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Android, uma boa alternativa ao desktop Window



 Nota antes de começar o artigo: Esse não é um artigo tentando colocar defeito no Windows. Esse é um artigo que escrevi fazendo uma analise que ocorreu no meu dia a dia.

 Já falado anteriormente sobre os Chromebooks terem superado as vendas dos Macbooks no primeiro quadrimestre de 2.016 e pensando um pouco no Android, resolvi escrever este artigo descrevendo um ambiente que eu acho que seria interessante a atuação do Android.

 Minha inspiração para escrever sobre esse artigo surgiu depois da experiencia de sentar-me em frente a uma máquina com Windows 10. Notei por vezes que a máquina apresentava muita lentidão depois de permanecer ligada no final de semana. O sistema ficava enviando informações para disco o tempo inteiro e se tornava um trabalho de parto até mesmo para poder reiniciar a máquina. Após reiniciar, percebi que tudo voltava ao normal. Foi daí, depois da terceira vez que notei isso acontecendo, que me surgiu a ideia de que o Android seria uma ótima alternativa ao ambiente Desktop.

 Pensei nisso depois de lembrar que meu celular as vezes passa um mês ou mais ligado ininterruptamente. Eu o mantenho ligado para despertar e por fim, eu acabo esquecendo de desligá-lo e tudo continua funcionando normalmente.

 Se notarem, ele não é um bom smartphone para a época que vivemos. Ele possui pouco mais de 400MB de RAM e um processador ARMv6 que ainda por cima é um pouco limitado em recursos.

Informações sobre memória

Informações sobre o processador

 É... sim, sou canguinha. Na verdade eu prefiro usar meu dinheiro em equipamentos para o meu computador do que comprar um smartphone novo (smartphone fica para ultimo caso). Mas o que quero notar aqui é o seguinte fato: Se o Android roda bem em um smartphone antigo como esse, imagina se fosse em um computador com configurações similares a abaixo:

Ok! Observação; sei que são processadores de arquiteturas binariamente diferentes. O processador Intel é X86 (arquitetura CISK) enquanto dos Smartphones são ARM (arquitetura RISK), mas o que quero notar aqui é a questão de clocks, e não de arquiteturas.
 Por fim, o interessante é ele está rodando a quase 300 horas. Quase duas semanas ininterruptas sem o menor problema.

A ultima vez que olhei quando há quanto tempo ele estava ligado foi hoje (dia 03/06/2016)



 Foi daí onde pensei que o Android seria mais uma ótima alternativa ao ambiente Desktop: Funciona bem (gostem os especuladores ou não de ler isso), possui uma ampla gama de aplicativos (hoje temos até jogos como Assassin's Creed Identity e Saint Seya Rebirth para Android :), Fácil (até demais) de utilizar; então, Por que não?

 Está certo, hoje existem versões mais recentes do Android e que consomem muito mais recursos computacionais, mas não é algo exagerado ou assustador. O Android tem um ótimo controle de Memória e de processamento (e de multiprocessamento).

 Seria interessante ver isso acontecer também. Alternativas para o usuário/consumidor final é sempre bom. Haver concorrência sempre é bom, pois isso força os competidores a melhorarem cada vez mais suas soluções.

Mais uma coisa que quero deixar claro; uma vez, debatendo com um amigo sobre o o lançamento do Hurd que na época só possuía suporte a 700MBs de RAM. Ele mencionou que isso demonstrava que ele não precisava de muita RAM para funcionar. Bom neste aspecto o Linux supre muito bem também e até facilmente. Esse smartphone, por exemplo, tem no máximo 400MB e da para fazer o Android rodar com apenas 171MB; então, isso não é um diferencial:


 Deixo  o meu vídeo sobre o Android para quem quiser conferir o assunto. Vejo com frequência pessoas brigando, discutindo e afirmando que Android não é Linux (até mesmo no exterior); então, dei a minha palavrinha sobre o assunto:



Whatsapp com criptografia?


 Ontem a noite eu recebi uma notificação do Whatsapp que era necessário receber uma atualização (fazia um bom tempo que não recebia atualizações do Whatasapp, mas beleza, eu supero isso). Por fim, cheguei em casa e coloquei a jabiraca para atualizar. Resultado?

 Concluída a atualização, abri o Whatsapp fiquei com cara de decepção ao ver o que a atualização oferecia. E o resultado foi a mensagem logo abaixo dos chats:

Criptografia no Whatsapp...
 Bom, tudo bem, não havia razão para isso; afinal, esse é um recurso que o Whatsapp ainda não possuía. Mas isso me aconteceu talvez por já estar tão acostumado a ver este recurso dentro do Telegram que para mim não foi nada de impressionante. Fora que o mesmo recurso no Telegram é bem mais interessante.

É desta forma que são criados os chats secretos (criptografados) no Telegram.
É desta forma que são criados os chats secretos (criptografados) no Telegram.

 Existem muitos outros recursos no Telegram que (assim acredito eu) foram copiados pela equipe do Whatsapp. Um dos primeiros que eu havia notado foi o poder utilizar o chat via browser

 Quando comecei a utilizar este recurso no Telegram, eu achei isso muito rico e muito interessante. Você simplesmente loga após fornecer o e-mail (ou número de telefone) e tudo fica sincronizado (todas as mensagens que você recebe através do aplicativo aparecerão no navegador e vice versa). Com o tempo esse recurso apareceu para Whatsapp mas... Eu detestei. Se o smartphone perde conexão, o navegador também perde; daí eu tinha  sempre que ficar cuidando para que o meu smartphone ficasse sempre conectado (horrível ter que ficar dando atenção ao smartphone só para isso).

