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A mudança de logo da Red Hat

Novo logo da Red Hat
Novo logo da Red Hat
 Depois de 19 anos, a Red Hat tem o seu logo alterado. É mais uma re-estilização do que uma mudança. 

 Na verdade eu prefiro a re-estilização de algo fazendo com que possamos ainda bater o olho e reconhecer a marca de que uma mudança radical.  Tanto que todos irão bater o olho e reconhecer a marca de qualquer jeito.
A Red Hat afirma que isso é muito tempo; o logo que conhecemos surgiu nos anos 2000 na verdade surgiu por volta de 1997 se levarmos em consideração as imagens abaixo:


 Depois foram surgindo outras remodelagens até chegar a de hoje, sempre mantendo as mesmas características.

 A maior mudança foi realmente no chapéu ficando com cores mais vivas, mais claras e removeram também do personagem. Só que mais uma mudança sutil aconteceu que seria no nome da marca. Antigamente era RedHat (tudo junto); agora é Red Hat (separado).


A Red Hat explica neste artigo aqui porque da mudança mas que a empresa continua sendo a mesma mantendo suas raízes. Muito tem a ver com a melhoria em sua identidade visual, com as pessoas se importarem com isso.


Red Hat descontinua suas operações na Russia

Red Hat e IBM discontinuam suas operações na Russia e na Bielorrússia

Red Hat descontinua suas operações na Russia

 Ontem (dia 08/03/2022) foi anunciado que a Red Hat descontinuará suas operações na Russia. Como a Bielorrússia é aliada da Russia, as operações acabam sendo descontinuadas nos dois países. A situação é ainda mais grave, pois isso faz com que a IBM também saia do mercado dos dois países.
"Isso inclui descontinuar relações de parceria com organizações baseadas ou sediadas na Russia ou na Belarus.”
 A Red Hat e a IBM são apenas duas de muitas empresas que estão fechando seus escritórios de ambos os países; outras como Microsoft, Google, Apple  já fizeram o mesmo. Mas a Red Hat e a IBM não pararam por aí; a empresa anunciou também está prestando apoio a todos os empregados e associados da IBM/RedHat na Ucrania. 

“Ajudamos os Red Hatters na Ucrânia e suas famílias (incluindo cônjuges, filhos e familiares) a se mudarem com segurança para países próximos e continuamos a ajudar aqueles que permanecem no país de todas as maneiras possíveis. Somente nos últimos dias, os ônibus organizados pela Red Hat transportaram com segurança várias dezenas de familiares de nossos associados ucranianos através da fronteira para a Polônia. Também estamos apoiando nossos associados na Rússia*. E para qualquer Red Hatter que precisar, não importa onde você esteja, temos recursos adicionais de bem-estar disponíveis.”
"Ouvi histórias notáveis ​​sobre essas ações, incluindo um associado na Polônia que dirigiu  por várias horas em cada direção para pegar a esposa e o filho de um colega na fronteira com a Ucrânia e abriu sua própria casa para eles"
“Esse espírito de união e cuidado mútuo não me surpreende – já vi isso na Red Hat muitas vezes. É o que torna os Red Hatters tão especiais e o que me deixa orgulhoso todos os dias."
 Parabenizo a Reed Hat e a IBM por não virarem as costas e prestarem todo apoio possível a população ucraniana e população russa que acabaram sendo afetados.

*São 183 empregados na Russia. Slava Ukraini.

https://www.redhat.com/en/blog/red-hats-response-war-ukraine

Red Hat Enterprise Linux 8 Beta

Red Hat Enterprise Linux 8 Beta
Red Hat Enterprise Linux 8 Beta
 Foi lançada a versão Beta do Red Hat Enterprise Linux 8. Muita coisa pode ser esperada nessa nova versão e com isso debato aqui algumas das novidade. Bora para o arrebento?

 Dentro das novas características estão o suporte a rede mais eficiente em containers através do IPVLAN conectando contêineres a máquinas virtuais; maior segurança na nuvem hibrida (hybrid cloud); suporte ao OpenSSL 1.1.1 e ao TLS 1.3 permitindo aplicações de servidores utilizarem o ultimo padrão de proteção criptográfica, politicas de criptografia System-wine estão inclusas tornando mais fácil de gerenciar conformidade criptográfica a partir de um prompt sem a necessidade de modificar ou de criar túnel para aplicações específicas.

