O que é Linux: Uma visão geral do sistema operacional Linux.

Sexta-feira, 03 de Abril de 2.009 ás 12:49 |Exclusivo

O que é Linux?

Linux é, em termos mais simples, um sistema operacional. É o software em um computador que habilita as aplicações e o operador do computador acessar os dispositivos no computador e desempenhar funções desejadas. O sistema operacional (sigla OS) transmite instruções de uma aplicação para, por exemplo, o processador do computador. O processador desempenha a tarefa instruída, e então envia os resultados de volta para a aplicação via o sistema operacional.
Explicado nesses termos, Linux é muito similar à outros sistemas operacionais, tal qual o Windows e o OS X.
Mas algo separa Linux de outros sistemas operacionais. O sistema operacional Linux representou um ecossistema de $25 bilhões em 2.008. Desde o seu principio em 1.991, Linux tem crescido para se tornado uma força na computação, Rodando em tudo desde a New York Stock Exchange, mobile phones, à supercomputadores e à dispositivos de consumidores.
Como um sistema operacional aberto, Linux é desenvolvido colaborativamente, significando que nenhuma empresa é unicamente responsável pelo seu desenvolvimento ou pelo seu suporte continuo. Empresas participantes na economia compartilham custos de pesquisa e desenvolvimento com seus parceiros e concorrentes. Essa disseminação de desenvolvimento partilhada entre indivíduos e empresa tem resultado em um ecossistema largo e eficiente e inovação de software não anunciada.
Mais de 1.000 desenvolvedores, ao menos de 100 diferentes empresas, contribuem para cada lançamento (release) do kernel. Somente nos últimos dois anos, mais de 3.200 desenvolvedores de 200 empresas contribuíram para o kerel-- ao qual é apenas um pequeno pedaço de uma distribuição Linux.
Esse artigo explorará os vários componentes do sistema operacional Linux, como eles são criados e funcionam juntos, as comunidades do Linux, e o impacto incrível do Linux no ecossistema de IT.


aonde está o Linux?

Uma das mais notáveis propriedades do Linux é aonde ele pode ser utilizado. Windows e OS X são predominantemente encontrados em dispositivos de computação pessoal como computadores desktop e laptop. Outros sistemas operacionais, como o Symbian, são encontrados em pequenos dispositivos como telefones e PDAs, enquanto mainframes e supercomputadores encontrados nos maiores laboratórios acadêmico e corporativo utilizam sistemas operacionais especializados como o AS/400 e o Cray OS.
Linux, que iniciou sua existência como um sistema operacional para servidores e tem se tornado útil como um sistema operacional para desktop, pode também ser utilizado em todos esses dispositivos. De relógios de pulso a supercomputadores‚é a descrição popular das compatibilidades do Linux.
Uma lista abreviada de alguns dos dispositivos eletrônicos populares que Linux é utilizado hoje inclui:

Dell Inspiron Mini 9 and 12

Garmin Nuvi 860, 880, and 5000

Google Android Dev Phone 1

HP Mini 1000

Lenovo IdeaPad S9

Motorola MotoRokr EM35 Phone

One Laptop Per Child XO2

Sony Bravia Television

Sony Reader

TiVo Digital Video Recorder

Volvo In-Car Navigation System

Yamaha Motif Keyboard
Esses são apenas os exemplos mais recentes dos dispositivos baseados em Linux disponíveis para consumidores em todo o mundo. Esse número real de itens numera-se em milhares. A Linux Foundation está construindo uma base de dados centralizada que listará todos os produtos Linux-based oferecidos atualmente, tão bem quanto arquivar esses dispositivos que atuaram como dispositivos moveis pioneiros Linux-based.