Sem necessidade de passar seu número de telefone

 Outro ponto relacionado a segurança (que inclusive aparece nesta mesma imagem) é o fato de não ser necessário passar o número de telefone para outras pessoas. Elas podem te encontrar pelo nome de usuário (exemplo o meu: @Tocadotux). Uma mão na roda isso.

Sticker mais animados

 Mais um que que notei que o Whatsapp copiou foi os stickers (mas os do Telegram mais uma vez estão bem melhores ;)
 Quando clico no thumbup por exemplo, aparece o tux, o beasty do FreeBSD, o logo o Debian e muitos outros.

Multimedia

Na parte de multimédia e que pode ser útil para muitos (ou não) é o seu player flutuante. Você pode assistir um vídeo em tela cheia como de costume, mas é possível também reduzir o tamanho do vídeo e continuar fazendo outras coisas como bater papo (é possível até mesmo escolher aonde o vídeo vai ser posicionado na sua tela ;) Reparem o vídeo abaixo:





 

 Ainda dentro de multimédia; quando recebemos mensagem de voz podemos ouvi-las todas sequencialmente bastando dar o play em uma só das mensagens (não precisamos esperar uma mensagem acabar para depois ouvir a outra). Legal disso é que podemos ouvir as mensagens de voz e ir ir para outro chat.

 Bom, por fim, não estou escrevendo este artigo para mostrar que o Telegram é superior ao Whatsapp, mas como que um projeto de código aberto contribui muito para o avanço até mesmo dos proprietários. O fato do código fonte do Telegram estar disponível livremente facilita para que recursos sejam até mesmo copiados para o Whatsapp ou a quaisquer outros aplicativos da mesma linha (ou de outras linhas). Se não, seria necessário maior investimento financeiro e muito tempo em pesquisas para descobrir como escrever tais recursos (e por essa razão eu acho interessante as empresas contribuírem para os projetos open source. Se são beneficiadas com o open source, por que não contribuir?).

 Isso acontece também no Windows até em épocas remotas. Há muitos recursos do Linux que a Microsoft copiou para o Windows:
  • O botão de ejetar com segurança (sempre menciono isso)
  • Multi-tarefa e multi-usuário
  • Instalar programas sem precisar reiniciar (apesar que ainda existem ocasiões que o Windows é obrigado a reiniciar para concluir a instalação)
  • Acesso a rede
  • A GUI do Windows 10 é uma cópia do KDE Plasma (o Windows 8 me lembrou o Gnome ou o Unity)
 Tenho um artigo chamando "As incríveis vantagens proporcionadas pelo software livre e de código aberto" e pensei em escrever esse até mesmo como uma emenda para mostrar mais uma vantagem que o software livre e de código aberto proporciona a indivíduos e empresas.


 Há muitos outros recursos no Telegram que não descrevi aqui como editar mensagens enviadas (sim, podemos editar as mensagens enviadas e esquecer o esquema de enviar uma mensagem com *), excluir mensagens enviadas (e não notificar para o destinatário), tema escuro e muitos outros; mas acho que esses estão de bom tamanho. Bora instalar o Telegram e viver mais feliz.

Controlando o seu desktop a partir de um smartphone ou tablet

Uma forma simples e muito útil de como obter um mouse e teclado a partir de um dispositivo móvel. Ontem o Tales postou uma dica muito interessante de como controlar o seu desktop via smartphone ou tablet que achei muito interessante compartilhar com vocês. Confiram só essa =)


HarmonyOS - O sistema operacional que visa substituir o Android

HarmonyOS - O sistema operacional que visa substituir o Android
HarmonyOS - O sistema operacional que visa substituir o Android

 Martin Děcký, um dos autores do sistema operacional HelenOS e que trabalha para a Huawei em um sistema operacional que pretende ser o substituto completo do Android. Em Junho de 2021, Martin concedeu uma entrevista para o site Checo lupa.cz dando uma visão sobre o sistema operacional HongMeng OS e sua relação com o HarmonyOS.

Martin Děcký, um dos autores do sistema operacional HelenOS e do HongMeng OS.
Martin Děcký, um dos autores do sistema operacional HelenOS e do HongMeng OS.

 HongMeng OS é um sistema operacional com seu próprio microkernel que não tem nada a ver com Linux ou base de código de  qualquer outro sistema e que teve seu inicio de desenvolvimento em 2017. Ele tem várias iterações internas e uma terceira transcrição está sendo trabalhada. Martin começou a trabalhar na certificação de segurança deste sistema e alguns de seus colegas começaram a trabalhar em um hipervisor.
Para mim e para a maioria dos meus colegas, o HelenOS foi um projeto que nos moldou em termos de conhecimento e de orientação geral de nossas carreiras. É uma parte fundamental da minha vida profissional. É por isso que lamento que o HelenOS esteja atualmente em uma fase lenta e estou dedicando muito mais tempo e energia a outros sistemas de microkernel.
 Por volta de 2018, o nome do sistema foi alterado para HarmonyOS para melhor adoção no mercado ocidental e a empresa anunciou publicamente que o objetivo era que o HongMeng OS / HarmonyOS era substituir o Android nos smartphones da empresa e ao mesmo tempo ser utilizado em seus navegadores, roteadores, BTS e muito mais. estranhamente depois a empresa decidiu comunicar o sistema sob o nome HarmonyOS e que não tem nada a ver com o HongMeng OS original. HarmonyOS 1.0 é um sistema construído sob o núcleo LiteOS em tempo real enquanto a versão 2.0 do HarmonyOS 2.0 é basicamente Linux mais parte de código aberto do Android mais add-ons internos da empresa.

