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DragonflyBSD receberá suporte a Hypervisor do NetBSD

DragonflyBSD receberá suporte a Hypervisor do NetBSD

DragonflyBSD receberá suporte a Hypervisor do NetBSD

Kamil Rytarowski (CTO da Moritz Systems) informou que a Motriz Systems reservou Code Bounty (que é um meio de financiamento do DragonflyBSD) para trabalhar no port de Hypervisor para o DragonflyBSD tendo como principal desenvolvedor Jaromir Dolecek. Há duas propostas de port de Hypervisor:
  1. nvmm do NetBSD
  2. bhyve do FreeBSD
 A Motriz Systems planeja portar o NVMM (NetBSD Virtual Machine Monitor) para o DragonflyBSD. NVMM é uma plataforma hypervisor que fornece suporte a aceleração via hardware. Uma API de virtualização é carregada pela biblioteca libnvmm que permite criar e gerenciar facilmente máquinas virtuais com o NVMM. O pacote Qemu no pkgsrc foi modificado para alavancar a API de virtualização e prover emulação rápida.

Módulo nvmm carregado com Qemu no NetBSD

 Muito trabalho já feito como por exemplo a compatibilidade com a API do NetBSD 9.0 e com melhorias do NetBSD-current, suporte tanto a Intel quanto AMD e já há um processo de upstream NVMM para o Qemu e quando estiver pronto, o backend do NVMM no Qemu deve funcionar bem no DragonflyBSD out of the box (e disponível do Dports).

 O planejamento interno da Motriz Systems é de terminar o projeto até o dia 1° de Setembro de 2020 e todo o projeto será publicado nos seguintes links:

Agora é possível rodar Linux no Apple M1

Agora é possível rodar Linux no Apple M1

  Desde antes do lançamento dos novos computadores da Apple com processadores ARM, a expectativa da galera poder rodar Linux já era muito grande desde que Linux já possui suporte a arquitetura ARM. Eu me lembro de ter lido que a Apple trabalharia para que não fosse possível utilizar outro sistema operacional em seus novos chips porém saiu a noticia no site TechRadar que sim, agora é possível rodar Linux em chips Apple M1 utilizando o QEMU.

 O desenvolvedor da Amazon Alexander Graf trabalhou em patches para adaptar o Qemu e assim ser possível rodar tando Windows quando Linux no Apple M1. No momento seus patches estão na versão 2 (que como principal característica está consumir menos CPU), foram enviados para a aprovação e podem ser conferidos clicando aqui.


 Joe Masters da Red Hat postou uma imagem instalando o Fedora 33 no M1 MacBook Air agradeceu a Alexander Graf pelos Patches.

Fedora 33 sendo instalado no M1 MacBook Air

 Ainda não é uma das melhores opções e como dito pelo próprio Joe é de longe a melhor experiencia e ainda precisa de muito polimento. Ainda não é considerado necessariamente rodar Linux ou Windows nos Apple M1, mas como foi até mencionado, isso facilitará o trabalho dos desenvolvedores em várias partes. Tanto é que já estão utilizando seus patches para isso e pode ser conferido o novo projeto clicando aqui.

jslinux - executando outros sistemas operacionais dentro do navegador

jslinux - executando outros sistemas operacionais dentro do navegador

 Fabrice Bellard desenvolveu um emulador em JavaScript permitindo rodar outros sistemas operacionais dentro do navegador. Para quem não sabe quem é Fabrice Bellard, Fabrice Bellard é o cara que criou o QEMU. Só que Fabrice não é conhecido somente pelo QEMU; é conhecido também pelo FFMPEG, ganhador de premio de matemática, vários outros projetos que podem ser conferidos clicando aqui e inclusive o seu compilador TinyCC já foi tema no meu canal:


 Se juntarmos as ferramentas de Felix von Leitner (criador da Dietlibc), Fabrice Bellard e Rob Landley, podemos dizer que as ferramentas dos caras constituem um sistema operacional quase completo.

 Em 2018 Fabrice Bellard disponibilizou o JSLinux, uma nova ferramenta onde você pode rodar outros sistemas operacionais direto do navegador. A história é um pouco mais antiga pois seu desenvolvimento foi iniciado em 2011, recebeu modificações em 2015 e melhorias em 2016. Ainda é bem limitado (suporte somente para X86 e RiscV64; aos sistemas Alpine Linux, Fedora 29, Buildroot, Windows 2000 e FreeDOS. Além de limitação de uso) mas achei interessante compartilhar somente como base de conhecimento.
 Cada vez mais novos recursos são agregados aos navegadores ao ponto de se tornarem mais do que simplesmente navegadores. Estamos chegando a um ponto onde os navegadores serão mais como um sistema operacional somente dependendo do kernel de um sistema operacional.

