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Os vários sabores de Linux?



 Beleza cambada?

 Eu acabei de postar um vídeo explicando a minha ideia por trás de "Os Vários Sabores de Linux" e também para dar uma notícia. Acho que devia essa satisfação a vocês desde que recentemente tenho recebido fortemente o pedido de retorno da série.

A visão sobre os vários sabores de Linux é mais ampla do que somente distribuições e quero compartilhar o meu raciocínio com vocês (que inclusive, foi uma das coisas que me chamou muito atenção quando cheguei no mundo Linux. Essa gama de escolhas que eu podia fazer). Imagine as interfaces gráfica. Você tem KDE, Gnome, Mate, XFCE, Unity, Cinnamon, LXDE, LXQT, RazorQT, Enlightenment, Openbox, Black Box. Isso são os vários sabores de Linux.

 Então, espero que gostem do vídeo e da notícia que estou trazendo:


OS VÁRIOS SABORES DE LINUX - Segunda Temporada

Pois é galera, vocês pedem tanto (parece que estavam adivinhando que eu já planejava uma segunda temporada) que agora a coisa vai que vai. Devido a outras distribuições  que merecem atenção é que eu resolvi dar continuidade a série. Tenho algumas em mente na qual tratar e outras que estou classificando ainda (verificando a viabilidade de tratar do assunto). Chutem vocês quais serão hehehe.

Os vários sabores de Linux é uma série onde trato de escolhas no mundo Linux:
Escolha de distribuições, escolha de pacotes, de gerenciador de pacotes, de ambientes gráfico,  de filesystems, de arquiteturas, de biblioteca, de ferramentas e muito mais.
Tudo o que envolva escolha não limitando o Linux. Pois Linux não é limitado a uma unica opção de tudo o que constitui um sistema operacional, como no caso do Windows, do Mac OS e do próprio GNU (é isso mesmo, Linux não se limita a GNU e não é limitado como GNU).

Então, aguardem a segunda temporada de OS Vários Sabores de Linux.


Lançado T2 Linux 22.6

T2 Linux 22.6 relase

Lançado T2 Linux 22.6

 No dia 14 de Julho René Rebe anunciou o lançamento da versão 22.6 da distribuição T2 Linux. T2 é uma distribuição focada em se tornar um ambiente de desenvolvimento de outras distribuições. Eu tenho a intenção de lançar um vídeo da série dos vários sabores de Linux sobre essa distribuição; mas para te familiarizar com o autor da distribuição, René é o responsável por ter portado o navegador Firefox para a arquitetura Risc-V e também por manter o comando minised.
 O T2 22.6 recebeu 5.014 mudanças, atualização em 4.947 pacotes, 331 correções (mais de 6.300 commits) além de mais 4.947 pacotes adicionais. 148 antigo foram removidos.

 Ao todo a distribuição possui suporte a 24 arquiteturas além de poderem contar com auxílio de inteligência artificial para realizarem arreduras nos pacotes e também contar com pacotes em suas versões mais recentes possíveis (Linux 5.17.15, GCC 12.1, LLVM/Clang 14, últimas versões X.org, Mesa, Firefox, Rust, KDE e GNOME). O vídeo de lançamento pode ser conferido logo abaixo:


E mais uma semana louca

Beleza, galera?

mais uma semana que fui interrompido. Muita coisa anda acontecendo e não consegui trazer mais um vídeo para o canal. Apesar disso, tem muita coisa que está a caminho (podem ter certeza):

Pois é, eu leio todos os comentários de todos os artigos que eu escrevo e dos vídeos que posto; tanto no blog quanto no canal e nas redes sociais. E é graças a alguns comentários, notei que muitos que são declarados profissionais de TI tem conhecimento muito vago sobre o assunto. É graças a isso que pretendo agora abordar sobre o assunto no canal.

Estou aproveitando somente esse tempo que não trago vídeo no canal para poder descansar. Demais dos meus trabalhos continuam tanto na empresa que trabalho quanto na loja e no blog. Este artigo foi para simplesmente avisar vocês, mas que voltaremos (espero) na semana que vem. Até lá. =)

Comemorando 10 mil views do vídeo do Gentoo/Funtoo

 Pois é, como eu havia dito anteriormente, quero celebrar essa façanha (mesmo que para muitos não pareça tão importante assim, mas para mim é). É uma forma que vejo que consigo difundir bem o conhecimento sobre os projetos.

Comemorando 10 mil views do vídeo do Gentoo/Funtoo

 Pois é, eu achei que nem ia escrever um artigo sobre o assunto; mas depois de um comentário ontem no canal, eu não pude deixar de escrever alguma coisa. Na verdade são 10.247 no exato momento. Estranho foi ter recebido deslike no vídeo sendo que até mesmo o Paul A. Noecker do projeto Funtoo Linux gostou do vídeo e até comentou (além de ter dado um trabalho do caramba para fazer o vídeo).

Eis o comentário que me incentivou a escrever o artigo. Gosto de receber feeds de pessoas que utilizam meus artigos e vídeos para ajudar a fazer seus trabalhos de faculdade.