LiteOS
LiteOS

 O HongMeng OS ainda está evoluindo e há um plano de que ele será o substituto definitivo para o Android.
"Um sistema operacional multiservidor de microkernel é composto de pequenos componentes isolados, cada um executando em um espaço de endereço separado e assim por diante. Esta é uma arquitetura adequada para verificação formal, certificação ou execução em   situações de segurança  e  missão crítica . A sobrecarga associada à comunicação de componentes isolados anda de mãos dadas com isso. Existem cenários, como um smartphone, em que os componentes são um pouco mais monolíticos. Arquitetura flexível significa ter um mecanismo que pode modificar um sistema de componentes e sua arquitetura de modo que durante a implantação seja possível   juntar componentes do espaço do usuário e movê-los de lá para o kernel e assim por diante."
"Há algum tempo, tem havido um esforço para pelo menos unificar os garfos internos do kernel Linux no projeto HULK, o Huawei Unified Linux Kernel, para que tenhamos uma base de código Linux unificada."
 Então, já que a galera está gostando de especular muito sobre o Fuschia, aqui está mais um sistema operacional que irá concorrer com  o Android.

Linus Torvalds disponibiliza o "Razoavelmente Grande" kernel Linux 4.6

Linus nomeou o kernel 4.6 "Charred Weasel" em homenagem ao pobre animal que recentemente pereceu depois roer os fios elétricos de um acelerador de partículas.
Linux kernel 4.6 “Charred Weasel” has a number of interesting changes.
Imagem sob licença Creative Commons Zero

Linus Torvalds disponibiliza o "Razoavelmente Grande" kernel Linux 4.6


Linus Torvalds disponibilizou no dia 15 a versão estável do kernel Linux 4.6. Esse release veio dois meses depois da versão anterior, a versão 4.5, depois de sete candidatos a lançamento.
“O kernel 4.6 em um todo foi um lançamento razoavelmente grande - mais commits do que já tivemos em algum tempo,” Torvalds escreveu nas notas de lançamento na mailing list LKML. “Mas isso tudo pareceu muito calmo fora isso.”
 O kernel Linux 4.6 “Charred Weasel” vem com suas razoáveis mudanças. Muitos usuários final notarão as melhoras no desempenho no controle de temperatura de seus laptops, por exemplo, porque essa versão fecha um bug bastante sério que causava thermal throttling em alguns modelos de laptops da Lenovo. Suport para laptops Dell, incluindo sua linha gaming machines Alienware também foram melhoradas.
Máquinas embarcadas também foram alavancadas com o suporte deo 13 novos SocS baseados em ARM. Esse SoCs inscluem ARM da Allwinner, LG, Qualcomm, e Broadcom dentre outros fabricantes. Dispositivos que verão uma melhoras de suporte para suas placas incluem diversos roteadores WiFi, o smartphone Nexus 7 e o nano-computador Raspberry Pi.
Continuando no tópico de Linux para ARM, suport para a arquitetúra ARM de 64-bit ARM está prosseguindo bem. reforço no desempenho e novo recurso tomaram rumo no atual kernel, que também agora possui suporte, dentre outras coisas, o half-precision floating point format para números binários.
Uma outra arquitetura a caminho de possuir suporte pelo kernel é a linha dos novos processadores Power9. Esse hardware é tipicamente construído em servidores high-end e, embora o Power8 e versões anteriores possui suporte total pelo kernel, o Power9 permanece em muito mais progresso. No entanto, a IBM tem projetado o Linux como o sistema operacional padrão para sua linha de de computadores baseados em Power (mesmo acima do seu AIX), a qual significa que, com o input da IBM, é como se o Power9 possuirá suporte muito em breve.
A maioria das alterações dessa versão aconteceram bem cedo durantes o ciclo de desenvolvimento, com coisas em baixas depois que, solicitar Torvalds a observação que a unica grande mudança o ultimo candidato a lançamento foi a correção de um problema na interface long-standing da InfiniBand. A Infiniband está utilizando computação de alto-desempenho, então, a não ser que você esteja administrando um supercomputador, é improvável que para vocÊ surtirá algum efeito.
Apesar disso, No entanto, a ultima semana desse ciclo de desenvolvimento foi bastante hético de acordo com Torvalds, com a uma enorme qquantidade de patches, muitos dos quais foram correções de drivers, incluindo Radeon, GPU AMD, e drivers de rede.
 Como o LHC roda sua própria variante do Linux em cluster que analiza os dados de experimentos, esse é um tributo ao apt.
Outas mudanças do kernel incluem:
Para mais informações, leia o anuncio oficial do lançamento ou visite o Phoronix, onde eles possuem mais em as mudanças mais significantes que tomaram seu rumo do 4.6.

NÃO! "Open Source" não significa "Suporte gratuito"

Não, "Open Source" não significa "Inclui suporte gratuito"

    A treta começa com um software chamado Raccoon. Raccoon é uma plataforma open source (sob os termos da licença Apache 2) e independente para download de aplicativos da Google Play Store. O objetivo é te dar acesso seguro aos aplicativos Android sem ter que comprometer o seu smartphone.