 Containers é componente essencial desde a versão 7 e mais forte na versão 8 tendo o open standards-based container toolkit com total suporte pensado em segurança. Estas ferramentas incluem o Buildah, o Podman e o Skopeo que ajudam os desenvolvedores a encontrar, rodar, construir e compartilhar aplicações containerzadas mais rapidamente e mais eficientemente.

Na parte de administração do sistema operacional foi visada torná-la mais fácil em todos os níveis de experiencia iniciando com um único e consistente painel de controle através do Red Hat Enterprise Linux Web Console. que fornece uma interface simplificada para poder gerenciar o RHEL de forma mais fácil local ou remotamente (incluindo máquinas virtuais).

 O Composer torna mais fácil tanto para novatos quanto experientes usuários de RHEL de construir e aplicar imagens personalizadas na nuvem hibrida a partir de máquinas físicas ou virtuais para instancias de nuvem publica ou privada.

 O Yum 4, entrega melhor desempenho, menores dependências e mais escolhas de versões de pacotes.

 O Stratis se torna o novo sistema de arquivos para gerenciamento de volumes no RHEL 8 tendo suporte a Snapshots, clonagem de máquinas virtuais, economia de espaço, suporte a LUKSv2 combinado NBDE para maior segurança de criptografia.

http://downloads.redhat.com/redhat/rhel/rhel-8-beta/

O que as empresas usam? #2


Tivemos a primeira parte desta série onde debatemos o que grandes empresas utilizam para desenvolver e utilizarem como soluções. Agora vamos a segunda e ultima parte. Agradeço a meu grande amigo Jan Palach por esa ajuda onde foi um debate entre desenvolvedor e sysadmin (melhor papo não teria para constatar a coisa).

Netflix

Além de diversas tecnologias, utiliza NodeJS em containers Docker. A definição mais precisa do que é o NodeJS está em seu site oficial, NodeJS é um ambiente para rodar aplicações escaláveis escritas em Javascript, em resumo é um runtime baseado na engine V8 do Chrome (está escrita em C++).

De acordo com documentos de Brandam Gregg, Netflix é um ambiente muito misto onde utilizam FreeBSD na parte de Streaming e Linux em seus clouds:


Twitter

O twitter já chegou a utilizar o Ruby on Rails como plataforma de desenvolvimento principal, na época, a tecnologia se encontrava em evidência porém com alguns problemas, quem não lembra da baleia no twitter? Que era algo quase diário? Após uma sucessão de problemas, eles perceberam que o stack não funcionava para o negócio deles e trocaram para Scala uma linguagem baseada na JVM.

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Até onde me recordo que estive trabalhando lá, há mais de 10 anos atrás os supercomputadores e algumas workstations eram Solaris. A grande parte das workstations eram Linux e Windows, como eu era responsável por manter os ambientes da pós graduação(labs) funcionando. Tínhamos na época RedHat e Conectiva nos Linux, rodando compiladores intel, softwares como Octave, Matlab, e outros. Nos Windows tínhamos mais ou menos as mesmas combinações de softwares. Nos laboratórios do HemoLab(http://hemolab.lncc.br/) outro projeto no qual já trabalhei lá, os sistemas operacionais das workstations eram Ubuntu e um servidor Debian, hoje em dia não sei precisar como está. O LNCC é um centro de computação e pesquisa muito grande, então há muitos projetos simultâneos acontecendo, alguns projetos fazem uso intenso de plataformas Windows como alguns labs que trabalham com reconstrução tridimensional baseado no processamento de imagens médicas, mas quase sempre, os projetos mesclam tecnologias. Até mesmo máquinas Indy da Silicon Graphics existiam no local, quando trabalhei lá. Quanto à linguagens de programação, independente do SO ou plataforma, as mais utilizadas por lá eram Fortran, C++ e outras. Fortran ainda é muito utilizada no campo de pesquisa pelo seu excelente desempenho na criação de rotinas matemáticas e solvers numéricos.

PHDSoft


Empresa nacional líder no segmento de CAD aplicado à manutenção e prevenção de ativos. A época que passei por lá, era terceirizado e seu stack tecnológico era todo .net. As ferramentas da microsoft comandavam o stack tecnológico.(Não posso entrar muito em detalhes, pois não tenho permissão..)

Como podem ver, muito você encontra no highscalability onde são escritos artigos por pessoas que realmente vivenciam o dia a dia das empresas alvo, e no infoq, que é bastante bom também. Outro local excelente para aprender sobre desenvolvimento, é o Dr. Dobbs, mas lá é apenas para os fortes. :)

POLEMICA - Linux ou BSD? Qual o melhor?