 Esse vídeo já rendeu uma ótima difusão das duas distribuições que costumo brincar dizendo que é a distribuição Linux mais BSD que conheço. Digo isso como uma brincadeira porque é uma distribuição que tem o seu gerenciador de pacotes (o Portage) baseado no Ports do FreeBSD, utiliza fortemente a clausula 2 da licença BSD e possui a daemon init (o OpenRC) criada em conjunto com Roy Marples, do projeto NetBSD.

 Recebei o agradecimento de Daniel Robins por ter feito o vídeo e por um bom tempo, este vídeo permaneceu no próprio site do Funtoo Linux.

Daniel Robins me agradece pelo vídeo via Twitter


Meu vídeo na página principal do Funtoo Linux
 Então, caso quiser conhecer mais sobre os dois projetos, assista o vídeo "OS vários sabores de Linux (Gentoo/Funtoo Linux):


Como conheci o Alpine Linux

Alpine Linux
Alpine Linux

Certo, essa semana demos inicio novamente à serie Os Vários Sabores de Linux. Essa é a segunda temporada desta serie que todo mundo vive me pedindo para que volte e eu escolhi a distribuição Alpine Linux para dar a abertura:

OK. E por que vou contar como conheci essa distribuição? SIMPLES! Porque ela é importante. Essa é a base para me ter dado inicio a MUITO ALÉM DO GNU. Daí agora a indagação deve ser: "Como assim?"

Bora debater então. Antes de contar como conheci o Alpine, é preciso dar um passo atras, coisa de dois anos. Mais ou menos em 2010 ou 2011 eu li uma noticia de que já era possível compilar o Linux com o Clang. Isso me chamou a atenção porque podíamos usar outro compilador além do GCC. Fora que a primeira biblioteca que eu conheci que não fosse a tão divulgada GlibC foi a uClibc. Daí em 2012 eu estava pesquisando no Google sobre um carro da Renalt chamado Alpine. Esse da foto abaixo:

Renalt Alpine
Renalt Alpine

E como o Google vinculou a pesquisa a o que pesquiso bastante (Linux), logo o Google me devolveu como resposta Alpine Linux. Daí pensei:
"Uma distribuição com o nome de Alpine? Bora ver o que ela tem a oferecer"
Viram como nem sempre é sinal de que estão te espionando?

Descobri que era uma distribuição que utilizava a Musl como biblioteca C padrão ao invés da GlibC e o busybox ao invés do Bash. Primeiramente procurei saber o que a Musl tinha oferecer (e me apaixonei) e segundo é que se ligarmos os fatos, uma distribuição com kernel Linux, com uma biblioteca C que não é do GNU, um terminal que não é do GNU (apesar que o Busybox é um agrupamento de coisas que já existem, mas o toybox não) e ainda podermos compilar tudo com um compilador que não seja o GCC me levou a fazer as seguintes perguntas:
"Quer dizer que Linux não possui vinculo obrigatório com o GNU? Quer dizer que Linux se estende a muito além do que GNU tem a oferecer? Ou seja, Linux não está limitado a GNU?"
E a resposta é: EXATO PARA TODAS AS PERGUNTAS!

Eu já era analista há quatro anos e não sabia disso. Eu a deveria saber até antes disso uma vez que já havia feito curso de LPI três anos antes desta descoberta e há anos usava KDE. Mas OK.

Você deve estar se perguntando:
"Mas então por que quando digitamos uname com as opções -a ou -o aparece escrito GNU/Linux?"

uname, uname -a e uname -o
uname, uname -a e uname -o

SIMPLES! Isso acontece porque o comando uname que você utiliza foi desenvolvido pela comunidade GNU fazendo parte do pacote coreutils. Essa foi uma forma de promover a fraca ideia da obrigatoriedade do nome GNU/Linux. Falando de core-utils, ainda vai ter um vídeo no canal debatendo e destrinchando um pouco melhor o assunto.

core-utils
man uname

Mas retomando o raciocínio, se baixarmos o toybox (seja código fonte ou binário), e digitarmos ./toybox aparecerá uma lista de comandos. Apesar de comandos que você provavelmente já conheça, todos estes comandos foram escritos do zero, inclusive o comando uname ;)

Comandos do toybox
Comandos do toybox

Digitando ./toybox uname -a ou ./toybox uname -o, repare que aparecerá somente o nome Linux e não GNU/Linux.

./toybox uname, ./toybox uname -a, ./toybox uname -o
./toybox uname, ./toybox uname -a, ./toybox uname -o

Viram como o nome "GNU/Linux" não é algo obrigatório no sistema operacional? Falando em nome, sabiam que o nome Linux é propriedade intelectual de Linus Torvalds? 


Ele detém os direitos autorais sobre o nome Linux. É aí que eu acho a comunidade GNU incrível, defendem tanto que tudo deve ser livre e que tudo o que é proprietário é abominável mas brigam muito pelo direito do nome do seu sistema operacional livre aparecer em destaque em um nome proprietário... Alias, a comunidade GNU pediu autorização a Linus para chamá-lo de GNU/Linux? já que eles defendem o que é moralmente correto a ser feito, pedir autorização para tal uso é o que DEVE moralmente correto ser feito. Sabiam inclusive até que Linus poderia meter um processo nessa galera que quer forçar a todos a chamar de GNU/Linux pelo uso do nome Linux sem sua expressa autorização?