Raccoon

    O problema quando as pessoas começaram a reportar bugs e recebiam a seguinte resposta como no exemplo mostrado em seu blog:
Usuário: Oi, eu gostaria de reportar um bug em sua aplicação.
Eu: Ótimo! Então por favor, abra um ticket de suporte.
Usuário: Mas, parece que eu preciso pagar por isso?
Eu: Daí?
Usuário: Eu só quero te dizer que seu app está quebrado, assim você pode concertar.
Eu: Sim, essa é uma solicitação de suporte, por favvor abra um ticket.
Usuário: ...
    Pode parecer estranho a situação que acabaram de ler por estarmos acostumados a receber as coisas tudo de graça no mundo open source MAS, algo que eu sempre digo é:
Não confundam Free e open source software com Freeware.
    A palavra inglesa free pode realmente confundir as pessoas uma vez que pode significar tanto livre quanto de graça. Por exemplo na frase food for free (comida de graça e não comida livre). porém a palavra free em free software refere-se a liberdade (daí software livre) enquanto que em freeware refere-se a de graça (software gratuito).

    O problema é que a falta de leitura faz com que as pessoas que defendem software livre com unhas e dentes passem a condenar e abominar os que cobram por algum tipo de valor financeiro pelo serviço sendo que tudo isto já é previsto dentro das licenças (no caso da GPL é previsto a liberdade de distribuir cópias do software e até mesmo cobrar se achar interessante ou se desejar. Já a Apache 2 (que é open source) prevê no ultimo termo (termo nono) que você pode escolher oferecer e cobrar uma taxa por suporte, garantia, indenização e outros direitos). Ou seja, não há nada de errado no que o autor está fazendo.

    Em seu blog o autor menciona que ele desenvolveu a aplicação para solucionar seu problema e consequentemente disponibilizou gratuitamente junto ao seu código fonte. Então, se o procurarem para reportar um bug, ou as pessoas podem enviar o patch incluso no bugreport ou pagar para que ele solucione o problema (o que é totalmente lógico). O autor diz fica feliz em ajudar, mas além do seu tempo ser valioso, vender o suporte é o que manter as luzes acesas já que aquilo deixou de ser livre quando começou a lhe custar algum valor como manter o servidor web funcionando.
    As pessoas ainda não entenderam que o real sentido de software livre e de código aberto não se trata de receber e utilizar programas gratuitamente; trata-se de lhe oferecer condições de realizar o seu trabalho sem restrições. O que nos remete a celebre frase de Linus Torvalds:
Você suspira pelos bons tempos do Minix-1.1, quando os homens eram homens e escreviam seus próprios "device drivers"? Você está sem um bom projeto em mãos e deseja trabalhar num S.O. que possa modificar de acordo com as suas necessidades? Acha frustrante quando tudo funciona no Minix? Chega de noite ao computador para conseguir que os programas funcionem? Então esta mensagem pode ser exactamente para você. :-)
    Pois é, era exatamente sobre poder realizar seu trabalho que Linus Torvalds estava se referindo. Na época, mesmo o Minix sendo de código aberto, possuía restrições em seu licenciamento onde não era permitido a modificação do seu código fonte. Ou seja, as pessoas estavam limitadas a o que podiam ou não fazer no Minix mesmo podendo visualizar o código e até serem capazes de melhorá-lo. Até que é compreensível e uma ideia interessante já que a intenção era aguçar a habilidade de programação. Mas essa ideia de qualquer jeito frustrava a maioria dos seus usuários (e foi exatamente isso que inspirou Linus a escrever tal frase).

    Então uma dica muito interessante a ser dada aos que criticam esta atitude acreditando que, o que  moralmente deveria ser feita, é disponibilizar o software (inclusive o código fonte) simplesmente é:
Desenvolva o seu projeto e o disponibilize gratuitamente e não ache queas pessoas devam fazer o mesmo simplesmente porque você acredita.
    Então se você também quiser me ajudar, não esqueça de conferir o meu curso de migração para Linux e aprenda Linux de verdade comigo e assim você me ajuda a manter o meu canal e o  meu blog ;) 

O que é Linux: Uma visão geral do sistema operacional Linux.

O que é Linux: Uma visão geral do sistema operacional Linux.
O que é Linux: Uma visão geral do sistema operacional Linux.

O que é Linux?

    Linux é, em termos mais simples, um sistema operacional. É o software em um computador que habilita as aplicações e o operador do computador acessar os dispositivos no computador e desempenhar funções desejadas. O sistema operacional (sigla OS) transmite instruções de uma aplicação para, por exemplo, o processador do computador. O processador desempenha a tarefa instruída, e então envia os resultados de volta para a aplicação via o sistema operacional.
Explicado nesses termos, Linux é muito similar à outros sistemas operacionais, tal qual o Windows e o OS X.

    Mas algo separa Linux de outros sistemas operacionais. O sistema operacional Linux representou um ecossistema de $25 bilhões em 2.008. Desde o seu principio em 1.991, Linux tem crescido para se tornado uma força na computação, Rodando em tudo desde a New York Stock Exchange, mobile phones, à supercomputadores e à dispositivos de consumidores.

    Como um sistema operacional aberto, Linux é desenvolvido colaborativamente, significando que nenhuma empresa é unicamente responsável pelo seu desenvolvimento ou pelo seu suporte continuo. Empresas participantes na economia compartilham custos de pesquisa e desenvolvimento com seus parceiros e concorrentes. Essa disseminação de desenvolvimento partilhada entre indivíduos e empresa tem resultado em um ecossistema largo e eficiente e inovação de software não anunciada.

