer qualquer comentário sobre este artigo dizendo que sou defensor de Ubuntu, tenha em mente tudo isso. Mas sei que muitos inscritos no meu canal e que leem meu blog usam Ubuntu, sei que o Ubuntu não é bugado como muitos afirmam como eu mesmo fiz durante muitos anoa (inclusive são os mesmos que afirmam que Android não é Linux, não sabem que muitas distribuições incorporam patches de correções desenvolvidos pela Canonical, não sabem que muitas distribuições estão hospedadas e possuem repositórios em servidores Ubuntu e nem que o Ubuntu domina a nuvem. Boa base de estudo que tem...) e azar, é Linux também.

O Ubuntu merece respeito por ter também trazido aumentado o número de usuários e continuar trazendo ainda mais assim como fez o Kurumin, como fez o Mandriva (e faz hoje no Open Mandriva) e como faz o OpenSuse. Isso é importante.

Vários projetos da Canonical são sacrificados ao longo de sua existência, mas falando do fim do Unity (tudo bem, estou um pouco atrasado, mas quis dar minha opinião assim mesmo) que foi noticia até mesmo na BBC, com isso a Canonical também desistiu do Mir vindo a migrar para o Wayland (acho da hora esse nome).

Minha primeira exposição ao Unity que consigo me recordar foi em 2011 e me lembro de ter odiado e não voltei a vê-lo mais por um bom tempo. Na versão 14.04 do Ubuntu que me mostraram o Unity novamente, eu ate aceitei melhor, já funcionava melhor e ate me adaptei rápido porque parecia com o Gnome 3 (claro que se parecem, o Unity é um fork do Gnome 3. Foi ate uma curva de aprendizado rápido).

Com o fim do Unity, não faltou quem criticasse mas também gerou um fork do garoto (acho o máximo isso no mundo FOSS e defendo isso). Mas essa não é a unica mudança anunciada para o 18.04. Antes disso anunciaram também o fim da arquitetura de 32 bits nesta versão para desocupar sua server farm.

Bom, expondo meu ponto de vista, acho que vai ser interessante o retorno ao Gnome:
  1. Irão poupar tempo e muitos esforços no desenvolvimento focando somente nos recursos que quiserem adicionar na modificação do Gnome.
  2. Economizar recursos financeiros para serem investidos em outras partes do projeto.
  3. E a curva de aprendizado dos seus usuários não será tão difícil já que são dois ambiente parecidos. Melhor do Unity para o Gnome do que foi do Gnome para o... Gnome...

Pois é, o que chamamos hoje de Mate era exatamente o Gnome; o Mate é um fork da versão dois do Gnome. Isso pode ser conferido no meu antigo blog que na época mostrei quando foi lançado o Debian 6. Agora... do Debian 6 para o 7... Foi uma mudança radical de um ambiente gráfico para o mesmo (Incrível! não? De um ambiente gráfico... para o mesmo)
viva a liberdade da criação de forks
Então, é isso; vamos agora aguardar e ver o que acontece. Talvez seja uma mudança boa (ou talvez não); só basta esperar, acompanhar e ver o que acontece. Eu vejo essa volta para o Gnome mais como um corte de gastos (o que não é ruim) se associarmos isso ao fim da arquitetura de 32 bits no Ubuntu (que está acontecendo também no Open Suse e no Debian), o fim do Mir, o fim Ubuntu Phone e o fim do upstart em favor do systemd. Melhor contribuir com outros projetos já existentes usufruindo do que eles tem a oferecer e eles usufruírem de suas contribuições do que reinventar a roda. Isso tudo converge a um padrão.

Resumo do Tux 23/01/2016

Ó eu aqui trávêis no blog. Como sempre andando muito ocupado, trabalhando na apostila que se tornou manual (de tão grande que já está) e estou contente com isso.
 Bora então para mais um resumo do Tux da semana.