Marcas de serviços são uma variante de marcas registradas conceitualmente similares a subarrendamento. Por exemplo, Linus Torvalds possui a marca registrada do "Linux" (porque outra pessoa o registrou como o criador do produto, processou a comunidade para que saíssem disso, provado seu caso, acabou possuindo uma marca registrada), e empresas como Red Hat Linux e VA Linux ter que possuir declarações assinadas do Linus concedendo-os permissão para incorporar sua marca registrada em suas proprias marcas registradas. Ninguém mais pode chamar suas versões de Linux "Red Hat", mas a Red Hat não poderia utilizar o termo "Linux" sem a permissão de Linus. Linus só tem se incomodado em reforçar sua marca registrada uma vez até agora, para impedir a venda de um grupo de domínio de nomes "Linux" por um ocupante. Seu e-mail no assunto é bastante informativo sobre lei de marca registrada em geral.
Passe o cursor para ler a tradução do artigo vindo do site Montley Fool

Fica então a matéria para meditação, aprofundem-se em conhecer melhor o sistema operacional que utilizam e azar de quem vier fazer dar chilique defendendo a GNU.

Uma opinião nas diferenças entre BSD e Linux (Dando Crédito aonde o Crédito é Devido)

Perguntas e respostas (por Jesse Smith)


/*
 Pessoas me perguntaram sobre as diferenças entre Linux, BSD e Hurd. Então para ajudar a todos melhor compreender sobre essas diferenças, resolvi publicar esse post que traduzi do wbsite distrowatch.
 O único sistema que ressalto aqui que não cobre esse artigo que traduzi é o Hurd. Basicamente ele é um microkernel que ainda está em desenvolvimento e vai saber la quando ficará pronto, por que todo sistema microkernel que eu conheço ou nunca saíram de beta ou foram descontinuados ou nem estão prontos para colocar para produção.
 Os únicos dois sistemas microkernel que eu gosto são o L4 e o Spartan.
 Por Gabriel Costa
*/

Perguntas curiosas sobre pinguins e demônios: O lema do seu website diz "Use Linux, BSD." Você poderia falar um pouco a respeito das diferenças, como são comparados um com o outro? Você recomendo um ou o outro?

DistroWatch answers: É difícil falar o que torna Linux e BSD diferente um do outro (ou um similar ao outro) por que existem tantas variantes de cada. No exato momento, existem literalmente centenas de distribuições Linux e uma boa quantidade sabores de BSDs a escolha. Então realmente, quando examinar os dois,as pessoas normalmente tem que fazer tal usando generalizações. Como um exemplo, muitos dos nomes das grandes distribuições Linux tem instalador gráfico fácil de utilizar (mas algumas distros não). Por outro lado, muitos sistemas BSDs não tem um instalador GUI (grafical user interface), mas ao menos alguns tem. Como você pode imaginar, com tantos projetos diferentes de ambos os lados, há quase sempre exceções para as regras.

Pode ser mais fácil olhar o que eles tem em comum. Ambos Linux e BSD pertencem a família do sistema operacional UNIX (alguém pode frisar que BSD é um descendente do UNIX, onde Linux é um sistema operacional UNIX-like) e eles tem muito em comum superficialmente. Os vários sistemas Linux e BSD geralmente tem o mesmo layout de sistema de arquivos, usam ferramentas de linhas de comando similar e geralmente podem compilar e executar o mesmo software.

Do meu ponto de vista, a grande coisa que eu notei quando se alterna entre Linux e BSD são as maneiras que os pacotes são administrados. Sistemas Linux, ou GNU/Linux, tendem a ser feitos de módulos pequenos (pacotes). Eu visualizo uma distro GNU/Linux como um modelo químico onde os átomos são interligados. Você pode adicionar ou remover pedaços e reformular o modulo. Cada “átomo” é um pedaço pequeno do um todo. Os BSDs, por outro lado, dividem seus pedaços do sistemas diferentemente. O kernel e algumas das ferramentas básicas são administradas sob um projeto. Então outro sofwtare, tal como ambientes desktop e office são colocados no topo daquela fundação. E eu acho que essa diferença indica que as diferenças importantes entre os dois campos são mais filosófico do que técnico. 

Em minha experiência muitos dos usuários de Linux que eu encontro são mais idealísticos quando se vem para seus software e suas liberdades de software. Um bom exemplo disso é o conceito “Year of the Linux Desktop ” que aparece em uma base regular. Muitos dos grandes nomes de distribuições Linux vem como mais amigáveis do que os projetos BSD. Há exceções em ambos os lados, mas a comunidade Linux aparenta recrutar novos membros mais ativamente.

