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Liberty Linux: Um novo fork do CentOS

Open Enterprise Linux Association

Liberty Linux: Um novo fork do CentOS

 Forks do CentOS já não são nenhuma novidade desde que a Red Hat anunciou o fim do seu suporte  na versão 8, o que rendeu muito pano para manga. A Red Hat anunciou o inicio do CentOS Stream onde as atualizações passariam primeiro pelo CentOS Stream para depois chegar oo Red Hat Enterprise Linux.

 Com isso, surgiram dois forks do CentOS, o Rocky Linux e o Alma Linux que passaram a ser financiados por grandes empresas que dependiam do CentOS (que basicamente o que faziam era pegar as atualizações do Red Hat Enterprise Linux e empacotar para as suas respectivas distribuições).



 Só que no dia 21 de Junho o Vice Presidente, Core Platforms Mike McGrath anunicou que o CentOS Stream será o único repositório para os lançamentos públicos do código fonte do Red Hat Enterprise Linux e derivados. OU SEJA, os dois forks já não passariam  mais a ter acesso aos patches do RHEL. Os projetos se pronunciaram sobre a decisão da Red Hat e os prolanos para o futuro. A matéria pode ser lida clicando aqui.



 Não somente os dois projetos se pronunciaram. A Oracle postou sua frustração com a decisão da Red Hat uma vez que sua distribuição, a Oracle Linux, é uma derivada do RHEL. Mas a empresa não parou por aí, a Oracle anunciou que estaria trabalhando para remediar esse problema, deixou recado aos desenvolvedores de Linux que estava contratando e por ultimo, deu um recado a IBM:

"Finalmente, para a IBM, aqui está uma grande ideia para você. Você diz que não quer pagar todos aqueles desenvolvedores RHEL? Veja como você pode economizar dinheiro: basta retirar de nós. Torne-se um distribuidor downstream do Oracle Linux. Ficaremos felizes em assumir o fardo."

 A Oracle não está errada já que grande parte da arrecadação (tanto da IBM quando da Red Hat) vem da Oracle e de seus parceiros e não somente dos seus próprios serviços (honestamente? Eu já temia que a Red Hat poderia ter mudanças não muito boas após ser adquirira pela IBM).

E não parou por aí, no dia seguinte, a Suse anunciou o investimento de $10 milhões em um fork do RHEL. Algo que para mim soou um tanto quando estranho já que eu não entendi a estratégia da empresa, mas OK, uma boa atitude.


 Formou-se então a parceria entre a CIQ (empresa que desenvolve o Rocky Linux) a Suse e a Oracle que deram origem a distribuição Liberty Linux ou também conhecida como OpenELA (Open Enterprise Linux Association) que passa a dar suporte de compatibilidade com o RHEL 8 e 9 (e possivelmente o 7) e assim dando sobrevida ao CentOS.


 O processo de migração é feito removendo o apontamento dos repositórios da Red Hat e apontando para os repositórios da Suse não sendo necessário reiniciar seu sistema mas também sendo possível desta forma.

Liberty 9 after RHEL 9 upgrade
Liberty 9 após atualização do RHEL 9

 A Suse também entregará o Suse Manager (ferramenta similar ao Satellite) para facilitar a administração do OpenLA e que permite transformar o RHEL em Liberty Linux de forma muito simples (o Suse Manager permite administrar outras distribuições). Também é possível obter assinatura de suporte da Suse com quatro planos para escolher: O Suse Liberty Lite, Suse Liberty Basic, Suse Liberty Professional e o Suse Liberty Entreprise.


Suse Liberty Linux Subscription plans
Planos de assinatura do Suse Liberty Linux


 Já existem empresas no Brasil que realizaram a migração do CentOS para o Liberty Linux. Desejo sucesso ao projeto e que tanto as empresas envolvidas quanto nós (usuários) saiamos ganhando com essa iniciativa.

Site oficial do OpeneLA

Mais sobre a Suse

Mais sobre a Oracle


Suse também deixa o mercado russo

Suse também deixa o mercado russo

Suse também deixa o mercado russo

 No dia 09 de Março a Red Hat e a IBM anunciaram que estavam saindo do mercado russo e bielorrusso devido a guerra contra a Ucrânia. Todo o apoio foi prestado aos seus empregados em ambos os países e na Ucrânia.
 A Suse também anunciou a sua saída de ambos os países seguindo o êxodo das grandes empresas porém, a Suse tomou essa decisão e atitude dois dias antes da Red Hat.