Linux ou FreeBSD?
Linux e FreeBSD e não Linux VS FreeBSD

    A verdade é que não há melhor ou pior! Cada um é bom nas áreas em que se especializaram ou que atuam (nada impedindo-os que cada um as ampliem).

    Recentemente postaram em um grupo em uma rede social tal pergunta, então peguei exatamente este título escrito na rede social e resolvi fazer uma analise sobre os BSDs para poder responder sobre o assunto, pois não somos xiitas ao ponto de não utilizar e/ou testar outros sistemas operacionais (mas talvez não seja um assunto que eu queira mais abordar. Quero focar mais em Linux desde que já expliquei sobre esse assunto anteriormente no artigo sobre as diferenças entre os dois sistemas que traduzi do distrowatch). Alias, uma das qualidades que Linux proporciona aos seus usuários é o amplo conhecimento (mais uma das liberdades que existem dentro do mundo Linux e que muitos exploram pouco): Outras arquiteturas, que dentro do próprio kernel é possível notar quantas arquiteturas são suportadas (e tem gente ainda achando que Linux só é para servidores ou que só exista x86...), outros filesystems (por que para técnico em Windows é assim, tudo para eles é partição: Partição FAT, partição NTFS... Conhecimento proporcional = 0; por que partições e filesystems são coisas totalmente diferentes), outros sistemas operacionais, outras licenças.

Arquiteturas dentro do kernel Linux.
Arquiteturas dentro do kernel Linux

Filesystem no kernel Linux.
Filesystem no kernel Linux.

    Não vou narrar aqui a história do BSD, por que já a abordei inesperadamente no vídeo "Não viva de boatos"; aconselho a dar uma olhadinha logo abaixo:



    Mas uma coisa que vale a pena mencionar é que BSD é o nome dos sistemas derivados desta família, da licença e do próprio layout criado para o BSD. Layout B

Layout BSD no Porteus

   Já que teve gente quem criticasse a imagem que aqui utilizei do Porteus Linux para mostrar o Layout BSD (que no Layout SystemV é diferente, utilizando /etc/init.d/serviço) fazendo a afirmação de que eu mencionei que o runlevels do BSDs vão de 0-6 (o que não afirmei em momento algum) então estou postando hoje (lembrando, este artigo foi publicado no dia 26/02/2015 e estou inserido este parágrafo no dia 03/03/2015 ) o manual do Arch Linux que eu já havia postado no vídeo "Não viva de boatos" logo acima, pois assim como o Slackware, essa é outra distribuição que utiliza esse layout para controlar seus serviços. Caso queiram, verifiquem na página 4 para entenderem a diferença entre os dois padrões.
    De opinião própria, o que cada um oferece de melhor seria que o Linux é muito interessante na parte de multi-processamento (invejável), desempenho (invejável também) e virtualização. Enquanto os BSDs são muito bons em Firewall (o firewall do Linux, no caso o Netfilter, também é muito bom, porém os BSDs possuem o firewall mais poderoso do mundo o Package Filter).

    Assim como no mundo Linux, que possui quatro distribuições como principais (apesar que o Arch anda ganhando muita notoriedade): Slackware (forte no aprendizado de Linux bem na essência. Nesse aspecto o LFS também merece esse crédito), Debian (focado na segurança e estabilidade), Redhat (ótimo em soluções empresariais) e Gentoo (forte em otimização de desempenho); os BSDs também possuem quatro principais e cada uma delas voltada á um foco principal. Todas as demais (digamos assim) distribuições BSDs derivam dessas quatro:

Beastie
  • FreeBSD: focada em robustez e eficiência tanto para ambientes tanto de servidores quanto para desktop (hoje portado para várias arquiteturas). Seu lema é "The power to serve" (O poder para servir"). Seu mascote é um demônio chamado Beastie. Esse é o BSD mais utilizado entre todos os outros. 
  • NetBSD: Focada em rodar no maior número de plataformas possíveis tornando-o o OS mais portável do planeta; tanto que seu lema é “Of course it runs NetBSD” (É claro que roda NetBSD!). Roda em tudo essa bagaça.
  • OpenBSD: focado primariamente em segurança e nos tópicos relacionados (forte integração de segurança, criptografia a um nível TOP LEVEL. Esse é o sistema operacional mais seguro do mundo). Seu mascote é um peixe que mais parece... com... um baiacu.
  • DragonFlyBSD Com muitos conceitos inspirados do AmigaOS (que, alias, Mathhew Dillon é conhecido por criar o compilador C DICE no Amiga) e com recursos similares ao do Linux, é focado em proporcionar uma infraestrutura SMP compatível que seja fácil de entender, manter e de desenvolver. Esse foi o que mais utilizei, Então, vou basear a minha experiência nele. Gravei a imagem iso em um pendrive com um simples comando dd conforme descreve no meu manual Caixa de Ferramentas do Unix, criptografa tudo no momento da instalação (dispositivo, filesystem, home... até cansa na hora de bootar e ter que ficar digitando senha, mas garante ótima segurança), utiliza os filesystems UFS ou HAMMER (H.A.M.M.E.R foi desenvolvido pelo próprio Matt Dillon para suportar HDs de 4 teras  ou até storages acima de um exabyte e tem uma pancada de recursos), vem no caso como o FreeBSD (sem interface gráfica). Bom, gostei dele até demais. Uma coisa que Matt Dillon merece crédito foi o fato de ter descoberto bug no processador da AMD onde foi até convocado pela própria AMD para ajudar na correção de tal erro.
    Cada um desses quatro surgiram de alguma forma como fork: o FreeBSD e o NetBSD como fork do 386BSD iniciado como patchkit em 1993; depois o OpenBSD como fork do NetBSD em 1995 devido intrigas internas entre os desenvolvedores; e depois o DragonFlyBSD como fork do FreeBSD em 2003 quando o desenvolvedor do FreeBSD, Matt Dillon  entrou em desacordo com ao comunidade do FreeBSD ao propôr melhorias na parte de clustering no kernel entre outras coisas. Alias, essa é uma coisa que não concordo quando foi dito em outro artigo que traduzi sobre a definição Unix-Like onde afirmaram que os BSDs são clones do UNIX.
Principais distribuições BSD
Principais distribuições BSD

    Os BSDs estão sob a licença chamada... BSD em que reza mais ou menos o seguinte: "Do whatever the hell you want with the code, just give us credit for writing it" (Faça seja o que for que quiser fazer com o código, dê-nos apenas crédito por escrevê-lo). Caso queiram saber mais sobre a diferença entre as licenças, sugiro a leitura do artigo "Definição sobre software livre".

    Todos os BSDs se preocupam com segurança (apesar que cada um tem um nível diferente do outro). Muitos desenvolvedores trabalham em mais de  um sistema.

Diferença de segurança entre OpenBSD e FreeBSD
Diferença de segurança entre OpenBSD e FreeBSD



    Os BSDs possuem uma família de grande também (alguns descontinuados, outros forks e assim segue) que podem ser acompanhados no wikipedia.
 Moral da história, é que eu acho que os dois sistemas devem sempre andar em harmonia e não ficar com diferenças que geram intrigas (não gosto dessas brigas que não levam a nada). Acho que ambos os sistemas deveriam ser mais unidos; ambos cresceriam até mais rápido ao meu ver.

Linux Mint: Forum e ISOs comprometidos

 Conversando com o Ayr Müller Gonçalves do blog MapForum, ele me informou que as ISOs do Linux Mint foi comprometidas tendo backdoors foram injetadas nelas. Confiram aqui a ideia de um projeto que o Ayr me deu para evitar tal problema.

Linux Mint: Forum e ISOs comprometidos

Linux Mint: Forum e ISOs comprometidos


 Bom, pois é, não só as ISOs do projeto que foram hospedados em um servidor da Bulgária sofreram tal ataque, como também o fórum foi comprometido.


 O Ayr teve uma idieia muito interessante. Ele Atualizou uma pesquisa de autenticação das distros em relação as ISOS contendo o tipo de hash:
  • MD5 64
  • SHA1 5
  • SHA2 28
  • SHA5 3
 O Ayr utilizou todas as distros listadas na Distrowatch nessa pesquisa. Seria legal se tivermos o hash das distribuições, mas são 100 distros que o Ayr pegou do distrowatch. O problema é que em cada uma delas tem os diversos sabores de gerenciador de janelas, multiplicado por 4 em media o numero de distros. Algumas das maiores distros tem mais de 10 hashs. É preciso criar uma forma de garantir de uma vez por todas que não haja sequestro de ISOs de servidores. Seria necessário mudar a forma de autenticação.