Desenvolvimento aparenta progredir em metas diferentes e em estilos ligeiramente diferentes. Pegue o som por exemplo. No lado do Linux, nós saltamos do OSS para o ALSA para PulseAudio. No campo do BSD nós vimos ao invés disso o trabalho para melhorar o OSS. Quando o ZFS surgiu, o FreeBSD adotou e portou o novo sistema de arquivos para seu OS. No campo do Linux nós vimos esforço para criar o ext4, mais um esforço para criar Btrfs (lê-se butterfs ou betterfs, sátira de sistema de arquivos manteiga ou sistema de arquivos melhor em inglês) e um projeto para portar o ZFS como um módulo. Os desenvolvedores no BSD aparentam fazer um esforço concentrado para conseguir uma coisa funcionando propriamente enquanto os desenvolvedores do Linux oferecerão múltiplas soluções. Há uma piada na comunidade BSD que os programadores Linux estão cerca de três anos a frente... em mudar a sua ideia.

A maior parte da minha experiência é com os sistemas Linux, então é geralmente o sistema operacional que eu recomendo as pessoas. Dessa maneira eu poderei ajudá-las melhor em troble-shoot, no momento, eu acho que Linux tem ligeiramente melhor suporte a driver também, que é importante para usuários domésticos. No entanto, acho que é importante equilibrar isso com algumas indicações de profissionais experientes. Com isso em mente eu pedi a Kriss Morre (fundador do projeto PC-BSD) e Matt Nuzum (da equipe da Canonical) para ponderar sobre assunto.
DW: Kris, que diferenças você vê entre BSD e Linux?


KM: há um numero importante de diferenças no cerne do BSD e Linux. Quando você instala FreeBSD, você está obtendo um sistema operacional completo, kernel + userland, que é projetado para funcionar de forma muito coerente. No lado do Linux, seu “sistema operacional” pode variar grandemente de distro para distro, ou mesmo de instalação para instalação, por que Linux no seu coração é só um kernel (núcleo) e um subconjunto de várias ferramentas a critério do empacotador/instalador.
Além do sofwtare em si, há uma distinção importante da licença também. Ambas licenças open-source que defendem a liberdade, no entanto liberdade significa coisas diferentes para pessoas diferentes. O kernel Linux e muitos dos seus componentes são liberados sob varias formas da licença GPL, a qual requer usuários / desenvolvedores para aderir a seus termos e condições a fim de manter qualquer desenvolvimento / uso compatível a GPL, ao dar o código fonte de volta a comunidade, restringindo DRM (GPL3) e mais. A licença BSD por outro lado é também open-source, mas carrega consigo nenhuma expectação ou demandas no uso futuro / desenvolvimento. O código licenciado-BSD pode ser tomado e obtido para qualquer propósito, sem ter que se preocupar com “ficar dentro do compatível”.

DW: E a respeito de similaridades?
KM:Enquanto no coração ambos sistemas são diferentes, eles compartilham mesmo muito em comum um com o outro. A maioria das mesmas aplicações podem e executam mesmo em ambos, de serviços tal qual Apache, à Desktop e ferramentas produtividade tal qual KDE, OpenOffice, FeireFox, Wine e mais.
DW: Por que você presente que BSD é uma plataforma melhor?

KM: A licença é uma enorme vantagem para mim, mais o jeito que o núcleo do sistema operacional é projetado parece muito mais "natural" e intuitivo. A estabilidade do processo de seu desenvolvimento é uma enorme vantagem, ABI's são muito estáveis e nos lidam com menos "bit-rot" do que eu tenho experimentado em vários sabores de Linux.

DW: você pode identificar algo que você sente que a comunidade Linux faz melhor do que a BSD?

KM: por causa das mudanças do Linux tão rapidamente eles estão com frequência a frente de nós em certas áreas, como suporte a hardware. Um monte de aplicações desktop open-source são desenvolvidas no Linux, então isso pode levar um pouco mais de tempo para um lançamento ser feito no ports tree do FreeBSD, embora isso tem se tornado muito melhor ao longo dos anos.

DW: Obrigado , Kris. Matt, quais são algumas das diferenças entre Linux e BSD?

MN: Linux é uma re-implementação ou copia do sistema Unix que compartilha um ancestral comum com o BSD. Foi projetado para paracer familiar para os usuários UNIX e BSD (e de muitas maneiras ele consegue), no entanto a arquitetura subjacente para criar o sistema é bastante diferente em alguns modos importantes. Por exemplo, configurar um firewall, escolher quais programas iniciam automaticamente ou instalar um driver para seu sistema serão diferentes entre BSD e Linux.

DW: Quais são algumas similaridades entre os dois sistemas?

MN: As filosofias UNIX e FOSS são o vinculo comum. Muitas linhas de comando e ferramentas gráficas são as mesmas ou funcionam as mesma em ambos os sistemas. Como um exemplo, os desenvolvedores para ambos os sistemas Linux e BSD utilizam OpenSSH para conectar-se aos seus servidores, Vim ou Emacs para editar seus código fonte e GCC para compilá-lo. Ambos servidores BSD e Linux executam normalmente o servidor web Apache, Samba e CUPS para arquivo e compartilhamento de impressora e MySQL ou PostgreSQL para trabalho com banco de dados. Se você tem um desktop BSD ou Linux então você provavelmente executa GNOME ou KDE sobre o X.org e navega na internet com o Firefox.