Resumo do Tux 23/01/2016

Resumo do Tux 23/01/2016

 Revendo o resumo do canal, tivemos a segunda parte do série "Espaço aberto: Assunto Game #2 (Parte técnica - Audio/Som). Nessa parte você acaba descobrindo com a parte de audio se tornou uma dificuldade técnica para a aceitação de Linux no mundo dos gamers.


E tivemos mais dois vídeos curtos, sendo avisos. O primeiro aviso é a criação do quadro "Dica de leitura" que de tempos em tempos estarei indicando materiais de estudo. A maioria em formato PDF, pois livros mesmo se tornam uma certa dificuldade. O primeiro material que indico é o manual Caixa de Ferramentas do UNIX que está na sua versão 0.5. Confiram no vídeo o por que indico primeiro esse manual:


 Para isso eu criei um diretório no Openmailbox chamado "Biblioteca Toca do Tux". Os PDFs estarão disponíveis lá e a cada vez que eu disponibilizar um novo PDF, um curto vídeo anunciando aparecerá no canal. Beleza? O link para a Biblioteca Toca do tux está logo abaixo:

https://cloud.openmailbox.org/index.php/s/oIRaNErKzw15EJj
 O segundo vídeo (que foi disponibilizado no mesmo dia), se trata de avisar sobre o espaço aberto para inscritos. Nesse espaço aberto eu trato de entrevistas e debates com o pessoal especializado em alguma área. É isso aí, o Toca do Tux virando Jô Soares. Um  beijo do gordo:



Tratando das notícias, como todos já estão sabendo, a equipe de pesquisas da startup Perception Point descobriu uma vulnerabilidade 0Day que está presente no kernel Linux desde 2012. Essa vulnerabilidade afeta os kernels 3.18 em diante. O patch já foi disponibilizado e a Perception Point agradece a colaboração de David Howells, Wade Mealing e a toda a equipe de segurança da Red Hat (pela rápida resposta e cooperação em corrigir o Bug. É isso aí, a Red Hat sempre contribuindo).



 Falando de kernel, teve o lançamento do kernel 4.4 que será mentido como LTS pelos próximos dois anos. Ele possui mais de 28 milhões de linha de código. Os recursos mais importantes dessa nova versão, são:
  • Gráficos e áudio: Suporte 3D driver virtual de GPU, que permite o hardware acelerar gráficos em virtual guests; suporte ao AMD Stoney; suporte de áudio ao Intel Lewisburg, driver para o Raspberry Pi KMS
  • Redes: Handling Listener no TCP que permite para servidores TCP se tornarem mais rápidos e mais escalonáveis; API reserva persistente para dispositivos de bloco; suporte a VRF (Virtual Routing and forwarding) na pilha IPV6.
  • Segurança: Correções no suporte a criptografia nativa do filesystem EXT4; funcionalidades adicionais ao UEFI 2.5; código otimizado na extenção Intel SHA; melhora no suporte ao módulo Trusted Platform (TPM).
  • Suporte a Hardware: Suporte aos Open-Channel Solid State Drives (SSDs) via lightVM, melhoria no suporte ao Skylake Windows8 Precision Touchpad; suporte ao Google Fiber TV Remote control.
  • E mais: Um novo mlock2() syscall que permite os usuários requisitarem que memoria seja travada em page fault, suporte Clustered RAID1 e Journaled RAID5, um monte detrabalhos no x86 KVM, numerosas alterações no ARM de 64-bit.

 E por fim não quero deixar de mencionar sobre a adoção do Ubuntu pela AT&T para as aplicações em nuvem empresariais.
 A AT&T selecionou a Canonical para ser parte de seus esforços para dirigir a inovação em rede e nuvem. A Canonical fornecerá os sistema operacional Ubuntu e suporte de engenheiros para as aplicações empresariais, de nuvem, redes da AT&T. A AT&T escolhe o Ubuntu baseado ma sua demonstrada inovação, e desempenho como a plataforma liderante para escalabilidade e nuvem.
 Parabéns Canonical!