"Como a maioria das pessoas, continuo observando os acontecimentos chocantes na Ucrânia e a crescente crise de refugiados com um profundo sentimento de desespero. É perturbador testemunhar a invasão ilegal de um estado soberano e o sofrimento de cidadãos, incluindo tantas crianças e membros vulneráveis ​​da sociedade diante de nossos olhos. É ainda mais surreal que essa destruição e interrupção desnecessárias na vida de tantos esteja ocorrendo no século 21. Embora entristecido pelos noticiários, também estou cheio de desejo de avançar com as ações que podemos tomar como empresa.
A SUSE continua comprometida em apoiar os esforços humanitários para ajudar refugiados e vítimas de guerra a reconstruir suas vidas. É um momento desesperadamente desafiador para nossos funcionários que têm familiares na Ucrânia, então estamos fazendo tudo o que podemos para apoiá-los. Todos os funcionários e suas famílias têm acesso ao SUSEAssist, nosso programa de apoio ao funcionário.
Juntamente com esses esforços, estamos observando todas as sanções econômicas. De acordo com essas sanções, estamos avaliando todas as nossas relações comerciais na Rússia e suspendemos todas as vendas diretas na Rússia. Também estamos preparados para cumprir sanções adicionais que possam ser implementadas.
A bravura e a resiliência do povo ucraniano, compreensivelmente, cativaram o mundo. Não há dúvida de que o SUSE se solidariza com o povo da Ucrânia e apoia os esforços globais para o fim das hostilidades."
 A saída de empresas como a Red Hat e Suse apresentam um efeito dominó na queda económica da russia uma vez que grandes serviços como SAP e Oracle (que também já deixaram o mercado russo) são fortemente comercializados através de tais distribuições.

Suse adquirida pela EQT

EQT
EQT Partners adquire Suse Linux
Vi uma galera fazendo um estardalhaço porque a Suse foi vendida para a EQT que é uma empresa sueca (que apenas a meto de curiosidade é o idioma oficial do Linus Torvalds) líder em investimentos com um capital de aproximadamente 50 bilhões de Euros. O anuncio foi feito pela Suse em seu site onde onde visam maior independência, continuo desenvolvimento e crescimento, estabilidade e continuidade de seus serviço para seus clientes e parceiros.

A galera ficou chocada com essa noticia, o que não deveria já que não é a primeira vez que a Suse é vendida. no meu vídeo "Os vários sabores de Linux (Suse Linux)", conto que ela já havia sido vendido para a Novell vindo a matar seu sistema operacional Netware (mais um motivo que acredito que a Microsoft ainda vai matar o Windows) e adotando o suse para assim melhor competir com o Windows. Depois a Novell foi vendida para a Microfocus e adquiriu assim também a distribuição Suse. Agora, a Suse foi passada da Microfocus para a EQT. Ao meu ver, nada de se estranhar até então. Sempre vamos esperar para ver o que acontece.

Quem não assistiu meu vídeo sobre o Suse, fica aí a dica:







Lembrando que a udemy possui vários cursos com preços muito bons. Confira clicando aqui.

SUSE Linux Enterprise Server para as aplicações SAP


SUSE Linux Enterprise Server está sendo a distribuição mais indicada para as aplicações SAP.

A transição para distribuições Linux sugerida pela SAP a seus cliente vem mostrando-se favorável a SUSE. Essa transição para S/4HANA tem se mostrado o SUSE Linux Enterprise a distribuição Linux recomendada para as aplicações SAP devido a otimização na entrega e no desempenho, menos período de inatividade (downtime), mais rápida implantação e de conversão das aplicações SAP ERP e BPM no Linux tendo assim, redução do TCO. Parabéns a SUSE por essa conquista, mais uma de muitas do Linux que vem por aí e que já não é de hoje que acompanhamos isso (vejam os dados da Linux Foundation de 2014)

SAP descontinuará seu suporte a Windows e outros Unix

SAP descontinuará seu suporte a Windows e outros Unix

SUSE Linux e SAP

Não é nada novidade que Linux possui suporte a SAP. No manual Linux Sea mesmo mostra que o Red Hat Enterprise Linux (aka RHEL) possui suporte comercial tanto a Oracle quanto a SAP para os seus clientes. Mas agora foi anunciado no site oficial da empresa SUSE que o suporte a SAP Business para Windows e para outros Unix será descontinuado até 2.025 e os clientes terão que migrar suas infraestruturas para uma plataforma baseada em Linux antes desse período. O que é bastante tempo para isso (período total de seis anos), apesar de poder ser bem trabalhoso o processo de migração.