DW: Por que você acha que Linux é a melhor plataforma?

MN: Antigamente Linux era uma copia do UNIX, seguindo os rastros dos gostos do BSD e Solaris. No entanto, nos últimos 10 anos se foi a frente em muitos aspectos chave. O primeiro catalizador para mudança foi melhor suporte a driver para computadores PCs comuns a qual lhe deu grade impulso. Então, mais usuários e desenvolvedores adotaram Linux, ele começou a se tornar a plataforma para inovação e BSD e UNIX ficaram para trás. Agora é comum ver novas atualizações de sofwtares e melhoras lançados primeiro para Linux e então se tornam compatíveis com BSD.

DW: Por favor compartilhe algo que você gosta nos sistemas da família BSD.

MN: Existem muitas variantes do BSD, cada uma com méritos diferentes. Dois exemplos excelentes são OpenBSD e NetBSD. 
Os desenvolvedores do OpenBSD são motivados por um desejo de manter seu track-recored de excelência em segurança. Eles revisam seus códigos e implementam recursos que ajudam a assegurar que o sistema operacional resistirá mesmo a ataques mais motivados. Além disso, ele também historicamente ostenta uma das mais robustas pilhas de rede TCP/IP. Esse dois recursos combinam para torná-lo uma excelente escolha para infraestrutura de rede. 

NetBSD tem como um valor central o desejo de acomodar uma grande variedade de plataformas. Roda em uma coleção diversa de computadores então seus mantenedores lutam para criar um sistemas que é flexível e portável.

DW: Obrigado, Matt.

O que esperar do canal em 2018?

Neste vídeo resolvi tratar com vocês o cronograma do canal onde debato quais séries teremos e as novidades no canal. O número de séries aumentou o ano passado (o que eu acho muito bom) e novas estão se iniciando; dentre elas, que já não são novidade, estão os vários sabores de Linux (\o/), muito além do GNU, Hardware, A pior história sobre Linux que já ouvi, dica de leitura e o meu ambiente de trabalho.

Mas sem estragar a surpresa das novidades no canal, confiram o vídeo para saber mais:


Já que a galera vem me pedido, resolvi esse ano iniciar meu crowdfunding. Ajude-nos a manter o canal sempre com bastante conteúdos que todos usufruem e ganham conhecimento: https://www.padrim.com.br/tocadotux

Lançado glaucus-s6-x86-64-v3-20241026

Lançado glaucus-s6-x86-64-v3-20241026

Lançado glaucus-s6-x86-64-v3-20241026

 No dia 26/10/2024 foi lançada a terceira release (também chamada stage 3 release) da distribuição Glaucus Linux sendo agora construída através de compilação nativa (e não através de cross compilation) atingindo assim mais um objetivo.

 A versão stage 3 do Glaucus vem com novas ferramentas por padrão como o limine sendo seu carregador e gerenciador de boot, o neatvi (que já apresentei  aqui no blog no artigo Muito além d o GNU: Os vários sabores de biblioteca C) seu editor de texto, o reflex sua implementação de lex e agora o kernel e os módulos do CachyOS são utilizados neste lançamento.

 O processo de bootstrap também foi aprimorado resultando em redução de pacotes utilizados.

 Os comandos faillog, last, lastb, lastlog e w agora são executados de forma segura sob a musl libc graças ao utmps. O gerenciador de pacotes rad foi aprimorado com mais funcionalidades. 


As informações completas do lançamento do glauscus-s6-x86-64-v3-20241026 podem ser lidas clicando aqui

Mais sobre a distribuição Glaucus Linux pode ser lido clicando aqui


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Lançado novo Minicurso de atributos no Linux
E não esqueçam de conferir também o meu mini curso de atributos no Linux

A verdadeira face de Richard Stallman

A verdadeira face de Richard Stallman

    Em 2019 Stallman renunciou de seu cargo no MIT e na FSF após manifestar suas opiniões defendendo Jeffrey Epstein que respondia judicialmente por abuso e trafico sexual e pedofilia. Dias depois renunciou também de seu cargo no projeto GNU. Esse ano foi anunciado o seu retorno à FSF, o que ocasionou frustração em muitos  e até mesmo ao imediato corte de financiamento feito pela Red Hat.

    Suas opiniões sempre foram polêmicas (religião, política e questões sexuais). Em 2006 por exemplo Richard Stallman afirmou em seu site pessoal ser 'cético quanto à afirmação de que a pedofilia voluntária causa danos às crianças'. Em 2011 Stallman falou da morte de Steve Jobs em um tom como uma vitória "ficando livre de sua influencia maligna" (foi a partir daí que tomei antipatia dele). E mesmo com todas as suas declarações absurdas, seus assíduos seguidores o defendem como se fosse absoluto. Mas afinal de contas, quem é Richard quando se trata de tecnologia?