 De certa forma eu acho a ideia de aplicações sendo executadas dentro dos navegadores muito interessante por não limitar a qual sistema operacional que se utiliza (Linux, Windows, MacOS ou seja lá o que for) ou a qual arquitetura. A limitação poderá ocorrer em qual navegador a aplicação funciona melhor (e é claro que é pequenos detalhes como em qual sistema operacional o navegador funciona melhor ou possuir tais recursos de sua API), mas acredito que aplicações é uma iniciativa que já há muito tempo deveria estar em atividade.

Lançado Alpine Linux 3.13.0

 Hoje foi anunciado o lançamento do Alpine Linux 3.13.0 (a primeira versão estável da série v3.13). esta versão traz o kernel Linux 5.10.7, ZFS 2.0.1, musl 1.2, GCC 10.2.1, Busybox 1.32.1, Git 2.30.0, Knot DNS 3.0.3, MariaDB 10.5.8, Node.js 14.15.4, Nextcloud 20.0.4, PostgreSQL 13.1, QEMU 5.2.0, Xen 4.14.1 e Zabbix 5.2.3.

 Além dos mencionados, agora o Alpine possui suporte a cloud images (../cloud) oficial, suporte incial ao cloud-init, introduz o novo ifupdown-ng (que é um substituto para o ifupdown do busybox), melhorias no suporte a rede wifi e muito mais


HelenOS rodando no gfx raspberrypi e no DOSBox

HelenOS rodando no  gfx raspberrypi e no  DOSBox
HelenOS rodando no  gfx raspberrypi e no  DOSBox
 O sistema operacional micro-kernel HelenOS anda apresentando mais evoluções ao longo de sua existência. Trata-se de um sistema operacional focado em meio acadêmico mas que acredito que outras organizações e instituições poderiam dar-lhe atenção para uso profissional (já que até o Minix , que também era para o mesmo propósito, recebeu €2.5 milhões para portá-lo para ARM).

 Desta vez estamos vendo o HelenOS tendo suporte a Raspberry Pi e ao DOSBox. Parece estranho alguém querer rodar alguma aplicação no DOSBox, mas como Jiri Svoboda descreve em seu blog:
"Isso pode soar estranho, mas o DOSBox é um emulador de máquina completo (CPU + periféricos) e *além* de um emulador DOS. "
"Mas por que alguém iria querer rodar o HelenOS no DOSBox eu escuto você perguntando. Bom, além de ser muito legal, DOSBox consegue emular alguns hardwares que o Qemu não, tais quais algumas placas de vídeo e de áudio antigas, MIDI e etc."
 Está aí um motivo interessante e que é valido como carta na manga até mesmo para nós (ou até mesmo como material de estudo. Por que não?). Já outro usuário postou um vídeo exibindo o HelenOS rodando em um Raspberry Pi e o vídeo pode ser conferido logo abaixo:



 Martin Decky também postou um commit para utilizar char32_t ao invés de wchat_t para representar strings UTF-32. De acordo com Martin, o novo tipo char32_t é obviamente uma opção muito mais adequada. Compatibilidades com o padrão C é mantido e muita revisão já está sendo feito pela comunidade.

 Quer saber mais sobre o HelenOS? Além de vários artigos aqui no blog, há um vídeo especial no meu canal esclarecendo como o sistema operacional é.


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Lançado LLVM 9.0.1

Lançado LLVM 9.0.1
Lançado LLVM 9.0.1
 Um dos compiladores capazes de compilar o kernel Linux é o LLVM/Clang (já fiz uma série cahamada "3 compiladores capazes de compilar o kernel Linux além do GCC" sendo os outros o TinyCC do criador o Qemu e o ICC da Intel).

 Existe até mesmo o projeto da LLVM Linux Foundation que visa compilar totalmente o kernel utilizando o Clang (fronend do LLVM). Algumas distribuições, projetos e empresas já migraram para o compilador como a própria Apple (forte a adotar o LLVM), o Open Mandriva ja compilou 94% dos seus pacotes com Clang, o Android é 100% compilado com o LLVM, o  Debian hoje compila grande parte dos seus pacotes usando o LLVM/Clang, é fortemente indicado para embarcados, FreeBSD, PCBSD, Sony, Qualcomm e mais uma lista gigantesca de empresas.


 Antes de finalizar o ano, o projeto LLVM/Clang lançou a versão 9.0.1. Essa é uma versão de correção de bugs da versão anterior e mantendo sua compatibilidade. Não há muito o que se falar, mas eu não queria deixar passar batido o seu lançamento (e o seu próximo lançamento está previsto para 6 ou 7 de April de 2020). Fica aqui também um forte agradecimento aos financiadores do projeto que tem permitido esse compilador acontecer.