A vantagem que é descrita é que a SAP e a SUSE irão ajudá-los nesse processo com o menor risco e complexidade possível. É isso aí, mais uma vez o Linux aparece em destaque (juro que gostaria de saber a fonte de informação que os que se intitulam profissionais de TI especializados leem sobre Linux não ser seguro, ter VÁRIOS problemas, seus bugs não serem corrigidos e sei lá o que mais. Parabéns, vocês são bons candidatos a terem que aprender Linux. Boa sorte).

Fonte: Suse Linux

Como Facebook utiliza Linux e o Btrfs: Uma entrevista com Chris Mason

Chris Mason

Aprenda o estado de desenvolvimento do Btrfs nessa entrevista com o principal autor, Chris Mason.

Microsoft e SUSE trabalham em Kernel Linux otimizado para o Azure

um close up de um logotipo
Suse e Microsoft
 Foi publicado no site Microsoft Tech que a Microsoft e a Suse fecharam uma parceira para trabalhar no desenvolvimento de kernel Linux Enterprise otimizado para o Azure
Curse Preparatório para Certificação Linux LPIC-1 e CompTIA Linux+
 Esse kernel proporcionará melhor desempenho e menos consumo de memória, ganho em rede e redução na latência além de oferecer serviços de redução de custo e gerenciamento de complexidade.

 Por hora é só o que temos de informação. Vamos ver o que vem por aí.

Kernel 4.21 trará novos recursos, melhorias e correções ao Btrfs

Suse e Btrfs = <3
Suse e Btrfs = <3
 Noticia de ultima hora sobre o Btrfs; o desenvolvedor David Sterba da Suse enviou patches para a comunidade Linux (e que foram aceitas) que trarão novas melhorias, novos recursos e correções de bugs ao sistema de arquivos. 

Dentre os novos recursos estão o suporte a swapfile que,  mesmo que pareça ter demorado, é que como mencionado no vídeo sobre fragmentação de arquivos, foi um longo trabalho para não gerar conflito com as limitações que exitem onde o COW (Copy On Write) não trabalha bem as implementação de swap (nodatacow file, no compression, não pode ser snapshotted, não há possibilidade em múltiplos dispositivos e etc ...) e que mesmo é mais restrito, funciona bem e pretendem melhorar tal recurso no futuro. Tenho que fazer a observação que não adianta culpar o sistema de arquivos por conta disso, se o Btrfs for ruim por conta disso, o ZFS também é... Sistemas de arquivos COW são feitos pensados no futuro.

 O metadata uuid que é um recurso opicional para utilizar um novo UUID de file system (coisa que eu gosto muito de utilizar) sem sobre-escrever todos os blocos de metadados, armazenando somente no superbloco. E tem também as mensagens mais balanceadas não exibidas e enviadas ao log do sistema que, inicialmente é no formato de linha de comando.

 Das principais alterações e melhorias estão como exemplo o código mais limpo; as melhorias nas remoções de código new-dead fsync; o inding free extent foi separado e fornece uma base para cleanups melhor, mais lógica e mais compreensível; remoção de callbacks indiretas para dados e metadados; simplificação do refcounting e locking para extent buffers clonados; definição do converted para enums aonde forem apropriados entre outras alterações.

 Já na parte de bugs, houveram um total de sete correções envolvendo tag pages de snapshots, a parte de verificação do sistema de arquivos durante o processo de scan; correção do fsync de arquivos e do race do send e muitas outras.

 Todos os novos recurso, melhorias e correções podem ser conferidos nos links abaixo.
Cursos na Udemy

Novos recursos do Btrfs

Novos recursos do Btrfs
Novos recursos do Btrfs

    Btrfs é o sistema de arquivos que ao longo de muito tempo eu venho promovendo tanto no meu canal e no meu blog pois traz recursos muito assemelhante ao ZFS e ao ReiserFS porém, implementados de forma diferente. O Btrfs é fortemente utilizado por empresas como Facebook, Suse, Oracle e até mesmo exigido pela LPI.
    Nos últimos meses, novos recursos foram implementados e aqui eu vou debater sobre eles.


 SOLUCIONANDO PROBLEMA ENTRE  VFS/BTRFS/NFS

    
NeilBrown da Suse enviou no dia 12 de Agosto o patch corrige problemas que ocorrem entre o Nfsd e o Btrfs. A questão é que o Btrfs não fornece números de inode único através de outros sistemas de arquivos, mas sim através de subvolumes e utiliza números de dispositivo sintético para subvolumes diferentes para garantir singularidade entre dispositivo e inode.