O Futuro do Linux

Linux já é um sucesso em muitos tipos diferentes de dispositivos, mas há também muitas áreas tecnológicas onde Linux está avançando, mesmo com o desenvolvimento para desktop e servidores continue a crescer mais rápido do que qualquer outro sistema operacional hoje.
Linux está sendo instalado na BIOS de sistema de computadores laptop e notebook, que possibilitarão os usuários a ligar seus dispositivos em questão de segundos, carregando um sistema Linux com ambiente simplificado. Esse ambiente terá ferramentas de conectividade com a Internet tal como um web browser e um cliente de e-mail, permitindo os usuários trabalhar na internet sem ter que bootar todo o caminho dentro do sistema operacional primário do dispositivo--mesmo se esse sistema operacional for Windows.
Ao mesmo tempo, Linux está aparecendo nos dispositivos moveis para internet [mobile Internet devices (MIDs)]. Isso inclui dispositivos embarcados como smartphones e PDAs, tão bem quanto dispositivos netbook--pequenas maquinas laptop-type que caracterizam a funcionalidade central das suas maiores contrapartidas em um menor, mais eficiente pacote.
O crescimento da computação em nuvem (cloud computing) é um encaixe natural para Linux, que já roda muitos dos servidores web da internet. Linux possibiliza os serviços de nuvem como o Amazon's A3 funcionar com compacidade de entregar aplicações online e informações aos usuários.
Relacionado ao crescimento do Linux na computação em nuvem é o sucesso bem conhecido do Linux em supercomputadores, ambos nas áreas de computação de alta desempenho [high-performance computing (HPC)] e de alta disponibilidade [high-availability (HA)], onde pesquisas acadêmicas em física e bioengenharia, e empresa nas finanças e industrias de energia necessitam de poder de computação confiável e escalável realizar seus objetivos.
Muitos do serviços Web 2.0 na internet, coomo o Twitter, Linked In, YouTube, e Google todos confiam no Linux como seu sistema operacional. Como novos serviços chegam no futuro, Linux cada vez mais será a plataforma que dirige essas novas tecnologias.


O nascimento do Linux

No dia 25 de Agosto 25 de 1.991, um estudante de ciências da computação Finlandes chamado Linus Torvalds faz o seguinte anuncio ao grupo Usenet comp.os.minux:
Estou fazendo um sistema operacional (livre) (somente um hobby,
não será grande e profissional como o gnu) para clones AT
386(486). Ele está amadurecendo desde abril, e está
começando a ficar pronto. Eu gostaria de qualquer feedback nas coisas
que as pessoas não/gostam no minix, já que meu OS se assemelha a ele
um pouco (mesmo layout físico do file-system
(deviso a rasões práticas) (entre outras coisas).
O Minix que Torvalds se referiu é um variante do sistema operacional UNIX, utilizado como linha de comando por ele o sistema operacional livre que ele queria rodar nos PCs baseado na arquitetura x86 da época. GNU‚ refere-se ao conjunto de ferramentas GNU (GNU Is Not Unix) primeiramente unidas por Richard Stallman em 1.983. UNIX, o sistema operacional que iniciou tudo isso, teve suas origens nos antigos laboratórios da Bell Labs nos principio dos anos 60.
Torvalds construiu o núcleo do sistema operacional Linux, conhecido como o kernel. Um kernel sozinho não se torna um sistema operacional, mas as ferramentas GNU do Stallman eram de um projeto para criar um sistema operacional também--um projeto que estava faltando um kernel para tornar o sistema operacional de Stallman completo. A mescla de Torvalds entre as GNU com o kernel Linux marcou o inicio do sistema operacional Linux como é conhecido hoje.
Linux está de muitas maneiras somente no começo do seu potencial, mesmo que ele tenha desfrutado tremendo sucesso desde a primeira solicitação de ajuda do Torvalds em 1991.
Linux tem ganhado forte popularidade ente os desenvolvedores do UNIX, que gostam dele por sua portabilidade para muitas plataformas, sua semelhança com o UNIX, e sua licença de software livre. Por volta da virada do século, vários desenvolvedores começaram a distribuir o Linux, incluindo VA Linux, TurboLinux, Mandrakelinux, Red Hat, e SuSE GMbH. A decisão 2000 da IBM de investir $2 bilhões no desenvolvimento do Linux e em vendas foi um evento significantemente positivo para o crescimento do Linux.
Hoje, Linux é uma industria multi-billionária (em dólares), com empresa e governos em torno do mundo levando vantagem da segurança e flexibilidade do sistema operacional. Milhares de empresa utilizam Linux uso diário (day-to-day), atraídos pelo baixos custos de licenças e suporte. Governos em torno do mundo estão implantando Linux para economizar dinheiro e tempo, com alguns governos comissionando sua próprias versões de Linux.
O grupo de analista do IDC tem projetado que Linux será um negócio de $49 bilhões de até 2011, e há muitas indicações no market que isso imagem será alcançado.