 O código fonte (ou binários) da nova versão podem ser baixados clicando aqui.
Mais sobre o LLVM/Clang pode ser conferido clicando aqui

Lançado Alpine Linux 3.10.0

Lançado Alpine Linux 3.10.0
Lançado Alpine Linux 3.10.0
 Quase cinco meses após o lançamento da ultima versão, é lançado o Alpine 3.10.0. Alpine Linux é uma distribuição orientada a segurança e leveza tendo como biblioteca C padrão a musl libc, o busybox como terminal de comandos e é fortemente utilizada no Docker. Quiser saber mais sobre o Alpine Linux, confira o vídeo no final deste artigo; mas vai com calma, leia o artigo também ;)
curso-linux-da-migração-a-administração-do-sistema-operacional
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  A primeira versão da série 3.10.x traz como novos recursos o suporte a Pine64LTS, iwd que é uma alternativa moderna ao wpa_supplicant (EAP ainda não está funcionando); suporte a ethernet e porta serial para placas arm; ceph (que é um sistema de arquivos e armazenamento para objeto distribuído (distributed object store and filesystem) e o lightdm como cross-desktop display manager.

 Houveram atualizações significativas também como kernel Linux 4.19.52, GCC 8.3.0, Busybox 1.30, musl libc 1.1.22, LLVM 8.0.0, Go 1.12.6, Python 3.7, Perl 5.28, Rust 1.34.2, Crystal 0.29.0, PHP 7.3.6, Erlang 22.0.2, Zabbix 4.2.3, Nextcloud 16.0.1, Git 2.22.0, OpenJDK 11.0.4, Xen 4.12.0 e Qemu 4.0.0. Houveram remoções de programas também como Qt4, Truecrypt e o Mongodb. As mudanças podem ser conferidas no Git Log e no Bug Tracker do Alpine.

 Natanael Copa agradece a todos que enviaram patches, bug reports, novos aportes de atualização, escreveram documentações, mantiveram a infraestrutura e que contribuíram de outras formas. E também não deixa de agradecer as empresas por prestar suporte em hardware e hospedagem:



Lançado HelenOS 0.9.1


Lançado HelenOS 0.9.1
Lançado HelenOS 0.9.1
 Mesmo que eu venho falando (desde que lancei o canal e o blog) sobre o HelenOS e você não faz ideia do que se trata, HelenOS não se trata de uma distribuição Linux (como já divulgaram assim) e sim um sistema operacional microkernel. Esse lançamento trás suporte a novas arquiteturas de 64 bist e melhorias na usabilidade.
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 O possui suporte console serial para máquinas sparc64/sun4u foram melhorados ao habilitá-lo no kernel; suporte a lincagem dinâmica nas arquiteturas amd64, arm32, ppc32 e sparc64 (em adição ao suporte anterior a ia32); suporte a MIPS Malta foi melhorado ao habilitar a entrada e saída de console seria no kernel e também para a interface de usuários; adicionado suporte a arm64 (AArch64 o port pode rodas no QEMU).

PROXMOX - QEMU-GUEST-AGENT (DEBIAN 9)

Beleza cambada?


 O Marcos Monteiro do canal Ambiente Linux decidiu dar fim ao seu canal iniciando um novo vinculando ao nome de sua empresa (que é o seu próprio nome). Assim acaba criando um padrão e uma unica imagem. O conteúdo continua sendo o mesmo com tutoriais e dicas para todos.
CURSO DE SHELL SCRIPT DO MATEUS MÜLLER
No vídeo abaixo, o Marcos irá configurar a comunicação direta entre o PROXMOX a uma VM.

Morre Aboriginal Linux :(

Turtle Board testada com o FPGA
Turtle Board testada com o FPGA antes do primeiro cilicio do J2 ser lançado
Ok, esse título foi somente para chamar a atenção mesmo, mas que o Aboriginal Linux morreu, isso sim aconteceu. apesar que isso não é uma noticia nova. O Aboriginal Linux chegou ao seu fim em no dia 30 de Abril deste ano. Isso aconteceu para dar inicio ao projeto mkroot feito pelo próprio Rob Landley (criador do Toybox, do propŕio Aboriginal Linux e contribuidor no desenvolvimento do processador J-core). Então, a distribuição em si mesmo não morreu; ela só está se metamorfoseando em algo melhor.

