Breve visão sobre o Android em ambiente desktop



 Nota antes de começar o artigo: Esse não é um artigo tentando colocar defeito no Windows. Esse é um artigo que escrevi fazendo uma analise que ocorreu no meu dia a dia.

 Já falado anteriormente sobre os Chromebooks terem superado as vendas dos Macbooks no primeiro quadrimestre de 2.016 e pensando um pouco no Android, resolvi escrever este artigo descrevendo um ambiente que eu acho que seria interessante a atuação do Android.

 Minha inspiração para escrever sobre esse artigo surgiu depois da experiencia de sentar-me em frente a uma máquina com Windows 10. Notei por vezes que a máquina apresentava muita lentidão depois de permanecer ligada no final de semana. O sistema ficava enviando informações para disco o tempo inteiro e se tornava um trabalho de parto até mesmo para poder reiniciar a máquina. Após reiniciar, percebi que tudo voltava ao normal. Foi daí, depois da terceira vez que notei isso acontecendo, que me surgiu a ideia de que o Android seria uma ótima alternativa ao ambiente Desktop.

 Pensei nisso depois de lembrar que meu celular as vezes passa um mês ou mais ligado ininterruptamente. Eu o mantenho ligado para despertar e por fim, eu acabo esquecendo de desligá-lo e tudo continua funcionando normalmente.

 Se notarem, ele não é um bom smartphone para a época que vivemos. Ele possui pouco mais de 400MB de RAM e um processador ARMv6 que ainda por cima é um pouco limitado em recursos.

Informações sobre memória

Informações sobre o processador

 É... sim, sou canguinha. Na verdade eu prefiro usar meu dinheiro em equipamentos para o meu computador do que comprar um smartphone novo (smartphone fica para ultimo caso). Mas o que quero notar aqui é o seguinte fato: Se o Android roda bem em um smartphone antigo como esse, imagina se fosse em um computador com configurações similares a abaixo:

Ok! Observação; sei que são processadores de arquiteturas binariamente diferentes. O processador Intel é X86 (arquitetura CISK) enquanto dos Smartphones são ARM (arquitetura RISK), mas o que quero notar aqui é a questão de clocks, e não de arquiteturas.
 Por fim, o interessante é ele está rodando a quase 300 horas. Quase duas semanas ininterruptas sem o menor problema.

A ultima vez que olhei quando há quanto tempo ele estava ligado foi hoje (dia 03/06/2016)



 Foi daí onde pensei que o Android seria mais uma ótima alternativa ao ambiente Desktop: Funciona bem (gostem os especuladores ou não de ler isso), possui uma ampla gama de aplicativos (hoje temos até jogos como Assassin's Creed Identity e Saint Seya Rebirth para Android :), Fácil (até demais) de utilizar; então, Por que não?

 Está certo, hoje existem versões mais recentes do Android e que consomem muito mais recursos computacionais, mas não é algo exagerado ou assustador. O Android tem um ótimo controle de Memória e de processamento (e de multiprocessamento).

 Seria interessante ver isso acontecer também. Alternativas para o usuário/consumidor final é sempre bom. Haver concorrência sempre é bom, pois isso força os competidores a melhorarem cada vez mais suas soluções.

Mais uma coisa que quero deixar claro; uma vez, debatendo com um amigo sobre o o lançamento do Hurd que na época só possuía suporte a 700MBs de RAM. Ele mencionou que isso demonstrava que ele não precisava de muita RAM para funcionar. Bom neste aspecto o Linux supre muito bem também e até facilmente. Esse smartphone, por exemplo, tem no máximo 400MB e da para fazer o Android rodar com apenas 171MB; então, isso não é um diferencial:


 Deixo  o meu vídeo sobre o Android para quem quiser conferir o assunto. Vejo com frequência pessoas brigando, discutindo e afirmando que Android não é Linux (até mesmo no exterior); então, dei a minha palavrinha sobre o assunto:



Sou analista (bilíngue) de microinformática, professor de inglês, tradutor e interprete.

 Sou também redator no blog Diolinux e um dos tradutores da distribuição Funtoo. Já fiz parte da distribuição IPFire por um tempo também, uma distribuição que gosto muito na parte de administrar o servidor por uma interface web.
 Possuo um manual chamado Caixa de Ferramentas do UNIX traduzido por mim e revisado por mais amigos que abrange tanto Linux (dentre algumas distribuições) quanto Solaris, BSDs, Mac OS X e em alguns momentos o Windows (devido a integração cliente servidor).
 Recentemente estou trabalhando em um manual de migração para Linux.

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