O Código

Linux também é impar de outros sistemas operacionais em que ele não tem um único dono. Torvalds ainda gerencia o desenvolvimento do kernel Linux, mas desenvolvedores comerciais e privados contribuem com outros software para fazer todo o sistema operacional linux.
Nessa seção, as partes do sistema operacional Linux serão analisadas.

O Kernel

Todos os sistemas operacionais possuem kernels, construídos em torno da metáfora arquitetônica de que deve existir um conjunto central de instruções para direcionar dispositivo de hardware, cercador por várias camadas modulares de funcionalidade. O kernel Linux é único e flexível por que ele é também modular por natureza.
Modularidade é desijavel por que permite que os desenvolvedores retirar partes do kernel que eles não precisam utilizar. Typicamente um kernel menor é um kernel mais rápido, por que ele não está rodando processos que não precisa.
Se uma desenvolvedora quiser que uma versão de Linux rode em um celular, ela não precisa das funcionalidades do kernel que lidá com drives de disco, dispositivos de Ethernet, ou telas de monitores grandes. Ela pode retirar essa peças (e outras), deixando apenas o kernel otimizado para uso do celular.
 


O kernel do sistema operacional Window (que poucas pessoas fora da Microsoft são permitas olhar sem pagar por privilegio) é uma peça de código solidamente conectada, incapaz de ser facilmente quebrado em pedaços. É difícil (se não impossível) aparar o kernel Windows para ajustar em um celular ou smartphone.
Essa modularidade é significante para o sucesso do Linux. A habilidade de reduzir (ou ampliar) para encontrar as necessidades de uma plataforma especifica é uma vantagem grande sobre outros sistemas operacionais embaraçados apenas a poucas plataformas possíveis.
Modularidade também gera efeito de estabilidade e segurança. Se acontece de falhar uma peça do kernel, o resto não irá colidir (crash). Similarmente, um ataque ilícito em uma parte do kernel (ou o resto do sistema operacional) pode embaraçar aquela parte do código, mas não deve comprometer a segurança de todo o dispositivo.

O sistema operacional

Desenvolvedores precisam de ferramentas especiais (como compiladores e linhas de comando encontradas no GNU) para escrever aplicações que podem conversar com o kernel. Eles também precisam de ferramentas e aplicações que tornam fáceis aplicações acessar o kernel depois que a aplicação for escrita e instalada.
Esse conjunto de ferramentas, combinados com um kernel, é conhecido como o sistema operacional. É geralmente a camada mais lenta do software do computador que é acessível pelo usuário mediano. Usuários gerais acessam o sistema operacional quando acessam a linha de comando.
Linux fornece ferramentas poderosas com qual escreve-se suas aplicações: ambiente para desenvolvedores, editores, e compiladores são projetadas para levar o código dos desenvolvedores e converte-lo para algo que possa acessar o kernel e realizar as tarefas.
Como o kernel, o sistema operacional Linux é também modular. Desenvolvedores podem obter e escolher as ferramentas de operação para fornecer aos usuários e desenvolvedores um novo saber de Linux projetado para agrupar tarefas específicas.