    Mais de 1.000 desenvolvedores, ao menos de 100 diferentes empresas, contribuem para cada lançamento (release) do kernel. Somente nos últimos dois anos, mais de 3.200 desenvolvedores de 200 empresas contribuíram para o kerel-- ao qual é apenas um pequeno pedaço de uma distribuição Linux.
Esse artigo explorará os vários componentes do sistema operacional Linux, como eles são criados e funcionam juntos, as comunidades do Linux, e o impacto incrível do Linux no ecossistema de IT.

aonde está o Linux?

Uma das mais notáveis propriedades do Linux é aonde ele pode ser utilizado. Windows e OS X são predominantemente encontrados em dispositivos de computação pessoal como computadores desktop e laptop. Outros sistemas operacionais, como o Symbian, são encontrados em pequenos dispositivos como telefones e PDAs, enquanto mainframes e supercomputadores encontrados nos maiores laboratórios acadêmico e corporativo utilizam sistemas operacionais especializados como o AS/400 e o Cray OS.

Linux, que iniciou sua existência como um sistema operacional para servidores e tem se tornado útil como um sistema operacional para desktop, pode também ser utilizado em todos esses dispositivos. De relógios de pulso a supercomputadores‚é a descrição popular das compatibilidades do Linux.
Uma lista abreviada de alguns dos dispositivos eletrônicos populares que Linux é utilizado hoje inclui:
Dell Inspiron Mini 9 and 12
Dell Inspiron Mini 9 and 12
Garmin Nuvi 860, 880, and 5000
Garmin Nuvi 860, 880, and 5000
Google Android Dev Phone 1
Google Android Dev Phone 1
HP Mini 1000
HP Mini 1000
Lenovo IdeaPad S9
Lenovo IdeaPad S9
Motorola MotoRokr EM35 Phone
Motorola MotoRokr EM35 Phone
One Laptop Per Child XO2
One Laptop Per Child XO2
Sony Bravia Television
Sony Bravia Television
Sony Reader
Sony Reader
TiVo Digital Video Recorder
TiVo Digital Video Recorder
Volvo In-Car Navigation System
Volvo In-Car Navigation System
Yamaha Motif Keyboard
Yamaha Motif Keyboard

    Esses são apenas os exemplos mais recentes dos dispositivos baseados em Linux disponíveis para consumidores em todo o mundo. Esse número real de itens numera-se em milhares. A Linux Foundation está construindo uma base de dados centralizada que listará todos os produtos Linux-based oferecidos atualmente, tão bem quanto arquivar esses dispositivos que atuaram como dispositivos moveis pioneiros Linux-based.

O Futuro do Linux

    Linux já é um sucesso em muitos tipos diferentes de dispositivos, mas há também muitas áreas tecnológicas onde Linux está avançando, mesmo com o desenvolvimento para desktop e servidores continue a crescer mais rápido do que qualquer outro sistema operacional hoje.

    Linux está sendo instalado na BIOS de sistema de computadores laptop e notebook, que possibilitarão os usuários a ligar seus dispositivos em questão de segundos, carregando um sistema Linux com ambiente simplificado. Esse ambiente terá ferramentas de conectividade com a Internet tal como um web browser e um cliente de e-mail, permitindo os usuários trabalhar na internet sem ter que bootar todo o caminho dentro do sistema operacional primário do dispositivo--mesmo se esse sistema operacional for Windows.

    Ao mesmo tempo, Linux está aparecendo nos dispositivos moveis para internet [mobile Internet devices (MIDs)]. Isso inclui dispositivos embarcados como smartphones e PDAs, tão bem quanto dispositivos netbook--pequenas maquinas laptop-type que caracterizam a funcionalidade central das suas maiores contrapartidas em um menor, mais eficiente pacote.

    O crescimento da computação em nuvem (cloud computing) é um encaixe natural para Linux, que já roda muitos dos servidores web da internet. Linux possibiliza os serviços de nuvem como o Amazon's A3 funcionar com compacidade de entregar aplicações online e informações aos usuários.

    Relacionado ao crescimento do Linux na computação em nuvem é o sucesso bem conhecido do Linux em supercomputadores, ambos nas áreas de computação de alta desempenho [high-performance computing (HPC)] e de alta disponibilidade [high-availability (HA)], onde pesquisas acadêmicas em física e bioengenharia, e empresa nas finanças e industrias de energia necessitam de poder de computação confiável e escalável realizar seus objetivos.

Muitos do serviços Web 2.0 na internet, coomo o Twitter, Linked In, YouTube, e Google todos confiam no Linux como seu sistema operacional. Como novos serviços chegam no futuro, Linux cada vez mais será a plataforma que dirige essas novas tecnologias.

O nascimento do Linux

No dia 25 de Agosto 25 de 1.991, um estudante de ciências da computação Finlandês chamado Linus Torvalds faz o seguinte anuncio ao grupo Usenet comp.os.minux:
"Estou fazendo um sistema operacional (livre) (somente um hobby, não será grande e profissional como o gnu) para clones AT 386(486). Ele está amadurecendo desde abril, e está começando a ficar pronto. Eu gostaria de qualquer feedback nas coisas que as pessoas não/gostam no minix, já que meu OS se assemelha a ele um pouco (mesmo layout físico do file-system (deviso a rasões práticas) (entre outras coisas)."
    O Minix que Torvalds se referiu é um variante do sistema operacional UNIX, utilizado como linha de comando por ele o sistema operacional livre que ele queria rodar nos PCs baseado na arquitetura x86 da época. GNU‚ refere-se ao conjunto de ferramentas GNU (GNU Is Not Unix) primeiramente unidas por Richard Stallman em 1.983. UNIX, o sistema operacional que iniciou tudo isso, teve suas origens nos antigos laboratórios da Bell Labs nos principio dos anos 60.