Ubuntu adotando sudo-rs

Ubuntu is adopting sudo-rs #Ubuntu #OpenSource #Linux #Sudo #Rust

Ubuntu adotando sudo-rs

 Em maio do ano passado eu postei sobre o run0, um substituto ao sudo no systemd. Mostrei que esse não é o único substituto do sudo. Em meio a isso, a Canonical anunciou que estará adotando ao sudo-rs, uma reimplementação do sudo baseado na linguagem Rust.

 Esse não é o primeiro programa Rust que a Canonical adota no ubuntu. Em Maio deste ano, publiquei uma live initutalada Ubuntu se livrando do GNU? debatendo que a Canonical está passando a adotar o uutils (ou Rust coreutils e que particularmente não é um programa que eu gostei) no lugar do GNU CoreUtils.

 Netse vídeo, Jon, VP Engineering and leading Ubuntu's development, responde alguns comentários sobre o sudo-rs.



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Acelerando o desenvolvimento do Kernel com virtme-ng

Speeding Up Kernel Development With virtme-ng

Acelerando o desenvolvimento do Kernel com virtme-ng

 Foi anunciado pela Linux Foundation que Andrea Righi que trabalhava para a Canonical e agora trabalha como engenheiro de software da NVIDIA (especializado em sistemas operacionais, virtualização e analise de desempenho) irá apresentar no dia 02 de Novembro o Webinar sobre o virtme-ng, uma ferramenta que rapidamente constrói e executa kernels dentro de um snapshot virtualizado em seu sistema live.

 Andrea demonstra que grande parte do processo de desenvolvimento do kernel é geralmente dedicado a instalá-lo, rebootar o sistema, testá-lo, debuga-lo, coletar resultados e repetir essa mesmo operação que é muito lento e desgastante.

 O virtme-ng fornece uma base para bootar o kernel recompilado ou qualquer outra imagem do kernel dentro de um ambiente copy-on-write virtualizado no sistema atual. O virtme-ng é escrito na maior parte em Python e faz uso de ferramentas como QEMU ou KVM, virtiofs, e overlayfs para esta finalidade.


 A ideia é simplificar o trabalho dos desenvolvedores do kernel criando um sendbox para teste que ofereça desempenho próximo do ambiente real sem a necessidade de um ambiente de teste. Nesse Webinar será demonstrado como utilizar o virtme-ng com exemplos práticos e cenários reais.


Clique aqui para se registrar do evento da linuxfoundation.org

GitHub do virtme-ng

Mais sobre o virtme-ng pode ser lido no LWN.net


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Projeto GNOME afirma NÃO ser um projeto GNU

Let's also clarify that here. GNOME is NOT a GNU project.
Projeto GNOME afirma NÃO ser um projeto GNU

    Apesar da minha paixão pelo KDE, o Gnome (assim como o Debian) é a interface Gráfica mais utilizada no Linux; porém não de forma pura, mas unindo seus derivados como do PopOS, do EndlessOS, o antigo Unity do Ubuntu, a versão do Deepin Linux e muito mais. Eu gostava da antiga versão do Gnome que utilizávamos em versão como o Fedora 6, Fedora 9 e assim por diante. Quando o Debian migrou para o Gnome 3 eu acabei perdendo interesse devido o Gnome ter mudado radicalmente. Ainda assim há coisas que eu gosto no Gnome como abraçar tecnologias de forma mais rápida como o Wayland, flatpak, capabilities e o systemd.

    Porém algo que me chamou atenção (e até me surpreendeu) foi que no dia 14 de abril o projeto Gnome postou eu seu Twitter a seguinte frase:
Vamos também esclarecer isso aqui. GNOME NÃO é um projeto GNU.

Let's also clarify that here. GNOME is NOT a GNU project.
Vamos também esclarecer isso aqui. GNOME NÃO é um projeto GNU.