 Bom, então vamos ao assunto. Conhecemos Richard Stallman como o criador do GCC, do EMACS, da licença GPL, e de "todo" o projeto GNU que por sua vez fornece todas as ferramentas que utilizamos nas distribuições Linux; o que nada disso é realmente e totalmente verdade. A começar pelo GCC, o que Richard Stallman realmente desenvolveu foi uma extensão para o Amsterdam Compiler Kit (também conhecido como Free University Compiler Kit que é a toolchain que foi desenvolvido por Andrew S. Tanenbaum para o Minix). Stallman pediu autorização a Tanenbaum para utilizar o Amsterdam para a partir do Compiler Kit criar o GCC. Seu pedido foi negado e a partir daí outras pessoas o ajudaram a estender essa extensão a um compilador.

    O que me questiono é: Será que Stallman teria dado créditos ao Minix? Duvido e muito. Primeiro porque basta observar o micro-kernel do projeto GNU, o HURD. Seu nome na verdade é GNU Mach e não HURD; HURD é o nome do seu conjunto de daemons e este micro-kernel não foi desenvolvido pelo projeto GNU, mas pela universidade de Carnegie Mellon. Se trata do mesmo kernel utilizado pela Apple no MacOS e no iOS, o Mach kernel (pois é... brigam tanto pelo reconhecimento do nome GNU mas quando se trata de reconhecer o Mach, divulgam o nome do conjunto de daemons...)


    Por que o nome de Guy Steele e Dave Moon não são citados quando se fala de EMCAS já que esses (entre outras pessoas) são seus verdadeiros autores? (há mais informações sobre a inteligência artificial do Emacs que quero tratar, mas isso vou deixar mais para frente. Parênteses adicionado no dia 07 de Fevereiro de 2022) Porque Eben MoglenBrett Smith não são citados quando se fala de GPL? Eben Moglen é o co-autor da GPL e Brett Smith quem fazia a parte executiva na FSF (alias, esses são as mentes brilhantes da GPL. )

Link para esta imagem está disponível clicando aqui

    Quatro liberdades é na verdade um termo antigo criado pelo presidente Franklin Delano Roosevelt em 1941 e há até um memorial em seu nome com essas liberdades). Já o termo software livre já era utilizado muitos antes do projeto GNU, bem no inicio dos anos 80 (antes de a Apple processar a Franklin Computer Corp.) por grupos como o DECUS e o projeto Gutenberg muito antes do projeto GNU e da FSF.



    Alguém se lembra que Roland McGrath é autor da Glibc? E Brian Fox? Alguém sabe o que ele fez? Parece que esquecemos facilmente os nomes de pessoas que realmente fizeram a história. No GCC aconteceu a mesma coisa; no final da década de 90, a administração do desenvolvimento do GCC era frustante e por consequência, a FSF já tinha se tornado quase esquecida. Isso levou a Cygnus Solutions (ou Cygnus Support) a criar o EGCS, um fork do GCC que se tornou um sucesso e até substituiu a versão oficial do GCC. A Cygnus Solutions criou também a newlib, o Cygwin e o binutil; Trata-se do mesmo compilador que menciono da série "Os vários sabores de Linux" que foi utilizado para compilar o Gentoo devido a bugs no GCC (o EGCS melhorou o desempenho do Gentoo em 10% em todo o sistema).


 Depois a Cygnus foi adquirida pela Red Hat fazendo com que todos herdassem essas melhorias e... aqui entra o ponto de ação do projeto GNU. A FSF negociou com a Cygnus para que o nome do EGCS fosse substituído pelo GCC no próximo lançamento (a versão 2.95). Pois é, o que você conhece hoje como GCC é na verdade o EGCS. O GCC só é um coleção de compiladores poderosos graças aos esforço de muitos outros projetos como os BSDs, o Solaris, o Linux, a Intel, o Google e muitos outros. Alias, por que o nome não foi substituído por EGCS/GCC já que a FSF e o projeto GNU brigam tanto pelo reconhecimento do nome GNU?

O nome EGCS substituído por GCC no lançamento da versão 2.95
O nome EGCS substituído por GCC no lançamento da versão 2.95

    A Glibc não fica longe da mesma situação. Uma variante da Glibc chamada EGLIBC foi criada e que possuía forte suporte a embarcados (algo que a glibc não possuía) e em 2009 a distribuição Debian (assim como várias outras distribuições e o projeto YOCTO) migraram para a EGLIBC). Depois que o código da EGLIBC foi incorporado a Glibc, as distribuições e o projeto YOCTO voltaram a utilizar a glibc. Grande parte das system calls presentes na glibc foram adicionadas pela galera de Linux; pipe2 por exemplo (man 2 pipe2) que serve para criar um canal de dados unidirecional que podem ser utilizados para comunicação de interprocessos foi introduzido no Linux em 2008. A system call O_DIRECT (fortemente utilizada na Bionic do Android) está presente no Linux há mais de 20 anos. ambas são system calls do Linux, não do GNU. O que conhecemos no Linux como libc6 (ou libc.so.6) é um fork da glibc foi criada por Ulrich Drepper para adicionar suporte a thread. Falando nisso, Ulrich Drepper, que é  o mantenedor da glibc depois de descrever todas as características da nova versão, soltou a seguinte nota: 
E agora para algumas coisas não tão boas.