    Torvalds construiu o núcleo do sistema operacional Linux, conhecido como o kernel. Um kernel sozinho não se torna um sistema operacional, mas as ferramentas GNU do Stallman eram de um projeto para criar um sistema operacional também--um projeto que estava faltando um kernel para tornar o sistema operacional de Stallman completo. A mescla de Torvalds entre as GNU com o kernel Linux marcou o inicio do sistema operacional Linux como é conhecido hoje.

    Linux está de muitas maneiras somente no começo do seu potencial, mesmo que ele tenha desfrutado tremendo sucesso desde a primeira solicitação de ajuda do Torvalds em 1991.

    Linux tem ganhado forte popularidade ente os desenvolvedores do UNIX, que gostam dele por sua portabilidade para muitas plataformas, sua semelhança com o UNIX, e sua licença de software livre. Por volta da virada do século, vários desenvolvedores começaram a distribuir o Linux, incluindo VA Linux, TurboLinux, Mandrakelinux, Red Hat, e SuSE GMbH. A decisão 2000 da IBM de investir $2 bilhões no desenvolvimento do Linux e em vendas foi um evento significantemente positivo para o crescimento do Linux.

    Hoje, Linux é uma industria multi-billionária (em dólares), com empresa e governos em torno do mundo levando vantagem da segurança e flexibilidade do sistema operacional. Milhares de empresa utilizam Linux uso diário (day-to-day), atraídos pelo baixos custos de licenças e suporte. Governos em torno do mundo estão implantando Linux para economizar dinheiro e tempo, com alguns governos comissionando sua próprias versões de Linux.

O grupo de analista do IDC tem projetado que Linux será um negócio de $49 bilhões de até 2011, e há muitas indicações no market que isso imagem será alcançado.

O Código

Linux também é impar de outros sistemas operacionais em que ele não tem um único dono. Torvalds ainda gerencia o desenvolvimento do kernel Linux, mas desenvolvedores comerciais e privados contribuem com outros software para fazer todo o sistema operacional linux.
Nessa seção, as partes do sistema operacional Linux serão analisadas.

O Kernel

Todos os sistemas operacionais possuem kernels, construídos em torno da metáfora arquitetônica de que deve existir um conjunto central de instruções para direcionar dispositivo de hardware, cercador por várias camadas modulares de funcionalidade. O kernel Linux é único e flexível por que ele é também modular por natureza.
Modularidade é desijavel por que permite que os desenvolvedores retirar partes do kernel que eles não precisam utilizar. Typicamente um kernel menor é um kernel mais rápido, por que ele não está rodando processos que não precisa.
Se uma desenvolvedora quiser que uma versão de Linux rode em um celular, ela não precisa das funcionalidades do kernel que lidá com drives de disco, dispositivos de Ethernet, ou telas de monitores grandes. Ela pode retirar essa peças (e outras), deixando apenas o kernel otimizado para uso do celular.
 
O kernel Linux


    O kernel do sistema operacional Window (que poucas pessoas fora da Microsoft são permitas olhar sem pagar por privilegio) é uma peça de código solidamente conectada, incapaz de ser facilmente quebrado em pedaços. É difícil (se não impossível) aparar o kernel Windows para ajustar em um celular ou smartphone.

    Essa modularidade é significante para o sucesso do Linux. A habilidade de reduzir (ou ampliar) para encontrar as necessidades de uma plataforma especifica é uma vantagem grande sobre outros sistemas operacionais embaraçados apenas a poucas plataformas possíveis.

    Modularidade também gera efeito de estabilidade e segurança. Se acontece de falhar uma peça do kernel, o resto não irá colidir (crash). Similarmente, um ataque ilícito em uma parte do kernel (ou o resto do sistema operacional) pode embaraçar aquela parte do código, mas não deve comprometer a segurança de todo o dispositivo.

O sistema operacional

    Desenvolvedores precisam de ferramentas especiais (como compiladores e linhas de comando encontradas no GNU) para escrever aplicações que podem conversar com o kernel. Eles também precisam de ferramentas e aplicações que tornam fáceis aplicações acessar o kernel depois que a aplicação for escrita e instalada.

    Esse conjunto de ferramentas, combinados com um kernel, é conhecido como o sistema operacional. É geralmente a camada mais lenta do software do computador que é acessível pelo usuário mediano. Usuários gerais acessam o sistema operacional quando acessam a linha de comando.

    Linux fornece ferramentas poderosas com qual escreve-se suas aplicações: ambiente para desenvolvedores, editores, e compiladores são projetadas para levar o código dos desenvolvedores e converte-lo para algo que possa acessar o kernel e realizar as tarefas.

    Como o kernel, o sistema operacional Linux é também modular. Desenvolvedores podem obter e escolher as ferramentas de operação para fornecer aos usuários e desenvolvedores um novo saber de Linux projetado para agrupar tarefas específicas.

Os ambientes

    As janelas, menus, e caixas de dialogo que muitas pessoas imaginam como parte do sistema operacional são na verdade camadas separadas, conhecidas como sistema de janelas (windowing system) e o ambiente de área de trabalho (desktop environment).

    Essas camadas fornecem interface grafica [human-oriented graphical user interface (GUI)] que possibilitam os usuários facilmente trabalhar com as aplicações no sistema operacional e as aplicações terceiras (third-party applications) serem instaladas no sistema operacional.

    No Linux, Há um monte de escolhas para a qual sistema de janelas e ambiente de área de trabalho podem ser utilizadas, algo que o Linux permite aos usuários decidirem. Isso não pode ser feito no Windows e é difícil fazer isso no OS X.

