Principio básico do terminal (primeira parte)

 Você abre o terminal no Linux pela primeira vez. Para aonde ir e o que fazer? Por onde começar?
 Não se espante. Neste artigo vou mostrar comandos para você se auto-direcionar sem (quase) não pedir a ajuda de ninguém.




E aê galera, beleza?Desta vez pretendo dar inicio tópicos sobre a utilização de Linux via o terminal de comando (o qual é o meu propósito). Pretendo seguir com comandos que são de comum uso nas distribuições e não somente de uma distribuição específica (mas de vez em quando fugindo a linha). Então se prepare para estudar e vamos para o arrebento.


Antes de iniciar essa maratona, quero fazer uma ressalva a dois lados, o lado de quem utiliza fortemente o terminal e o lado só faz uso da interface gráfica:
  • Aos que utilizam terminal, digo que não censurem a quem não faz o mesmo uso, apelidando aos que utilizam interface gráfica de empurradores de mouse. Linux não é um sistema restrito somente ao uso de terminal de comando. Quem faz isso, afirma que o sistema é limitado (coisa que Linux não é). Lembrem-se que existem pessoas com necessidades e profissões (advogados, músicos, professores e químicos) diferentes. Recentemente gravamos o DioCast com um professor de Geografia e um químico que utilizam Linux.
  • Já aos que não fazem uso de interface gráfica (e que são da área de tecnologia), encorajo-os a descobrir, conhecer e desbravar esse lado do sistema. Pode ser que assim desperte um talento em você.

Talvez você leitor, que deve estar lendo este artigo agora, já conheça os comandos que vou mencionar; mas tive a ideia de dar um inicio através destes para os que estão interessados a dar principio a linha de comandos. Os que abordarei aqui são para que possa obter ajuda do sistema, pois você deve saber aonde está pisando.


 Lembrem-se, fazer uso da lei de RTFM é obrigatório (o hábito da leitura faz toda a diferença antes de sair perguntando a alguém como fazer tal coisa. Então leia, leia, leia e leia; depois leia mais ;).



O primeiro comando que acho interessante conhecerem e explorarem é o comando help. Isso por que é através dele que se terá uma base de direcionamento de onde encontrar comandos e para principiar sua base de conhecimento.
O comando help exibe uma lista de comandos a serem explorados. Essa lista não é completa, pois há muito mais comandos do que isso.






Para saber como tais comandos fornecidos funcionam e para que servem, basta digitar help e o comando da lista apresentada pelo help. Veja na imagem abaixo um exemplo com o comando alias (que é um dos comandos da lista do comando help):



Os comandos que não são encontrados na lista do help podem ser obtidos através do comando info. Lá é possível encontrar uma lista bem maior com comandos disponíveis a serem explorados.




Note que na coluna a direita possui uma descrição do comando. Essa informação também pode ser obtida com o comando whatis.



Esse comando fornece uma breve descrição da utilizado do comando. Basta digitar whatis “nome do comando” como no exemplo abaixo.



Alguns comandos podem não fornecer algum tipo de informação, como é o caso do alias aqui apresentado (pode ser que isso varie de distribuição para distribuição).



Por enquanto eu paro por aqui, galera. Resolvi dividir em duas partes (ou mais) esse mesmo artigo, pois o artigo poderia ficar muito grande. Espero que tenham gostado e que possa servir de orientação a para quem está principiando no terminal. Não deixem de largar um plus se gostaram e de compartilhar. Em breve (mas bem breve mesmo) teremos mais artigos seguindo essa lógica.
 Falow :-)

Sou analista (bilíngue) de microinformática, professor de inglês, tradutor e interprete.

 Sou também redator no blog Diolinux e um dos tradutores da distribuição Funtoo. Já fiz parte da distribuição IPFire por um tempo também, uma distribuição que gosto muito na parte de administrar o servidor por uma interface web.
 Possuo um manual chamado Caixa de Ferramentas do UNIX traduzido por mim e revisado por mais amigos que abrange tanto Linux (dentre algumas distribuições) quanto Solaris, BSDs, Mac OS X e em alguns momentos o Windows (devido a integração cliente servidor).
 Recentemente estou trabalhando em um manual de migração para Linux.

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