Os ambientes

As janelas, menus, e caixas de dialogo que muitas pessoas imaginam como parte do sistema operacional são na verdade camadas separadas, conhecidas como sistema de janelas (windowing system) e o ambiente de área de trabalho (desktop environment).
Essas camadas fornecem interface grafica [human-oriented graphical user interface (GUI)] que possibilitam os usuários facilmente trabalhar com as aplicações no sistema operacional e as aplicações terceiras (third-party applications) serem instaladas no sistema operacional.
No Linux, Há um monte de escolhas para a qual sistema de janelas e ambiente de área de trabalho podem ser utilizadas, algo que o Linux permite aos usuários decidirem. Isso não pode ser feito no Windows e é difícil fazer isso no OS X.
Como o sistema operacional e o kernel, há ferramentas e bibliotecas de código disponíveis que permitem desenvolvedores de aplicações mais facilmente trabalhar com esses ambientes (ex., gtk+ para GNOME, Qt para KDE).

As Aplicações

Sistemas operacionais tem dois tipos de aplicações: Aquelas que são componentes essenciais do sistema operacional em si, e aquelas que os usuários instalarão mais tarde. Sistemas operacionais fechados, como Windows e OS X, não permitirão aos usuários (ou desenvolvedores) escolher e obter as aplicações de componentes essenciais que eles querem utilizar. Desenvolvedores do Windows devem utilizar o compilador da Microsoft, sistemas de janelas, e assim por diante.
Desenvolvedores de aplicações Linux tem um maior conjunto de escolhas para desenvolver suas aplicações. Isso permite mais flexibilidade para construir uma aplicação, mas isso significa mesmo que um desenvolvedor precisará decidir qual componentes Linux utilizar.

As Distribuições

Essa é a camada mais alta do sistema operacional Linux: o container para todas as camadas supracitadas. Uma criador de uma distribuição tem que decidir qual kernel, ferramentas de sistema operacional, ambientes, e aplicações incluir e aprontar para os usuários.
Distribuições são mantidas por entidades de indivíduos privados e comerciais. Uma distribuição pode ser instalada utilizando um CD que contem software especifico da distribuição para instalação e configuração inicial do sistema. Para os usuários, distribuições mais populares oferecem sistemas de gerenciamento de aplicações maduras que permitem aos usuários buscar, encontrar, e instalar novas aplicações com apenas alguns cliques do mouse.
Há, pela ultima conta, mais de 350 distribuições distintas do Linux.


Licenciamento

O código é contribuído para o kernel Linux sob um número de licenças,mas todo código deve ser compatível com a versão 2 do GNU General Public License (GPLv2), que é a licença cobrindo o a distribuição do kernel como um todo. Na prática, isso significa que todas as contribuições de código são cobertas tanto pela GPLv2 (com, opcionalmente, idioma permitindo distribuição sob versões posteriores da GPL) ou a licença three-clause BSD. Quaisquer contribuições que não sejam cobertas por uma licença compatível não serão aceitas no kernel.
Atribuições a direitos autorais não exigidas (ou solicitadas) para o código contribuído para o kernel. Todo código fundido no mainline kernel conserva seu proprietário original; como um resultado, o kernel agora tem milhares de proprietários.
Uma aplicação dessa estrutura de propriedade é que qualquer tentativa de alterar o licenciamento do kernel está condenada à quase certeza de falhar. Há poucos cenários práticos onde o acordo de todos os detentores de direitos autorais puderam ser obtidos (ou seu código pode ser removido do kernel). Então, em particular, não há prospecto de migração para a versão 3 da GPL em um futuro previsível.
É imperativo que todo código contribuído para o kernel seja legitimamente software livre (free software). Por essa rasão, código contribuidores de anônimos (ou pseudônimos) não serão aceitos. É exigido que todos os contribuidores "assinem (sign off)" no seu código, declarando que o código pode ser distribuído com o kernel sob a GPL. O código que não tem sido licenciado como software livre pelo seu proprietário, ou que coloca em risco criando problemas relacionados a direitos autorais (copyright-related) para o kernel (como código que deriva de esforços de engenharia reversa (reverse-engineering) faltando as devidas salvaguardas) não podem ser contribuídos.
Perguntas a respeito de questões de direitos autorais são comuns nas listas de e-mail (mailing lists) do desenvolvimento do Linux. Tais perguntas normalmente não receberão escassez de respostas, mas a pessoa deve ter em mente que as pessoas respondendo as essas perguntas não são advogados e não podem fornecer conselho legal. Se você tem perguntas legais relacionando ao código fonte do (Linux source code), não há substituto por falar com um advogado que entenda esse campo. Confiar nas resposta obtidas nas mailing lists técnicas é um negócio arriscado.