Como o sistema operacional e o kernel, há ferramentas e bibliotecas de código disponíveis que permitem desenvolvedores de aplicações mais facilmente trabalhar com esses ambientes (ex., gtk+ para GNOME, Qt para KDE).

As Aplicações

Sistemas operacionais tem dois tipos de aplicações: Aquelas que são componentes essenciais do sistema operacional em si, e aquelas que os usuários instalarão mais tarde. Sistemas operacionais fechados, como Windows e OS X, não permitirão aos usuários (ou desenvolvedores) escolher e obter as aplicações de componentes essenciais que eles querem utilizar. Desenvolvedores do Windows devem utilizar o compilador da Microsoft, sistemas de janelas, e assim por diante.

Desenvolvedores de aplicações Linux tem um maior conjunto de escolhas para desenvolver suas aplicações. Isso permite mais flexibilidade para construir uma aplicação, mas isso significa mesmo que um desenvolvedor precisará decidir qual componentes Linux utilizar.

As Distribuições

Essa é a camada mais alta do sistema operacional Linux: o container para todas as camadas supracitadas. Uma criador de uma distribuição tem que decidir qual kernel, ferramentas de sistema operacional, ambientes, e aplicações incluir e aprontar para os usuários.

Distribuições são mantidas por entidades de indivíduos privados e comerciais. Uma distribuição pode ser instalada utilizando um CD que contem software especifico da distribuição para instalação e configuração inicial do sistema. Para os usuários, distribuições mais populares oferecem sistemas de gerenciamento de aplicações maduras que permitem aos usuários buscar, encontrar, e instalar novas aplicações com apenas alguns cliques do mouse. Há, pela ultima conta, mais de 350 distribuições distintas do Linux.

Licenciamento

    O código é contribuído para o kernel Linux sob um número de licenças,mas todo código deve ser compatível com a versão 2 do GNU General Public License (GPLv2), que é a licença cobrindo o a distribuição do kernel como um todo. Na prática, isso significa que todas as contribuições de código são cobertas tanto pela GPLv2 (com, opcionalmente, idioma permitindo distribuição sob versões posteriores da GPL) ou a licença three-clause BSD. Quaisquer contribuições que não sejam cobertas por uma licença compatível não serão aceitas no kernel.

    Atribuições a direitos autorais não exigidas (ou solicitadas) para o código contribuído para o kernel. Todo código fundido no mainline kernel conserva seu proprietário original; como um resultado, o kernel agora tem milhares de proprietários.

    Uma aplicação dessa estrutura de propriedade é que qualquer tentativa de alterar o licenciamento do kernel está condenada à quase certeza de falhar. Há poucos cenários práticos onde o acordo de todos os detentores de direitos autorais puderam ser obtidos (ou seu código pode ser removido do kernel). Então, em particular, não há prospecto de migração para a versão 3 da GPL em um futuro previsível.

    É imperativo que todo código contribuído para o kernel seja legitimamente software livre (free software). Por essa rasão, código contribuidores de anônimos (ou pseudônimos) não serão aceitos. É exigido que todos os contribuidores "assinem (sign off)" no seu código, declarando que o código pode ser distribuído com o kernel sob a GPL. O código que não tem sido licenciado como software livre pelo seu proprietário, ou que coloca em risco criando problemas relacionados a direitos autorais (copyright-related) para o kernel (como código que deriva de esforços de engenharia reversa (reverse-engineering) faltando as devidas salvaguardas) não podem ser contribuídos.

    Perguntas a respeito de questões de direitos autorais são comuns nas listas de e-mail (mailing lists) do desenvolvimento do Linux. Tais perguntas normalmente não receberão escassez de respostas, mas a pessoa deve ter em mente que as pessoas respondendo as essas perguntas não são advogados e não podem fornecer conselho legal. Se você tem perguntas legais relacionando ao código fonte do (Linux source code), não há substituto por falar com um advogado que entenda esse campo. Confiar nas resposta obtidas nas mailing lists técnicas é um negócio arriscado.

Comunidade

    As comunidades Linux vem em duas formas básicas: comunidades de desenvolvedores e de usuários.
Um dos recursos mais convenientes de Linux é que ele é acessível a desenvolvedores; qualquer um habilidades necessárias pode melhorar o Linux e influenciar a direção do seu desenvolvimento. Produtos Proprietários não podem oferecer esse tipo de abertura, a qual é uma característica do processo de software livre.

    Comunidades de desenvolvedores podem se voluntariar para manter e apoiar as distribuições, como projetos Debian ou Gentoo. Novell e Red hat também apoiam versões de comunidades dirigidas dos seus produtos, openSUSE e Fedora, respectivamente. Os melhoramentos para essas distros comunidade são então incorporadas nos produtos de servidores comerciais e desktop dessas empresas.

    O kernel Linux em si é primeiramente mantido por sua comunidade de desenvolvedores tão bem quanto um dos maiores e mais ativos projetos de software livre na existência. Um ciclo de desenvolvimento de três meses do kernel pode envolver mais de 1000 desenvolvedores trabalhando para mais de 100 empresas diferentes (ou para empresa alguma).

    Com o crescimento do Linux vem um crescimento de número de desenvolvedores (e empresas) desejando participar nesse desenvolvimento. Fornecedores de Hardware querem assegurar que Linux tem suporte aos seus produtos também, tornando esses produtos atrativos aos usuários de Linux. Fornecedores de sistemas Embarcados, que utilizam Linux como um componente em um produto integrado, querem que o Linux seja tão capaz e bem adequado à sua tarefa na mão quanto possível. Distribuidores e outros fornecedores de software que baseiam seus produtos em Linux tem um claro interesse na capacidade, desempenho, e confiabilidade do kernel Linux.