O Aboriginal Linux foi a primeira distribuição a rodar com a biblioteca UclibC ao invés da GlibC e o Busybox ao invés do Bash. O motivo original do Aboriginal Linux foi que Knoppix era única distribuição que realmente dava atenção aos desktops por volta de 2002 (entenderam o porque da minha não adoção ao Linux em 2001?) e os 700 megabytes do Live CD do Knopix incluíam os mesmo 100 Megabytes dos pacotes do Linux From Scratch que proporcionavam quase a mesma experienciaria que o tomsrbt (que rodava em apenas 1.7 Megabytes; ou seja, um disquete).

tomsrbt
Imagem da distribuição tomsrbt
Mais uma coisa foi a prova de conceito de que Linux não era obrigado a ser chamado de GNU/Linux ou LiGNUx ou sei lá que bobeira mais.

Com o mkroot, você pode Compilar um root filesystem e o kernel Linux baseados no toybox que podem ser bootados sob o qemu.

A diferença entre o Aboriginal Linux e o projeto mkroot é a da substituição da UcLibC pela biblioteca Musl e do Busybox pelo Toybox sobre o kernel Linux. Ambas (tanto biblioteca quanto terminal) estão sob licenças diferentes que não sejam GPL. A Musl está sob a licença MIT (me lembro de ser o meu primeiro contato de uso real desta licença) e o toybox que está sob a clausula 0 da licença BSD (0BSD). Mais um motivo está em torno do melhor código de ambos os projetos adotados. Parece que pretendem  adotar o compilador tcc no futuro também. O Toybox já é utilizado por padrão no Android ao invés do Busybox como pode ser visto no vídeo abaixo. Espero que também venha a fazer parte do boot do Linux substituindo do Linux e também seja adotada por padrão na distribuição alpine Linux:


A principio o mkroot fazia (ou ainda faz) uso em partes do Busybox por uma questão de dependências que ainda podem não ter sido  supridas no Toybox, mas que trabalham nisso ao longo do tempo. Me lembro de ter visto links simbólicos dentro do mkroot quando baixei para testar e gerando um root filesystem.

Hoje o mkroot recebeu atualização para o kernel 4.14 kernel, está disponpivel para muitas arquiteturas como arm64 powerpc64 funcionando, já testado tudo com o gcc 7.2, estão atualmente testando com a futura versão da musl-libc, thalheim no freenode utilizou o script mcm-buildall.sh de Rob e postou os resultados dos binários compilados em:
http://b.zv.io/mcm/bin/
Se conseguirem construir o kernel para o processador SH2, não precisarão de emulação para a placa turtle/numato.

Iniciada produção da Turtle Board


Beleza galera?

Noticia rápida que eu queria passar para vocês. No dia 8 de Maio foi informado que inciaram uma pequena produção (sem pré-venda) da turtle board, a placa mãe para o processador j-core.

Para quem não conhece o j-core e a Turtle board, j-core é uma geração de processadores que estão nascendo baseados nos processadores dos consoles Sega; o Sega 32X, o Sega Saturn e o Dreamcast (os processadores SuperH que foram desenvolvidos pela Hitachi no final da década de 90 como uma segunda geração de RISCs híbridos). Esses processadores foram também amplamente utilizados em áreas fora do mercado de consoles como nas industrias automotivas no Japão.

Devido a crise econômica asiática de 1997, a Hitachi cortou gastos e em 2002 estabeleceu uma nova divisão de microprocessadores junto a Mitsubishi chamada Renesas que não herdou os engenheiros desenvolvedores do SuperH e que também não apresentou interesse em continuar o seu desenvolvimento (até que as patentes expiraram e assim nasceu o j-core).

O criador do projeto uClinux, Jeff Dionne (que é engenheiro de hardware), criou um novo design de processador compatível com o conjunto de instruções do SuperH e o disponibilizou sob a licença BSD em 2015 (hoje, o j-core).

Caso queria saber mais, além dos links que podem ser clicado aqui no artigo, vou deixar o vídeo aqui para poderem assistir:


A primeira geração do j-core é o j2, que é compatível com o sh2 (processador do Sega Saturn). O Linux, o gcc, binutils e a biblioteca Musl possuem suporte ao j-core out of the box. O QEMU possui suporte ao sh4, mas necessita do seu próprio kernel (ainda).
há código fonte, binários, kernel do Linux já compilados patch para o kernel 4.8 disponível para download no site oficial.
O pessoal anda bem ocupado. Rob Landley mesmo andou trabalhando em um substituto para o Aboriginal Linux (chamado mkroot, que utilizará o toybox ao invés do busybox).

A comunidade Debian já trabalha para ter suporte ao j-core e é previsto que o projeto J-Core possua suporte total ao conjunto de  instruções do SH4 no processador J4 até 2017.

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