Então, quem quiser contribuir para essa lista deixando aqui o hash da distro que utiliza, vai acabar contribuindo com esse projeto (agradeçam ao Ayr pela iniciativa):

Mint MD5
Debian SHA1 e SHA2
Ubuntu SHA2
OpenSUSE SHA2
Fedora SHA2
Manjaro SHA2
Mageia MD5
CentOS SHA2
Arch MD5
Android MD5
Zorin MD5
Kali SHA1
PCLinuxOS MD5
LXLE MD5
Puppy MD5
Deepin MD5
LinuxLite MD5
Ubuntu Mate SHA2
Lubuntu SHA2
Elementary MD5
Antix MD5
Slackware MD5
Cub MD5
Tail SHA2
Netrunner MD5
Antergos MD5
Black Lab MD5
Simplicity MD5
FreeBSD SHA2
Xubuntu SHA2
Sabayon MD5
Bodhi MD5
KaOS MD5
Q4OS MD5
Solus SHA2
Steam SHA5
Peppermint MD5
Ultimate Edition MD5
Kubuntu SHA2
ClearOS MD5
Knoppix MD5
Soarkylinux SHA5
Gentoo SHA2
ReactOS MD5
Archbang MD5
RedHat SHA2
Robolinux MD5
TinyCore MD5
Korora MD5
4Mlinux MD5
PCBSD SHA2
Rosa MD5
Makulu MD5
Ubuntu Gnome SHA2
Ubuntu Studio SHA2
Backbox MD5
Chakra MD5
Alpine SHA2
Vector MD5
Scientific SHA2
Pinguy MD5
ZeroLinux MD5
WattOS MD5
CoreOS SHA5
GhostBSD SHA2
Dragon Fly MD5
Siduction SHA2
OpenElec SHA2
Clonezilla MD5
BackArch SHA1
Quirky MD5
Absolute MD5
NixOS SHA2
Neptune MD5
Ubuntu Kylin SHA2
Voyager MD5
Gparted SHA2
Handy Linux MD5
Emmabuntüs MD5
SolydXK MD5
Calculate Linux MD5
OpenBSD SHA2
Oracle Linux SHA1
Salix MD5
Mangaka MD5
Semplice MD5
Parsix MD5
Elive MD5
OpenMandriva MD5
Solaris SHA1
Trisquel MD5
SmartOS ?
Porteus MD5
AV Linux MD5
SliTaz MD5
ExTiX MD5
ZenWalk MD5
WiFiSlax MD5
Tanglu SHA2
Univention MD5


O Recipiente Prêmio Do Pioneiro da Computação de 2014


 Com é "Semana do Linus", resolvi postar este artigo de 2.014 quando Linus ganhou o prêmio de pioneiro da computação.

O Recipiente Prêmio Do Pioneiro da Computação de 2014

  "Pelo desenvolvimento pioneiro do kernel Linux utilizando a abordagem open-source."

Linus Torvalds
Linus Torvalds criou o kernel Linux e supervisiona o desenvolvimento open source do amplamente utilizado sistema operacional Linux.
Torvalds nasceu em 28 de Dezembro de 1969 em Helsinki, Finlândia. Ele se matriculou na Universidade de Helsinki em 1988, graduando com um mestrado em ciência da computação. Sua tese de mestrado (M.Sc. thesis) foi  intitulada Linux: Um Sistema Operacional Portável (Linux: A Portable Operating System).
Um ávido programador, Linus foi autor de muitas aplicações de jogos any gaming em seus primeiros anos. Depois de obter um computador pessoal com um CPU Intel 386, ele começou a utilizar Minix, um sistema operacional inspirado no Unix criado por Andrew Tanenbaum para uso como ferramenta de ensino. Torvalds começou a trabalhar em um novo kernel, mais tarde para ser nomeado "Linux," no outono de 1991 e depois de formar uma equipe de voluntários para trabalhar nesse novo kernel, o lançamento V1.0 na primavera de 1.994.

Em 1.996, Torvalds aceitou um convite de visitar o quartel general da Transmeta na California, uma empresa start-up nos primeiros estágios de desenvolvimento de uma CPU com economia de energia. Torvalds então aceitou um cargo na transmeta e mudou para a Califórnia com sua família. Com o seu trabalho na Transmeta, Torvalds continuou a supervisionar o desenvolvimento do kernel Linux.

Em 2003, Torvalds deixou a Transmeta para focar exclusivamente no kernel Linux, mantido pela Open Source Development Labs (OSDL), um consorcio formado por empresas high-tech companies, nas quais incluem IBM, Hewlett-Packard, Intel, AMD, RedHat, Novell e muitas outras. O propósito do consorcio foi promover o desenvolvimento do Linux development. A OSDL fundiu com Free Standards Group em Janeiro de 2.007 para se tornar The Linux Foundation. Torvalds permanece como a autoridade suprema em que novo código é incorporado ao no kernel Linux padrão.

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