Comunidade

As comunidades Linux vem em duas formas básicas: comunidades de desenvolvedores e de usuários.
Um dos recursos mais convenientes de Linux é que ele é acessível a desenvolvedores; qualquer um habilidades necessárias pode melhorar o Linux e influenciar a direção do seu desenvolvimento. Produtos Proprietários não podem oferecer esse tipo de abertura, a qual é uma característica do processo de software livre.
Comunidades de desenvolvedores podem se voluntariar para manter e apoiar as distribuições, como projetos Debian ou Gentoo. Novell e Red hat também apoiam versões de comunidades dirigidas dos seus produtos, openSUSE e Fedora, respectivamente. Os melhoramentos para essas distros comunidade são então incorporadas nos produtos de servidores comerciais e desktop dessas empresas.
O kernel Linux em si é primeiramente mantido por sua comunidade de desenvolvedores tão bem quanto um dos maiores e mais ativos projetos de software livre na existência. Um ciclo de desenvolvimento de três meses do kernel pode envolver mais de 1000 desenvolvedores trabalhando para mais de 100 empresas diferentes (ou para empresa alguma).
Com o crescimento do Linux vem um crescimento de número de desenvolvedores (e empresas) desejando participar nesse desenvolvimento. Fornecedores de Hardware querem assegurar que Linux tem suporte aos seus produtos também, tornando esses produtos atrativos aos usuários de Linux. Fornecedores de sistemas Embarcados, que utilizam Linux como um componente em um produto integrado, querem que o Linux seja tão capaz e bem adequado à sua tarefa na mão quanto possível. Distribuidores e outros fornecedores de software que baseiam seus produtos em Linux tem um claro interesse na capacidade, desempenho, e confiabilidade do kernel Linux.
Outras comunidades de desenvolvedor foca em aplicações em ambientes diferentes que rode no Linux, como o Firefox, OpenOffice.org (Nota do tradutor: hoje temos o LibreOffice e o Apache OpenOffice.), GNOME e KDE.
Usuários finais, também, podem fazer contribuições valiosas para o desenvolvimento do Linux. Com comunidades online como a Linux.com, LinuxQuestions, e as muitas e variadas comunidades hospedadas por distribuições e aplicações, a base de usuários Linux é frequente um guia sincero, geralmente defensor positivo para o sistema operacional Linux.
A comunidade Linux não é somente uma presença online. Grupos locais conhecidos como Linux Users Groups (LUGs) frequenmente se encontram para discutir questões em relação ao sistema operacional Linux, e prove outros and proporciona aos usuários locais demonstrações livres, treinamentos, suporte técnico, e installfests.

Desenvolvimento

Linux é um sistema operacional que é constituído de linguagens de desenvolvimento diferentes. Um enorme percentual do código de distribuições é escrito ou na linguagens C (52.86%) ou C++ (25.56%). Todo o resto do código cai para percentuais de dígitos únicos, com Java, Perl, e Lisp completando o resto da top 5 linguagens.
O kernel Linux em si tem uma presença mais dominante em C, com mais de 95 porcento do do código do kernel escrito nessa linguagem. Mas outras linguagens compõem o kernel também, tornando-o mais heterogêneo do que outros sistemas operacionais.
A comunidade do kernel tem envolvido seus próprios meios distintos de operar que a permite funcionar suavemente (e produzir um produto de alta qualidade) em um ambiente aonde milhares de linhas de código estão sendo alteradas todos os dias. Isso significa que o processo de desenvolvimento do kernel Linux diferencia enormemente dos métodos de desenvolvimento proprietário.
O processo de desenvolvimento do kernel pode ser deparado como estranho e intimidante para os novos desenvolvedores, mas há boas rasões e experiencias solidas por trás disso. Um desenvolvedor que não entende os os meios das comunidade do kernel (ou, pior, que tenta desrespeitá-los ou burlá-los) terá uma experiencia frustrante no seu fornecimento (store). A comunidade de desenvolvimento, enquanto for útil à aqueles que estão tentando aprender, tem pouco tempo para aqueles que não ouvirão ou que não se importam com o processo de desenvolvimento.
Enquanto muitos desenvolvedores do Linux as ferramentas baseadas em texto como o Emacs ou o Vim para desenvolver seu código, o Eclipse, Anjuta, e Netbeans todos proveem ambientes integrados mais robustos para o Linux.