    Eu confesso que fiquei surpreso pois sempre acreditei que fosse baseado no argumento de que o Gnome é construído sobre o GTK (como se o fato de utilizar uma ferramenta tornasse um projeto propriedade do outro...). Mas até aí tudo bem, a questão é que entre apoiadores e criticos, foi uma discussão gigantesca que rendeu assunto. Bom, treta é o que não faltou (já que os defensores ferrenhos da "liberdade" acham que qualquer um que não apoia as suas "ideologias" são radicais e subversivos e não adianta argumentar, eles sempre vão querer arrumar defeitos para argumentos. Velho argumento: Acuse os adversários do que você faz e chame-os do que você é).

    Um comentário interessante foi do Gerente de Engenharia da Red Hat Alberto Ruiz e que também já trabalhou em empresas como Canonical, Codethink, Sun Microsystems que, quando mencionado que o Gnome está listado no projeto GNU e que deveriam pedir para removê-los da lista, Alberto afirmou que já haviam pedido por muitas vezes e que o projeto GNU se recura a remover. (essa eu devo ao Renato do canal FastOS até pela paciência dele de filtrar tanto as coisas).


    Outro comentário que gostaria de mencionar foi esse aqui questionando se a história sobre o termo gnu/Linux precisa ser reescrita.


    A questão é que a história ela nunca foi realmente escrita, ela foi unicamente contada por apenas um lado (pelo GNU para se promover).
    Por conta de dizer a verdade e da minha série intitulada Muito além do GNU, até hoje há muitos afirmando que "eu odeio GNU"... Eu vou voltar a repetir o que eu já disse. O nome da série é MUITO ALÉM DO GNU e não eu odeio GNU; o que eu mostro é como o mundo open source é muito mais amplo do que o projeto GNU tem a oferecer (e muitas vezes melhor). O problema dos que afirmam isso é que eles só enxergam o que eles querem, se tornaram escravos disso (fato estranho para os que defendem a "liberdade"). Agora, se me acham radical por conta de Muito além do GNU, então fiquem com o comentário abaixo e divirtam-se (ou chorem, que é o que sabem fazer de melhor).


    Estou percebendo que em breve vamos ver o mesmo cenário se repetir com GTK, o Gimp, o wget, o patch, o ncurses e muitos outros já que o projeto GNU gosta de brincar de senhor feudal no mundo do software ("liberdade"...).

resumo da semana 07/11/2015

 Semana muito corrida (apesar de não parecer, por que mal teve artigos aqui no blog essa semana) com muitas pendencias para resolver. Mesmo não tendo muita coisa por aqui, no canal por outro lado, foi recheado de vídeos. Confiram aqui no blog.


resumo da semana 07/11/2015

 Essa semana teve somente dois artigos aqui no blog,Dois vídeos numa tacada só foi um deles em que eu mesmo me surpreendi ao postar dois vídeos, um na Segunda feira, que foi o vídeo "Busybox remove o suporte ao Systemd" (dá-lhe Systemd) e outro na Terça feira onde vocês podem acompanhar o processo de  

 Agora, se dois vídeos já me surpreendeu, imagina quatro vídeos? pois é, o terceiro foi O Mundo sem Linux, terceira parte -  Posso te seguir? que acabei postando por que a Facebook andou bloqueando meu vídeo por ter na descrição o link da rede social TSU (estou até com medo de bloquearem este artigo só por conter a palavra TSU. Então TSU para o Facebook).

 Falando  em Facebook, teve o Dionatan me trolando também. Confiram aí:
 

 E por ultimo fiz um resumão da semana, com algumas novidades também. Uma delas foi a minha participação para assiitir a transmissão via hangout da The Ubuntu Free Culture Showcase por nathan Hanies da Canonical, estar testando o Ubuntu MATE no meu notebook (que está bem bonita), as três campanhas do Toca do Tux, a arte nova no canal e o elogio que recebi no meu vídeo sobre Filesystems. Eu não pude deixar de compartilhar este comentário por que já é a quarta vez que fico sabendo que meus vídeos e artigos são utilizados em meios acadêmicos. O meu próprio artigo "Os 5 diferentes modelos de kernel" está hoje vinculado a Wikipedia.