Stallman recentemente tentou o que eu chamaria de um controle hostil do desenvolvimento da glibc. Ele tentou conspirar pelas minhas costas e persuadiu outros principais desenvolvedores a assumir o controle e assim no final ele está no controle e pode ditar o que for que lhe agrade. Essa tentativa falhou mas ele continuou a persuadir as pessoas em todos os lugares e isso ficou realmente feio. No final eu concordei com a criação de um comitê chamado "steering committee" (SC). O SC é diferente do SC em projetos como o gcc em que ele não toma decisões. Nessa frente nada mudou. A unica diferença é que Stallman agora não possui direito de reclamar mais. desde que o SC que ele queria reconheceu status. Espero que agora ele vá ficar calado para sempre.

 A moral disso é que as pessoas vão perceber quão louco por controle e maníaco o Stallman é. Não confiem nele. Assim que algo não estiver na linha com suas visões ele vai te apunhalar pela costas. *NUNCA* coloque voluntariamente um projeto que você trabalha sob a guarda do GNU desde que isso significa nas opiniões do Stallman que ele tem o direito de tomar decisões pelo projeto.

A situação da glibc é ainda mais assustadora se compreender a história por traz dela. Quando eu comecei a portar a glibc 1.09 para Linux (que eventualmente se tornou a glibc 2.0) Stallman me ameaçou e tentou me forçar a contribuir para o trabalho do Hurd. O trabalho no Linux seria contraproducente para o curso do software livre. Então veio o que seria chamado de abraçar e estender se realizado pelo Mal do Noroeste, e sua reivindicação por tudo que leva ao sucesso do Linux.
    O resto pode ser conferido clicando aqui. Esse foi um dos motivos de não haver a migração do Linux para GPLv3 (e graças a Deus por isso) quando Linus decidiu manter o kernel linux somente como GPLv2 e o Debian ter migrado para a EGLIBC do Debian 5 até o 8.


1998

    Falando do final dos anos 90, 1998 foi o ano onde muitas coisas aconteceram. Estávamos a caminho do kernel 2.2; Linux já possuía suporte a arquiteturas alpha, sparc,mips, m68k e arm e a adoção do Linux havia aumentado 212% depois que a Netscape incentivou desenvolvedores a tal adoção devido ao Java e depois que disponibilizou o código fonte do seu navegador (que veio a se tornar o Firefox). Tudo ia muito bem ATÉ QUE..... Richard Stallman tenta proclamar Linux como propriedade da FSF (essa é a ideia por trás do termo GNU/Linux camuflado de pedir créditos).

    Richard Stallman já havia declarado no passado que o Hurd iria substituir o Linux; porém ao invés de focar em engenharia de software, ele ficou focado demais em idealismos, filosofias e politica e com isso o projeto GNU fracassou em produzir um sistema operacional funcional e utilizável (e te enganaram se te disseram que o kernel a unica coisa que o GNU precisa para ser um sistema operacional completo). Então Richard Stallman resolveu mudar sua estratégia (focar nos novos desenvolvedores de Linux).

    Os novos desenvolvedores não conheciam nada da história do Linux; eles não tinham tempo para ficar perdendo com história (e faziam até bem com isso) pois estavam preocupados na verdade em aprender metodologia de desenvolvimento e conhecimento técnico; e foi aí que Stallman viu a sua oportunidade. Já que os novos desenvolvedores não conheciam a história do Linux, ele os contaria a história da FSF e passaria a reivindicar créditos pelo Linux.
É como o espanhol George Santayana afirmou: "Aqueles que não conseguem se lembrar passado estão condenados a repeti-la."
    O que Richard Stallman ignorou completamente (e que inclusive tenta levar créditos) foram todos os trabalhos feitos não somente por Linus (engana-se se quem acha que os únicos projetos que Linus Torvalds desenvolveu foram o kernel Linux e o Git), mas também de todas as contribuições feitas pela comunidade Minix (que foi a partir da comunidade Minix que constituiu-se a primeira comunidade Linux), pelos desenvolvedores de Berkley, do projeto Athena do MIT que Stallman fez uso durante muito tempo para compartilhar o projeto GNU na internet (e que alias, foi o projeto Athena que deu origem  ao X Window System sendo seu antecessor chamado W), o manual POSIX da Sun Microsystem que foi utilizado por Linus para estudar e desenvolver o Linux, os patches desenvolvidos pelos desenvolvedores do SunOS para o GCC e que tornaram o GCC funcional, o projeto Gutenberg que deu origem ao conteúdo aberto e até a galera de FreeBSD (sim, Stallman tentou levar creditos do FreeBSD, mas a galera do FreeBSD apontou o dedo na cara dele e riu dele).