    O problema é que o Nfsd não consegue trabalhar com números de dispositivo variante podendo causar problema no subvolume. Este patch permite que Btrfs ou qualquer outro sistema de arquivos forneça um número de 64 bits tornando o resultado mais único entre subvolumes e sistemas de arquivos (talvez a partir disso poderemos ter a solução para problema do VFS :)


IDMAPPED MOUNTS


    Em maio eu havia postando que Christian Brauner da Canonical estava portando o idmapped mounts para o Btrfs (essa informação pode ser lida clicando aqui). Já no dia 31 de julho Christian retornou com o novo patch que traz o total de 71 novidades no idmapped mounts que estão divididos dentro de BTRFS_IOC_{SNAP,SUBVOL}_CREATE_V2, BTRFS_IOC_SNAP_DESTROY_V2, BTRFS_IOC_SUBVOL_SETFLAGS e BTRFS_IOC_INO_LOOKUP_USER.


NOVA AJUDA NA OPÇÃO DEFRAG


    Qu Wenruo da Suse que enviou o patch introduz a opção desfragmentar um intervalo (defrag_one_range()) que reverifica status de extents e paginas para garantir melhor consistência. Ainda não houve resposta para esse patch, mas vamos aguardar. 

    Ainda falando de desfragmentação (que é uma super vantagem sobre o ZFS), há ainda um recurso para a opção defrag e autodefrag que Josef Basick anunciou em Julho de 2020 que aguardo bastante. Josef até informou que o autodefrag é muito util com arquivos pequenos como é o caso dos 9.000 arquivos sqllite que o Firefox utiliza, mas não tão util para arquivos gigantescos como é o caso de imagens de máquinas virtuais pois leva-se muito tempo para desfragmentar.

    Uma solução que é indicada há muito tempo é copiar a imagem da máquina virtual para uma nova utilizando recurso de de-duplicação (quer saber como solucionar esse problema. Confira o meu minicurso de atributos no Linux clicando aqui).

    Já a solução sugerida por Josef seria poder passar um parâmetro no defrag/autodefrag onde os usuários poderiam definir por arquivo ou diretório permitindo manter o controle de onde exatamente ocorrerá a atividade extra de escrita.

add an autodefrag property
Esse  é o submit do Josef mencionando que pretende adicionar o recurso ao autodefrag para trabalhar corretamente.

    
Há recursos que existem no ZFS que eu ainda espero ver no Btrfs (um deles seria o mesmo que existe no Bcachefs e que já até tratei em uma live. Esse recurso permite utilizar o ssd como cache em conjunto com o HD para acelerar o processo (acho um erro cometido pelo autor do Bcachefs desenvolver todo um sistema de arquivos somente para implementar um único recurso). Outro seria a capacidade de armazenamento do ZFS (256 quatrilhões de zebibytes enquanto que o Btrfs é de 16 EiB). 
Agora é tudo questão de aguardar para ver o que o futuro nos espera e aguardar mais novos recursos no Btrfs.

 Agradeço ao Anderson Rincon pela revisão


Debian não possui suporte?

 Conversando com um amigo, ele me disse que uma empresa que ele vendeu o seu serviço estava querendo eliminar o Debian de seu servidor por se tratar de um sistema de graça; logo, sinônimo de sem garantia de suporte. Mas será que é bem assim mesmo? Vamos ao esclarecimento dessa duvida cruel.


Debian não possui suporte

 Esse cliente acredita que que por ser de graça, ninguém se responsabiliza. Ele se baseia no fato de que, se ligarem para Dell ou HP, na hora de cotar um server, eles vão perguntar qual sistema operacional. Se for Linux (e não for distribuições como Red Hat Enterprise Linux, SuSE Linux Enterprise ou Ubuntu server), não dão suporte.

 E é uma opinião até coerente baseando que poucos abordam essa informação sobre a distribuição (e é aqui que nós entramos para dar essa forcinha hehehe).

 Bom, esse é assunto ainda um pouco tratado não somente para os da área técnica, mas se torna até mesmo para muitas empresas. Querendo quebrar esse (digamos) tabu, resolvi escrever este artigo.
 O Debian é sim um sistema livre e gratuito, mas no próprio contrato social do Debian não restringe a ninguém a sua comercialização.