Confiram então o vídeo:

 Tenho que deixar isso bem claro, não sou de ficar criando ou formando ideologias em torno de distribuição, realizo teste em várias e várias distribuições. Já utilizei até o Tiny Core Linux, Puppy Linux e Alpine Linux. Experiências são válidas, descobri o que cada distro tem a oferecer, pontos fortes (para aplicar em projetos futuros) e fracos, descobrir o que gosta (e o mais importante) o que não gosta (para implementar suas melhorias). Vai deixar de ser Linux só por que é uma distribuição com foco diferente? Não! então .!.

Ubuntu-mate-1519-wily

 Os defensores de distribuição que me aguardem, por que já estou planejando um vídeo sobre o assunto (que estará disponível em breve).

 Me aguardem...

#ubuntu se livrando do #gnu?




 Em Fevereiro de 2023 eu postei o artigo uutils: Um coreutils escrito na linguagem Rust, um coreutils desenvolvido na linguagem Rust por um desenvolvedor do Debian. Minha analise pode ser conferida neste link que, na época eu não achei muito interessante porém, esse ano a Canonical resolveu substituir o Coreutils do GNU pelo uutils (ou também chamado de Rust Coreutils).




Retrospectiva Linux 2014

O ano de 2014 está chegando ao final e é hora de resumir algumas das maiores histórias do Linux no ano de 2014. Todos os anos por aí nós seguimos algumas histórias boas, algumas ruins e algumas feias relacionadas a Linux e Open Source. Vamos dar uma recapitulada rápida em como foi o ano de 2014 para Linux.


As Boas

primeira e principal, vamos ver quais forma as histórias positivas para os amantes de Linux em 2014.

Netflix no Linux


Os usuários Linux andam tentando por várias alternativas para fazer o Netflix funcionar no Linux do uso do Wine ao usar de recursos beta no Chrome. A boa coisa é que o Netflix finalmente trouxe o suporte nativo no Linux no ano 2014 trazendo sorrisos nos rostos dos usuários de Linux aonde o Netflix estiver disponível. As pessoas ainda teriam que contar com a alternativa utilize o Netflix fora dos EUA (e outros países aonde o Netflix está disponível oficialmente).

A adoção de Open Source/Linux em países europeus


Dê o crédito ao derretimento econômico, se quisewr, mas a adoção de Linux e Open Source andam agarrando as cidades europeias. Não estou falando da adoção do Linux por indivíduos, mas de governos e autoridades. Todos os anos nós ouvimos histórias de como Franceses e Cidades italianas economizaram milhões de Euro ao migrar para Linux e Open Office. E a tendencia não foi limitada somente ao Itália e França, o mesmo pode ser visto na Espanha, Suiça e Alemanha.

Windows 10 se inspira no Linux


O lançamento vindouro do sistema operacional carro-chefe da Microsoft, Windows será chamado de Windows 10 (não Windows 9). E o Windows 10 cria um alarde de número de novos. Mas esses ‘novos recursos’ são novos somente para o mundo da Microsoft e a maioria deles já existem no mundo Linux há anos. Dê uma olhada em tais 10 recursos do Windows copiados do Linux.


/* Linus Torvalds completa 45




Essa eu não podia deixar de mencionar e foi de próprio pulso, não tradução de algum website.
Linus Benedict Torvalds, Criador do Linux, inventor do Git e do Subsurface (http://subsurface-divelog.org/pt/) e da lei de Linus, ganhador de prêmios como o Internet Hall of Fame completou 45 anos no dia 28 de Dezembro. E pensar que sua filha mais velha, Patricia Miranda tem 18 anos, Daniela Yolanda 16 e Celeste Amanda 14. Pela crítica que Linus fez ao OpenSuse há algum tempo atras e novamente mencionou na DebianConf14 de Portland, percebe-se que suas próprias filhas usam Linux naturalmente. Quando perguntado na DebianConf14 se uma de suas filhas daqui à alguns anos chegasse a ele e disse-se: “Pai, eu quero ser uma kernel hacker”, o que ele vai dizer a elas, sua resposta foi “Eu vou dizer: ALELIA! Por que isso não vai acontecer... Eu amaria que elas fossem kernel hacker, mas eu vou ter que adotar” (gargalhadas foram inevitáveis). Sua esposa, Tove Torvalds é faixa preta em Karatê e seis vezes campeã nacional na Finlândia.
Também vale lembrar que o Linux completou 23 anos no dia 23 de Agosto, quando Linus Torvalds postou a seguinte mensagem:

Feliz aniversário mestre Linus!
*/

A Explosão da Nuvem



Docker e OpenStack. É difícil arremessar um bastão sem acertar a história de um desses dois (excelentes) projetos – que estão definindo a tendencia de como “A Nuvem” é construída e executada nos próximos anos.
OpenStack, não é algo novo. Retrocedendo em 2010, com a primeira distribuição comercial com o OpenStack (SUSE Cloud) seguindo meados de 2012. Red Hat um anos depois, em meados 2013, e a Canonical começou a promover o utilizando o Ubuntu em conjunção com o OpenStack no início desse ano. Mas 2014 definitivamente é quando a tech journalists do mundo realmente se ergeu e tomou notoriedade.
O tanto o quanto temos ouvido sobre essas tecnologias em 2014... Eu (pessoalmente) espero ouvir ainda mais em 2015.


Os maus



Tudo não foi um mar de rosas para o Linux no ano de 2014. Alguns eventos aconteceram que abalaram a imagem do Linux/Open Source.

Heartbleed

Em abril desse ano, uma vulnerabilidade foi detectada no OpenSSL. Esse bug, nomeado Heartbleed, impactou mais de meio milhão de websites ‘seguros’ incluindo Facebook e Google. O bug na verdade permitia qualquer um ler a memória do sistema e logo dar acesso a chave que é utilizada para criptografar o tráfego. Uma tira cómica na xkcd explica o Heartbleed de modo mais fácil. Desnecessário dizer que essa vulnerabilidade foi corrigina em uma atualização para o OpenSSL.

Shellshock



Como se o Heartbleed não fosse o bastante, o mundo Linux mais a frente abalado em setembro com uma vulnerabilidade no Bash. O bug, nomeado Shellshock, mais a adiante colocou o sistema Linux em risco de ataques remotos. A vulnerabilidade foi explorada por hackers para carregar ataques DDoS. Uma atualização para a versão do Bash supostamente corrigiu o problema.

Ubuntu Phone e Steam Console



Promessas após promessas, esperanças após esperanças. Mas mesmo em 2014 ninguém viu o Ubuntu Phone ou os consoles Steam gaming no entanto. Muitas conversar foram a respeito do Ubuntu Phone. Do lançamento fevereiro de 2014 à setembro à dezembro, finalmente é o lançamento (esperançosamente) para fevereiro de 2015. Nenhuma informação dos consoles Steam todavia. Leia mais Ubuntu Phone specification, price and release date.

O Feio

Coisas se tornaram feias com guerra sobre a adoção do systemd.

Controvérsia systemd



Disputa do init vs systemd está acontecendo há algum tempo. Mas ficou feia a coisa em 2014 como o systemd equilibrou a substituição do init em muitas das maiores distribuições Linux incluindo Debian, Ubuntu, OpenSUSE, Arch Linux e Fedora. Se ficou tão que não ficou limitada somente ao boycottsystemd.org como websites. Lennart Poettering (desenvolvedor líder e autor do systemd) afirmou em um post no Google Plus que pessoas that anti systemd estavam “coletando bitcoins para contratar um hitman para matá-lo”. Lennart seguiu a diante chamando a comunidade Open Source “um lugar doente para se estar”. Pessoas tem assumido essa batalha tão longe quanto criar um fork do Debian em um novo OS nameado Devuan.

E o esquisito

Ao longo com o bom, o mal e o feio vem o esquisito que esse esquisito não é outro menos que a Microsoft.