 (07 de Fevereiro de 2022) Em uma entrevista concedida a Hiroo Yamagata (o que hoje é difícil encontrar, mas eu tenho o PDF. Se alguém encontrar essa entrevista e quiser me fornecer o link, vou agradecer) do site Tokyo Linux Users Group (antigamente tlug.gr.jp e hoje https://www.tlug.jp/), o próprio Linus Torvals afirmou que deixá-los propagar o nome gnu/Linux foi um erro que cometeram:
HY: Sobre o argumento GNU/Linux; você conversou com Richard Stallman a respeito disso?
Linus: rms me perguntou se eu me incomodava com o nome antes de começar a usá-lo, e eu disse "vá em frente". Eu não achava que isso explodiria no longo debate que resultou, e eu também achava que rms só usaria para lançamento específico do Linux que a FSF estava trabalhando ao invés de "todo" o sistema Linux. Eu nunca pensei que a questão do nome fosse tão importante assim, mas eu obviamente estava errado ao julgar pela quantidade de pessoas que se sentiram muito fortes com isso. Então hoje em dia eu digo às pessoas para chamá-lo simplesmente de "Linux" e nada mais.
 (termina aqui a nova adição de Fevereiro de 2022. Lembrando que essa entrevista foi concedida no dia 30 de Setembro de 1997)

    Rob Landley (criador do toybox) até tentou explicar marketing para Stallman nesse mesmo ano dizendo que o termo GNU/Linux gerava confusão na cabeça das pessoas pois haviam distribuições como Debian Linux, Red Hat Linux, Suse Linux e etc... mas não havia uma distribuição GNU Linux. O que Rob Landley incentivou foi a criação de uma distribuição Linux do projeto GNU porem, ao invés disso, passaram a promover com mais veemência o termo "GNU/Linux" (algo que Rob landley pede desculpa a todos por considerar isso um transtorno).

    Ano conturbado. Não?...


Conclusão

    Eu sei que os seguidores fieis e assíduos do Stallman vão vir aqui me atacar de todas as formas, mas interessante saber que internamente eles mesmos criticam e atacam o Stallman; eles só não gostam que pessoas de fora do circulo deles façam mesmo.



https://landley.net/notes-2010.html#19-07-2010

Novidades no Debian 10

Debian 10 - Buster com suporte a Secureboot
Debian 10 - Buster com suporte a Secureboot
 O próximo lançamento do Debian é a versão 10 que recebe o code nome Buster e está mais ou menos em seu candidato a lançamento 5. Bora conferir o que a nova versão nos proporcionará.
VENHA APRENDER LINUX COMIGO
O primeiro assunto que eu quero tratar é que hoje (dia 26), Sam Hartman iniciou como lider do projeto Debian (DPL = Debian Leader Project). Isso sana o problema que todos estavam dizendo que ninguém queria ser presidente do Debian.

O site It's FOSS publicou o artigo mostrando 14 novos recursos que encontraremos nesta nova versão sendo elas:
  • Nftables substitui o tradicional iptables. Isso já é esperado há longos anos; mas o projeto era algo desafiador e levou muito tempo para chegar ao ponto de maturidade. Essa ferramenta (que eu venho acompanhando seu desenvolvimento ao longo dos anos) traz uma sintax muito mais prática para os sysadmins, código mais fácil de manter e muitos novos recursos e segurança.
  • AppArmor habilitado por padrão: Para quem faz drama com o SELinux, aqui fica uma de várias alternativas. Apesar que o AppArmor já é o modulo padrão no Debian desde que eu uso Debian. A maior diferença entre os dois de uma forma fácil de explicar é que o AppArmor é mais simples de manusear mas seu nível de segurança é menor se comparado ao SELinux.
  • Suporte a Secure-boot: O site Debamax publicou uma visão geral sobre o Secure-boot (mesmo afirmando que não pretendem ser um guia definitivo). Clique aqui para conferir.
  • Implementação do /usr/merge: Nessa nova implementação, diretórios como  /bin, /sbin e /lib passarão a ser links simbólicos para /usr/bin,/usr/sbin e /lib respectivamente. Há toda uma FAQ clicando aqui para entender melhor como tal coisa funciona.
  • Instalador live Calamares: Levem a mal não, mas isso já estava na hora né rsrs Agora o Debian adotou o instalador Calamares como seu live installer (já estou vendo que esse ano meu curso terá mais atualizações do que imaginei. Aproveitando, clique aqui e venha ser meu aluno ;)
New installer in Debian 10 Buster
Calamares como live installer do Debian 
Há muitas outras novidades como kernel 4.19.0-4 com suporte LTS por cinco anos, Bash 5.0Mailman 3, Python 3 (dando fim ao Python 2), suporte a vários ARM 64 e placas ARMHF SBC, Nodejs 10.15OpenJDK 11.0, Gnome 3.30 e novo papel de parede.

 É, fiz um resumo na integra sobre o que está no It's FOSS. Qualquer coisa, confiram lá. Deixo avisado que provavelmente terá "OS vários sabores de Linux - Debian #2", mas será exclusivo para os padrinhos do canal. Então, caso queira assistir a esse vídeo exclusivo do Debian, venha ser padrinho do canal clicando aqui.

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