    Outras comunidades de desenvolvedor foca em aplicações em ambientes diferentes que rode no Linux, como o Firefox, OpenOffice.org (Nota do tradutor: hoje temos o LibreOffice e o Apache OpenOffice.), GNOME e KDE.

    Usuários finais, também, podem fazer contribuições valiosas para o desenvolvimento do Linux. Com comunidades online como a Linux.com, LinuxQuestions, e as muitas e variadas comunidades hospedadas por distribuições e aplicações, a base de usuários Linux é frequente um guia sincero, geralmente defensor positivo para o sistema operacional Linux.

    A comunidade Linux não é somente uma presença online. Grupos locais conhecidos como Linux Users Groups (LUGs) frequenmente se encontram para discutir questões em relação ao sistema operacional Linux, e prove outros and proporciona aos usuários locais demonstrações livres, treinamentos, suporte técnico, e installfests.

Desenvolvimento

Linux é um sistema operacional que é constituído de linguagens de desenvolvimento diferentes. Um enorme percentual do código de distribuições é escrito ou na linguagens C (52.86%) ou C++ (25.56%). Todo o resto do código cai para percentuais de dígitos únicos, com Java, Perl, e Lisp completando o resto da top 5 linguagens.

    O kernel Linux em si tem uma presença mais dominante em C, com mais de 95 porcento do do código do kernel escrito nessa linguagem. Mas outras linguagens compõem o kernel também, tornando-o mais heterogêneo do que outros sistemas operacionais.

    A comunidade do kernel tem envolvido seus próprios meios distintos de operar que a permite funcionar suavemente (e produzir um produto de alta qualidade) em um ambiente aonde milhares de linhas de código estão sendo alteradas todos os dias. Isso significa que o processo de desenvolvimento do kernel Linux diferencia enormemente dos métodos de desenvolvimento proprietário.

    O processo de desenvolvimento do kernel pode ser deparado como estranho e intimidante para os novos desenvolvedores, mas há boas rasões e experiencias solidas por trás disso. Um desenvolvedor que não entende os os meios das comunidade do kernel (ou, pior, que tenta desrespeitá-los ou burlá-los) terá uma experiencia frustrante no seu fornecimento (store). A comunidade de desenvolvimento, enquanto for útil à aqueles que estão tentando aprender, tem pouco tempo para aqueles que não ouvirão ou que não se importam com o processo de desenvolvimento.

    Enquanto muitos desenvolvedores do Linux as ferramentas baseadas em texto como o Emacs ou o Vim para desenvolver seu código, o Eclipse, Anjuta, e Netbeans todos proveem ambientes integrados mais robustos para o Linux.

O negócio do Linux

    Em 2008, o analista da IDC Al Gillen citou uma taxa de crescimento anual para a industria Linux próximo, que poe uma tecnologia $21 bilhões em 2007 à $49 bilhões em 2011. As empresas envolvidas no Linux incluem as industrias lideres como IBM, Fujitsu, Hewlett-Packard, Oracle, Intel, Hitachi, NEC, e Novell. Todas tem investido tempo, talento, e recursos para o melhoramento do Linux por si próprias e através da Linux Foundation.

    Se o Linux é livre de custo, como uma empresa Linux gera receita? Como exemplo de como um negócio Linux funciona: Enquanto quase todo o código da distribuição Linux está disponível para download de graça, o tempo e custo envolvido na verdade em baixar todo o código e juntar tudo em uma maneira coesiva e funcional é significantemente alta.

    Para evitar desperdício de tempo e a curva de aprendizado necessário para realizar tal tarefa, usuários podem simplesmente pagar para um fabricante de uma distribuição pela comodidade de não ter que construir um Linux livre do início (free Linux from scratch). Usuários de negócios e individuais se beneficiam da especialidade dos distribuidores de colocarem todo o código livre do Linux em um conjunto de pacotes fáceis de utilizar (easy-to-use set of packages).

    Uma outra fonte de receita para as empresa é suporte comercial para o linux ongoing. De fato, algumas distribuições permitirão aos usuários baixar seu software, livre de despesa e construir seu modelo de receita inteiro em cima de um plano de serviços e suporte empresarial.

    Linux é uma plataforma que pode gerar recita, tudo enquanto for livre. Clientes ganham o conhecimento que eles estão pagando diretamente pelo suporte e conveniência, e sempre terão a escolha de quais sistemas Linux funcionarão melhor para si.

Iniciando

Para informações gerais de Linux, visite http://www.linux.com.
Para vídeo tutoriais e informações, visite http://video.linuxfoundation.org
Para conhecimento e info em desenvolvimento para Linux, verifique a rede de desenvolvedores de Linux em http://ldn.linuxfoundation.org
Para aprender mais sobre os negócios de Linux e a fundação Linux (Linux Foundation), pare em http://linuxfoundation.org.
Se você estiver interessado em atender eventos ao vivo sobre Linux e tecnologias relacionadas, visite http://events.linuxfoundation.org e http://www.diolinux.com.br/search/label/DioCast.

Fonte: Linux.com
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Lançado novo Minicurso de atributos no Linux

E não esqueçam de conferir também o meu mini curso de atributos no LinuxPodem estar disponíveis autorizações adicionais às concedidas no âmbito desta licença emhttp://creativecommons.org/licenses/.

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