Microsoft ama o Linux




Sim! Você leu corretamente. Microsoft ama o Linux. A mesma Microsoft que o CEO Steve Ballmer tinha uma vez dito que o Linux é um cancer. A mudança de lider na Microsoft viu algumas mudanças nessa aproximação ao Linux e ao Open Source quando o novo CEO Satya Nadella anunciou que a Microsoft ama o Linux. Esse novo amor encontrado pelo Linux é na verdade a tentativa da Microsoft de tornar o Azure como uma plataforma de nuvem melhor . Para esse propósito, o Azure precisa de virtualização Hyper-V (núcleo do Azure) para funcionar com o Linux. Esse desespero tornou a Microsoft, quinto maior contribuidor para o kernelLinux.


Resumo da semana (25/10/2015)

Bom essa semana teve muita notícia nova que publiquei no Diolinux e teve vídeo novo no canal também. Vamos a bagaça.

Resumo da semana (25/10/2015)



 Quer compartilhar seu conhecimento através do Toca do Tux? Seja ele um projeto de software, alguma solução encontrada, pode escrever e enviar por e-mail que terei prazer em divulgar.

Novos recursos do Btrfs

Novos recursos do Btrfs
Novos recursos do Btrfs

    Btrfs é o sistema de arquivos que ao longo de muito tempo eu venho promovendo tanto no meu canal e no meu blog pois traz recursos muito assemelhante ao ZFS e ao ReiserFS porém, implementados de forma diferente. O Btrfs é fortemente utilizado por empresas como Facebook, Suse, Oracle e até mesmo exigido pela LPI.
    Nos últimos meses, novos recursos foram implementados e aqui eu vou debater sobre eles.


 SOLUCIONANDO PROBLEMA ENTRE  VFS/BTRFS/NFS

    
NeilBrown da Suse enviou no dia 12 de Agosto o patch corrige problemas que ocorrem entre o Nfsd e o Btrfs. A questão é que o Btrfs não fornece números de inode único através de outros sistemas de arquivos, mas sim através de subvolumes e utiliza números de dispositivo sintético para subvolumes diferentes para garantir singularidade entre dispositivo e inode.

    O problema é que o Nfsd não consegue trabalhar com números de dispositivo variante podendo causar problema no subvolume. Este patch permite que Btrfs ou qualquer outro sistema de arquivos forneça um número de 64 bits tornando o resultado mais único entre subvolumes e sistemas de arquivos (talvez a partir disso poderemos ter a solução para problema do VFS :)


IDMAPPED MOUNTS


    Em maio eu havia postando que Christian Brauner da Canonical estava portando o idmapped mounts para o Btrfs (essa informação pode ser lida clicando aqui). Já no dia 31 de julho Christian retornou com o novo patch que traz o total de 71 novidades no idmapped mounts que estão divididos dentro de BTRFS_IOC_{SNAP,SUBVOL}_CREATE_V2, BTRFS_IOC_SNAP_DESTROY_V2, BTRFS_IOC_SUBVOL_SETFLAGS e BTRFS_IOC_INO_LOOKUP_USER.


NOVA AJUDA NA OPÇÃO DEFRAG


    Qu Wenruo da Suse que enviou o patch introduz a opção desfragmentar um intervalo (defrag_one_range()) que reverifica status de extents e paginas para garantir melhor consistência. Ainda não houve resposta para esse patch, mas vamos aguardar. 

    Ainda falando de desfragmentação (que é uma super vantagem sobre o ZFS), há ainda um recurso para a opção defrag e autodefrag que Josef Basick anunciou em Julho de 2020 que aguardo bastante. Josef até informou que o autodefrag é muito util com arquivos pequenos como é o caso dos 9.000 arquivos sqllite que o Firefox utiliza, mas não tão util para arquivos gigantescos como é o caso de imagens de máquinas virtuais pois leva-se muito tempo para desfragmentar.

    Uma solução que é indicada há muito tempo é copiar a imagem da máquina virtual para uma nova utilizando recurso de de-duplicação (quer saber como solucionar esse problema. Confira o meu minicurso de atributos no Linux clicando aqui).