O negócio do Linux

Em 2008, o analista da IDC Al Gillen citou uma taxa de crescimento anual para a industria Linux próximo, que poe uma tecnologia $21 bilhões em 2007 à $49 bilhões em 2011. As empresas envolvidas no Linux incluem as industrias lideres como IBM, Fujitsu, Hewlett-Packard, Oracle, Intel, Hitachi, NEC, e Novell. Todas tem investido tempo, talento, e recursos para o melhoramento do Linux por si próprias e através da Linux Foundation.
Se o Linux é livre de custo, como uma empresa Linux gera receita?
Como exemplo de como um negócio Linux funciona: Enquanto quase todo o código da distribuição Linux está disponível para download de graça, o tempo e custo envolvido na verdade em baixar todo o código e juntar tudo em uma maneira coesiva e funcional é significantemente alta.
Para evitar desperdício de tempo e a curva de aprendizado necessário para realizar tal tarefa, usuários podem simplesmente pagar para um fabricante de uma distribuição pela comodidade de não ter que construir um Linux livre do início (free Linux from scratch). Usuários de negócios e individuais se beneficiam da especialidade dos distribuidores de colocarem todo o código livre do Linux em um conjunto de pacotes fáceis de utilizar (easy-to-use set of packages).
Uma outra fonte de receita para as empresa é suporte comercial para o linux ongoing. De fato, algumas distribuições permitirão aos usuários baixar seu software, livre de despesa e construir seu modelo de receita inteiro em cima de um plano de serviços e suporte empresarial.
Linux é uma plataforma que pode gerar recita, tudo enquanto for livre. Clientes ganham o conhecimento que eles estão pagando diretamente pelo suporte e conveniência, e sempre terão a escolha de quais sistemas Linux funcionarão melhor para si.

Getting Started

Para informações gerais de Linux, visite http://www.linux.com.
Para vídeo tutoriais e informações, visite http://video.linuxfoundation.org
Para conhecimento e info em desenvolvimento para Linux, verifique a rede de desenvolvedores de Linux em http://ldn.linuxfoundation.org
Para aprender mais sobre os negócios de Linux e a fundação Linux (Linux Foundation), pare em http://linuxfoundation.org.
Se você estiver interessado em atender eventos ao vivo sobre Linux e tecnologias relacionadas, visite http://events.linuxfoundation.org e http://www.diolinux.com.br/search/label/DioCast.

Fonte: Linux.com

Licença Creative Commons
O que é Linux: Uma visão geral do sistema operacional Linux. dehttps://plus.google.com/+gabrielsilveiraCosta/posts está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.
Baseado no trabalho disponível emhttp://tocadotux.blogspot.com.br/2014/10/o-que-e-linux-uma-visao-geral-do.html.
Podem estar disponíveis autorizações adicionais às concedidas no âmbito desta licença emhttp://creativecommons.org/licenses/.

Sou analista (bilíngue) de microinformática, professor de inglês, tradutor e interprete.

 Sou também redator no blog Diolinux e um dos tradutores da distribuição Funtoo. Já fiz parte da distribuição IPFire por um tempo também, uma distribuição que gosto muito na parte de administrar o servidor por uma interface web.
 Possuo um manual chamado Caixa de Ferramentas do UNIX traduzido por mim e revisado por mais amigos que abrange tanto Linux (dentre algumas distribuições) quanto Solaris, BSDs, Mac OS X e em alguns momentos o Windows (devido a integração cliente servidor).
 Recentemente estou trabalhando em um manual de migração para Linux.

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