 "Ah, mas isso não significa que tenha alguém vendendo o suporte a distribuição"

 Sim, verdade. Hoje eu digo que o Debian é uma distribuição freemium, ou seja, tem alguém maior a financiando para que outros se beneficiem. Isso pode ser conferido na lista de parceiros do Debian onde grandes empresas a financiam:
https://www.debian.org/partners/
 E por que raios essas empresas investem grana para manter o Debian para ele ser disponibilizado gratuitamente?
 Simples! para que elas mesmas possam se beneficiar da distribuição. Elas financiam o projeto e vendem suas soluções baseada na distribuição. Para as empresas é vantajoso contribuir com o projeto de alguma forma (financiando gastos como servidor, internet, domínio, contratando desenvolvedores e disponibilizando-os para trabalhar na comunidade Debian em seu melhoramento e desenvolvimento), deixando tudo disponível do que ficarem criando novas soluções que gerariam muito mais . Seria basicamente como financiar pesquisas em novas soluções.

 Foi realizado um calculo de quanto seria necessário para desenvolver uma distribuição como o Debian do zero e chegaram a bagatela de pouco mais de 19 bilhões de dólares. Isso que estamos mencionando desenvolver hoje a versão 2.2 do Debian; imagina só quanto custaria o desenvolver na sua ultima versão que está a caminho, a versão 9.

 Confiram isso em:

Para Que Serve a Liberdade?

Caso de sucesso em utilizá-lo é o próprio Google que fortemente utiliza-o em seus servidores:
https://events.linuxfoundation.org/sites/events/files/slides/ProdNG_0.pdf


 Não só o  Google, mas encontramos Debian até mesmo no nosso próprio exercito:


Ok, mas... Será que eu consigo contratar profissionais qualificados no mercado de trabalho que tenham conhecimento em Debian para prestar suporte quando houver necessite de obter? Considero isso uma coisa fácil em tempos atuais (e até mesmo em tempos mais remotos). Isso já é um caso antigo se levarmos em consideração que é exigido o conhecimento do Debian na certificação LPI. Confira no próprio site da LPI que aparece no conteúdo de estudo para a certificação que necessário conhecer o gerenciamento de pacotes do Debian, seu gerenciamento de serviços, como configurá-lo e etc (claro que a LPI cobre outras distribuições como Red Hat Enterprise Linux e SuSE Enterprise Linux):
https://www.lpi.org/study-resources/lpic-1-101-exam-objectives/

 Um exemplo de forte empresa que distribui material de estudo para a LPI é a IBM:
https://www.ibm.com/developerworks/library/l-lpic1-map/
 Que nessa sessão pode-se conferir o material sobre o Debian:
https://www.ibm.com/developerworks/library/l-lpic1-102-4/
https://www.ibm.com/developerworks/library/l-lpic1-102-4/
https://www.ibm.com/developerworks/library/l-lpic1-102-4/
  Ok, mas qual a garantia de continuar existindo a que eu estou usando em meu servidor? Simples! O Debian é uma distribuição que possui suporte LTS. Para se ter ideia, a ultima versão estável do Debian possui suporte a longo prazo até 2018 (e a próxima versão estável, que tem lançamento previsto para o ano que vem, terá suporte até 2020).


 E sabe o que mais me chama a atenção nisso tudo? É que quem mantem o seu suporte são as empresas como a Toshiba que o utilizam e usufruem da distribuição.
https://raphaelhertzog.com/2016/04/15/freexians-report-about-debian-long-term-support-march-2016/


 Tanto que  Ben Hutchings, que é um dos desenvolvedores do Debian é mantido financeiramente para manter as versões LTS do kernel 3.2 e 3.16:


https://www.kernel.org/category/releases.html
 Uma distribuição extremamente estável, segura, inovadora, responsável (até socialmente se levarmos em consideração), profissional, levada a serio,  mantida financeiramente por empresas de renome e de grande importância no mercado de tecnologia. Essa é a distribuição Debian.

 Bom, então é isso galera. Existem grandes distribuições que trabalham nesse mesmo estilo como a RHEL, Ubuntu, OpenSuse e SuSE Enterprise Linux. Confiança total nessas distribuições que são verdadeiros casos de sucesso e que eu espero que continuem a crescer mais e mais.

 Acho que estão cansado de ver, mas vou deixar o meu vídeo sobre a história do Debian aqui. Um forte abraço e falou:




 Não só esse mas esses outros dois também que são de extrema importância. O do Steam Controller no Debian:



 Agradeço ao Luis Prado da InfraServer Informática, uma empresa do Rio Grande do Sul voltada a soluções em Windows, Linux e FreeBSD da qual eu presto consultoria em software livre e de código aberto, por ter me.ajudado na construção deste importante artigo que achei muito fundamental. Sem o Luis esse artigo não teria sido possível.

 Confiram também um número enorme de empresas que contribuem para manter o Debian:
Lançado novo Minicurso de atributos no Linux

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