    Já a solução sugerida por Josef seria poder passar um parâmetro no defrag/autodefrag onde os usuários poderiam definir por arquivo ou diretório permitindo manter o controle de onde exatamente ocorrerá a atividade extra de escrita.

add an autodefrag property
Esse  é o submit do Josef mencionando que pretende adicionar o recurso ao autodefrag para trabalhar corretamente.

    
Há recursos que existem no ZFS que eu ainda espero ver no Btrfs (um deles seria o mesmo que existe no Bcachefs e que já até tratei em uma live. Esse recurso permite utilizar o ssd como cache em conjunto com o HD para acelerar o processo (acho um erro cometido pelo autor do Bcachefs desenvolver todo um sistema de arquivos somente para implementar um único recurso). Outro seria a capacidade de armazenamento do ZFS (256 quatrilhões de zebibytes enquanto que o Btrfs é de 16 EiB). 
Agora é tudo questão de aguardar para ver o que o futuro nos espera e aguardar mais novos recursos no Btrfs.

 Agradeço ao Anderson Rincon pela revisão


Resumo da semana 31/10/2015


 Essa semana teve noticias a rodo no Diolinux e artigos no meu blog.
 Batam: Arkhan Knight dando o que falar tanto no Linux quanto no Windows, lançamento de distro, hardware, até mesmo a Solu, a empresa finlandesa que desenvolveu um mini-PC curtiu nossos artigos. Confiram tudo numa taca só.

Solu, o mini-PC de helsinki (cidade natal de Linus) que roda Linux

Resumo da semana 31/10/2015

 Essa se eu pretendia gravar os resumo da semana com um total de quatorze noticias. Porém, se n ão fosse o bom sistema de energia que temos em São Paulo, eu teria gravado. Já que não foi desta vez, vai pelo blog mesmo:
  1. E o SystemD me deixa fulo Pois é, agora compartilho com vocês uma experiencia que me deixa mordido de raiva.
  2. Lançado Snappy Ubuntu Core que é baseado no Ubuntu 15.04 (vivid vervet) e utiliza o pacote Snappy que a Canonical trabalha fortemente em seu desenvolvimento.
  3. E mais coisas sobre o Systemd mostrando as diferenças entre o SysVinit.
  4. Diferenças no ARM32 e ARM64 para os programadores Linux. Programadores devem se atentar as essas diferenças.
  5. Tratando um pouco sobre a init OpenRC que resolvi abordar um pouco para saberem o que ocorreu na história de Debian para a escolha do Systemd.
  6. Raspberry Pi personalizadas serão comercializada.
  7. Solu o mini-PC orgânico que roda Linux um sistema chamado SoluOS. Funciona tanto como um PC e (digamos) como smartphone. No final deste artigo, vocês podem conferir o vídeo sobre esse mini-PC, que eu particularmente achei da hora.
  8. Drivers open source estão com baixo desempenho de acordo com o teste realizado pela Phoronix.
  9. E mais uma vez o game Batman Arkham knight vai atrasar para o Linux conforme dito pela Farel, pediram prazo maior para poder portá-los. Os Linux gamers ficaram mordidos da vida.
  10. Mysar-NG um software de reports de acesso ao MySQL e ao Squid feito por amigos da Area31.
  11. Batman Arkhan knight exige 12 gigaBytes de RAM para funcionar no Windows 10 Estão de palhaçada né. Criticam o Linux pela demora, e quando laçam no Windows, precisa de 12 GIGA DE RAM para rodar bem. E que que adianta lançar e sair assim? 
  12. Lançados SystemRescueCd 4.6.1 e GParted Live 0.24.0-2 com melhorias herdadas do Gparted.
  13. Resumão do Mês sobre o Funtoo Linux: Funtoo Linux e o projeto Unfork.
  14. E os mano do Arch Linux  pira (se não infarta) com a noticia de que Twich viwers tentarão instalar Pokemon.
não deixem de me seguir no TSU Confiram o vídeo (que a própria Solu curtiu o meu Twitter) no meu canal:  


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